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Questões de Concursos Vestibular e ENEM

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2181Q666708 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

Texto associado.
    A substituição do haver por ter em construções existenciais, no português do Brasil, corresponde a um dos processos mais característicos da história da língua portuguesa, paralelo ao que já ocorrera em relação à ampliação do domínio de ter na área semântica de “posse”, no final da fase arcaica. Mattos e Silva (2001:136) analisa as vitórias de ter sobre haver e discute a emergência de ter existencial, tomando por base a obra pedagógica de João de Barros. Em textos escritos nos anos quarenta e cinquenta do século XVI, encontram-se evidências, embora raras, tanto de ter “existencial”, não mencionado pelos clássicos estudos de sintaxe histórica, quanto de haver como verbo existencial com concordância, lembrado por Ivo Castro, e anotado como “novidade” no século XVIII por Said Ali.
    Como se vê, nada é categórico e um purismo estreito só revela um conhecimento deficiente da língua. Há mais perguntas que respostas. Pode-se conceber uma norma única e prescritiva? É válido confundir o bom uso e a norma com a própria língua e dessa forma fazer uma avaliação crítica e hierarquizante de outros usos e, através deles, dos usuários? Substitui-se uma norma por outra?
CALLOU, D. A propósito de norma, correção e preconceito linguístico: do presente para o passado. In: Cadernos de Letras da UFF, n. 36, 2008. Disponível em: www.uff.br. Acesso em: 26 fev. 2012 (adaptado).
Para a autora, a substituição de “haver” por “ter” em diferentes contextos evidencia que
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2182Q596953 | Português, Interpretação de Textos, UFRGS Vestibular 1 dia UFRGS, UFRGS, UFRGS, 2018

