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Questões de Concursos 2019

Resolva questões de 2019 comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


4181Q53903 | Direito Penal, Juiz Substituto, TJ PR, CESPE CEBRASPE, 2019

De acordo com o STJ, a prática de falta grave pelo condenado durante o cumprimento da pena
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4182Q932785 | Sociologia, Vestibular Segundo Semestre UECE, UECE, UECE, 2019

Texto associado.
Para Weber, “Estado é uma comunidade humana que pretende, com êxito, o monopólio do uso legítimo da força física dentro de um determinado território. Especificamente, no momento presente, o direito de usar a força física é atribuído a outras instituições ou pessoas apenas na medida em que o Estado o permite. O Estado é considerado como a única fonte do ‘direito’ de usar a violência”.
WEBER, Max. Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1982, p.98.
Sobre o conceito de Estado moderno, de acordo com Max Weber, é correto afirmar que
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4183Q864221 | Direito do Trabalho, Primeira Fase OAB, OAB, FGV, 2019

A sociedade empresária Ômega Ltda. deseja reduzir em 20% o seu quadro de pessoal, motivo pelo qual realizou um acordo coletivo com o sindicato de classe dos seus empregados, prevendo um Programa de Demissão Incentivada (PDI), com vantagens econômicas para aqueles que a ele aderissem. 
Gilberto, empregado da empresa havia 15 anos, aderiu ao referido Programa em 12/10/2018, recebeu a indenização prometida sem fazer qualquer ressalva e, três meses depois, ajuizou reclamação trabalhista contra o ex-empregador. Diante da situação apresentada e dos termos da CLT, assinale a afirmativa correta.
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4184Q710115 | Português, Sintaxe 422 Períodos Compostos Orações Coordenadas, Procurador Municipal, Prefeitura de São Gonçalo do Amarante CE, CETREDE, 2019

Texto associado.

Canção


Pus meu sonho num navio

e o navio em cima do mar;

- depois, abri o mar com as mãos,

para o meu sonho naufragar.


Minhas mãos ainda estão molhadas

do azul das ondas entreabertas,

e a cor que escorre dos meus dedos

colore as areias desertas.


O vento vem vindo de longe,

a noite se curva de frio;

debaixo da água vai morrendo

meu sonho, dentro de um navio...


Chorarei quando for preciso,

para fazer com que o mar cresça,

e o meu navio chegue ao fundo

e o meu sonho desapareça.


Depois tudo estará perfeito;

praia lisa, águas ordenadas,

meus olhos secos como pedras

e as minhas duas mão quebradas.

                                                                       Cecília Meireles – A viagem

[...] que escorre dos meus dedos[...] classifica-se com oração subordinada 
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4185Q708751 | Informática, Assistente Técnico Fazendário, Prefeitura de Manaus AM, FCC, 2019

Um assistente pretende localizar uma imagem específica para acrescentá-la em um relatório, em um computador com o sistema operacional Microsoft Windows 10, em sua configuração padrão para a língua portuguesa. Porém, a imagem se encontra em uma pasta juntamente com muitas outras, e o seu nome possui apenas letras e números, dificultando a sua localização. Uma maneira de localizar com mais facilidade essa imagem é configurar e utilizar um recurso do Explorador de Arquivos, que se chama
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4186Q708603 | Português, Encontros Vocálicos, Contador, JARU PREVI RO, IBADE, 2019

