Início

Questões de Concursos Acessibilidade e Desenho Universal

Resolva questões de Acessibilidade e Desenho Universal comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


21Q1031326 | Arquitetura, Acessibilidade e Desenho Universal, Arquiteto, Prefeitura de Canaã dos Carajás PA, FGV, 2025

Sobre a colocação dos espelhos nos sanitários públicos destinados a Pessoas com Deficiência (PcD), de acordo com a NBR 9050:2020, assinale a opção que indica um critério que deverá ser atendido.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

22Q1031325 | Arquitetura, Acessibilidade e Desenho Universal, Arquiteto, Prefeitura de Canaã dos Carajás PA, FGV, 2025

Na reforma do edifício em que funciona a Câmara Municipal, o arquiteto deverá projetar a rampa de acesso com inclinação máxima permitida pela NBR 9050:2020, que estabelece os parâmetros de acessibilidade para Pessoas com Deficiência (PcD).

Nesse caso específico, a inclinação deverá ser de
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

23Q1031328 | Arquitetura, Acessibilidade e Desenho Universal, Arquiteto, Prefeitura de Canaã dos Carajás PA, FGV, 2025

No projeto para a nova Escola Municipal foi adotado o número mínimo de sanitários acessíveis com entradas independentes, com o mínimo de um para cada sexo, em cada pavimento em que houver sanitários.

Em conformidade com a NBR 9050:2020, assinale a opção que indica a porcentagem do total de cada peça sanitária que deverá ser respeitada.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

24Q965635 | Arquivologia, Acessibilidade e Desenho Universal, Arquiteto, Caixa Econômica Federal, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
O Decreto-Lei n.º 25, de 30 de novembro de 1937, assinado por Getúlio Vargas e Gustavo Capanema, define o patrimônio histórico e artístico nacional como o conjunto de bens móveis e imóveis existentes no nosso país cuja preservação seja do interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da nossa história, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. Contudo, há importantes formalidades a serem cumpridas para que um determinado bem se torne oficialmente parte do patrimônio histórico e artístico nacional, como as determinações para que não ocorra a apropriação indevida de um bem de grande, de irrecusável valor artístico ou histórico - especialmente aquelas que poderiam implicar na nacionalização súbita ou forçada de uma obra. A acessibilidade aos bens tombados também é outro fundamental aspecto para seu usufruto como patrimônio histórico e artístico (tratado, em especial, pela Instrução Normativa N.º 1, de 25 de novembro de 2003). Considerando as diretrizes das peças normativas citadas, julgue os itens seguintes.


A definição de rota acessível nas soluções que visam a acessibilidade em edificações inscritas como patrimônio histórico e artístico, prevê percursos contínuos, de um modo geral, mas eventualmente descontínuos, de forma a considerar os casos em que a forma edificada tenha severas limitações quanto a ser tornada acessível à pessoas portadoras de deficiência.
  1. ✂️
  2. ✂️

25Q965637 | Arquivologia, Acessibilidade e Desenho Universal, Arquiteto, Caixa Econômica Federal, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
A Lei n.º 10.098, de 19 de dezembro de 2000, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação. Já a Norma Técnica 9050 (NBR 9050), da Associação Brasileira de Normas Técnicas, estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. Esses dois importantes documentos se juntam a um crescente corpo de orientações normativas que busca criar o máximo de acessibilidade aos espaços construídos - e aos naturais, no caso das áreas ambientalmente protegidas e que são objeto de visitação pública - para as pessoas que apresentam deficiências que limitem a sua mobilidade ou percepção do ambiente construído ou natural. Mais que isso, a observação dessas orientações torna o ambiente construído pelo homem ainda mais confortável e seguro para as pessoas que não apresentem deficiências que dificultem significativamente a sua experiência ambiental. Considerando esse corpo de normas, julgue os itens que se seguem.


Rampa, para o projeto orientado à acessibilidade física, é definida como a inclinação da superfície de piso, longitudinal ao sentido de caminhamento. Consideram- se rampas aquelas com declividade igual ou superior a 5%.
  1. ✂️
  2. ✂️

26Q1083101 | Arquitetura, Acessibilidade e Desenho Universal, Arquiteto e Urbanista, Prefeitura de São José do Cedro SC, AMEOSC, 2025

A norma ABNT NBR 9050:2020 estabelece critérios técnicos para a concepção de espaços acessíveis, incluindo sanitários de uso público. Acerca dos requisitos para a instalação de barras de apoio em bacias sanitárias acessíveis, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)Ao lado da bacia sanitária, na parede lateral, deve ser instalada uma barra de apoio horizontal com comprimento mínimo de 0,80 m, a uma altura de 0,75 m do piso acabado.

(__)Na parede de fundo, atrás da bacia sanitária, deve ser instalada uma barra de apoio horizontal com comprimento mínimo de 0,80 m, fixada a 0,75 m do piso e avançando 0,30 m além do eixo da bacia em direção à parede lateral.

(__)A barra de apoio lateral articulada (rebatível), quando abaixada, deve estar a uma altura de 0,85 m do piso acabado e seu comprimento deve ser de no mínimo 0,70 m.