Texto associado.
No bloco superior abaixo, estão listados os títulos dos romances de Carolina Maria de Jesus e de
Clarice Lispector; no inferior, trechos desses romances.
Associe adequadamente o bloco inferior ao superior.
1 -Quarto de despejo
2 - A hora da estrela
( ) Ela me incomoda tanto que fiquei oco. Estou oco desta moça. E ela tanto mais me incomoda
quanto menos reclama. [...] Como me vingar? Ou melhor, como me compensar? Já sei: amando
meu cão que tem mais comida do que a moça. Por que ela não reage? Cadê um pouco de fibra?
Não, ela é doce e obediente.
( ) Achei um saco de fubá no lixo e trouxe para dar ao porco. Eu já estou tão habituada com as latas
de lixo, que não sei passar por elas sem ver o que há dentro. [...] Ontem eu li aquela fábula da rã
e a vaca. Tenho a impressão que sou rã. Queria crescer até ficar do tamanho da vaca.
( ) A vida é igual um livro. Só depois de ter lido é que sabemos o que encerra. E nós quando estamos
no fim da vida é que sabemos como a nossa vida decorreu. A minha, até aqui, tem sido preta. Preta
é a minha pele. Preto é o lugar onde eu moro.
( ) “Una Furtiva Lacrima” fora a única coisa belíssima na sua vida. [...] Era a primeira vez que chorava,
não sabia que tinha tanta água nos olhos. [...] Não chorava por causa da vida que levava: porque,
não tendo conhecido outros modos de viver, aceitara que com ela era “assim”. Mas também creio
que chorava porque, através da música, adivinhava talvez que havia outros modos de sentir.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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2183Q595217 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Texto associado.
        Pietro Brun, meu tetravô paterno, embarcou em um navio no final do século 19, como tantos
        italianos pobres, em busca de uma utopia que atendia pelo nome de América. Pietro queria
        terra, sim. Mas o que o movia era um território de outra ordem. Ele queria salvar seu nome,
        encarnado na figura de meu bisavô, Antônio. Pietro fora obrigado a servir o exército como
5      soldado por anos demais (...). Havia chegado a hora de Antônio se alistar, e o pai decidiu que
        não perderia seu filho. Fugiu com ele e com a filha Luigia para o sul do Brasil. Como desertava,
        meu bisavô Antônio foi levado em um bote até o navio que já se afastava do porto de Gênova.
        Embarcou como clandestino.
       Ao desembarcar no Brasil, em 10 de fevereiro de 1883, Pietro declarou o nome completo.
10   O funcionário do Império, como aconteceu tantas e tantas vezes, registrou-o conforme ouviu.
        Tornando-o, no mundo novo, Brum – com “m”. Meu pai, Argemiro, filho de José, neto de
        Antônio e bisneto de Pietro, tomou para si a missão de resgatar essa história e documentá-la.
        No início dos anos 1990 cogitamos reivindicar a cidadania italiana. Possuímos todos os
        documentos, organizados numa pasta. Mas entre nós existe essa diferença na letra. Antes de
15    ingressar com a documentação, seria preciso corrigir o erro do burocrata do governo imperial
        que substituiu um “n” por um “m”. Um segundo ele deve ter demorado para nos transformar,
        e com certeza morreu sem saber. E, se soubesse, não teria se importado, porque era apenas o
        nome de mais um imigrante a bater nas costas do Brasil despertencido de tudo.
        Cabia a mim levar essa empreitada adiante.
20    Há uma autonomia na forma como damos carne ao nosso nome com a vida que construímos – e
        não com a que herdamos. (...) Eu escolho a memória. A desmemória assombra porque não a
        nomeamos, respira em nossos porões como monstros sem palavras. A memória, não. É uma
        escolha do que esquecer e do que lembrar – e uma oportunidade de ressignificar o passado
        para ganhar um futuro. Pela memória nos colocamos não só em movimento, mas nos tornamos
25    o próprio movimento. Gesto humano, para sempre incompleto.
        Ao fugir para o Brasil, metade dos Brun ganhou uma perna a mais. O “n” virou “m”. Mas essa
        perna a mais era um membro fantasma, um ganho que revelava uma perda.
        (...)
        Quando Pietro Brun atravessou o mar deixando mortos e vivos na margem que se distanciou, ele
        não poderia ser o mesmo ao alcançar o outro lado. Ele tinha de ser outro, assim como nós, que
30    resultamos dessa aventura desesperada. Era imperativo que ele fosse Pietro Brum – e depois
        até Pedro Brum.
ELIANE BRUM
Meus desacontecimentos: a história da minha vida com as palavras. São Paulo: LeYa, 2014.
No texto, a autora narra fatos e expõe suas opiniões relacionados à vinda de sua família para o Brasil.
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2184Q208287 | Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Ecologia e Ciências Ambientais, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

O despejo de dejetos de esgotos domésticos e industriais vem causando sérios problemas aos rios brasileiros. Esses poluentes são ricos em substâncias que contribuem para a eutrofização de ecossistemas, que é um enriquecimento da água por nutrientes, o que provoca um grande crescimento bacteriano e, por fim, pode promover escassez de oxigênio.

Uma maneira de evitar a diminuição da concentração de oxigênio no ambiente é:

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2185Q54370 | História, História do Brasil, Vestibular, Vestibular

(Unifor-CE) O Estado Novo, sob o comando de Getúlio Vargas,
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2186Q54259 | História, História da América, Vestibular, Vestibular

(UFR-RJ) “A organização de trabalho (...), sofreu terrível impacto sob a dominação (...) (...) Uma série de procedimentos compulsórios de contigenciamento de mão-de-obra, tanto novos (...) quanto redefinidos (...) foram desastrosos para os índios (...).”

RIBEIRO, Darcy. As américas e a civilização. Rio de Janeiro: Vozes, 1997. p. 158-159.

Com relação à questão do trabalho indígena, no processo de colonização da Hispano – América, podemos afirmar que:
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2187Q935181 | Física, Leis de Newton, Vestibular

(Fuvest) Um veículo de 5 kg descreve uma trajetória retilínea que obedece à seguinte equação horária: s=3t2+2t+1 ,em que s é medido em metros e t, em segundos. O módulo da força resultante sobre o veículo vale:

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2188Q935159 | Artes, História da Fotografia, ENEM

“Logo depois de ter sido novidade na Europa, a notícia da invenção do daguerreótipo chega ao Brasil pelo Diário do Comércio do Rio de Janeiro em 1º de maio de 1839. Mas na verdade nosso país aparece na história da fotografia como palco de experiências seis anos antes”. (Zuanetti et al., 2004)

Assinale a alternativa que corresponde ao pioneiro das experiências fotográficas no Brasil.

