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Questões de Concursos Concurso

Resolva questões de Concurso comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1161Q25670 | Enfermagem, Administração de Medicamentos, Auxiliar de Enfermagem do Trabalho, CLIN, COSEAC

Ao Sr. José foram prescritos 120mg de aminofilina diluída em 50ml de soro glicosado a 5%. Na Unidade só há disponível ampolas com 10ml de aminofilina a 2,4%. A quantidade, em ml, de aminofilina a 2,4% que o auxiliar de enfermagem deve administrar é de:
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1162Q35641 | Engenharia Elétrica, Técnico de Laboratório, IFMS

O multímetro é um instrumento que desempenha diversas funções na medição de grandezas elétricas. A maioria dos modelos atuais mede tensão, corrente e resistência elétrica, podendo agregar algumas funções especiais como teste de continuidade e de diodos. Sobre este equipamento é CORRETO afirmar que:
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1163Q251876 | Enfermagem, Técnico Judiciário Enfermagem, TRT 24a REGIÃO, FCC

No exercício da enfermagem, situações podem acontecer por displicência, atitude precipitada e falta de conhecimento técnico do profissional ao executar um determinado procedimento. Previstas no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, tais falhas caracterizam-se, respectivamente, por

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1164Q30619 | Raciocínio Lógico, Auxiliar Administrativo, CRB MG, QUADRIX

Na matriz A, cada elemento é obtido através de aij= 3i - j. Logo, o elemento que está na segunda linha e segunda coluna é:
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1165Q58808 | Enfermagem, Anamnese

O Sistema Manchester de Classificação de Risco ou Triagem é uma ferramenta de manejo clínico de risco, empregado nos serviços de urgência e emergência por todo o mundo. Sobre ele é INCORRETO afirmar que:
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1166Q552544 | Informática, Excel, Auditor Fiscal de Tributos Estaduais, Secretaria de Estado de Finanças RO, FGV, 2018

Maria preparou uma planilha MS Excel que será distribuída para outras pessoas para coleta de dados pessoais. Um desses dados refere-se ao estado civil, cujos valores válidos são previamente estabelecidos, tais como solteiro, casado, viúvo, etc. Maria quer que somente valores válidos possam ser preenchidos, preferencialmente numa lista suspensa (combobox).

Seguem várias sugestões que Maria recebeu, sobre como resolver esse problema.

Assinale a opção que apresenta a sugestão que Maria deveria adotar.

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1167Q5719 | Legislação de Trânsito CTB, Agente de Trânsito, Detran PB, FUNCAB

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), indicar um representante para compor a comissão examinadora de candidatos portadores de deficiência física à habilitação para conduzir veículos automotores, é competência atribuída ao(à):
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1168Q329899 | Segurança e Transporte, Sinalização de trânsito, Auxiliar Judiciário, TRT 24a, FCC

Independentemente de sinalização, o estacionamento de veículos é proibido

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1169Q1115 | Matemática, Escriturário, Banco do Brasil, CESGRANRIO

No Brasil, os clientes de telefonia móvel podem optar pelos sistemas pré-pago ou pós-pago. Em certa empresa de telefonia móvel, 17 em cada 20 clientes utilizam o sistema pré-pago. Sendo assim, o número de clientes que utilizam o sistema pré-pago supera o número de clientes do pós-pago em 24,36 milhões. Quantos milhões de clientes são atendidos por essa empresa?
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1170Q57692 | Pedagogia, A Elaboração do Projeto de Pesquisa

Toda pesquisa deve apresentar um objetivo determinado para saber o que se vai procurar e o que se pretende alcançar. Ele torna explícito o problema, aumentando os conhecimentos sobre um determinado assunto de investigação. Qual alternativa NÃO apresenta norma de formulação de objetivos de uma pesquisa?
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1171Q54171 | História, Idade Média

