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Questões de Concursos 2025

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6381Q981966 | Português, Orações subordinadas adjetivas Restritivas, Agente Administrativo, Polícia Federal, 2025

Texto associado.
Vianda: entre o feijão e a etimologia
(Marcelo Módolo e Henrique Braga)

Há palavras que nunca circularam amplamente pelo País, mas que seguem firmes e ativas em certos cantos do mapa. “Vianda” é um caso assim. No Rio Grande do Sul, ela está nos cardápios, nos almoços de trabalho e designa, com naturalidade, a marmita, seja a simples do dia a dia ou aquela de alumínio, com divisórias caprichadas para separar os alimentos – impedindo que o intrépido feijão se espalhe sem ser autorizado. Mais do que um regionalismo resistente, “vianda” carrega algo de identidade. E aí vem a pergunta: como uma palavra tão localizada conseguiu permanecer tão presente?

Uma pista importante está na própria história da palavra. Embora a origem remota esteja no latim vulgar vivanda, “aquilo que serve para viver”, o termo evoluiu no francês antigo para viande, com o sentido geral de “comida”. A partir daí – ou paralelamente, por via direta do latim – chegou ao espanhol como vianda, significando alimento preparado. É bastante provável, inclusive, que tenha sido por meio do espanhol – e não do português padrão – que o termo entrou e se enraizou no vocabulário gaúcho.

No cotidiano gaúcho, “vianda” não é apenas uma palavra que resiste – é um termo ativo, incorporado ao dia a dia de quem prepara, leva e consome comida feita em casa. Refere-se à refeição completa, com sustança: arroz, feijão, carne, farofa, salada, ovo – o que couber na marmita. Não tem afetação nem verniz gourmet. Ao contrário: é palavra direta, popular, útil.

Esse uso está tão sedimentado que aparece até em recados de restaurante. Em uma visita a Gramado, um destes articulistas encontrou a seguinte mensagem colada à parede: “Viandas apenas com carne serão cobradas à parte”. A frase é simples,mas diz muito. Ali, “vianda” já não nomeava apenas o conteúdo alimentar, mas também o recipiente – a marmita – por um processo de metonímia, bastante comum nas línguas naturais, em que o conteúdo passa a ser representado pelo continente. Isso ajuda a entender a vitalidade do termo: se antes vianda era só o que se comia, agora é também – talvez, principalmente – o modo de transportar o alimento, o gesto de levar, de conservar, de cuidar da própria refeição.

Esse tipo de transformação – quando uma palavra se desloca de um significado para outro sem perder sua base cultural – é um dos modos mais sutis e eficientes de uma língua seguir respirando.

Não deixa de ser simbólico que “vianda” venha, ainda que de longe, de vivĕre – o verbo latino para “viver”. É uma palavra que, desde a origem, está associada ao essencial – ao ato de manter-se vivo. E, ainda hoje, guarda esse núcleo de sentido. Quando alguém diz que vai levar a vianda, está dizendo que carrega o que lhe mantém em pé. Que prepara, com as próprias mãos ou com o cuidado de alguém próximo, o alimento que lhe acompanhará no meio do caminho. É linguagem do cotidiano, mas também linguagem da resistência. (https://jornal.usp.br/artigos/vianda-entre-o-feijao-e a-etimologia/, com adaptações)

No trecho “Esse uso está tão sedimentado que aparece até em recados de restaurante” (4º parágrafo), a palavra “que” é um pronome relativo e a oração por ele introduzida é classificada como oração adjetiva.
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6382Q981873 | Português, Administrador, UFRN, COMPERVE UFRN, 2025

Texto associado.
A questão refere-se aos textos reproduzidos a seguir.


TEXTO 1


Cinemas sofrem com público que canta, faz baderna e fuma maconha nas salas

Guilherme Luis


O caos se anunciava desde o saguão. Dezenas de pessoas bradavam que estavam na fila do cinema só para admirar Lady Gaga na telona. Quem queria mesmo ver o filme "Coringa: delírio a dois" pedia licença e, com cautela, se espremia entre os fãs para alcançar a porta.


