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Questões de Concursos Vestibular e ENEM

Resolva questões de Vestibular e ENEM comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


2941Q933808 | Artes, Artes Plásticas

O que é uma linha na arte?

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2942Q933558 | Biografia, Charles Chaplin

Qual é o personagem mais famoso de Charles Chaplin?

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2943Q933488 | Biografia, Clarice Lispector

Que língua Clarice Lispector usou para escrever a maioria de seus trabalhos?

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2944Q933412 | Biografia, Karl Marx, Vestibular ENEM, ENEM

Segundo Marx, quem representa a classe dominante no sistema capitalista?

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2945Q933338 | Matemática, Aritmética e Problemas, Vestibular UNICAMP, UNICAMP

Texto associado.

A tabela a seguir, elaborada com base nas informações apresentadas pelo Observatório da Cana, apresenta o preço médio da gasolina e do etanol nas quatro capitais da Região Sudeste do Brasil, computados na semana de 25 de abril a 1o de maio de 2021.

(https://observatoriodacana.com.br/listagem.php?idMn=93) 

A diferença entre as médias aritméticas dos preços médios da gasolina e do etanol computados na referida semana, nessas capitais, é um valor compreendido entre 

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2946Q933082 | Português, Grafia das palavras, UFRGS Vestibular 2 dia UFRGS, UFRGS, UFRGS, 2018

Texto associado.
01. Nada mais importante para chamar a
02. atenção sobre uma verdade do que exagerála.
03. Mas também, nada mais perigoso, ........
04. um dia vem a reação indispensável e a relega
05. injustamente para a categoria do erro, até
06. que se efetue a operação difícil de chegar a
07. um ponto de vista objetivo, sem desfigurá-la
08. de um lado nem de outro. É o que tem
09. ocorrido com o estudo da relação entre a obra
10. e o seu condicionamento social, que a certa
11. altura chegou a ser vista como chave para
12. compreendê-la, depois foi rebaixada como
13. falha de visão, — e talvez só agora comece a
14. ser proposta nos devidos termos.
15. De fato, antes se procurava mostrar que
16. o valor e o significado de uma obra
17. dependiam de ela exprimir ou não certo
18. aspecto da realidade, e que este aspecto
19. constituía o que ela tinha de essencial.
20. Depois, chegou-se à posição oposta,
21. procurando-se mostrar que a matéria de uma
22. obra é secundária, e que a sua importância
23. deriva das operações formais postas em jogo,
24. conferindo-lhe uma peculiaridade que a torna
25. de fato independente de quaisquer
26. condicionamentos, sobretudo social,
27. considerado inoperante como elemento de
28. compreensão. Hoje sabemos que a
29. integridade da obra não permite adotar
30. nenhuma dessas visões ........ ; e que só a
31. podemos entender fundindo texto e contexto
32. numa interpretação dialeticamente íntegra,
33. em que tanto o velho ponto de vista que
34. explicava pelos fatores externos, quanto o
35. outro, norteado pela convicção de que a
36. estrutura é virtualmente independente, se
37. combinam como momentos necessários do
38. processo interpretativo. Sabemos, ainda, que
39. o externo (no caso, o social) importa, não
40. como causa, nem como significado, mas como
41. elemento que desempenha certo papel na
42. constituição da estrutura, tornando-se,
43. portanto, interno.
44. Neste caso, saímos dos aspectos
45. periféricos da sociologia, ou da história
46. sociologicamente orientada, para chegar a
47. uma interpretação estética que assimilou a
48. dimensão social como fator de arte. Quando
49. isto se dá, ocorre o paradoxo assinalado
50. inicialmente: o externo se torna interno e a
51. crítica deixa de ser sociológica, para ser
52. apenas crítica. Segundo esta ordem de ideias,
53. o ângulo sociológico adquire uma validade
54. maior do que tinha. Em ........, não pode mais
55. ser imposto como critério único, ou mesmo
56. preferencial, pois a importância de cada fator
57. depende do caso a ser analisado. Uma crítica
58. que se queira integral deve deixar de ser
59. unilateralmente sociológica, psicológica ou
60. linguística, para utilizar livremente os
61. elementos capazes de conduzirem a uma
62. interpretação coerente.
                                                            Adaptado de: CANDIDO, Antônio. Literatura e
                                                                           sociedade. 9. ed. Rio de Janeiro: Ouro
                                                                                                                sobre Azul, 2006.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 03, 30 e 54, nessa ordem.
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2947Q930345 | Linguagens e Códigos e suas Tecnologias, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