(UFPB) Sobre a organização social feudal que se estabeleceu no ocidente europeu, a partir dos séculos X e XI, é correto afirmar que:
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1172Q40642 | Português, Técnico em Segurança do Trabalho, EMBASA, IBFC

Texto associado.
Texto I
                                            Os bolsos do morto
                                                                                                          (Luis Fernando Veríssimo)

      O morto não é exatamente um amigo. Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório. E lá está ele, estendido dentro do caixão forrado de cetim, de terno azul-marinho e gravata grená, esperando para ser enterrado.
       Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido, lembrando o morto em vida e lamentando sua perda. Como é apenas um conhecido, você comenta com o homem ao seu lado - que também não parece ser íntimo do morto:
       - Poderiam ter escolhido outra gravata...
       - É. Essa está brava.
       - Já pensou ele chegando lá com essa gravata?
       - “Lá” onde?
       - Não sei. Onde a gente vai depois de morto. Onde vai a nossa alma.
       - Eu acho que a alma não vai de gravata.
       - Será que não? E de fatiota?
       - Também não.
       - Bom. Pelo menos esse vexame ele não vai passar.
       - Você é da família?
       - Não. Apenas um conhecido.

       Você examina o morto. Engraçado: ele vai partir para a viagem mais importante, e mais distante, da sua vida, mas não precisa carregar nada. Identidade, passaporte, nada. Nem dinheiro, o que dirá cheques de viagem ou cartões de crédito. Nem carteira!
       Você diz para o outro:
       - A coisa mais triste de um defunto são os bolsos. O outro estranha.
       - Como assim?
       - Os bolsos existem para carregar coisas. Coisas importantes, que definem sua vida. CPF, licença para dirigir, bloco de notas, caneta, talão de cheques, remédio para pressão...
       - Pepsamar...
       - Pepsamar, cartão perfurado da Sena, recortes de artigos sobre a situação econômica, fio dental... Isso sem falar em coisas com importância apenas sentimental. Por exemplo: um desenho rabiscado por uma possível neta que parece, vagamente, um gato, e que ele achou genial e guardou. Entende?
       - Sei.
       - E aí está ele. Com os bolsos vazios. Despido da vida e de tudo que levava nos seus bolsos, e que o definia. O homem é o homem e o que ele leva nos bolsos. Poderiam ter deixado, sei lá, pelo menos um chaveiro.
       - Você acha?
       - Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!
       Você se dá conta de que está gritando. As pessoas se viram para reprová-lo. “Mais respeito” dizem as caras viradas. Você faz um gesto, pedindo perdão. Sou apenas um conhecido, desculpem. Mas continua, falando mais baixo:
       - A morte é um assaltante. Nos mata e nos esvazia os bolsos.
       - Sem piedade.
       - Nenhuma.
Vocabulário:
Fatiota - roupa de melhor qualidade, usada em situações mais formais
Pepsamar - tipo de medicamento 
No fragmento “Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório.”(1°§), estão destacadas duas palavras que se aproximam quanto à pronúncia, contudo diferenciam-se quanto à classificação morfológica. Assinale a opção que indica, respectivamente, o valor semântico que elas introduzem.
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1173Q9263 | Raciocínio Lógico, Soldado Bombeiro Militar, Bombeiro Militar GO, SOUSÂNDRADE

A cada ano, a frota de carros do Corpo de Bombeiros aumenta em cinco veículos. Daqui a três anos a frota será quatro vezes maior do que era há três anos. Quantos veículos compõem a frota hoje?
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1174Q57844 | Matemática, Jovem Aprendiz, CODEPAS

Determine a soma da seguinte expressão: ( 6²+ 4³ - 3³+ 20)
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1175Q55012 | Português, Interjeições

