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Questões de Concursos 2025

Resolva questões de 2025 comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


6361Q983608 | Engenharia Ambiental e Sanitária, Química Ambiental e Técnicas de Laboratório, Especialidade Operador de Estação de Tratamento, CAESBDF, CESPE CEBRASPE, 2025

Acerca do ensaio de coagulação, procedimento de rotina realizado em estações de tratamento de água para determinar a dosagem dos produtos químicos utilizados, julgue os próximos itens.

I Teoricamente, cada mg/L de sulfato de alumínio requer 0,50 mg/L de alcalinidade natural ou 0,50 mg/L de cal como Ca(OH)2.

II Para dosagens de sulfato de alumínio de 10 – 15 – 20 – 25 – 30 e 35 mg/L de uma solução a 1%, são necessários os seguintes volumes: 1,0 mL, 1,5 mL, 2,0 mL, 2,5 mL, 3,0 mL e 3,5 mL, respectivamente.

III Para dosagens de cal 10 – 15 – 20 – 25 – 30 e 35 mg/L de uma solução a 0,5% são necessários os seguintes volumes: 0,5 mL, 0,75 mL, 1,0 mL, 1,25 mL, 1,5 mL e 2,0 mL, respectivamente.

Assinale a opção correta.

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6362Q983605 | Engenharia Ambiental e Sanitária, Especialidade Operador de Estação de Tratamento, CAESBDF, CESPE CEBRASPE, 2025

No que diz respeito à aplicação do Jar Test, julgue os itens a seguir.

I O Jar Test simula a dispersão rápida do coagulante e a separação dos sólidos.

II Os ensaios em Jar Test funcionam, comumente, por meio de motores elétricos que permitem a variação da velocidade de rotação dos agitadores, os quais possuem entre si o mesmo número de rotação.

III Ensaios em Jar Test possibilitam conhecer o pH ótimo de coagulação e a dosagem ótima de coagulante.

Assinale a resposta correta.

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6363Q983578 | Administração Pública, Comunicação e Gestão Pública, Especialidade Operador de Estação de Tratamento, CAESBDF, CESPE CEBRASPE, 2025

No Plano Distrital de Políticas Públicas para as Mulheres (PDPM), o eixo 7 trata da cultura, do esporte, da comunicação e da mídia. Uma das metas citadas nesse eixo corresponde

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6364Q983489 | Direito Administrativo, Especialidade Assistente Administrativo, CAESBDF, CESPE CEBRASPE, 2025

O atributo pelo qual o ato administrativo deve corresponder a figuras definidas previamente pela lei como aptas a produzir determinados resultados é denominado de

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6365Q983453 | Engenharia de Software, Analista de Sistemas, CAESBDF, CESPE CEBRASPE, 2025

Uma equipe de desenvolvimento de software está trabalhando em uma aplicação web e necessita adotar uma ferramenta de integração de código e criação de pipelines de implantação, a fim de automatizar o processo de integração e entrega contínua.

Nessa situação, a ferramenta mais indicada para o atendimento da necessidade da equipe é o
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6366Q983433 | Engenharia Ambiental e Sanitária, Tratamento de Água, Especialidade Engenheiro Civil, CAESBDF, CESPE CEBRASPE, 2025

Com relação ao processo de coagulação em estações de tratamento de água, assinale a opção correta.
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6367Q983217 | Engenharia de Agrimensura, Posicionamento Planimétrico e Altimétrico, Especialidade Engenheiro Agrimensor, CAESBDF, CESPE CEBRASPE, 2025

Uma obra de saneamento precisa de projeto detalhado para a instalação de tubulações em região com relevo acidentado. Dessa forma, o agrimensor deve escolher o tipo de altitude mais adequado para o planejamento geodésico, considerando o nível médio do mar como referência.

Tendo em vista as informações apresentadas, a altitude mais apropriada para essa situação hipotética é a
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6368Q983197 | Geografia, Especialidade Geógrafo, CAESBDF, CESPE CEBRASPE, 2025

No que concerne à economia capitalista, assinale a opção correta.
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6369Q983186 | Geografia, Hidrografia, Especialidade Geógrafo, CAESBDF, CESPE CEBRASPE, 2025

Com referência às bacias hidrográficas do Distrito Federal (DF), julgue os itens a seguir.

