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Questões de Concursos Vestibular e ENEM

Resolva questões de Vestibular e ENEM comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1341Q931860 | Literatura, IF MT Vestibular IF MT, IF MT, IF MT, 2018

Texto associado.
Texto II e III: base para a questão.
VASO GREGO
(Texto 2)
Esta de áureos relevos, trabalhada
De divas mãos, brilhante copa, um dia,
Já de ais deuses servir como cansada,
Vinda do Olimpo, a um novo deus servia.
Era o poeta de Teos que a suspendia
Então, e, ora repleta ora esvasada,
A taça amiga aos dedos seus tinia,
Toda de roxas pétalas colmada.
Depois...Mas o lavor da taça admira,
Toca-a, e de ouvido aproximando-a, às bordas
Finas hás de lhe ouvir, canora e doce,
Ignota voz, qual se da antiga lira
Fosse a encantada música das cordas,
Qual se fosse a voz de Anacreonte fosse.
(Alberto de Oliveira)
CÁRCERE DAS ALMAS
(Texto3)
Ah! Toda a alma num cárcere anda presa,
Soluçando nas trevas, entre as grades
Do calabouço olhando imensidades,
Mares, estrelas, tardes, natureza.
Tudo se veste de uma igual grandeza
Quando a alma entre grilhões as liberdades
Sonha e sonhando, as imortalidades
Rasga no etéreo Espaço da Pureza.
Ó almas presas, mudas e fechadas
Nas prisões colossais e abandonadas,
Da Dor no calabouço atroz, funéreo!
Nesses silêncios solitários, graves,
Que chaveiro do Céu possui as chaves
Para abrir-vos as portas do Mistério?!
(Cruz e Souza)
Ao examinarmos a história da arte e da literatura, veremos que ela se constrói em ciclos, ou seja, o novo, muitas vezes, não passa de algo mais velho, só que revestido de uma linguagem diferente. O Parnasianismo no Brasil, surgido na década de 80 do século XIX, ilustra bem esse processo. De acordo com o texto 3, pode-se destacar algumas características de forma e conteúdo que justificam a inserção dele naquela estética literária, com exceção de:
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1342Q931463 | Atualidades, Vestibular Primeira Fase USP, USP, FUVEST