Uma Galinha – Conto de Clarice Lispector

“Era uma galinha de domingo. Ainda viva porque não passava de nove horas da manhã.
Parecia calma. Desde sábado encolhera-se num canto da cozinha. Não olhava para ninguém, ninguém olhava para ela. Mesmo quando a escolheram, apalpando sua intimidade com indiferença, não souberam dizer se era gorda ou magra. Nunca se adivinharia nela um anseio.
Foi pois uma surpresa quando a viram abrir as asas de curto voo, inchar o peito e, em dois ou três lances, alcançar a murada do terraço. Um instante ainda vacilou — o tempo da cozinheira dar um grito — e em breve estava no terraço do vizinho, de onde, em outro voo desajeitado, alcançou um telhado. Lá ficou em adorno deslocado, hesitando ora num, ora noutro pé. A família foi chamada com urgência e consternada viu o almoço junto de uma chaminé. O dono da casa, lembrando-se da dupla necessidade de fazer esporadicamente algum esporte e de almoçar, vestiu radiante um calção de banho e resolveu seguir o itinerário da galinha: em pulos cautelosos alcançou o telhado onde esta, hesitante e trêmula, escolhia com urgência outro rumo. A perseguição tornou-se mais intensa. De telhado a telhado foi percorrido mais de um quarteirão da rua. Pouco afeita a uma luta mais selvagem pela vida, a galinha tinha que decidir por si mesma os caminhos a tomar, sem nenhum auxílio de sua raça. O rapaz, porém, era um caçador adormecido. E por mais ínfima que fosse a presa o grito de conquista havia soado.
Sozinha no mundo, sem pai nem mãe, ela corria, arfava, muda, concentrada. Às vezes, na fuga, pairava ofegante num beiral de telhado e enquanto o rapaz galgava outros com dificuldade tinha tempo de se refazer por um momento. E então parecia tão livre. 
Estúpida, tímida e livre. Não vitoriosa como seria um galo em fuga. Que é que havia nas suas vísceras que fazia dela um ser? A galinha é um ser. É verdade que não se poderia contar com ela para nada. Nem ela própria contava consigo, como o galo crê na sua crista. Sua única vantagem é que havia tantas galinhas que morrendo uma surgiria no mesmo instante outra tão igual como se fora a mesma. 
Afinal, numa das vezes em que parou para gozar sua fuga, o rapaz alcançou-a. Entre gritos e penas, ela foi presa. Em seguida carregada em triunfo por uma asa através das telhas e pousada no chão da cozinha com certa violência. Ainda tonta, sacudiu-se um pouco, em cacarejos roucos e indecisos. Foi então que aconteceu. De pura afobação a galinha pôs um ovo. Surpreendida, exausta. Talvez fosse prematuro. Mas logo depois, nascida que fora para a maternidade, parecia uma velha mãe habituada. Sentou-se sobre o ovo e assim ficou, respirando, abotoando e desabotoando os olhos. Seu coração, tão pequeno num prato, solevava e abaixava as penas, enchendo de tepidez aquilo que nunca passaria de um ovo. Só a menina estava perto e assistiu a tudo estarrecida. Mal porém conseguiu desvencilhar-se do acontecimento, despregou-se do chão e saiu aos gritos:
— Mamãe, mamãe, não mate mais a galinha, ela pôs um ovo! Ela quer o nosso bem!
Todos correram de novo à cozinha e rodearam mudos a jovem parturiente. Esquentando seu filho, esta não era nem suave nem arisca, nem alegre, nem triste, não era nada, era uma galinha. O que não sugeria nenhum sentimento especial. O pai, a mãe e a filha olhavam já há algum tempo, sem propriamente um pensamento qualquer. Nunca ninguém acariciou uma cabeça de galinha. O pai afinal decidiu-se com certa brusquidão:
— Se você mandar matar esta galinha nunca mais comerei galinha na minha vida!
— Eu também! jurou a menina com ardor. A mãe, cansada, deu de ombros.
Inconsciente da vida que lhe fora entregue, a galinha passou a morar com a família. A menina, de volta do colégio, jogava a pasta longe sem interromper a corrida para a cozinha. O pai de vez em quando ainda se lembrava: “E dizer que a obriguei a correr naquele estado!” A galinha tornara-se a rainha da casa. Todos, menos ela, o sabiam. Continuou entre a cozinha e o terraço dos fundos, usando suas duas capacidades: a de apatia e a do sobressalto.
Mas quando todos estavam quietos na casa e pareciam tê-la esquecido, enchia-se de uma pequena coragem, resquícios da grande fuga — e circulava pelo ladrilho, o corpo avançando atrás da cabeça, pausado como num campo, embora a pequena cabeça a traísse: mexendo-se rápida e vibrátil, com o velho susto de sua espécie já mecanizado.
Uma vez ou outra, sempre mais raramente, lembrava de novo a galinha que se recortara contra o ar à beira do telhado, prestes a anunciar. Nesses momentos enchia os pulmões com o ar impuro da cozinha e, se fosse dado às fêmeas cantar, ela não cantaria mas ficaria muito mais contente. Embora nem nesses instantes a expressão de sua vazia cabeça se alterasse. Na fuga, no descanso, quando deu à luz ou bicando milho — era uma cabeça de galinha, a mesma que fora desenhada no começo dos séculos.
Até que um dia mataram-na, comeram-na e passaram-se anos.”