I A bacia do rio São Marcos é a bacia de maior área no DF, localizada na sua porção nordeste.
II A bacia do rio Corumbá está localizada na porção sudeste do DF e caracteriza-se pela alta declividade e pelos solos susceptíveis aos processos erosivos.
III A bacia do lago Paranoá apresenta baixo contingente populacional, com poucos núcleos urbanos, e nela está localizado o Parque Nacional de Brasília, unidade de conservação que abriga o lago Santa Maria, muito relevante para o abastecimento de água do DF.
IV A bacia do rio Descoberto é formada pelo rio Descoberto, que drena o DF no extremo oeste do território e o separa do estado de Goiás.

Estão certos apenas os itens
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6370Q983185 | Geografia, Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento, Especialidade Geógrafo, CAESBDF, CESPE CEBRASPE, 2025

Com relação aos modelos digitais de elevação (MDE), assinale a opção correta.
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6371Q983091 | Meio Ambiente, Química Ambiental, Especialidade Biólogo, CAESBDF, CESPE CEBRASPE, 2025

Assinale a opção que apresenta a principal causa da chuva ácida, um problema ambiental relacionado à poluição atmosférica.
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6372Q983053 | Direito da Criança e do Adolescente ECA, Conselho Tutelar, Monitor de Creche, Prefeitura de Anchieta SC, AMEOSC, 2025

Na creche municipal, a monitora Ana percebe que uma aluna de 4 anos tem faltado com frequência. Ao buscar informações, descobre que a família enfrenta dificuldades financeiras, o que pode estar afetando a frequência da criança, apesar da oferta de refeições na creche. Preocupada com o direito à educação, Ana reconhece que a ausência recorrente pode configurar negligência.

Com base no ECA e na responsabilidade da creche, qual a medida mais ética e legal que Ana deve recomendar à instituição para proteger os direitos da criança?
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6373Q982213 | Português, Funções morfossintáticas da palavra COMO, Recepcionista, Prefeitura de Bandeirante SC, AMEOSC, 2025

Texto associado.

Gelo derreteu sob nossos pés: a dramática foto de huskies correndo sobre água que revela rápido degelo da Groenlândia


Em junho de 2019, uma imagem impressionante de cães da raça husky siberiano viralizou rapidamente e assombrou o mundo. Ela mostrava os animais aparentemente andando sobre a água na Groenlândia.


A foto foi tirada pelo cientista climático Steffen Olsen, do Instituto Meteorológico Dinamarquês. Ele é o líder do projeto europeu Blue Action, que pesquisa os efeitos das mudanças no Ártico sobre o clima do planeta.


"Eu me surpreendi ao ver que tantas pessoas achavam bonita aquela foto. Eu a vi como uma situação assustadora."


Os cachorros, na verdade, caminhavam em meio a uma camada de água derretida, da altura de um tornozelo humano, sobre o gelo marinho em Inglefield Bredning, no noroeste da Groenlândia.


"Aprendi a ver a foto como uma ilusão", conta Olsen. "As pessoas não veem o gelo marinho, mas os cães andando sobre a água."


Olsen tirou a foto enquanto viajava com uma equipe de cientistas que monitorava as condições do mar e do gelo perto de Qaanaaq, uma das cidades localizadas mais ao norte do planeta. Eles recuperavam instrumentos científicos que haviam instalado durante o inverno.


"Viajávamos há algumas horas e ficou claro que derretimento era muito grave. O gelo derreteu mais ou menos abaixo dos nossos pés enquanto caminhávamos sobre ele", relembra Olsen.


"Os caçadores locais e eu estávamos muito surpresos; procurávamos pontos secos para retirar os cães e os esquis da água e não havia nenhum em vista. Os cachorros costumam hesitar muito para colocar as patas na água, segundo Olsen.


"Normalmente, quando encontramos água, é porque existem rachaduras no gelo marinho e os cães precisam pular sobre a água e eles odeiam isso. Mas estava muito quente e achamos que eles estavam felizes por poderem refrescar as patas." Ele conta que, naquele dia, as temperaturas atingiram 14 °C.


Os cientistas conseguiram recuperar seus instrumentos alguns dias depois, quando a água já havia se infiltrado nas pequenas rachaduras da cobertura de gelo.


"Você tem um curto período de tempo para regressar, até que o gelo entre em colapso e se rompa", explica Olsen.


