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Questões de Concursos Concordância Verbal e Nominal

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181Q374209 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Policial Penal Agente Penitenciário, SAP SP, MSConcursos

Ainda quanto à concordância nominal, assinale a alternativa incorreta.
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182Q244032 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Técnico Bancário, BANPARÁ, ESPP

Considere as orações abaixo.

I. A maioria das pessoas que compraram os ingressos não os recebeu no prazo combinado.

II. Considerou-se, na entrevista, todas as respostas do candidato.

III. Havia muitas pessoas na festa.

A concordância está correta somente em

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183Q236789 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Promotor de Justiça, MPE SC, MPE SC

Texto associado.

ANALISE CADA UM DOS ENUNCIADOS DAS QUESTÕES
ABAIXO E ASSINALE
CERTO - (C) OU ERRADO - (E)

No período "Se não bastantes tais cautelas, é também preciso ter muita atenção com a forma por meio da qual se ajustará com o profissional o hiring bônus ou sign-on bônus na fase de negociação", a palavra destacada apresenta um desvio às orientações do padrão culto da língua escrita em relação à concordância nominal, pois é uma palavra invariável, logo não admite qualquer tipo de flexão. (Extraído da Revista Visão Jurídica, número 82, p. 13).

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184Q252713 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Técnico Judiciário Enfermagem, TRT 23a REGIÃO, FCC

Texto associado.

O cangaço está nas telas de nossos maiores artistas,
rendeu filmes premiados, personagens de livros clássicos, e se
mantém como fonte de estudo e paixão. A riqueza do fenômeno
parece sem fim. O historiador Frederico Pernambucano de
Mello prova isso ao esquadrinhar um aspecto original do
fenômeno. Em seu livro Estrelas de Couro A estética do
cangaço,
apresenta uma abordagem do visual do cangaceiro,
adornado e caracterizado com detalhes capazes de ombreá-lo a
um cavaleiro medieval europeu ou a um guerreiro samurai.
Oferece ideias bem estruturadas sobre a razão das moedas de
prata e ouro pregadas no chapéu, do desenho costurado na
roupa e de outras minúcias.
As roupas, acessórios, calçados e armas dos canga-
ceiros não tinham função única. Sob a análise do historiador,
esse personagem surge supersticioso. Presas a seu corpo, ele
levava diferentes orações com a função de protegê-lo. Objetivo
semelhante tinham os símbolos com os quaisenfeitava o cha-
péu, como o signo de Salomão, que reunia a ideia de poder, de
proteção, de devolver as ofensas.
A roupa cheia de metais, espelhos e multicores não era
um traje de camuflagem, muito ao contrário. Essa característica
do cangaceiro, analisa o autor, mostra o caráter arcaico do
homem ligado ao sobrenatural, às coisas da vida e da morte. É
um traço presente em outras manifestações de arte popular
ligadas à divindade. "Os ex-votos, por exemplo, são peças que
servem de pagamento à graça alcançada. A carranca do rio São
Francisco, vendida em sacos de estopa para que o dono da
embarcação não a visse, serve como um abre-caminhos, um
protetor contra os malefícios que poderiam estar a cada dobra
do rio", explica o historiador.


(Celso Calheiros, CartaCapital, 29 de outubro de 2010, p. 70-
71, com adaptações)

A concordância verbal e nominal está inteiramente correta em:

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185Q373680 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Analista Judiciário, TJ RO, FGV

?... a primeira versão do que se tornaria essa famosa rede social?.

A forma verbal ?tornaria? foi empregada com o seguinte valor:

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186Q374270 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Analista Administrativo, CREA SP, NOSSO RUMO

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta em relação à concordância nominal.
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187Q373947 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Técnico Judiciário, Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul RS, FCC

As regras de concordância estão plenamente respeitadas na frase:
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188Q373111 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Administrador, FCP, AOCP

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à concordância verbal, assinale a alternativa correta.
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189Q708980 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Agente Fiscal de Postura, Prefeitura de Suzano SP, Consulplan, 2019

Texto associado.

      Leniro leu um jornal pela primeira vez aos 40 anos. Hoje, aos 50 e poucos, só lamenta não ter podido se deliciar com as entrevistas do Pasquim quando tinha 20 e tantos. Agora, ainda que os jornais e revistas não facilitem muito, ele lê de tudo.