É cada vez mais comum presenciar tumultos assim nas salas. Em maio, uma sessão da cinebiografia de Bob Marley, em Pernambuco, foi interrompida pela Polícia Militar após jovens fumarem maconha no escuro. No TikTok, vídeos mostram gente brigando em sessões de "Divertida Mente 2", filme que reuniu multidões no país e deixou sentimentos à flor da pele.


O fenômeno é global. Exibições do musical "Wicked" pelo mundo todo estão sendo atrapalhadas por espectadores que entoam as canções em voz alta. Já se multiplicam os vídeos de cenas inteiras na internet, publicadas por pessoas que não se acovardaram em fazer gravações com o celular por minutos a fio, o que caracteriza pirataria.


A revista Variety publicou uma reportagem sobre esse novo comportamento do público diante de um filme, no cinema. Um executivo de Hollywood afirmou, em condição de anonimato, que a indústria já notou que as atitudes das pessoas mudaram drasticamente desde a pandemia. É o que afirma também Marcos Barros, presidente da Abraplex, a Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex. "Não sou otimista quanto ao comportamento das pessoas. É outra cabeça. Não vamos voltar para aquilo de todos prestarem atenção no filme", disse ele, num debate de um evento do setor.


Virais, os vídeos que registram cenas como essas divertem na mesma medida em que espantam. Nas redes sociais, usuários clamam pela volta da lanterninha, funcionário que monitorava as sessões para garantir que o público mantivesse a etiqueta. Há anos, o cargo foi extinto para redução de custos. Há também, cada vez mais, relatos de gente incomodada com quem usa celular na sala ou comenta em voz alta o que vê na tela. Essa desinibição tem a ver com novos tipos de vídeos exibidos pelos cinemas, como gravações de shows, que fazem o público cantar e dançar, afirma Luiz Fernando Angi, gerente de marketing da rede Cinépolis.


Em crise, com salas esvaziadas, os exibidores precisaram lembrar ao público por que uma telona, caixas de som superpotentes e sacos de pipoca engordurados casam tão bem. Para atrair os mais inquietos, redes, como a Cinemark e a Cinépolis, passaram a exibir conteúdos que remetem a eventos ao vivo. O mais emblemático deles foi a gravação da turnê de Taylor Swift, no ano passado. As sessões, cheias de fãs fantasiados, viraram uma extensão dos palcos por onde a cantora passava. Numa sessão vista por este repórter no Cinemark do shopping Eldorado, em São Paulo, os espectadores gritavam desde o início e não ficaram sentados. Logo estavam dançando pela sala.


Um tumulto parecido ocorreu no Cine Marquise, na avenida Paulista, mas por causa de Beyoncé, que também levou um show às telas. Os funcionários, assustados com a multidão que se levantou para dançar, tiveram de instalar barreiras que os impedissem de chegar à tela, onde o chão é mais frágil.


Para desincentivar o mau comportamento nas salas, em especial o uso de celular, o Cine Marquise decidiu não compartilhar, nas suas redes, fotos e vídeos da tela publicados pelos clientes. "Surgiu uma falta de noção. Hoje tudo é ‘instragramável’", diz Marcelo Lima, diretor da rede. “Não é novidade que o celular e as redes viciam”, lembra a psicóloga Marcelle Alfinito. "O uso abusivo é associado a uma ansiedade social, e o celular vira mecanismo de fuga da realidade", diz ela, acrescentando que isso explica a vontade de mostrar que se está em um cinema.


Exibidores procuram formas de contornar o problema, mas não apresentam medidas sólidas. "A gente tem tentado criar campanhas para constranger quem não segue a etiqueta", conta Lima, do Cine Marquise, sem detalhar como serão as ações. Angi, da Cinépolis, diz que a rede desincentiva o uso de celular com o vídeo educativo exibido antes dos filmes — o que a maioria das exibidoras já faz —, e que recompensa o cliente que se sente lesado oferecendo outra sessão. Procurada, a Cinemark não quis comentar o assunto.