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2189Q934931 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, ENEM

A questão fundamental da filosofia da mente é “qual a natureza da mente?” Uma das respostas a essa questão é conhecida como dualismo de mente-corpo. Descartes foi um dos defensores mais destacados dessa concepção.

De acordo com o filósofo,

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2190Q934398 | Literatura, Movimentos Literários

Enem – 2010

Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis, aquele que viria a tornar-se o maior escritor do país e um mestre da língua, perde a mãe muito cedo e é criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que frequentou o autodidata Machado de Assis.

Considerando os seus conhecimentos sobre os gêneros textuais, o texto citado constitui-se de

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2191Q933973 | Sociologia, Sociologia Contemporânea

Quem é o autor da teoria do "Capitalismo Cognitivo"?

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2192Q933893 | História, República Velha

Qual é o período conhecido como República Velha no Brasil?

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2193Q933807 | Artes, Artes Plásticas

O que é uma forma bidimensional em arte?

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2194Q933694 | Literatura, Tendências Contemporâneas

Qual dos seguintes é um exemplo de literatura pós-moderna?

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2195Q933438 | Biografia, Leonardo da Vinci

Leonardo da Vinci era conhecido por escrever de uma maneira específica em seus cadernos. Como era essa maneira?

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2196Q933304 | História, História do Brasil, Vestibular USP, USP

No Brasil, do mesmo modo que em muitos outros países latino-americanos, as décadas de 1870 e 1880 foram um período de reforma e de compromisso com as mudanças. De maneira geral, podemos dizer que tal movimento foi uma reação às novas realidades econômicas e sociais resultantes do desenvolvimento capitalista não só como fenômeno mundial mas também em suas manifestações especificamente brasileiras.

Emília Viotti da Costa, “Brasil: a era da reforma, 1870-1889”. In: Leslie Bethell, História da América Latina, v.5. São Paulo: Edusp, 2002. Adaptado.

A respeito das mudanças ocorridas na última década do Império do Brasil, cabe destacar a reforma

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2197Q932559 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular 2 dia UFRGS, UFRGS, UFRGS, 2019