Texto associado.
Cada vez mais pessoas fogem da guerra, do terror e da 
miséria econômica que assolam algumas nações do Oriente 
Médio e da África. Elas arriscam suas vidas para chegar à 
Europa. Segundo estimativas da Agência da ONU para 
Refugiados, até novembro de 2015, mais de 850 mil 
refugiados e imigrantes haviam chegado por mar à Europa 
naquele ano. 
                 Garton Ash, Timothy. Europa e a volta dos muros. 
                        O Estado de S. Paulo, 29/11/2015. Adaptado.
Sobre a questão dos refugiados, no final de 2015, considere as três afirmações seguintes: 
I. A criação de fronteiras políticas no continente africano, resultantes da partilha colonial, incrementou os conflitos étnicos, corroborando o elevado número de refugiados, como nos casos do Sudão e Sudão do Sul.
II. Além das mortes em conflito armado, da intensificação da pobreza e da insegurança alimentar, a guerra civil na Síria levou um contingente expressivo de refugiados para a Europa. 
III. A política do apartheid teve grande influência na Nigéria, país de origem do maior número de refugiados do continente africano, em decorrência desse movimento separatista.
Está correto o que se afirma em
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1343Q597101 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular UnB, UnB, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
Bons dias!
1 Eu pertenço a uma família de profetas après coup,
post factum, depois do gato morto, ou como melhor nome
tenha em holandês. Por isso digo, e juro se necessário for, que
4 toda a história desta lei de 13 de maio estava por mim prevista,
tanto que na segunda-feira, antes mesmo dos debates, tratei de
alforriar um molecote que tinha, pessoa de seus dezoito anos,
7 mais ou menos. Alforriá-lo era nada; entendi que, perdido por
mil, perdido por mil e quinhentos, e dei um jantar.
(...)
10 No golpe do meio (coup du milieu, mas eu prefiro
falar a minha língua), levantei-me eu com a taça de champanha
e declarei que acompanhando as ideias pregadas por Cristo, há
13 dezoito séculos, restituía a liberdade ao meu escravo Pancrácio;
que entendia que a nação inteira devia acompanhar as mesmas
ideias e imitar o meu exemplo; finalmente, que a liberdade era
16 um dom de Deus, que os homens não podiam roubar sem pecado.
Pancrácio, que estava à espreita, entrou na sala, como
um furacão, e veio abraçar-me os pés.
19 (...)
No dia seguinte, chamei o Pancrácio e disse-lhe com
rara franqueza:
22 — Tu és livre, podes ir para onde quiseres. Aqui tens
casa amiga, já conhecida, e tens mais um ordenado, um
ordenado que...
25 — Oh! Meu senhô! Fico.
— ...Um ordenado pequeno, mas que há de crescer.
Tudo cresce neste mundo; tu cresceste imensamente. Quando
28 nasceste, eras um pirralho deste tamanho; hoje estás mais alto
que eu. Deixa ver; olha, és mais alto quatro dedos...
— Artura não qué dizê nada, não, senhô...
31 — Pequeno ordenado, repito, uns seis mil-réis; mas é
de grão em grão que a galinha enche o seu papo. Tu vales
muito mais que uma galinha.
34 — Justamente. Pois seis mil-réis. No fim de um ano,
se andares bem, conta com oito. Oito ou sete.
Pancrácio aceitou tudo; aceitou até um peteleco que
37 lhe dei no dia seguinte, por me não escovar bem as botas;
efeitos da liberdade. Mas eu expliquei-lhe que o peteleco,
sendo um impulso natural, não podia anular o direito civil
40 adquirido por um título que lhe dei. Ele continuava livre, eu de
mau humor; eram dois estados naturais, quase divinos.
Boas noites.
Machado de Assis. Obra completa. Vol. III. 3.ª ed.
Rio de Janeiro: José Aguilar, 1973, p. 489-91.
Tendo como referência o fragmento acima, da crônica Bons dias!,de Machado de Assis, julgue o item.
Na crônica, reconhece-se um narrador franco, que expõe exatamente o que pensa, agindo de acordo com o que enuncia, diferentemente dos narradores dos romances Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas.
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1344Q595245 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Texto associado.
  Pietro Brun, meu tetravô paterno, embarcou em um navio no final do século 19, como tantos
        italianos pobres, em busca de uma utopia que atendia pelo nome de América. Pietro queria
        terra, sim. Mas o que o movia era um território de outra ordem. Ele queria salvar seu nome,
        encarnado na figura de meu bisavô, Antônio. Pietro fora obrigado a servir o exército como
5      soldado por anos demais (...). Havia chegado a hora de Antônio se alistar, e o pai decidiu que
        não perderia seu filho. Fugiu com ele e com a filha Luigia para o sul do Brasil. Como desertava,
        meu bisavô Antônio foi levado em um bote até o navio que já se afastava do porto de Gênova.
        Embarcou como clandestino.
       Ao desembarcar no Brasil, em 10 de fevereiro de 1883, Pietro declarou o nome completo.
10   O funcionário do Império, como aconteceu tantas e tantas vezes, registrou-o conforme ouviu.
        Tornando-o, no mundo novo, Brum – com “m”. Meu pai, Argemiro, filho de José, neto de
        Antônio e bisneto de Pietro, tomou para si a missão de resgatar essa história e documentá-la.
        No início dos anos 1990 cogitamos reivindicar a cidadania italiana. Possuímos todos os
        documentos, organizados numa pasta. Mas entre nós existe essa diferença na letra. Antes de
15    ingressar com a documentação, seria preciso corrigir o erro do burocrata do governo imperial
        que substituiu um “n” por um “m”. Um segundo ele deve ter demorado para nos transformar,
        e com certeza morreu sem saber. E, se soubesse, não teria se importado, porque era apenas o
        nome de mais um imigrante a bater nas costas do Brasil despertencido de tudo.
        Cabia a mim levar essa empreitada adiante.
20    Há uma autonomia na forma como damos carne ao nosso nome com a vida que construímos – e
        não com a que herdamos. (...) Eu escolho a memória. A desmemória assombra porque não a
        nomeamos, respira em nossos porões como monstros sem palavras. A memória, não. É uma
        escolha do que esquecer e do que lembrar – e uma oportunidade de ressignificar o passado
        para ganhar um futuro. Pela memória nos colocamos não só em movimento, mas nos tornamos
25    o próprio movimento. Gesto humano, para sempre incompleto.
        Ao fugir para o Brasil, metade dos Brun ganhou uma perna a mais. O “n” virou “m”. Mas essa
        perna a mais era um membro fantasma, um ganho que revelava uma perda.
        (...)
        Quando Pietro Brun atravessou o mar deixando mortos e vivos na margem que se distanciou, ele
        não poderia ser o mesmo ao alcançar o outro lado. Ele tinha de ser outro, assim como nós, que
30    resultamos dessa aventura desesperada. Era imperativo que ele fosse Pietro Brum – e depois
        até Pedro Brum.
ELIANE BRUM
Meus desacontecimentos: a história da minha vida co
Ao fugir para o Brasil, metade dos Brun ganhou uma perna a mais. O “n” virou “m”. Mas essa perna a mais era um membro fantasma, um ganho que revelava uma perda. (l. 26-27) 
A autora associa a troca de letras no registro do sobrenome de seu tetravô à expressão um membro fantasma. Essa associação constrói um exemplo da figura de linguagem denominada: 
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1345Q933476 | Biografia, Tarsila do Amaral