O boxe está perdendo cada vez mais espaço para um fenômeno relativamente recente do esporte, o MMA. E o maior evento de Artes Marciais Mistas do planeta é o Ultimate Fighting Championship, ou simplesmente UFC. O ringue, com oito cantos, foi desenhado para deixar os lutadores com mais espaço para as lutas. Os atletas podem usar as mãos e aplicar golpes de jiu–jitsu. Muitos podem falar que a modalidade é uma espécie de val(E)tudo, mas isso já ficou no passado: agora, a modalidade tem regras e acompanhamento médico obrigatório para que o esporte apague o estigma negativo.

CORREIA, D. UFC. saiba como o MMA nocauteou o boxe em oito golpes.

Veja, 10 jun 2011 (fragmento)

O processo de modificação das regras do MMA retrata a tendência de redimensionamento de algumas práticas corporais, visando enquadrá–las em um determinado formato. Qual o sentido atribuído a essas transformações incorporadas historicamente ao MMA?

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2948Q673363 | Sociologia, Identidade e Diversidade, ENEM

Texto associado.

(Enem 2016)

Participei de uma entrevista com o músico Renato Teixeira. Certa hora, alguém pediu para listar as diferenças entre a música sertaneja antiga e a atual. A resposta dele surpreendeu a todos: “Não há diferença alguma. A música caipira sempre foi a mesma. É uma música que espelha a vida do homem no campo, e a música não mente. O que mudou não foi a música, mas a vida no campo”. Faz todo sentido: a música caipira de raiz exalava uma solidão, um certo distanciamento do país “moderno”. Exigir o mesmo de uma música feita hoje, num interior conectado, globalizado e rico como o que temos, é impossível. Para o bem ou para o mal, a música reflete seu próprio tempo.

BARCINSKI. A. Mudou a música ou mudaram os caipiras? Folha de São Paulo, 4 jun. 2012 (adaptado).

A questão cultural indicada no texto ressalta o seguinte aspecto socioeconômico do atual campo brasileiro:

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2949Q596826 | Português, Interpretação de Textos, UFRGS Vestibular 1 dia UFRGS, UFRGS, UFRGS, 2018

Texto associado.
Instrução: A questão refere-se ao romance a máquina de fazer espanhóis, de Valter Hugo Mãe. 
Assinale a alternativa correta sobre o romance. 
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2950Q596770 | Português, Interpretação de Textos, UFRGS Vestibular 1 dia UFRGS, UFRGS, UFRGS, 2018

Texto associado.
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações sobre o romance. 
 ( ) O pano de fundo histórico da narrativa é a ditadura salazarista, que durou quatro décadas em Portugal. 
 ( ) O Lar da Feliz Idade presentifica o tema da velhice, em uma sociedade que busca a longevidade, mas não sabe o que fazer com os velhos. 
 ( ) O romance dialoga com obras de autores portugueses, como Fernando Pessoa e José Saramago.
 ( ) Antônio Silva constrói a própria narrativa, sugerindo, por vezes, estar escrevendo um livro.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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2951Q596766 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ, 2018

Texto associado.
Violência e psiquiatria
O tipo de violência que aqui considerarei pouco tem a ver com pessoas que utilizam martelos para
golpear a cabeça de outras, nem se aproximará muito do que se supõe façam os doentes mentais.
Se se quer falar de violência em psiquiatria, a violência que brada, que se proclama em tão alta
voz que raramente é ouvida, é a sutil, tortuosa violência perpetrada pelos outros, pelos “sadios”,
contra os rotulados de “loucos”. Na medida em que a psiquiatria representa os interesses ou
pretensos interesses dos sadios, podemos descobrir que, de fato, a violência em psiquiatria é
sobretudo a violência da psiquiatria.
Quem são porém as pessoas sadias? Como se definem a si próprias? As definições de saúde mental
propostas pelos especialistas ou estabelecem a necessidade do conformismo a um conjunto de
normas sociais arbitrariamente pressupostas, ou são tão convenientemente gerais – como, por
exemplo, “a capacidade de tolerar conflitos” – que deixam de fazer sentido. Fica-se com a
lamentável reflexão de que os sadios serão, talvez, todos aqueles que não seriam admitidos na
enfermaria de observação psiquiátrica. Ou seja, eles se definem pela ausência de certa experiência.
Sabe-se, porém, que os nazistas asfixiaram com gás dezenas de milhares de doentes mentais,
assim como dezenas de milhares de outros tiveram seus cérebros mutilados ou danificados
por sucessivas séries de choques elétricos: suas personalidades foram deformadas, de modo
sistemático, pela institucionalização psiquiátrica. Como podem fatos tão concretos emergir na
base de uma ausência, de uma negatividade – a compulsiva não loucura dos sadios? De fato,
toda a área de definição de sanidade mental e loucura é tão confusa, e os que se arriscam
dentro dela são tão aterrorizados pela ideia do que possam encontrar, não só nos “outros”
como também em si mesmos, que se deve considerar seriamente a renúncia ao projeto.
                                                                                                                                   DAVID COOPER
                                  Adaptado de Psiquiatria e antipsiquiatria. São Paulo: Perspectiva, 1967.