O cientista conta que ficou surpreso com o rápido derretimento observado quando ele tirou a foto. Ele só havia experimentado este evento extremo uma vez, durante seus quinze anos, realizando pesquisas na Groenlândia. Não é comum que o derretimento ocorra com tanta rapidez, segundo ele.


"É preciso ter uma onda súbita de ar quente quando ainda há neve fresca sobre o gelo marinho sólido", explica Olsen. Por isso, este é um exemplo de evento extremo se desenvolvendo no início da estação".


Casos de derretimento como o presenciado por Olsen, normalmente, só ocorrem no final da estação, no fim de junho ou julho.


Estes eventos têm efeito bola de neve, gerando novos derretimentos, à medida que existe menos neve e gelo para refletir os raios solares de volta para o espaço e manter a superfície fria.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05m26gd3rno.adaptado.


Eu a vi como uma situação assustadora.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase,

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6375Q981966 | Português, Orações subordinadas adjetivas Restritivas, Agente Administrativo, Polícia Federal, 2025

Texto associado.
Vianda: entre o feijão e a etimologia
(Marcelo Módolo e Henrique Braga)

Há palavras que nunca circularam amplamente pelo País, mas que seguem firmes e ativas em certos cantos do mapa. “Vianda” é um caso assim. No Rio Grande do Sul, ela está nos cardápios, nos almoços de trabalho e designa, com naturalidade, a marmita, seja a simples do dia a dia ou aquela de alumínio, com divisórias caprichadas para separar os alimentos – impedindo que o intrépido feijão se espalhe sem ser autorizado. Mais do que um regionalismo resistente, “vianda” carrega algo de identidade. E aí vem a pergunta: como uma palavra tão localizada conseguiu permanecer tão presente?

Uma pista importante está na própria história da palavra. Embora a origem remota esteja no latim vulgar vivanda, “aquilo que serve para viver”, o termo evoluiu no francês antigo para viande, com o sentido geral de “comida”. A partir daí – ou paralelamente, por via direta do latim – chegou ao espanhol como vianda, significando alimento preparado. É bastante provável, inclusive, que tenha sido por meio do espanhol – e não do português padrão – que o termo entrou e se enraizou no vocabulário gaúcho.

No cotidiano gaúcho, “vianda” não é apenas uma palavra que resiste – é um termo ativo, incorporado ao dia a dia de quem prepara, leva e consome comida feita em casa. Refere-se à refeição completa, com sustança: arroz, feijão, carne, farofa, salada, ovo – o que couber na marmita. Não tem afetação nem verniz gourmet. Ao contrário: é palavra direta, popular, útil.

Esse uso está tão sedimentado que aparece até em recados de restaurante. Em uma visita a Gramado, um destes articulistas encontrou a seguinte mensagem colada à parede: “Viandas apenas com carne serão cobradas à parte”. A frase é simples,mas diz muito. Ali, “vianda” já não nomeava apenas o conteúdo alimentar, mas também o recipiente – a marmita – por um processo de metonímia, bastante comum nas línguas naturais, em que o conteúdo passa a ser representado pelo continente. Isso ajuda a entender a vitalidade do termo: se antes vianda era só o que se comia, agora é também – talvez, principalmente – o modo de transportar o alimento, o gesto de levar, de conservar, de cuidar da própria refeição.

Esse tipo de transformação – quando uma palavra se desloca de um significado para outro sem perder sua base cultural – é um dos modos mais sutis e eficientes de uma língua seguir respirando.

Não deixa de ser simbólico que “vianda” venha, ainda que de longe, de vivĕre – o verbo latino para “viver”. É uma palavra que, desde a origem, está associada ao essencial – ao ato de manter-se vivo. E, ainda hoje, guarda esse núcleo de sentido. Quando alguém diz que vai levar a vianda, está dizendo que carrega o que lhe mantém em pé. Que prepara, com as próprias mãos ou com o cuidado de alguém próximo, o alimento que lhe acompanhará no meio do caminho. É linguagem do cotidiano, mas também linguagem da resistência. (https://jornal.usp.br/artigos/vianda-entre-o-feijao-e a-etimologia/, com adaptações)