“Uma Galinha” Clarice Lispector, 1960

Aponte qual das interjeições ou locuções interjetivas está corretamente associada ao seu valor semântico: 
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1176Q48880 | Matemática, Oficial de Produção, Liquigás, CESGRANRIO

Lara terá de tomar certo medicamento durante 10 dias. São 3 comprimidos por dia. Esses comprimidos são vendidos em caixas com 8 unidades cada uma.

Quantas caixas, no mínimo, Lara terá de comprar?
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1177Q54057 | Matemática, Juros Simples

(ESAF) Um fogão é vendido por R$ 600,00 à vista ou com uma entrada de 22% e mais um pagamento de R$ 542,88, após 32 dias. Qual a taxa de juros mensal envolvida na operação?
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1178Q484741 | Geografia, Conferências e Tratados Ambientais, Professor, Seduc CE, UECE, 2018

O relatório conhecido como “Os limites do Crescimento” é uma importante publicação que trata da utilização indiscriminada dos recursos naturais e chama a atenção para um possível colapso destes recursos, caso medidas de planejamento, proteção e conservação não forem adotadas pela sociedade. Esse documento está associado
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1179Q8443 | Português, Pronomes

Visitei o sítio da amiga de Paula, o qual muito me encantou. Usou-se o qual em vez de que:
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1180Q322402 | Pedagogia, Planejamento de Ensino, Professor, Seduc CE, UECE, 2018

A avaliação da aprendizagem é uma atividade inerente ao processo educativo e não pode ser praticada isoladamente, sob o risco de perder a sua dimensão pedagógica. Assim, a fim de cumprir a sua dimensão pedagógica, a avaliação apresenta modalidades que estão intimamente relacionadas às suas finalidades. Considerando as três modalidades presentes nos processos de ensino e de aprendizagem: diagnóstica, formativa e somativa, atente para o que se afirma a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.

( ) A avaliação formativa auxilia o professor na regulação dos processos de ensino e de aprendizagens, informando o que deve ser feito.

( ) A avaliação diagnóstica precede a ação, identificando características do aluno e conhecimentos prévios.

( ) A Avaliação formativa é utilizada para uma apresentação final sobre o que o aluno pode obter em um determinado período.

( ) A avaliação diagnóstica leva a processos de exclusão e classificação no final de cada unidade de ensino em que se organiza o processo educativo.

( ) A avaliação somativa é utilizada ao longo do processo pedagógico para acompanhamento do desenvolvimento do aluno, reorientando a aprendizagem.

A sequência correta, de cima para baixo é:

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