O ensaio do médico David Cooper, publicado em 1967, e “O alienista”, de 1882, questionam a psiquiatria com
argumentos semelhantes, embora com tipos de textos distintos.
Esses textos possuem os seguintes traços que os distinguem, respectivamente:
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2952Q596025 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ, 2018

Texto associado.
                                                           O DNA do racismo
Proponho ao leitor um simples experimento. Dirija-se a um local bastante movimentado e observe
cuidadosamente as pessoas ao redor. Deverá logo saltar aos olhos que somos todos muito
parecidos e, ao mesmo tempo, muito diferentes.
Realmente, podemos ver grandes similaridades no plano corporal, na postura ereta, na pele fina
e na falta relativa de pelos, características da espécie humana que nos distinguem dos outros
primatas. Por outro lado, serão evidentes as extraordinárias variações morfológicas entre as
diferentes pessoas: sexo, idade, altura, peso, massa muscular, cor e textura dos cabelos, cor
e formato dos olhos, cor da pele etc. A priori, não existe absolutamente nenhuma razão para
valorizar mais uma ou outra dessas características no exercício de investigação.
Nem todos esses traços têm a mesma relevância. Há características que podem nos fornecer
informações sobre a origem geográfica ancestral das pessoas: uma pele negra pode nos levar a
inferir que a pessoa tem ancestrais africanos, olhos puxados evocam ancestralidade oriental
etc. E isso é tudo: não há absolutamente mais nada que possamos captar à flor da pele. Pense
bem. O que têm a pigmentação da pele, o formato e a cor dos olhos ou a textura do cabelo a ver
com as qualidades humanas singulares que definam uma individualidade existencial?
Em nítido contraste com as conclusões do experimento de observação empírica acima, está
a rigidez da classificação da humanidade feita pelo naturalista sueco Carl Linnaeus, em 1767.
Ele apresentou, pela primeira vez na esfera científica, uma categorização da espécie humana,
distinguindo quatro raças principais e qualificando-as de acordo com o que ele considerava suas
características principais:
• Homo sapiens europaeus: branco, sério, forte;
• Homo sapiens asiaticus: amarelo, melancólico, avaro;
• Homo sapiens afer: negro, impassível, preguiçoso;
• Homo sapiens americanus: vermelho, mal-humorado, violento.
Observe o leitor que as raças de Linnaeus continham traços peculiares fixos,
ou seja, havia a expectativa de todos os europeus serem “brancos, sérios
e fortes”. Assim, teríamos de esperar que as pessoas negras ao redor de
nós tivessem tendências “impassíveis e preguiçosas”, e que as de olhos
puxados fossem predispostas a “melancolia e avareza”.
Esse é um exemplo do absurdo da perspectiva essencialista ou tipológica de raças humanas.
Nesse paradigma, o indivíduo não pode simplesmente ter a pele mais ou menos pigmentada,
ou o cabelo mais ou menos crespo – ele tem de ser definido como “negro” ou “branco”, rótulo
determinante de sua identidade.
Esse tipo de associação fixa de características físicas e psicológicas, que incrivelmente ainda persiste
na atualidade, não faz absolutamente nenhum sentido do ponto de vista genético e biológico! O
genoma humano tem cerca de 20 mil genes e sabemos que poucas dúzias deles controlam a
pigmentação da pele e a aparência física dos humanos. Está 100% estabelecido que esses genes
não têm nenhuma influência sobre qualquer traço comportamental ou intelectual.
                                                                                                                              SÉRGIO DANILO PENA
                                                                                       Adaptado de cienciahoje.org.br, 11/07/2008.
O terceiro parágrafo contém uma conclusão acerca dos resultados do experimento descrito nos dois parágrafos
anteriores.
Essa conclusão se baseia no seguinte posicionamento do autor:
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2953Q54469 | Matemática, Funções e Funções Compostas, Vestibular, Vestibular

