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Questões de Concursos 2025

Resolva questões de 2025 comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1981Q980227 | Direito Administrativo, Licitações e Lei nº 14133 de 2021, Auxiliar Administrativo, Prefeitura de Céu Azul PR, FAU, 2025

A Secretaria de Administração do Município vai comprar materiais diversos de consumo, em virtude do volume e variedade de materiais para as várias secretarias será necessária a abertura de processo de licitação. Qual ato oficial deve ser publicado para essa finalidade?
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1982Q979767 | Pedagogia, Educação e Filosofia, Professor PEB I, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

A relação entre professor, aluno e conhecimento é central na prática pedagógica e assume diferentes significados conforme as concepções de educação. Sobre essa relação na perspectiva de uma pedagogia crítica e emancipadora, analise as afirmativas a seguir:
I- O conhecimento não é uma verdade absoluta a ser transmitida, mas uma construção social mediada pela interação entre sujeitos históricos.
II- O vínculo entre professor e aluno deve ser baseado no diálogo e na problematização da realidade, conforme defende Paulo Freire.
III- A mediação docente implica compromisso ético e político com a formação crítica e reflexiva do educando.
IV- A relação ensino-aprendizagem, na abordagem tradicional, privilegia a experiência prévia do aluno como eixo da construção do saber.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
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1983Q979031 | Português, Artes Titular, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A leitura nos convida a conhecer a experiência de homens e mulheres, de nossa época ou de épocas passadas, de diferentes lugares, transcrita em palavras que podem nos ensinar muito sobre nós mesmos. E os textos que alguém nos passa, e que também passamos a outros, representam uma abertura para círculos de pertencimento mais amplos, que se estendem para além do parentesco e da localidade.

Vou citar Albert Camus, um escritor que conhecia bem a pobreza e que escreveu: “A pobreza e a ignorância tornavam a vida mais difícil, mais insípida, fechada em si mesma; a miséria é uma fortaleza sem ponte levadiça”. A imagem de uma fortaleza sem ponte levadiça nos lembra o quanto a reclusão e o isolamento são, em geral, o destino que cabe aos pobres. Pois o que também distingue as categorias sociais, não esqueçamos isso, é o horizonte, o espaço de referência daqueles que as compõem. Alguns podem ver mais longe que outros, pensar suas vidas em uma outra escala. E o horizonte de muitos habitantes da zona rural, de condição modesta, como também o horizonte popular urbano, foi, por muito tempo, e ainda o é com frequência, a família, os vizinhos, “nós”. Enquanto o resto do mundo é visto como “eles”, com traços bem mal definidos.

Mas, às vezes, existem pontes levadiças. Camus, assim como outros escritores nascidos em famílias pobres, expressou sua gratidão por um professor e por uma biblioteca municipal que o haviam ajudado a descobrir que existia algo além do espaço familiar. Para ele as pontes levadiças foram esse professor e essa biblioteca. Cito-o novamente: “No fundo, o conteúdo dos livros pouco importava. O importante era o que sentiam ao entrar na biblioteca, onde não viam a parede de livros negros mas sim um espaço e horizontes múltiplos que, desde a entrada, lhes tiravam da vida estreita do bairro”.


(Michèle Petit, Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Adaptado)
Assinale a alternativa em que palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
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1984Q978837 | Pedagogia, Educação Infantil, Educação Infantil, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

A respeito dos Jogos e brincadeiras no processo de aprendizagem, analise as alternativas a seguir:

I. As brincadeiras estabelecem a relação entre o mundo interno do individuo - imaginação, fantasia, símbolos - e o mundo externo - realidade compartilhada com os outros. Ao mesmo tempo, as crianças, ao brincarem, vão criando condições de separarem esses dois mundos e de adquirirem o domínio sobre eles.
II. Através da brincadeira, a criança se apropria da realidade, criando um espaço de aprendizagem em que possa expressar, de modo simbólico, suas fantasias, desejos, medos, sentimentos, sexualidade e agressividade.
III. Nos jogos, a criança começa a estabelecer e entender regras constituídas por si e/ ou pelo grupo. Desse modo, estará elaborando e resolvendo conflitos e hipóteses de conhecimento e, ao mesmo tempo, desenvolvendo a capacidade de entender pontos de vista diferentes do seu ou de fazer-se entender e de coordenar o seu ponto de vista com o do outro.
IV. Os jogos e as brincadeiras ajudam as crianças a vivenciarem regras preestabelecidas. Elas aprendem a esperar a sua vez e também a ganhar e perder. E com isso, incentivam a autoavaliação da criança, que poderá constatar por si mesma os avanços que écapaz de realizar, fortalecendo assim sua autoestima.
V. O lúdico tem caráter de controle e subversão da ordem que contrapõe a lógica da produtividade; indica pistas para definição de papéis éticos e da cultura humana de forma objetiva.