No trecho “Esse uso está tão sedimentado que aparece até em recados de restaurante” (4º parágrafo), a palavra “que” é um pronome relativo e a oração por ele introduzida é classificada como oração adjetiva.
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6376Q981918 | Gestão de Pessoas, Gestão Estratégica de Pessoas, Administrador, UFRN, COMPERVE UFRN, 2025

Joaquina, gestora de recursos humanos de uma grande empresa, pretende planejar a estratégia de recursos humanos da organização em que trabalha, sendo necessário, para isso, desenvolver um planejamento voltado para a adaptabilidade e a inovação da organização. Dessa forma, Joaquina deverá fazer um planejamento de caráter
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6377Q981873 | Português, Administrador, UFRN, COMPERVE UFRN, 2025

Texto associado.
A questão refere-se aos textos reproduzidos a seguir.


TEXTO 1


Cinemas sofrem com público que canta, faz baderna e fuma maconha nas salas

Guilherme Luis


O caos se anunciava desde o saguão. Dezenas de pessoas bradavam que estavam na fila do cinema só para admirar Lady Gaga na telona. Quem queria mesmo ver o filme "Coringa: delírio a dois" pedia licença e, com cautela, se espremia entre os fãs para alcançar a porta.


É cada vez mais comum presenciar tumultos assim nas salas. Em maio, uma sessão da cinebiografia de Bob Marley, em Pernambuco, foi interrompida pela Polícia Militar após jovens fumarem maconha no escuro. No TikTok, vídeos mostram gente brigando em sessões de "Divertida Mente 2", filme que reuniu multidões no país e deixou sentimentos à flor da pele.


O fenômeno é global. Exibições do musical "Wicked" pelo mundo todo estão sendo atrapalhadas por espectadores que entoam as canções em voz alta. Já se multiplicam os vídeos de cenas inteiras na internet, publicadas por pessoas que não se acovardaram em fazer gravações com o celular por minutos a fio, o que caracteriza pirataria.


A revista Variety publicou uma reportagem sobre esse novo comportamento do público diante de um filme, no cinema. Um executivo de Hollywood afirmou, em condição de anonimato, que a indústria já notou que as atitudes das pessoas mudaram drasticamente desde a pandemia. É o que afirma também Marcos Barros, presidente da Abraplex, a Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex. "Não sou otimista quanto ao comportamento das pessoas. É outra cabeça. Não vamos voltar para aquilo de todos prestarem atenção no filme", disse ele, num debate de um evento do setor.


Virais, os vídeos que registram cenas como essas divertem na mesma medida em que espantam. Nas redes sociais, usuários clamam pela volta da lanterninha, funcionário que monitorava as sessões para garantir que o público mantivesse a etiqueta. Há anos, o cargo foi extinto para redução de custos. Há também, cada vez mais, relatos de gente incomodada com quem usa celular na sala ou comenta em voz alta o que vê na tela. Essa desinibição tem a ver com novos tipos de vídeos exibidos pelos cinemas, como gravações de shows, que fazem o público cantar e dançar, afirma Luiz Fernando Angi, gerente de marketing da rede Cinépolis.


Em crise, com salas esvaziadas, os exibidores precisaram lembrar ao público por que uma telona, caixas de som superpotentes e sacos de pipoca engordurados casam tão bem. Para atrair os mais inquietos, redes, como a Cinemark e a Cinépolis, passaram a exibir conteúdos que remetem a eventos ao vivo. O mais emblemático deles foi a gravação da turnê de Taylor Swift, no ano passado. As sessões, cheias de fãs fantasiados, viraram uma extensão dos palcos por onde a cantora passava. Numa sessão vista por este repórter no Cinemark do shopping Eldorado, em São Paulo, os espectadores gritavam desde o início e não ficaram sentados. Logo estavam dançando pela sala.


Um tumulto parecido ocorreu no Cine Marquise, na avenida Paulista, mas por causa de Beyoncé, que também levou um show às telas. Os funcionários, assustados com a multidão que se levantou para dançar, tiveram de instalar barreiras que os impedissem de chegar à tela, onde o chão é mais frágil.


Para desincentivar o mau comportamento nas salas, em especial o uso de celular, o Cine Marquise decidiu não compartilhar, nas suas redes, fotos e vídeos da tela publicados pelos clientes. "Surgiu uma falta de noção. Hoje tudo é ‘instragramável’", diz Marcelo Lima, diretor da rede. “Não é novidade que o celular e as redes viciam”, lembra a psicóloga Marcelle Alfinito. "O uso abusivo é associado a uma ansiedade social, e o celular vira mecanismo de fuga da realidade", diz ela, acrescentando que isso explica a vontade de mostrar que se está em um cinema.