Texto associado.
                                                                                                                            TEMPOS MODERNOS 
            Não tendo assistido à inauguração dos bonds elétricos, deixei de falar neles. Nem sequer entrei em algum, mais tarde, para receber as impressões da nova tração e contá-las. Daí o meu silêncio da outra semana. Anteontem, porém, indo pela Praia da Lapa, em um bond comum, encontrei um dos elétricos, que descia. Era o primeiro que estes meus olhos viam andar. (...) 
            De repente ouvi vozes estranhas, pareceu-me que eram burros que conversavam, inclinei-me (ia no banco da frente); eram eles mesmos. Como eu conheço um pouco a língua dos Houyhnhnms, pelo que dela conta o famoso Gulliver, não me foi difícil apanhar o diálogo. Bem sei que cavalo não é burro, mas reconheci que a língua era a mesma. O burro fala menos, decerto, é talvez o trapista daquela grande divisão animal, mas fala. Fiquei inclinado e escutei:             - Tens e não tens razão, respondia o da direita ao da esquerda. 
            O da esquerda: 
            - Desde que a tração elétrica se estenda a todos os bonds, estamos livres, parece claro. 
            - Claro parece, mas entre parecer e ser, a diferença é grande. (...) O bond elétrico apenas nos fará mudar de senhor. 
            - De que modo? 
            - Nós somos bens da companhia. Quando tudo andar por arames, não somos já precisos, vendem-nos. Passamos naturalmente às carroças. 
            - Pela burra de Balaão! exclamou o burro da esquerda. Nenhuma aposentadoria? Nenhum prêmio? Nenhum sinal de gratificação? Oh, mas onde está a justiça deste mundo? 
            - Passaremos às carroças – continuou o outro pacificamente – onde a nossa vida será um pouco melhor; não que nos falte pancada, mas o dono de um burro sabe mais o que ele lhe custou. Um dia, a velhice, a lazeira, qualquer cousa que nos torne incapaz restituir-nos-á a liberdade... 
            - Enfim! 
            - Ficaremos soltos na rua, por pouco tempo, arrancando alguma erva que aí deixem crescer para recreio da vista. Mas que valem duas dentadas de erva, que nem sempre é viçosa? Enfraqueceremos, a idade ou a lazeira ir-nos-á matando, até que, para usar esta metáfora humana – esticaremos a canela. Então teremos a liberdade de apodrecer. Ao fim de três dias, a vizinhança começa a notar que o burro cheira mal; conversação e queixumes. No quarto dia, um vizinho, mais atrevido, corre aos jornais, conta o fato e pede uma reclamação. No quinto dia sai a reclamação impressa. No sexto dia, aparece um agente, verifica a exatidão da notícia; no sétimo, chega uma carroça, puxada por outro burro, e leva o cadáver. 
            Seguiu-se uma pausa. 
            - Tu és lúgubre, disse o burro da esquerda, não conheces a língua da esperança. 
            - Pode ser, meu colega; mas a esperança é própria das espécies fracas, como o homem e o gafanhoto; o burro distingue-se pela fortaleza sem par. A nossa raça é essencialmente filosófica. Ao homem que anda sobre dois pés, e provavelmente a águia, que voa alto, cabe a ciência da astronomia. Nós nunca seremos astrônomos. Mas a filosofia é nossa. Todas as tentativas humanas a este respeito são perfeitas quimeras. 
                                                   (Machado de Assis, Crônica de 16 de outubro de 1892) 
Trapista: relativo à ordem religiosa da Trapa, ramo beneditino dos cistercienses, fundada em 1140. 
Dentre os grupos de palavras apresentados abaixo, a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafos é:
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4187Q704900 | História, Profissional Nível Médio Oficial Administrativo, Prefeitura de Cuiabá MT, IBFC, 2019

Durante a Guerra do Paraguai, a retomada momentânea de Corumbá foi efetuada em 13 de junho de 1867. Contudo, os aliados decidiram retirar as tropas e retornar para Cuiabá. Este retorno gerou graves consequências, provocando grande mortalidade em Cuiabá (GARCIA, 2001). Sobre o que causou a mortalidade de parte da população de Cuiabá no referido momento, assinale a alternativa correta.
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4188Q704289 | Biologia, Vestibular 3 dia, UFRGS, UFRGS, 2019

Nos seres vivos, as enzimas aumentam a velocidade das reações químicas.
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, referentes às enzimas.
( ) As enzimas têm todas o mesmo pH ótimo.
( ) A temperatura não afeta a formação do complexo enzima-substrato.
( ) A desnaturação, em temperaturas elevadas, acima da ótima, pode reduzir a atividade enzimática.
( ) A concentração do substrato afeta a taxa de reação de uma enzima.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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4189Q704255 | Contabilidade Geral, Profissional de Nível Universitário Jr Ciências Contábeis, ITAIPU BINACIONAL, FUNPAR NC UFPR, 2019

Uma empresa de chocolates apresenta um índice de rotação de estoques igual a 4,00. Quais deverão
ser os valores de Estoques em seu Balanço Patrimonial e dos Custos das Mercadorias Vendidas em
sua Demonstração de Resultado, respectivamente, considerando o ano comercial?
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4190Q703999 | Não definido, Procurador Jurídico, ESEF SP, VUNESP, 2019