Texto associado.
TEXTO
01. – Para mim esta é a melhor hora do dia –
02. Ema disse, voltando do quarto dos meninos. –
03. Com as crianças na cama, a casa fica tão
04. sossegada.
05. – Só que já é noite – a amiga corrigiu, sem
06. tirar os olhos da revista. Ema agachou-se para
07. recolher o quebra-cabeça esparramado pelo
08. chão.
09. – É força de expressão, sua boba. O dia
10. acaba quando eu vou dormir, isto é, o dia tem
11. vinte quatro horas e a semana tem sete dias,
12. não está certo? – Descobriu um sapato sob a
13. poltrona. Pegou-o e, quase deitada no tapete,
14. procurou, depois, o par ........ dos outros
15. móveis.
16. Era bom ter uma amiga experiente. Nem
17. precisa ser da mesma idade – deixou-se cair
18. no sofá – Bárbara, muito mais sábia.
19. Examinou-a a ler: uma linha de luz dourada
20. valorizava o perfil privilegiado. As duas eram
21. tão inseparáveis quanto seus maridos, colegas
22. de escritório. Até ter filhos juntas
23. conseguiram, acreditasse quem quisesse. Tão
24. gostoso, ambas no hospital. A semelhança
25. física teria contribuído para o perfeito
26. entendimento? “Imaginava que fossem
27. irmãs”, muitos diziam, o que sempre causava
28. satisfação.
29. – O que está se passando nessa cabecinha?
30. – Bárbara estranhou a amiga, só doente
31. pararia quieta. Admirou-a: os cabelos soltos,
32. caídos no rosto, escondiam os olhos ...........,
33. azuis ou verdes, conforme o reflexo da roupa.
34. De que cor estariam hoje seus olhos?
35. Ema aprumou o corpo.
36. – Pensava que se nós morássemos numa
37. casa grande, vocês e nós...
38. Bárbara sorriu. Também ela uma vez tivera
39. a ideia. – As crianças brigariam o tempo todo.
40. Novamente a amiga tinha razão. Os filhos
41. não se suportavam, discutiam por qualquer
42. motivo, ciúme doentio de tudo. O que
43. sombreava o relacionamento dos casais.
44. – Pelo menos podíamos morar mais perto,
45. então.
46. Se o marido estivesse em casa, seria
47. obrigada a assistir à televisão, ........, ele mal
48. chegava, ia ligando o aparelho, ainda que
49. soubesse que ela detestava sentar que nem
50. múmia diante do aparelho – levantou-se,
51. repelindo a lembrança. Preparou uma jarra de
52. limonada. ........ todo aquele interesse de
53. Bárbara na revista? Reformulou a pergunta
54. em voz alta.
55. – Nada em especial. Uma pesquisa sobre o
56. comportamento das crianças na escola, de
57. como se modificam as personalidades longe
58. dos pais.
Adaptado de: VAN STEEN, Edla. Intimidade.
In: MORICONI, Italo (org.) Os cem melhores
contos brasileiros do século. 1. ed. Rio de
Janeiro: Objetiva, 2009. p. 440-441.
Considere as seguintes afirmações sobre a temporalidade e suas relações de sentido expressas no texto.
I - Os empregos do pretérito perfeito na narrativa situam as ações da personagem Ema no dia em que recebe a visita de sua amiga Bárbara, enquanto o presente faz parte do diálogo das personagens nesse passado narrado.
II - A palavra depois (l. 14) expressa o tempo posterior à Ema descobrir um sapato sob a poltrona, auxiliando na marcação de início e término das ações na narrativa.
III- Os usos do pretérito imperfeito na passagem Os filhos não se suportavam, discutiam por qualquer motivo (l. 40-42) descreve as ações continuadas dos filhos das personagens no passado narrado para caracterizar o relacionamento das crianças.
Quais estão corretas?
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2198Q932176 | Química, Vestibular Segundo Semestre UDESC, UDESC, UDESC, 2018

Texto associado.

Em um Laboratório de Química Orgânica existem diversas substâncias químicas, como metanol, acetato de etila, trietilamina e acetato de sódio. Considerando essas quatro substâncias, analise as proposições.

I. A trietilamina não realiza ligações de hidrogênio entre suas moléculas.
II. O acetato de sódio apresenta somente ligações covalentes polares.
III. O acetato de etila é um éter e apresenta ligações covalentes polares.
IV. O metanol apresenta ligações covalentes polares e não realiza ligações de hidrogênio entre suas moléculas.
V. As quatro substâncias apresentam somente ligações covalentes polares e apolares.

Assinale a alternativa correta.

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2199Q930735 | Matemática, Equações do Primeiro Grau, Vestibular ENEM, ENEM, INEP, 2018

Texto associado.
Para apagar os focos A e B de um incêndio, que estavam a uma distância de 30m um do outro, os bombeiros de um quartel decidiram se posicionar de modo que a distância de um bombeiro ao foco A, de temperatura mais elevada, fosse sempre o dobro da distância desse bombeiro ao foco B, de temperatura menos elevada.
Nestas condições, a maior distância, em metro, que dois bombeiros poderiam ter entre eles é
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2200Q929715 | Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Identidade dos seres vivos, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

Um molusco, que vive no litoral oeste dos EUA, pode redefinir tudo o que se sabe sobre a divisão entre animais e vegetais. Isso porque o molusco ( Elysia chlorotica) é um híbrido de bicho com planta. Cientistas americanos descobriram que o molusco conseguiu incorporar um gene das algas e, por isso, desenvolveu a capacidade de fazer fotossíntese. É o primeiro animal a se "alimentar" apenas de luz e CO2, como as plantas.
GARATONI, B. Superinteressante. Edição 276, mar. 2010 (adaptado).

A capacidade de o molusco fazer fotossíntese deve estar associada ao fato de o gene incorporado permitir que ele passe a sintetizar

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