Qual o nome da famosa pintura de Tarsila do Amaral que retrata um enorme cacto e uma figura masculina?

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1346Q933179 | Geografia, Médico PUC RS, PUC RS, PUC RS, 2023

Texto associado.

O avanço da globalização, desde o final dos anos de 1980, modificou as relações políticas, econômicas e culturais dos diversos países do globo, ainda que em escalas distintas. Ao mesmo tempo, promoveu reações de grupos transnacionais contrários às consequências provocadas pelas suas rápidas transformações. Dentre os críticos à globalização, está o evento do Fórum Social Mundial, promovido por entidades não-governamentais e movimentos sociais, cuja primeira edição ocorreu em 2001, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

http://laps.ensp.fiocruz.br/linha-do-tempo/84

Sobre o Fórum Social Mundial, afirma-se que

I. é crítico ao consumismo, à desregulamentação da economia pelo Estado e às medidas de austeridade impostas dentro da lógica neoliberal.
II. propõe o desenvolvimento econômico sustentável, a valorização das minorias e a construção de uma sociedade mais equitativa na distribuição dos recursos disponíveis.
III. nasce em oposição ao Fórum Econômico Mundial de Davos, propondo um modelo econômico que associe políticas neoliberais a políticas de proteção social.
IV. propõe o modelo de gestão através do Estado-mínimo, apresentando-se como um evento de partidos e governos de esquerda que defendem o controle político do Estado pelos partidos de esquerda tanto na Europa quanto na América Latina.

Estão corretas apenas as afirmativas

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1347Q933144 | História, Vestibular ENEM, ENEM

Texto associado.

Para os Impérios Coloniais, o problema das doenças que atingiam os escravos era algo com que deparavam os senhores. Em vista disso, uma série de obras dedicadas à administração de escravos foi publicada com vista a implementar uma moderna gestão da mão de obra escravista em convergência com o iluminismo. Nesse contexto, o saber médico adquiria um papel extremamente relevante. Este era encarado com um instrumento fundamental ao desenvolvimento colonial, dada a percepção do impacto que as doenças tropicais causavam na população branca e nos povos escravizados.