Matheus, Daniel e João decidiram, em conjunto, comprar um apartamento na praia, ficando cada um deles obrigado à dívida toda perante o vendedor, Pedro. Restou estabelecido que o pagamento seria realizado em 36 parcelas. Ocorre que, após o pagamento da 5a parcela, Matheus deixou de efetuar os pagamentos devidos. Nessa situação hipotética,
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4191Q701987 | Direito Civil, Assessor Jurídico, Prefeitura de Jandaia do sul PR, FAUEL, 2019

Assinale a alternativa CORRETA, conforme a Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro (Decreto-Lei
4657/42).
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4192Q701720 | Português, Interpretação de Textos, Aspirante 2a Dia, Escola Naval, Marinha, 2019

Texto associado.
TEXTO
Leia o texto abaixo e responda à questão.
Felicidade clandestina
    Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme; enquanto nós todas ainda
éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança
devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.
    Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um
cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás
escrevia com letra bordadíssima palavras como "data natalícia" e "saudade".
    Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós
que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na
minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
    Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía
“As reinações de Narizinho’’, de Monteiro Lobato.
    Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas
posses. Disse-me que eu passasse peia sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.
    Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me
levavam e me traziam.
    No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar.
Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo.
Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu
modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes
seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.
    Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à
porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse
no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do "dia seguinte" com ela ia se repetir com meu coração
batendo.
    E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso.
Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se
quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.
    Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde,
mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob
os meus olhos espantados.
    Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar
estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa,
entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe
boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!
    E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava
em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi
então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com
o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "peio tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa,
grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.
    Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não
saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito.
Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
    Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas
maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o
livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A
felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em
mim. Eu era uma rainha delicada.
    Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.
    Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.
LISPECTOR, Clarice. O Primeiro Beijo. São Paulo: Ed. Ática, 1996
Leia o trecho abaixo.
“[...] pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina." (10°§)
Assinale a opção em que a reescritura do trecho citado mantém seu sentido original e respeita a norma-padrão da língua.
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4193Q700435 | Português, Interpretação de Textos, Técnico em Tecnologia da Informação, IF PB, IDECAN, 2019

Sobre os mecanismos textuais que dão probabilidade de qual língua era usada no trato civil, em São Paulo, podese afirmar que o principal é
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4194Q699168 | Veterinária, Veterinária, EsFCEX, Exército Brasileiro, 2019

Analise as afirmativas a seguir, referentes ao controle e profilaxia da brucelose bovina.
I. Os animais com o diagnóstico positivo devem ser marcados com um “P” contido em um círculo de 8cm de diâmetro.
II. O controle da brucelose bovina baseia-se na vacinação de bezerros e bezerras com a amostra B19 da Brucella abortus.
III. A legislação prevê a certificação voluntária de estabelecimentos de criação livres de brucelose e tuberculose, aplicada a rebanhos leiteiros, e a certificação voluntária de estabelecimentos monitorados para brucelose e tuberculose, aplicada a rebanhos de corte.
Assinale
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4195Q698777 | Raciocínio Lógico, Equivalências e Negações Lógicas, Contador, Câmara de Jaru RO, IBADE, 2019

Uma negação lógica para a afirmação “Marcelo é alto, ou Sofia é baixa” é:
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4196Q693628 | Português, Interpretação de Textos, Agente de Educação de Trânsito, DETRAN PA, FADESP, 2019