Estão CORRETOS:
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1985Q978534 | Matemática, Progressões, Analista Organizacional, SCGás, IESES, 2025

Considere a série geométrica infinita S = 10 + 10q + 10q² + … . Supondo que q = 1/3, assinale a alternativa que corretamente expressa o valor de S.

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1986Q978517 | Banco de Dados, Banco de Dados Relacionais, Informática, MPE RS, AOCP, 2025

Um técnico de informática no MPRS recebeu a tarefa de gerar um relatório sobre funcionários que atendem a critérios específicos. O levantamento deve listar os funcionários do MPRS que:

• são naturais de Porto Alegre;

• possuem pelo menos um dependente;

• estão entre os três com os maiores salários;

• se autodeclaram pardos.

Com base nesses critérios, assinale a alternativa que apresenta a consulta SQL (Structured Query Language) correta para atender à solicitação.

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1987Q978142 | Direito do Trabalho, Psicólogo do CRAS, Prefeitura de Belmonte SC, AMEOSC, 2025

A jornada de trabalho conhecida como escala 6×1, que prevê seis dias consecutivos de trabalho seguidos por um dia de descanso, tem sido objeto de debate no Brasil. Sobre as discussões recentes a respeito dessa escala, assinale a alternativa correta.
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1988Q977920 | Direitos Humanos, Sistema Interamericano de Direitos Humanos, Simulado 1, CNU, 2025

Durante uma audiência pública, um defensor público federal explicou a atuação da Comissão Interamericana de Direitos Humanos no Sistema Interamericano de proteção. Afirmou que qualquer pessoa ou grupo, vítima de violação de direitos por um Estado-Parte, pode recorrer à Comissão, desde que cumpridos alguns critérios. Também destacou que a Comissão pode atuar preventivamente, orientando os Estados sobre boas práticas em direitos humanos, e que suas decisões não estão limitadas apenas ao julgamento de casos concretos. Considerando o que dispõe a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, é correto afirmar que:
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1989Q977821 | Criminalística, Cadeia de Custódia, Conhecimentos Específicos I, SEFAZRJ, CESPE CEBRASPE, 2025

Um analista forense coletou um arquivo de um servidor suspeito e calculou seu hash SHA-256 antes e após a transferência, tendo obtido o mesmo valor:

hash original: a1b2c3d4e5f6...
hash após transferência: a1b2c3d4e5f6...

Ao abrir o arquivo, o analista verificou que parte do conteúdo estava corrompida, embora o tamanho do arquivo e os metadados permanecessem inalterados.

Nessa situação hipotética, conforme os procedimentos forenses padrão, o referido analista deverá
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1990Q977161 | Inglês, Vocabulário Vocabulary, Professor I e II Língua Estrangeira Inglês, Prefeitura de Barra Bonita SC, AMEOSC, 2025

Texto associado.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

How World War Two changed how France eats


By June 1940, German forces had blitzed through France in just six weeks, leading more than half of the country to be occupied. As a result, French staples like cheese, bread and meat were soon rationed, and by 1942 some citizens were living on as few as 1,110 calories per day. Even after World War Two ended in 1945, access to food in France would continue to be regulated by the government until 1949.


Such austerity certainly had an impact on how the French ate during and just after the war. Yet, more than 80 years after Allied forces landed in Normandy to begin liberating the nation on D-Day (6 June 1944), few visitors realise that France's wartime occupation still echoes across the nation's culinary landscape.


In the decades following WW2, the French abandoned the staples that had got them through the tough times of occupation; familiar ingredients like root vegetables and even hearty pain de campagne (country bread) were so eschewed they were nearly forgotten. But as wartime associations have slowly faded from memory, a bevy of younger chefs and tastemakers are reviving the foods that once kept the French alive.


There aren't many French residents old enough to vividly recall life in wartime France today, and fewer still would deign to discuss it. Author Kitty Morse only discovered her great-grandparents' "Occupation diary and recipe book" after her own mother's death. Morse released them in 2022 in her book Bitter Sweet: A Wartime Journal and Heirloom Recipes from Occupied France.


"My mother never said any of this to me," she said.


Aline Pla was just nine years old in 1945 but, raised by small-town grocers in the south of France, she remembers more than others might. "You were only allowed a few grams of bread a day," she recalled. "Some [people] stopped smoking − especially those with kids. They preferred trading for food."