ABREU, J,L.N. A Colônia enferma e a saúde dos povos; a medicina das "luzes" e as

informações sobre as enfermidades da América portuguesa. História, Ciências,

Saúde - Manguinhos, n. 3,jul-set 2007 (adaptado).

De acordo com o texto, a importância da medicina se justifica no âmbito dos objetivos.

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1348Q932120 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular Segundo Semestre UECE, UECE, UECE, 2019

Texto associado.
Texto
Em Busca de Novas Armas Contra o
Aedes Aegypt
(38) O infectologista Rivaldo Venâncio da Cunha já
(39) foi diagnosticado com dengue duas vezes.
(40) Nenhuma surpresa. O coordenador de
(41) Vigilância em Saúde e Laboratórios de
(42) Referência da Fundação Oswaldo Cruz
(43) (Fiocruz) e professor da Medicina da
(44) Universidade Federal do Mato Grosso do Sul
(45) vive no Brasil, país castigado pela doença nas
(46) últimas três décadas e por outras também
(47) transmitidas pelo Aedes aegypt. Essas
(48) epidemias, explica o pesquisador nesta
(49) entrevista, devem continuar décadas adiante:
(50) “Ainda utilizamos o modelo de controle do
(51) mosquito que foi exitoso há 110 anos com
(52) Oswaldo Cruz”. Nem as águas de março que
(53) acabaram de fechar o verão são promessa de
(54) uma trégua. “Temos observado que, em
(55) algumas localidades do Brasil, o padrão de
(56) ocorrência da dengue tem se mantido estável
(57) mesmo fora do verão. Isso aponta o óbvio: a
(58) população e as autoridades sanitárias têm de
(59) atuar durante todo o ano, e não somente no
(60) verão. Infelizmente, isso não ocorre em um
(61) padrão homogêneo”, ensina Cunha, que
(62) comemora, no entanto, abordagens
(63) promissoras para o controle do mosquito e vê
(64) uma melhora da vigilância nas últimas
(65) décadas.
(66) Ciência Hoje: O Brasil sofreu
(67) recentemente com grandes surtos de
(68) dengue, zika e febre amarela. Devemos
(69) esperar novos surtos em breve? O que
(70) dizem os dados epidemiológicos?
(71) Rivaldo Venâncio da Cunha: As doenças
(72) transmitidas pelo Aedes continuarão ocorrendo
(73) nos próximos 20 ou 30 anos. Por que
(74) continuarão ocorrendo? Porque utilizamos o
(75) modelo de controle do mosquito que foi
(76) exitoso há 110 anos com Oswaldo Cruz e,
(77) depois, com Clementino Fraga e outros. Se
(78) não houver uma nova abordagem para
(79) controle do vetor, continuaremos tendo
(80) epidemias, porque, infelizmente, as questões
(81) estruturais da sociedade permanecem
(82) praticamente inalteradas. Essa bárbara
(83) segregação social que o Brasil tem,
(84) esse apartheid social, que é fruto de séculos,
(85) criou condições para haver comunidades
(86) extremamente vulneráveis, onde a coleta do
(87) lixo, quando existe, é feita de forma
(88) inadequada, e nas quais o fornecimento de
(89) água é irregular. São lugares onde o Estado
(90) inexiste. Há comunidades em que policiais não
(91) podem entrar a qualquer hora, imagine um
(92) agente de controle de vetores. Essa
(93) complexidade urbana não aparenta que será
(94) modificada nos próximos anos.
CUNHA, Rivaldo Venâncio da. Em Busca de Novas Armas Contra o Aedes Aegypt. Ciência Hoje, São Paulo, n.353, abr. 2019. Entrevista concedida a Valquíria Daher. Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/em-busca-de-novasarmas-contra-o-aedes-aegypt/. Acessado em 27 de abril de 2019.
A entrevista marca-se como uma das formas de obtenção de fontes para notícias e reportagens a partir dos dados e argumentos expostos pelo(a) entrevistado(a). Em relação ao texto, é correto afirmar que a tese expressa pelo infectologista sobre os motivos da permanência das doenças provocadas pelo mosquito Aedes aegypt corresponde
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1349Q935513 | História, Revolução Russa, ENEM