Exibidores procuram formas de contornar o problema, mas não apresentam medidas sólidas. "A gente tem tentado criar campanhas para constranger quem não segue a etiqueta", conta Lima, do Cine Marquise, sem detalhar como serão as ações. Angi, da Cinépolis, diz que a rede desincentiva o uso de celular com o vídeo educativo exibido antes dos filmes — o que a maioria das exibidoras já faz —, e que recompensa o cliente que se sente lesado oferecendo outra sessão. Procurada, a Cinemark não quis comentar o assunto.

Disponível em: https ://www1.folha.uol.com.br/ilustrada. Acesso em: 10 fev. 2025. [Adaptado]


TEXTO 2


Terra de ninguém e de todo mundo

Ruy Castro


E pensar que, algumas vezes, neste espaço, me queixei de que, ao ir ao cinema, a sinfonia de maxilares triturando pipoca ao meu redor me impedia de escutar os diálogos. Pipoca no cinema nunca foi novidade, claro. Vem desde os tempos da manivela. Só não era obrigatória. Imagine comer pipoca em filmes como "M, o Vampiro de Dusseldorf" (1931), de Fritz Lang, ou "O Silêncio" (1962), de Ingmar Bergman, com aquelas longas pausas silenciosas cheias de significado. O próprio roedor de pipoca ficaria sem jeito ao ouvir-se a si mesmo.


Estou ciente de que cada um come o quê, quem, quanto, quando e onde quiser, e os incomodados que se mudem. O que me intrigava era se as pessoas estavam comendo tanta pipoca fora dos cinemas — na rua, em casa, no escritório — quanto dentro. Ao saber que 90% do consumo mundial de pipoca se dá nas salas de projeção, convenci-me de que os filmes tinham se tornado só um pretexto para o consumo do principal produto dos estúdios: a pipoca.


Mas recente e assustadora reportagem de Guilherme Luis na Folha ("Sessões sofrem com público, que não sai do celular, fala alto e até canta no filme", 14/12) fez-me suspeitar que fui injusto com o pessoal que se limitava a britar grãos de milho com seus molares. De fato, não era tão incômodo assim, mesmo porque os cinemas compensavam elevando a música a volumes centibélicos, capazes de abafar até o ronco de uma betoneira no palco.


Segundo a matéria, o problema, hoje, é que, conforme os proprietários das salas, cada espectador acha que pode fazer o que quiser dentro do cinema. Gravar trechos inteiros do filme e jogá-los nas redes. Ir lá na frente e tirar selfies com os atores na tela. Participar do filme, vaiando, aplaudindo ou discutindo-o com a turma em voz alta. Se for um musical, cantar junto com o artista e dançar nos corredores ou em cima das poltronas. Fumar vape ou um baseado em certas cenas.


Não sei se a sério, alguém sugeriu a volta do lanterninha, aquele antigo funcionário que passeava pelo escurinho para inibir os casais mais excitados. Hoje, ser lanterninha será uma profissão de risco.

Disponível em: https ://www1.folha.uol.com.br/colunas /ruy castro. Acesso em: 10 fev. 2025. [Adaptado]
Considerando a progressão discursiva do Texto 1, o sexto parágrafo, cuja ideia central está
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6378Q981859 | Legislação do Ministério Público, Trindade, MPE GO, MPE GO, 2025

A respeito do Plano Estratégico Institucional do Ministério Público, assinale a alternativa incorreta.
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6379Q981848 | Geografia, Trindade, MPE GO, MPE GO, 2025

Assinale a alternativa que não hospede um fator que pode modificar uma paisagem natural, transformando-a em paisagem cultural:
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6380Q981819 | Redes de Computadores, Acesso Remoto, Agente Comunitário de Saúde, Prefeitura de Ribeiro Gonçalves PI, JVL Concursos, 2025

Uma empresa precisa garantir o acesso seguro dos funcionários a informações internas pela internet, mesmo fora do escritório. A alternativa que descreve o serviço CORRETO para garantir essa segurança é:
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