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Questões de Concursos Conceitos Filosóficos

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381Q1073577 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, IF MT, IF MT, 2024

“Em comparação com Portugal, a evolução do pensamento filosófico no Brasil Colônia se fez de maneira bastante lenta na sua fase inicial, e de maneira muito mais rápida e radical na sua fase final. Isso foi assim porque na Colônia as novidades chegavam muito depois de terem sido conhecidas ou implantadas na Metrópole, e, além disso, a resistência à divulgação ou implantação delas por parte da administração lusitana era maior no Brasil do que em Portugal. As coisas melhoraram um pouco durante o Ciclo do Ouro, no século XVIII, quando surgiu na região das Minas Gerais uma sociedade mais arejada do que a do engenho de açúcar no Nordeste. Mas os avanços filosóficos introduzidos foram muito modestos e acabaram sendo contrabalançados não só pela crise educacional resultante da expulsão dos jesuítas em 1759, mas também pela fracassada reforma pedagógica que aqui se tentou implantar depois disso. Essa situação de atraso foi subitamente rompida – e de maneira absolutamente radical – pela transferência da Corte ao Brasil”.

(MARGUTTI, P. História da Filosofia do Brasil. O período colonial (1500-1822). São Paulo: Loyola, 2013, p. 355)

Considerando o texto acima e as características da filosofia brasileira no período colonial apontadas por Paulo Margutti, assinale a afirmativa INCORRETA.
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382Q1069232 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, SEC BA, IBFC, 2023

“Quando acompanhamos a história das ideias éticas, desde a Antiguidade clássica (greco-romana) até nossos dias, podemos perceber que, em seu centro, encontra-se o problema da violência e dos meios para evitá-la, diminuí-la, controlá-la. Diferentes formações sociais e culturais instituíram conjuntos de valores éticos como padrões de conduta, de relações intersubjetivas e interpessoais, de comportamentos sociais que pudessem garantir a integridade física e psíquica de seus membros e a conservação do grupo social.” (CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. SP: Ed. Ática, 2000; p.432).
Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. O conceito de agente autônomo é essencial no pensamento ético. Suas origens são do grego antigo, sendo a junção das palavras autos que significa “eu mesmo” ou “si mesmo” e a palavra nomos que significa “lei”, “norma”, “regra”. Portanto trata-se daquele que tem o poder para dar a si mesmo a regra, a norma, a lei, gozando de liberdade e autonomia. II. O valor supremo da ética é a liberdade, então nada pode restringir a ação de um agente livre, mesmo quando ele causa dor para outros indivíduos. A moral como relativa historicamente e variável para cada sociedade não pode ter valores universais. Uma determinada sociedade pode conter indivíduos que gostem de sentir dor e serem humilhados. III. No pensamento ético existe uma relação entre meios e fins para se atingir objetivos. Porém, essa relação pressupõe a ideia de discernimento, ou seja, o uso da razão para distinguir entre meios morais e imorais, tais como nossa sociedade os definem. Esse discernimento precisa ser educado e desenvolvido para os valores morais, pois ele é criado pela vida intersubjetiva e social, e não nasce conosco, sendo um item fundamental no desenvolvimento de uma pedagogia voltada para o desenvolvimento humano. IV. A conduta ética é aquela na qual o agente não sabe exatamente o que está em seu poder de realizar, deixando-se arrastar pelas circunstâncias e instintos. Também pode ser considerada uma atitude ética quando se submete a uma vontade alheia, recusando-se a independência e capacidade de autodeterminação.

Estão corretas as afirmativas:
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383Q1070011 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Psicologia, HCFMUSP, VUNESP, 2024

Na visão de Martin Heiddegger, temporalidade, finitude e angústia, entre outras condições, constituem
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384Q1069244 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, SME SP, FGV, 2023

Sobre a forma maquiaveliana de pensar a política, a chamada “revolução maquiaveliana”, é correto afirmar que
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385Q1071297 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, IF TO, IF TO, 2021

“Comum a todos os raciocínios que cometem falácias de relevância é a circunstância de suas premissas serem logicamente irrelevantes para as suas conclusões e, portanto, serem incapazes de estabelecer a verdade dessas conclusões.” In: COPI, I.M. Introdução à lógica. Trad: Álvaro Cabral. 2.ed. São Paulo: Editora Mestre Jou, 1978. p.74.
De acordo com I.M. Copi, uma dessas falácias de relevância é o Argumentum ad Hominem. Em relação a essa falácia está incorreto afirmar que
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386Q1071308 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, IF TO, IF TO, 2021