(F. M. Santa Casa/SP) A revolução de fevereiro de 1917, na Rússia, pode ser caracterizada como:

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1350Q935183 | Física, Leis de Newton, Vestibular

(UFMG) Um corpo de massa m está sujeito à ação de uma força F que o desloca segundo um eixo vertical em sentido contrário ao da gravidade. Se esse corpo se move com velocidade constante, é porque:

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1351Q935087 | Sociologia, Problemas Sociais Contemporâneos, ENEM

(UEL-PR–2008) Leia o texto seguinte:

A poluição atmosférica caracteriza-se basicamente pela presença de gases tóxicos e partículas sólidas no ar. […] As principais causas desse fenômeno são a eliminação de resíduos por certos tipos de indústrias (siderúrgicas, petroquímicas, de cimento, etc.) e a queima de carvão e petróleo em usinas, automóveis e sistemas de aquecimento. […] O ar poluído penetra nos pulmões, ocasionando o aparecimento de várias doenças, em especial do sistema respiratório, como a  bronquite crônica, a asma e até o câncer pulmonar.

VESENTINI, J. W. Sociedade & espaço: Geografia Geral e do Brasil. 31 ed., 2. Reimpressão. São Paulo: Ática, 2001. p. 303 e 308.

O agravo dessas doenças ocorre quando:

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1352Q934837 | Artes, Renascimento Artístico, ENEM

Sobre as principais características técnicas de produção artística, nas quais se basearam os pintores e escultores renascentistas para a produção de suas obras, assinale a alternativa incorreta:

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1353Q933261 | Física, Força de Tração

Se o ângulo formado entre a plataforma e a cinta, de ambos os lados do pneu, é de 60o , admitindo que cada extremo da cinta se encontre sob uma tração de intensidade T, o acréscimo da força de contato de intensidade F entre cada pneu e a plataforma, devido ao uso desse dispositivo, é dado por:

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1354Q933165 | Inglês, Médico PUC RS, PUC RS, PUC RS, 2023

Texto associado.

INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto 2.

TEXTO 2

STATELESSNESS

NEWSLETTER

#IBELONG CAMPAIGN

Celebrating its 6th anniversary

UNHCR 2020 Youth With Refugees Art Contest.

©UNHCR/Faida

The words that fill in the blanks correctly in Text 2 are, respectively,

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1355Q671396 | História, Vestibular ENEM, ENEM

Texto associado.

A originalidade do Absolutismo português talvez esteja no fato de ter sido o regime político europeu que melhor sintetizou a ideia do patrimonialismo estatal: os recursos materiais da nação se confundindo com os bens pessoais do monarca.

LOPES, M. A. O Absolutismo: política e sociedade na Europa moderna.

São Paulo: Brasiliense, 1996 (adaptado).

Na colonização do Brasil, o patrimonialismo da Coroa portuguesa ficou evidente

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1356Q666717 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular ENEM, ENEM, INEP, 2018