(__)Todas as barras de apoio, tanto fixas quanto articuladas, devem ter um diâmetro entre 3,0 cm e 4,5 cm e suportar um esforço mínimo de 150 kg (1,5 kN) em qualquer ponto.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

27Q965633 | Arquivologia, Acessibilidade e Desenho Universal, Arquiteto, Caixa Econômica Federal, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
O Decreto-Lei n.º 25, de 30 de novembro de 1937, assinado por Getúlio Vargas e Gustavo Capanema, define o patrimônio histórico e artístico nacional como o conjunto de bens móveis e imóveis existentes no nosso país cuja preservação seja do interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da nossa história, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. Contudo, há importantes formalidades a serem cumpridas para que um determinado bem se torne oficialmente parte do patrimônio histórico e artístico nacional, como as determinações para que não ocorra a apropriação indevida de um bem de grande, de irrecusável valor artístico ou histórico - especialmente aquelas que poderiam implicar na nacionalização súbita ou forçada de uma obra. A acessibilidade aos bens tombados também é outro fundamental aspecto para seu usufruto como patrimônio histórico e artístico (tratado, em especial, pela Instrução Normativa N.º 1, de 25 de novembro de 2003). Considerando as diretrizes das peças normativas citadas, julgue os itens seguintes.


A intervenção arquitetônica ou urbanística nas soluções para acessibilidade em edificações inscritas no respectivo livro de tombo deverá contar com o registro e a indicação da época de implantação do sistema integrado de elementos em acessibilidade, do tipo de tecnologia e de material utilizados, indicando, se possível, os fabricantes de cada elemento e suas especificações precisas.
  1. ✂️
  2. ✂️

28Q1074685 | Arquitetura, Acessibilidade e Desenho Universal, Arquitetura, INSS, FUNRIO

Em relação ao acesso e circulação de pessoas em cadeira de rodas, pode-se afirmar que para deslocamento em linha reta a largura mínima necessária para a circulação de uma cadeira de rodas é:

I – 0,80 m ao passar pelas portas ou obstáculos fixos;
II – 1,20 m para a circulação simultânea de uma cadeira de rodas e uma pessoa;
III – 1,50 m para a circulação simultânea de duas cadeiras de rodas.

Quantas dessas afirmações estão corretas?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

29Q965636 | Arquivologia, Acessibilidade e Desenho Universal, Arquiteto, Caixa Econômica Federal, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
A Lei n.º 10.098, de 19 de dezembro de 2000, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação. Já a Norma Técnica 9050 (NBR 9050), da Associação Brasileira de Normas Técnicas, estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. Esses dois importantes documentos se juntam a um crescente corpo de orientações normativas que busca criar o máximo de acessibilidade aos espaços construídos - e aos naturais, no caso das áreas ambientalmente protegidas e que são objeto de visitação pública - para as pessoas que apresentam deficiências que limitem a sua mobilidade ou percepção do ambiente construído ou natural. Mais que isso, a observação dessas orientações torna o ambiente construído pelo homem ainda mais confortável e seguro para as pessoas que não apresentem deficiências que dificultem significativamente a sua experiência ambiental. Considerando esse corpo de normas, julgue os itens que se seguem.


Em todas as áreas de estacionamento de veículos, localizadas em vias ou em espaço públicos, deverão ser reservadas vagas próximas dos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos que transportem pessoas portadoras deficiência ou com dificuldade de locomoção. Essas vagas deverão ser em número equivalente a dois por cento do total de vagas, devendo ser garantida, no mínimo, uma vaga, devidamente sinalizada e com as especificações técnicas de desenho e traçado de acordo com as normas técnicas vigentes.
  1. ✂️
  2. ✂️

30Q1030069 | Arquitetura, Acessibilidade e Desenho Universal, Perito em Arquitetura, MPU, FGV, 2025

No projeto de um auditório, foi decidido incluir espaços para PCR em fileira intermediária. Considerando a fileira frontal e a fileira posterior do espaço reservado para PCR, a distância mínima entre essas duas fileiras, em metros, é de:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

31Q966138 | Arquitetura, Acessibilidade e Desenho Universal, Arquiteto, Caixa Econômica Federal, CESPE CEBRASPE

Proporcionar conforto e acessibilidade das edificações para os portadores de necessidades especiais é obrigatório e trata-se de um direito que qualquer cidadão deve usufruir. Quanto a esse tema, assinale a opção correta.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

32Q1072566 | Sem disciplina, Acessibilidade e Desenho Universal, Arquitetura, INSS, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
Cada vez mais nos convencemos de que a qualidade
acústica de um espaço não é função apenas dos seus
acabamentos, mas principalmente da geometria e volumetria.
Tudo o que é ou deixa de ser incorporado no projeto de um
auditório determina sua qualidade acústica.

José Augusto Nepomuceno. Revista Eventos, n.º 8, fev./mar. de 2000 (com adaptações).

Com relação ao tema apresentado no texto, julgue os próximos
itens
Em salas para teatro e música, a curva de visibilidade deverá ter um desnível de 0,1 m entre as fileiras, e 0,6 m de distância entre um espaldar e outro.
  1. ✂️
  2. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.