Such widespread lack gave rise to ersatz replacements: saccharine stood in for sugar; butter was supplanted by lard or margarine; and instead of coffee, people brewed roots or grains, like acorns, chickpeas or the barley Pla recalls villagers roasting at home. While many of these wartime brews faded from fashion, chicory coffee remained a staple, at least in northern France. Ricoré − a blend of chicory and instant coffee − has been on supermarket shelves since the 1950s. More recently, brands like Cherico are reimagining it for a new generation, marketing it as a climate-conscious, healthful alternative traditional coffee.


According to Patrick Rambourg, French culinary historian and author of Histoire de la Cuisine et de la Gastronomie Françaises, if chicory never wholly disappeared in France, it's in large part thanks to its flavour. "Chicory tastes good," he explained. "It doesn't necessarily make you think of periods of austerity."


Other products did, however, such as swedes and Jerusalem artichokes, which WW2 historian Fabrice Grenard asserted "were more reserved for animals before the war." The French were nevertheless forced to rely heavily on them once potato rationing began in November 1940, and after the war, these vegetables became almost "taboo", according to Rambourg. "My mother never cooked a swede in her life," added Morse.


Two generations later, however, Jerusalem artichokes, in particular, have surged to near-omnipresence in Paris, from the trendy small plates at Belleville wine bar Paloma to the classic chalkboard menu at bistro Le Bon Georges. Alongside parsnips, turnips and swedes, they're often self-awarely called "les legumes oubliés"("the forgotten vegetables") and, according to Léo Giorgis, chef-owner of L'Almanach Montmartre, French chefs have been remembering them for about 15 years.


"Now you see Jerusalem artichokes everywhere, [as well as] swedes [and] golden turnips," he said. As a chef dedicated to seasonal produce, Giorgis finds their return inspiring, especially in winter. "Without them, we're kind of stuck with cabbages and butternut squah."


According to Apollonia Poilâne, the third generation of her family to run the eponymous bakery Poilâne, founded in 1932, a similar shift took place with French bread. Before the war, she explained, white baguettes, which weren't subject to the same imposed prices as sourdough, surged to popularity on a marketplace rife with competition. But in August 1940, bread was one of the first products to be rationed, and soon, white bread was supplanted by darker-crumbed iterations bulked out with bran, chestnut, potato or buckwheat. The sale of fresh bread was forbidden by law, which some say was implemented specifically to reduce bread's palatability.


"I never knew white bread!" said Pla. When one went to eat at a friend's home during wartime, she recalled, "You brought your bread − your bread ration. Your own piece of bread."


Hunger for white bread surged post-war − so much so that while Poilâne's founder, Pierre Poilâne, persisted in producing the sourdoughs he so loved, his refusal to bake more modern loaves saw him ejected from bakery syndicates, according to his granddaughter, Apollonia. These days, however, the trend has come full circle: Baguette consumption fell 25% from 2015 to 2025, but the popularity of so-called "special" breads made with whole or heirloom grains is on the rise. "It's not bad that we're getting back to breads that are a bit less white," said Pla.


For Grenard, however, the most lasting impact the war left on French food culture was a no-waste mindset. "What remains after the war is more of a state of mind than culinary practices," he said. Rambourg agreed: "You know the value of food when you don't have any."


The French were forced to get creative with what theyhad. In France's south-eastern Ardèche department, Clément Faugier rebranded its sweetened chestnut paste as Génovitine, a name whose medical consonance made it easier to market as a fortifier and even prescribe. In the coastal Camargue region, local samphire suddenly stood in for green beans. Morse's great-grandfather foraged for wild mushrooms in the nearby Vosges mountains, and in cities, those with balconies planted their window boxes with carrots or leeks. Paris' public Jardin des Tuileries was even transformed into collective kitchen gardens.


According to Rambourg, this subsistence mindset "would affect the entire generation that lived through the war, and our parents, because they were the children of our grandparents, who knew the war."


As the need for these subsistence methods dissipated, French cuisine underwent another period of change. In 1963, the country welcomed its first Carrefour hypermarket, and large-scale supermarkets soon supplanted small shops. According to Grenard, this was partly due to "suspicion" following corruption during the German occupation, when some grocers inflated prices far past the norm, just because they could . "At the end of the war, consumers held real rancour against small shopkeepers," said Grenard. "In a supermarket, the prices are fixed."


Fast-forward eight decades, and some locals, now motivated by climate change are turning back to small, local grocers, such as the locavore Terroir d'Avenir shops dotting Paris. Others are reaching into the nation's past to resuscitate techniques like canning, preserving and foraging that saved many French residents during the war, according to Grenard. "The people that got by the best were the ones who had reserves."