Disponível em: https ://www1.folha.uol.com.br/ilustrada. Acesso em: 10 fev. 2025. [Adaptado]


TEXTO 2


Terra de ninguém e de todo mundo

Ruy Castro


E pensar que, algumas vezes, neste espaço, me queixei de que, ao ir ao cinema, a sinfonia de maxilares triturando pipoca ao meu redor me impedia de escutar os diálogos. Pipoca no cinema nunca foi novidade, claro. Vem desde os tempos da manivela. Só não era obrigatória. Imagine comer pipoca em filmes como "M, o Vampiro de Dusseldorf" (1931), de Fritz Lang, ou "O Silêncio" (1962), de Ingmar Bergman, com aquelas longas pausas silenciosas cheias de significado. O próprio roedor de pipoca ficaria sem jeito ao ouvir-se a si mesmo.


Estou ciente de que cada um come o quê, quem, quanto, quando e onde quiser, e os incomodados que se mudem. O que me intrigava era se as pessoas estavam comendo tanta pipoca fora dos cinemas — na rua, em casa, no escritório — quanto dentro. Ao saber que 90% do consumo mundial de pipoca se dá nas salas de projeção, convenci-me de que os filmes tinham se tornado só um pretexto para o consumo do principal produto dos estúdios: a pipoca.


Mas recente e assustadora reportagem de Guilherme Luis na Folha ("Sessões sofrem com público, que não sai do celular, fala alto e até canta no filme", 14/12) fez-me suspeitar que fui injusto com o pessoal que se limitava a britar grãos de milho com seus molares. De fato, não era tão incômodo assim, mesmo porque os cinemas compensavam elevando a música a volumes centibélicos, capazes de abafar até o ronco de uma betoneira no palco.


Segundo a matéria, o problema, hoje, é que, conforme os proprietários das salas, cada espectador acha que pode fazer o que quiser dentro do cinema. Gravar trechos inteiros do filme e jogá-los nas redes. Ir lá na frente e tirar selfies com os atores na tela. Participar do filme, vaiando, aplaudindo ou discutindo-o com a turma em voz alta. Se for um musical, cantar junto com o artista e dançar nos corredores ou em cima das poltronas. Fumar vape ou um baseado em certas cenas.


Não sei se a sério, alguém sugeriu a volta do lanterninha, aquele antigo funcionário que passeava pelo escurinho para inibir os casais mais excitados. Hoje, ser lanterninha será uma profissão de risco.

Disponível em: https ://www1.folha.uol.com.br/colunas /ruy castro. Acesso em: 10 fev. 2025. [Adaptado]
Considerando a progressão discursiva do Texto 1, o sexto parágrafo, cuja ideia central está
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6383Q981859 | Legislação do Ministério Público, Trindade, MPE GO, MPE GO, 2025

A respeito do Plano Estratégico Institucional do Ministério Público, assinale a alternativa incorreta.
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6384Q981848 | Geografia, Trindade, MPE GO, MPE GO, 2025

Assinale a alternativa que não hospede um fator que pode modificar uma paisagem natural, transformando-a em paisagem cultural:
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6385Q981819 | Redes de Computadores, Acesso Remoto, Agente Comunitário de Saúde, Prefeitura de Ribeiro Gonçalves PI, JVL Concursos, 2025

Uma empresa precisa garantir o acesso seguro dos funcionários a informações internas pela internet, mesmo fora do escritório. A alternativa que descreve o serviço CORRETO para garantir essa segurança é:
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6386Q981763 | Estatística, Estatístico, CAESBDF, CESPE CEBRASPE, 2025

A análise de resíduos é uma etapa essencial na validação de modelos estatísticos, especialmente em regressão linear. Acerca dos resíduos e da sua análise, assinale a opção correta.
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6387Q981625 | Direito Processual do Trabalho, FCC, 2025

De acordo com o entendimento pacificado pelo TST através de Súmulas e Orientações Jurisprudenciais sobre competência territorial e competência funcional,
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6388Q981510 | Engenharia Aquacultura Aquicultura, Técnico de Laboratório Área Aquicultura, UFOPA, CEPS UFPA, 2025

O produto utilizado na preparação de viveiros de piscicultura obtido da calcita (CaCO₃) ou da dolomita(CaCO₃.MgCO₃), que possui o inconveniente de ser cáustico, podendo corroer até máquinas e equipamentos, é o(a)
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6389Q981509 | Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenheiro Sanitarista e Ambiental, UFOPA, CEPS UFPA, 2025