Em sua famosa obra Sein und Zeit (1927), Heidegger definia a filosofia “como ε҆πιστήμη τιϛ τῆϛ ἀληϑείαϛ, ciência da verdade [...] caracterizada como uma ὲπιστήμη, ἢ ϑεωρεῖ τὸ ὂν ᾖ ὂν, como ciência que considera o ente como ente, isto é, com respeito a seu ser” (HEIDEGGER, 1967, p. 213). A acusação feita pelo filósofo alemão é a de que a filosofia ocidental esqueceu (ou se apartou) da questão fundamental, qual seja, a questão do Ser. No entanto, depois de perceber que a tarefa fundamental da filosofia é a questão do significado do Ser, filosofia é, para ele, o pronunciamento “da coisa mais original que existe” ele percebe que o homem é o único que pode fazer a si mesmo essa pergunta. Portanto, perguntar-nos sobre o Ser implica indagar sobre quem faz essa pergunta. Assim, passamos da dúvida sobre o Ser à questão do que é o homem. Do exposto, segue-se que a reflexão de Heidegger em Sein und Zeit se desenvolve nos campos da
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387Q1071062 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, SEED RR, IBFC, 2021

Considere os argumentos abaixo, para os quais “P1” e “P2” são premissas e “C” é a conclusão:
Argumento 1.
P1. Todos os pinguins são aves. P2. Picolino é uma ave. C. Logo, Picolino é um pinguim.

Argumento 2. P1. Todo homem é mortal. P2. Sócrates é homem. C. Logo, Sócrates é mortal.

Sobre estes argumentos, analise as seguintes afirmativas.

I. São ambos argumentos válidos, pois tanto suas conclusões quanto suas premissas são verdadeiras. II. Apenas o Argumento 2 é válido, pois sua conclusão se segue, necessariamente, das premissas. III. O Argumento 1 é válido, pois é de conhecimento de todos que Picolino, personagem icônico do seriado “Pica-Pau”, é um pinguim. IV. O Argumento 1 é inválido, pois sua forma lógica é inválida. Ainda que premissas e conclusão sejam verdadeiras, não se pode dizer que a verdade da conclusão, necessariamente, se infira da verdade das premissas.

Assinale a alternativa que apresente apenas afirmativas incorretas.
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388Q1071332 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Professor de História, Prefeitura de Maracajá SC, Unesc, 2022

Sobre as múltiplas concepções de tempo e temporalidade, assinale a alternativa INCORRETA.
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389Q1071083 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Edital n 73, IF PI, IF PI, 2022

Texto associado.
Texto I

“(...) concebo umas particularidades referentes aos números, às figuras, aos movimentos e a outras coisas semelhantes, cuja verdade se revela com tanta evidência e se acorda tão bem com minha natureza que, quando começo a descobri-las, não me parece que aprendo algo de novo, mas, antes, que me recordo de algo que já sabia anteriormente, isto é, que percebo coisas que estavam já no meu espírito, embora eu ainda não tivesse voltado meu pensamento para elas.

E o que, aqui, estimo mais considerável é que eu encontro em mim uma infinidade de ideias de certas coisas que não podem ser consideradas um puro nada, embora talvez elas não tenham nenhuma existência fora do meu pensamento, e que não são fingidas por mim, conquanto esteja em minha liberdade pensá-las ou não pensá-las; mas elas possuem suas naturezas verdadeiras e imutáveis.”

(DESCARTES, René. Meditações Metafísicas. Tradução de Maria Ermantina Galvão. São Paulo: Martins Fontes, 2005. p.98-97)

Texto II

“Consiste numa opinião estabelecida entre alguns homens que o entendimento comporta certos princípios inatos, certas noções primárias (...). Seria sufi ciente para convencer os leitores, sem preconceito da falsidade desta hipótese, se pudesse apenas mostrar como os homens, simplesmente pelo uso de suas faculdades naturais, podem adquirir todo conhecimento que possuem, sem ajuda de quaisquer impressões inatas, e podem alcançar a certeza, sem quaisquer destas noções ou princípios originais.”

(LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. Tradução de Anoar Aiex e E. Jacy Monteiro. 2.ed. São Paulo: Brasil Cultural, 1978. p.145. (Coleção Os pensadores)
Os textos acima expressam duas concepções centrais em teoria do conhecimento. Sobre estas concepções podemos AFIRMAR que:
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390Q1071084 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Edital n 73, IF PI, IF PI, 2022

Texto associado.
Texto I

“(...) concebo umas particularidades referentes aos números, às figuras, aos movimentos e a outras coisas semelhantes, cuja verdade se revela com tanta evidência e se acorda tão bem com minha natureza que, quando começo a descobri-las, não me parece que aprendo algo de novo, mas, antes, que me recordo de algo que já sabia anteriormente, isto é, que percebo coisas que estavam já no meu espírito, embora eu ainda não tivesse voltado meu pensamento para elas.

E o que, aqui, estimo mais considerável é que eu encontro em mim uma infinidade de ideias de certas coisas que não podem ser consideradas um puro nada, embora talvez elas não tenham nenhuma existência fora do meu pensamento, e que não são fingidas por mim, conquanto esteja em minha liberdade pensá-las ou não pensá-las; mas elas possuem suas naturezas verdadeiras e imutáveis.”

(DESCARTES, René. Meditações Metafísicas. Tradução de Maria Ermantina Galvão. São Paulo: Martins Fontes, 2005. p.98-97)

Texto II

“Consiste numa opinião estabelecida entre alguns homens que o entendimento comporta certos princípios inatos, certas noções primárias (...). Seria sufi ciente para convencer os leitores, sem preconceito da falsidade desta hipótese, se pudesse apenas mostrar como os homens, simplesmente pelo uso de suas faculdades naturais, podem adquirir todo conhecimento que possuem, sem ajuda de quaisquer impressões inatas, e podem alcançar a certeza, sem quaisquer destas noções ou princípios originais.”

(LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. Tradução de Anoar Aiex e E. Jacy Monteiro. 2.ed. São Paulo: Brasil Cultural, 1978. p.145. (Coleção Os pensadores)
John Locke é um dos principais representantes do empirismo, afirmando que o conhecimento se funda e deriva da experiência sensível. O texto abaixo exprime essa compreensão.
“Suponhamos, pois, que a mente é, como dissemos, um papel em branco, desprovida de todos os caracteres, sem quaisquer ideias; como ela será suprida? De onde lhe provém este vasto estoque, que a ativa e que a ilimitada fantasia do homem pintou nela com uma variedade quase infinita? De onde apreende todos os materiais da razão e do conhecimento? A isso respondo, numa palavra, da experiência.”
(LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. Tradução de Anoar Aiex e E. Jacy Monteiro. 2.ed. São Paulo: Brasil Cultural, 1978. p.160. (Coleção Os pensadores)
Sobre o empirismo de John Locke, podemos AFIRMAR:
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391Q1071633 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, IF SE, IV UFG, 2024

Leia o trecho a seguir.

“Todos os conhecimentos, quer dizer, todas as representações relacionadas a um objeto são ou intuições ou conceitos”

KANT, Imannuel. Lógica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1999, p. 109.


O trecho acima citado mostra uma diferenciação kantiana entre conceitos e intuições. Segundo Kant
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392Q1071638 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, IF SE, IV UFG, 2024

A sociedade contemporânea viu renascer o interesse pela Filosofia Estoica. No que diz respeito à ética estoica, ela se caracteriza por
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394Q1070380 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, IF Sertão PE, FUNDATEC, 2025

Analise o trecho a seguir, retirado da nona proposição do texto “Ideia de uma História Universal Com um Propósito Cosmopolita”, de Immanuel Kant:

“Um ensaio filosófico que procure elaborar toda a história mundial segundo um plano da Natureza, em vista da perfeita associação civil no gênero humano, deve considerar-se não só como possível, mas também como fomentando esse propósito da Natureza. É decerto um anúncio estranho e, quanto à aparência, incongruente querer conceber a história segundo uma ideia de como deveria ser o curso do mundo, se houvesse de se ajustar a certos fins racionais; parece que, num tal intento, apenas poderia vir à luz uma novela. Mas se a Natureza, por suposição, mesmo no jogo da liberdade humana, não procede sem plano e meta final, semelhante ideia poderia ser muito útil; e embora sejamos míopes para divisarmos o mecanismo secreto do seu dispositivo, essa ideia poderia, contudo, servirnos de fio condutor para representar como sistema pelo menos em conjunto, um acervo, aliás sem plano, das acções humanas. Com efeito, se partirmos da história grega – como aquela pela qual se nos conservou ou, pelo menos, se deve autenticar toda a outra história mais antiga ou coetânea; se seguirmos a sua influência na formação e na desintegração do corpo político do povo romano, que absorveu o Estado grego, e a influência daquele sobre os bárbaros que, por seu turno, destruíram o Estado romano, e assim sucessivamente até aos nossos dias; se, além disso, acrescentarmos episodicamente a história política dos outros povos, cujo conhecimento chegou gradualmente até nós por intermédio dessas nações ilustradas: descobrir-se-á um curso regular da melhoria da constituiçãoestatal na nossa parte do mundo (que, provavelmente, algum dia dará leis a todas as outras)”.