(UFSE) Se f é uma função do primeiro grau tal que f(12) = 45 e f(15) = 54, então f(18) é igual a:
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2954Q935476 | História, Segunda Guerra Mundial, Vestibular

(ENEM 2015) A participação da África na Segunda Guerra Mundial deve ser apreciada sob a ótica da escolha entre vários demônios. O seu engajamento não foi um processo de colaboração com o imperialismo, mas uma luta contra uma forma de hegemonia ainda mais perigosa.

MAZRUI, A. “Procurai primeiramente o reino do político…” In: MAZRUI, A., WONDJI, C. (Org.). História geral da África: África desde 1925. Brasília: Unesco, 2010.

Para o autor, a “forma de hegemonia” e uma de suas características que explicam o engajamento dos africanos no processo analisado foram:

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2955Q934950 | Sociologia, Teorias Sociológicas Clássicas

Texto associado.

(UEA - SIS) Leia o texto para responder à questão.

O melhor método de análise social deve começar pelo real e pelo concreto. Em economia, começar-se-ia pela população, que é a base da produção como um todo. Mas, numa observação atenta, apercebemo-nos de que há aqui um erro. A população é uma abstração se desprezarmos as classes de que se compõe. Entretanto, essas classes são uma palavra oca se ignorarmos os elementos em que repousam, como o trabalho assalariado, o capital etc. O capital, sem o trabalho assalariado, sem o dinheiro, não é nada. Assim, se começássemos pela população teríamos uma visão caótica do todo e, através de uma análise, chegaríamos a conceitos e a determinações mais simples. Partindo daqui, seria necessário caminhar em sentido contrário até chegar finalmente de novo à população, que será, desta vez, uma totalidade de relações numerosas.

(Karl Marx. “Introdução à crítica da economia política”. Contribuição à crítica da economia política, 2015. Adaptado.)

A perspectiva metodológica do marxismo recebeu a denominação de

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2956Q934917 | Filosofia, Filosofia contemporânea

(IF-RS 2015) Acerca da fenomenologia de Edmund Husserl, analise as afirmativas abaixo e marque “V" para VERDADEIRO e “F" para FALSO.

( ) Enquanto saber fundado nas essências, é um conhecimento absolutamente necessário, em oposição ao conhecimento baseado na experiência empírica dos fatos contingentes.

( ) Analisa dados externos à consciência, ou seja, funda-se na essência dos fenômenos e na objetividade transcendental, pois as essências existem na consciência e no mundo exterior.

( ) O método fenomenológico deriva de uma atitude, presumidamente sem pressupostos, objetivando proporcionar ao conhecimento filosófico as bases sólidas de uma ciência de rigor.

( ) Busca a raiz de toda atividade filosófica e científica. Além disso, conduz à certeza do conhecimento e, por conseguinte, é ela uma disciplina a priori.

( ) O método fenomenológico é analítico, conduzindo a resultados específicos e cumulativos, como no caso de investigações científicas, fazendo inferências e conduzindo a teorias metafísicas.

 A sequência correta de cima para baixo encontra-se em qual alternativa?

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2957Q934657 | Química, Reações Químicas, ENEM

(ENEM 2022) A biomassa celulósica pode ser utilizada para a produção de etanol de segunda geração. Entretanto, é necessário que os polissacarídeos sejam convertidos em mono e dissacarídeos, processo que pode ser conduzido em meio ácido:

Nessa conversão de polissacarídeos, a função do íon H+H+ é

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2958Q934504 | Biologia, Teorias da Evolução, ENEM

Quando falamos em evolução, referimo-nos às mudanças que ocorreram nos organismos ao longo de milhares de anos. Existem diferentes teorias que explicam essas mudanças, como é o caso da teoria proposta por Lamarck. Para esse pesquisador, a evolução ocorre em razão da ação de duas leis:

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2959Q934214 | Biologia, Fundamentos da Ecologia

O que é uma população em ecologia?

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2960Q934025 | Filosofia, Aristóteles

Qual escola filosófica helenística defende a ideia de que o objetivo da vida é a busca do prazer moderado para alcançar um estado de tranquilidade e liberdade do medo (ataraxia)?

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