Today, filling the larder with foraged food has become popular once again. In Kaysersberg, Alsace, chef Jérôme Jaegle of Alchémille puts this ancestral knowledge centre-stage by offering wild harvesting workshops culminating in a multi-course meal. And in Milly-la-Forêt, just outside Paris, François Thévenon highlights the foraging techniques he learned from his grandmother with classes teaching others how to seek out these edible plants themselves.


"After the war", he explained, "people wanted to reassure themselves that they wouldn't lack anything anymore." They turned, he said, to overconsumption, specifically of meat, which even his foraging grandmother ate every day, at every meal.


"You often hear when you ask older folk why they no longer eat wild plants, that it's because they don't have to," Thévenon said, who forages for wild plants because he believes it's good for his health and that of the planet.


According to Apollonia, the war didn't only change how France eats. "It probably changed the way the world eats," she asserted. Today, the techniques and philosophies that helped the French survive are slowly coming back to life.



https://www.bbc.com/travel/article/20250605-how-world-war-two-chang ed-the-french-diet


Read the excerpt:

"Others are reaching into the nation's past to resuscitate techniques like canning, preserving and foraging..."

What does the phrasal verb "reach into" mean in this sentence?
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1991Q976934 | Direito Sanitário, Portarias do Ministério da Saúde, Edital nº 2, Prefeitura de Pocinhos PB, Ápice Consultoria, 2025

A portaria nº 1.130, de 5 de agosto de 2015, institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Assinale a alternativa incorreta acerca dos princípios que orienta a referida política:
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1992Q962623 | Direito Previdenciário, Benefícios em Espécie, Juiz Federal Substituto, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2025

Manoel, segurado empregado do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), sofre acidente de trabalho e vem a falecer logo após o início de suas atividades profissionais, sem sequer completar um mês de trabalho.
Nesse contexto, é correto afirmar que Maria, sua viúva:
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1993Q958134 | Geologia, Pedologia, Auditor Ambiental, Prefeitura de Canaã dos Carajás PA, FGV, 2025

Sobre as características dos principais solos presentes no território brasileiro, analise as afirmativas a seguir.

I. Terra roxa: solos profundos com excelentes características físicas para a agricultura.
II. Latossolos: solos pouco desenvolvidos e com baixos teores de óxido de ferro.
III. Cambissolos: solos pouco desenvolvidos e assentes sobre rocha consolidada.

Está correto o que se afirma em
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1994Q957956 | Administração de Recursos Materiais, Sistemas de Controle de Estoques, Técnico Industrial e de Gestão Corporativa – Logística, HEMOBRÁS, Consulplan, 2025

Os inventários visam confrontar a realidade física dos estoques, em determinado momento, com os registros contábeis correspondentes nesse mesmo momento.
(VIANA, J. J. Administração de Materiais: um enfoque prático. São Paulo: Atlas, 2011.)

Considerando o tema, analise as afirmativas a seguir.

I. O inventário físico é a contagem periódica dos itens em estoque para comparar com os registros contábeis, a fim de evitar divergências nos valores.
II. O inventário geral é realizado no final do exercício fiscal, abrangendo todos os itens de estoque de uma vez e requer a parada das operações da empresa durante o período de contagem.
III. Os processos de inventário devem atender a especificações técnicas essenciais: abrangência; agilidade; confiabilidade; eficiência; e consistência.
IV. O término do inventário é seguido pela análise das diferenças entre o controle documentado e a contagem física. Havendo itens com divergências são submetidos à análise e ajustados e reconciliados.

Está correto o que se afirma em
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1995Q957631 | Eletroeletrônica, Transformadores, Edital nº 6, CEFETMG, CEFET MG, 2025

Sobre os transformadores, é INCORRETO afirmar que
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1996Q956950 | Pedagogia, Normas Constitucionais do Direito à Educação, Assistente de Sala, Prefeitura de Sena Madureira AC, DECORP, 2025

A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino. Diante ao exposto, afirma-se que os Estados atuarão prioritariamente no(a) :
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1998Q956442 | Direito Administrativo, Contratação Direta, Agente Administrativo, Câmara de Santo Antônio do Paraíso PR, Instituto Unique, 2025

De acordo com a Lei nº 14.133/2021, assinale a alternativa que apresenta uma situação em que o processo de licitação é dispensável:
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1999Q956261 | Direito Digital, Tratamento de Dados Pessoais, Técnico de Controle Interno, Prefeitura de Nova Iguaçu RJ, Consulplan, 2025

A Lei Federal nº 13.709/2018 dispõe sobre o tratamento dos dados pessoais, inclusive nos meios digitais, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural. De acordo com a normativa, assinale a afirmativa INCORRETA.
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