Com base no trecho acima e no sistema filosófico kantiano, analise as assertivas a seguir:

I. A liberdade humana não impede Kant de admitir a possibilidade de um desenvolvimento histórico guiado por um propósito natural implícito.
II. O progresso histórico é garantido pelas revoluções políticas, que representam, segundo Kant, rupturas inconciliáveis com qualquer plano racional da Natureza.
III. A história humana, mesmo em sua aparência caótica e acidental, pode ser interpretada racionalmente a partir da hipótese de um plano teleológico da Natureza.
IV. Kant rejeita por completo a ideia de que o curso da história possa estar vinculado a uma finalidade racional, considerando essa hipótese fictícia e inútil.
V. A razão humana, embora limitada, pode supor a presença na história de progresso gradual rumo à realização das potencialidades morais do gênero humano.

Quais estão corretas?
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395Q1071918 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, Prefeitura de Santa Fé do Sul SP, Instituto Consulplan, 2024

Em uma sociedade futura fictícia, os cidadãos passaram a valorizar exclusivamente o progresso científico e tecnológico, negligenciando completamente qualquer forma de expressão artística. A política nacional é pautada em decisões científicas, e a arte é vista como irrelevante para a formação do ser humano. No entanto, um grupo de filósofos começa a questionar essa visão, argumentando que o valor da arte transcende seu uso prático e funcional, além de ser essencial para a compreensão mais profunda do ser humano e da moralidade. Considerando a situação hipotética, assinale a corrente filosófica que mais adequadamente questionaria a visão predominante na sociedade descrita.
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396Q1070383 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Artes, Prefeitura de Mata de São João BA, MS Consultoria, 2023

Para o filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804), a arte diferencia-se da natureza por ser uma atividade racional e livre. Assim, uma teia de aranha, embora possa parecer bela, não é uma obra de arte, já que se trata de uma tarefa mecânica e natural. Para Kant, a arte também se diferencia da ciência. Para ele, para se produzir uma obra de arte não basta ter conhecimento sobre um determinado assunto - é preciso ter habilidade para fazer. Kant define a arte estética como aquela cuja finalidade imediata é o sentimento do prazer, não apenas o prazer ligado às sensações, mas também _______________________.

(Por: Adriano Padilha. Mestre em Comunicação, Arte e Cultura)

Marque a expressão que completa a visão de Kant.
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397Q1070901 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, SEED PR, CESPE CEBRASPE, 2021

Os silogismos categóricos são argumentos formados com enunciados categóricos. Todos os silogismos têm duas premissas e uma conclusão. Um silogismo só possui três termos distintos; sendo um termo médio e dois termos extremos. Nesse sentido, é correto afirmar que o termo médio ocorre
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398Q1069891 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Assistente Social, HEMOMINAS, SELECON, 2025

A base ontológico-social da ética se constitui através da sociabilidade, da universalidade, da consciência e da liberdade. Essas são mediações que instituem a diferença do ser social em face aos outros seres da natureza e são postas em movimento através da atividade vital do(da):
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399Q1071939 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, Prefeitura de Santana de Parnaíba SP, MS CONCURSOS, 2024

Etimologicamente lógica vem do grego logos, que significa ‘palavra’, ‘expressão’, ‘pensamento’, ‘conceito’, ‘discurso’, ‘razão’. Ela se ocupa com a razão e o pensamento. É uma disciplina propedêutica, é o vestíbulo da filosofia, ou seja, a antessala, o instrumento que vai permitir o caminhar rigoroso do filósofo ou do cientista. Portanto, o objeto da lógica é o(a):
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400Q1069381 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, Prefeitura de Abelardo Luz SC, Instituto Fênix, 2024

Por que a natureza reflexiva é considerada uma característica essencial da atividade filosófica?
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