Texto associado.
Bicicletas e o trânsito na cidade
O ciclista também deve respeitar a sinalização. Quando estiver pedalando,
nunca circule pelas calçadas e, especialmente, respeite os pedestres.
Lembre-se sempre que a bicicleta é um veículo com pouca estabilidade.
Pedale atento às condições da via para evitar derrapagens, movimentos bruscos
e quedas. Sinalize suas manobras com o braço esquerdo, indicando conversões
à direita, esquerda ou parada. E vale à pena conferir se o motorista viu e
entendeu o seu sinal. Na dúvida, não execute a manobra.
Sempre que possível, planeje uma rota por vias calmas e de pouco
trânsito, trafegue sempre pelo canto direito da pista, no mesmo sentido dos
demais veículos. Muito cuidado ao pedalar em avenidas, ruas e estradas com
grande fluxo de veículos e pedestres, especialmente em vias onde circulam
caminhões e ônibus, que vão disputar a faixa da direita com você. Para ciclistas,
nem sempre o caminho mais curto é o mais prático ou seguro.
                               TORNE SEU PASSEIO MAIS SEGURO
No trânsito é muito importante aplicar a regra do VER E SER VISTO para
a segurança de todos que circulam nas vias e passeios. Seja mais visível no
trânsito e evite acidentes: roupas escuras dificultam a visibilidade, use roupas
claras e capacete colorido. Além dos refletores na traseira, dianteira e laterais da
bicicleta, que são obrigatórios, instale uma lanterna com luz branca na dianteira e
vermelha na traseira para passeios noturnos. Ainda que não ilumine
satisfatoriamente a rua, torna você muito mais visível evitando que pedestres ou
carros cruzem seu caminho.
Use sempre o capacete, ao se deslocar de casa para o trabalho, ao
praticar esportes, treinos, passeios ou simplesmente para uma volta no bairro.
Além de torná-lo mais visível, ele protege sua cabeça em caso de quedas e
acidentes. Compre o seu próprio capacete e escolha o tamanho ideal para você:
ele não pode ficar muito folgado e mover-se em sua cabeça, nem muito apertado
e fazer pressão na sua testa. O capacete não foi feito para usar inclinado para
trás como se fosse um boné. Deixando sua testa à mostra ela estará exposta a
pancadas em caso de queda.
Use também luvas e óculos. As luvas dão firmeza, mantêm as mãos
secas, evitam calos e protegem em caso de quedas. Os óculos protegem de
insetos, chuva, vento e areia. Mas lembre-se: use óculos de lente amarela
somente em condições de baixa luminosidade, quando em dias ensolarados ele
ofusca os olhos e dificulta a visão. Para os pés prefira tênis de cadarços curtos ou
velcro para não enroscar nas rodas.
Lembre-se:
- Quando não estiver sinalizando, mantenha as duas mãos sobre o guidão;
- Não faça ziguezagues com sua bicicleta, mantenha-a em linha reta e em
trajetórias seguras na via pública;
- Não circule por ruas com aparelhos eletrônicos plugados aos seus ouvidos, você
estará perdendo um dos sentidos fundamentais à sua atenção;
- Circulando por vias com semáforos, comporte-se como os demais veículos,
parando quando o sinal estiver vermelho e seguindo em frente no verde;
- Nas zonas com muitos estacionamentos de automóveis reduza a velocidade e
procure observar veículos saindo e entrando nas vagas.
Disponível em http://www.transitoideal.com/pt/artigo/1/condutor/25/bicicletas-e-o-transito-na-cidade. Acessado em 19/02/2019
O acento que indica a ocorrência de crase foi empregado inadequadamente em
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4197Q692844 | Português, Crase, Analista Técnico Científico Contador, MPE SP, VUNESP, 2019

Texto associado.
É muito comum o brasileiro sofrer com o acento grave, sinal que serve para indicar crase, ou seja, a fusão de “a + a”. Ele é apenas um sinalzinho com inclinação à esquerda, tem seus encantos, porém deixa muita gente boa em situação delicada. Quando alguém me pergunta como faz para aprender a “crasear”, digo para começar pelo avesso: primeiro aprenda a não colocar o acento em lugar proibido. Há certas construções em que ele não cabe, pois falta metade: um dos “a + a” não comparece. Por exemplo, o artigo definido feminino “a” não pode ser usado em determinadas situações, o que, por exclusão, nos leva ao raciocínio de que o “a” da construção é apenas a preposição “a”. 
(Dica do professor João Bolognesi, texto editado por Talita Abrantes. Em: https://exame.abril.com.br)
Analisando as informações textuais, é correto afirmar que 
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4198Q692448 | Nutrição, Técnico em Nutrição e Dietética, UFF, COSEAC, 2019

Para o planejamento de cardápios e dietas, é essencial o conhecimento de indicadores que podem ser utilizados no preparo dos alimentos. O indicador de Partes Comestíveis (IPC) dos alimentos é uma constante obtida pela relação entre: 
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4199Q691118 | Raciocínio Lógico, Equivalências e Negações Lógicas, Auditor Fiscal Tecnologia da Informação Prova II, SEFAZ BA, FCC, 2019

Em seu discurso de posse, determinado prefeito afirmou: “Se há incentivos fiscais, então as empresas não deixam essa cidade”.
 
Considerando a afirmação do prefeito como verdadeira, então também é verdadeiro afirmar:
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4200Q691013 | Física, Sargento da Aeronáutica Aeronavegantes e Não Aeronavegantes, EEAR, Aeronáutica, 2019

Um ponto material descreve um movimento circular uniforme com o módulo da velocidade angular igual a 10 rad/s.
Após 100 s, o número de voltas completas percorridas por esse ponto material é
Adote ?=3.
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