Texto associado.
ABL lança novo concurso cultural:
“Conte o conto sem aumentar um ponto”
Em razão da grande repercussão do concurso de Microcontos do Twitter da ABL, o Abletras, a Academia Brasileira de Letras lançou no dia do seu aniversário de 113 anos um novo concurso cultural intitulado “Conte o conto sem aumentar um ponto”, baseado na obra A cartomante, de Machado de Assis.
“Conte o conto sem aumentar um ponto” tem como objetivo dar um final distinto do original ao conto A cartomante, de Machado de Assis, utilizando-se o mesmo número de caracteres – ou inferior – que Machado concluiu seu trabalho, ou seja, 1 778 caracteres.
Vale ressaltar que, para participar do concurso, o concorrente deverá ser seguidor do Twitter da ABL, o Abletras.
Disponível em: www.academia.org.br. Acesso em: 18 out. 2015 (adaptado)
O Twitter é reconhecido por promover o compartilhamento de textos. Nessa notícia, essa rede social foi utilizada como veículo/suporte para um concurso literário por causa do(a)
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1357Q596725 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular UnB, UnB, CESPE CEBRASPE, 2018

Texto associado.
Um gênero musical no Brasil que sabe se reinventar é o
sertanejo. Os números provam que o método funciona: das cem
músicas mais tocadas nas rádios em 2017, oitenta e sete delas eram
músicas sertanejas. O gigante do streaming Spotify também
observou que o gênero liderou com folga todos os s principais
rankings nacionais, tanto no top 10 de artistas quanto de álbuns e
de músicas. O termo música sertaneja deriva do recorte territorial
denominado sertão. As origens dessa denominação de localização
geográfica derivam da língua portuguesa trazida ao Brasil no
período colonial.
Internet: www uol/entretenimento/especiais/musica-sertaneja (com adaptações)
Considerando o texto precedente como motivador, julgue os itens
que se seguem.
Desde o período colonial, o termo sertão é usado em referência a localidades distantes do litoral; o termo sertanejo, por sua vez, denomina a população originária dessas localidades.
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1358Q595178 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

agora compreendo e utilizo a rede social como a televisão do século XXI, com diferenças e vantagens sobre a TV tradicional. (l. 7-8)
Os termos sublinhados designam mídias distintas para o autor.
Uma vantagem que ele destaca da primeira sobre a segunda é:
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1359Q55505 | Português, Crase

Leia o texto para responder à questão.
O Marajá

A família toda ria de dona Morgadinha e dizia que ela estava sempre esperando a visita de alguém ilustre. Dona Morgadinha não podia ver uma coisa fora do lugar, uma ponta de poeira em seus móveis ou uma mancha em seus vidros e cristais. Gemia baixinho quando alguém esquecia um sapato no corredor, uma toalha no quarto ou – ai, ai, ai – uma almofada fora do sofá da sala. Baixinha, resoluta, percorria a casa com uma flanela na mão, o olho vivo contra qualquer incursão do pó, da cinza, do inimigo nos seus domínios.
Dona Morgadinha era uma alma simples. Não lia jornal, não lia nada. Achava que jornal sujava os dedos e livro juntava mofo e bichos. O marido de dona Morgadinha, que ela amava com devoção apesar do seu hábito de limpar a orelha com uma tampa de caneta Bic, estabelecera um limite para sua compulsão por limpeza. Ela não podia entrar em sua biblioteca. Sua jurisdição acabava na porta. Ali dentro só ele podia limpar, e nunca limpava. E, nas raras vezes em que dona Morgadinha chegava à porta do escritório proibido para falar com o marido, esse fazia questão de desafiá-la. Botava os pés em cima dos móveis. Atirava os sapatos longe. Uma vez chegara a tirar uma meia e jogar em cima da lâmpada só para ver a cara da mulher. Sacudia a ponta do charuto sobre um cinzeiro cheio e errava deliberadamente o alvo. Dona Morgadinha então fechava os olhos e, incapaz de se controlar, lustrava com a sua flanela o trinco da porta.

(Luis Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o acento indicativo da crase está empregado em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
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1360Q54346 | História, Idade Contemporânea, Vestibular, Vestibular

(UFRS) A partir de 1980 e intensificando-se na década de 1990, a Europa vem passando por um processo de xenofobização e de expansão de nova forma de racismo contra imigrantes, que também se manifesta no continente americano. É característica deste renascimento da extrema-direita militante, a afirmação que os
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