Considere para o Rio Tapajós, tributário do rio Amazonas, os seguintes valores de parâmetros de qualidade: oxigênio dissolvido 5,05 mg/L; pH 6,7; e turbidez 2,3 UNT. Com base nessas informações e ainda considerando a Resolução CONAMA 357, é correto afirmar que, quanto às condições de qualidade da água, a Classe indicativa para o Rio Tapajós corresponde à
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6390Q981432 | Matemática, Números romanos, Vigia, Prefeitura de Tangará da Serra, FUNDATEC, 2025

O município de Tangará da Serra foi fundado em 13 de maio de 1976. O número 76, em algarismos romanos, está corretamente escrito em qual das alternativas abaixo?
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6391Q981309 | Engenharia Civil, Pavimentação, Calceteiro, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

As etapas do asfaltamento que são denominadas de sub-base incluem:
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6392Q981306 | Engenharia Civil, Pavimentação, Calceteiro, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

Os equipamentos destinados a auxiliarem na determinação do caimento de um pavimento são:
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6393Q981060 | Matemática, MMC e MDC, Eletricista, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

Em uma loja de materiais elétricos, há uma caixa com adaptadores de tomadas, que não chegam a 80 unidades. Esses adaptadores serão colocados em potes para facilitar as vendas, de modo que cada pote terá o mesmo número de adaptadores. Nessas condições, é possível colocar 18 adaptadores em cada pote, ou colocar 24 adaptadores em cada pote – em ambos os casos, não restará adaptador fora dos potes.

Quantos adaptadores, no total, há na caixa?
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6394Q981013 | Legislação Federal, Coordenador de Eventos Esportivos, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

A Lei nº 14.597 de 2023, que instituiu a Lei Geral do Esporte, dispõe sobre o Sistema Nacional do Esporte (Sinesp), o Sistema Nacional de Informações e Indicadores Esportivos (SNIIE), a ordem econômica esportiva, a integridade esportiva e o Plano Nacional pela Cultura de Paz no Esporte, estabelece
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6395Q981006 | Contabilidade Pública, Procedimentos Contábeis Patrimoniais, Contador, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

Quanto à Escrituração e Consolidação das Contas, é correto afirmar:
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6396Q980391 | Direito Ambiental, Agente Fiscal Ambiental, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

Assinale a alternativa que apresenta um crime ambiental segundo previsão da Lei Federal nº 9.605/98.
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6397Q980362 | Enfermagem, Fundamentos e Procedimentos de Enfermagem, Professor 12 por 36, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

Uma paciente adulta, de 1,60 m e 64 quilos (eutrófica), recebeu a prescrição de uma solução aquosa a ser administrada por via intramuscular num volume igual a 2 mL. Os sítios de aplicação e escolha da agulha mais adequados para essa administração são:
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6399Q980229 | Comunicação Social, Auxiliar Administrativo, Prefeitura de Céu Azul PR, FAU, 2025

Vivemos em um mundo de comunicações, cada vez mais rápidas e em maior intensidade. A comunicação interpessoal ocorre entre:
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6400Q979986 | Inglês, Inglês Substituto, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Speakers of different languages have different sounds. Thus, as there is no equivalent in English for the ‘click’ in the South African language Xhosa, English speakers find it difficult to produce. British speakers mangle French vowels because they are not the same as the English ones. Japanese speakers, on the other hand, do not have different phonemes for /l/ and /r/ and so have difficulty differentiating between them.


Whereas in some languages there seems to be a close relationship between sounds and spelling, in English this is often not the case. The sound /ʌ/, for example, can be realized in a number of different spellings (e.g. won, young, funny, flood). The letters ou, on the other hand, can be pronounced in a number of different ways (e.g. enough, through, though, and even journey). A lot depends on the sounds that come before or after them, but the fact remains that we spell some sounds in a variety of different ways, and we have a variety of different sounds for the same spelling.


(Jeremy Harmer. The practice of English language teaching, 2007)
In the excerpt from the first paragraph “Thus, as there is no equivalent in English for the ‘click’ used by Xhosa speakers, English speakers find it difficult to produce”, the word in bold introduces a
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