      Leniro é cego. Ele lê graças a um programa de computador, com sintetizador de voz, criado no Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro por um professor chamado Antonio Borges. Ao encontrar um aluno cego, Marcelo Pimentel, na sua sala da disciplina de computação gráfica, Antonio descobriu que precisava inventar algo que tornasse possível aos deficientes visuais ter acesso ao computador e à internet. Isso era início dos anos 90 e, naquele momento, as opções existentes eram bastante precárias. Antonio criou um programa chamado Dosvox, que permite aos cegos acessar a internet, ler e escrever, mandar e receber e-mails, participar de chats e trocar ideias como qualquer um que pode ver.

      Até então, cegos como Leniro viviam num universo restrito. Muito pouco era convertido ao braille. E, se um cego escrevesse em braille, seria lido apenas entre cegos. Também havia as fitas cassetes, com a gravação de livros lidos em voz alta. Mas era sempre a leitura de um outro. E continuavam sendo poucos os livros disponíveis em fitas. Jornais e revistas em geral só podiam ser alcançados se alguém se oferecesse para ler em voz alta. A internet era inacessível. E o mundo, muito pequeno. E pouco permeável.

      Eu nunca tinha parado para enxergar o mundo de Leniro. Ali, a cega era eu. Começamos a conversar por e-mail. Fiz uma pergunta atrás da outra. Fazia tempo que não me sentia tão criança ao olhar para uma realidade nova. De novo, eu estava na fase dos porquês. Só faltou perguntar de onde vinham os bebês… Acho até que importunei o Leniro com minhas perguntas seriadas.

      Como é o teclado? O que você sente? Leniro teve muita paciência comigo. Graças à aparição dele na minha vida, percebi que olhar para a deficiência apenas como a falta de algo, de um sentido, não é toda a verdade. Não só não é toda a verdade, como é um modo pobre de enxergar. Dentro de mim, surgiu algo novo: o reconhecimento de um mundo diverso, com possibilidades diversas.

Para um cego, desbravar a internet se assemelha a uma daquelas viagens dos grandes navegadores do passado. Os sites pouco se preocupam em ser acessíveis para quem não pode ver e há monstros marinhos escondidos logo ali. Para os cegos, uma mudança de layout é uma tempestade daquelas capazes de virar o barco. Pesquisando na internet sobre o tema, encontrei a página pessoal da educadora cega Elisabet Dias de Sá. Em um dos textos, assim ela explica a epopeia: “guardadas as devidas proporções, navegar na web é como aventurar-se pelas ruas e avenidas da cidade guiada por uma bengala, exposta ao perigo e a toda sorte de riscos decorrentes dos obstáculos, suspensos ou ao rés do chão, espalhados pelas vias públicas”.

      Há vários modos de ser cego. Aqueles com quem converso têm uma deficiência visual-orgânica, concreta. Mas criaram outras maneiras de se conectar ao mundo, outras formas de enxergar. O mais triste é quando nosso sistema visual funciona perfeitamente, mas só enxergamos o óbvio, o que estamos condicionados a ver. Quando acordamos, a cada manhã, as cenas da nossa vida se repetem como se assistíssemos sempre ___ mesmo filme. Às vezes, choramos diante da tela não por emoção, mas pela falta dela. O filme é chato, mas sabemos o que vai acontecer em cada cena. É chato, mas é seguro. Em nome da segurança, abrimos mão de experimentar novos enredos, tememos nos arriscar ___ possibilidade do diferente, temos tanto medo que fechamos os olhos ao espanto do mundo.

       Ser cego é não ver o mundo do outro por estarmos fechados ao que é diferente de nós. Nem sei dizer o quanto meu universo se ampliou ao ser vista por Leniro. A vida é sempre surpreendente quando não temos medo dela: foi preciso que os cegos me vissem para que eu os enxergasse. E, depois deles, tornei-me menos cega.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI99114- 15230,00-A+CEGA+ERA+EU.html. Acesso em: 25/10/2019.)

No fragmento “Eu nunca tinha parado para enxergar o mundo de Leniro.” (4º§), caso substituíssemos o “eu” pelo pronome “nós”, quantas palavras ao todo (ou seja, incluindo na contagem a alterada por determinação do enunciado) precisariam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo-nominal?

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190Q373138 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Assistente Administrativo Júnior, Metrô SP, FCC

As regras de concordância estão completamente respeitadas em:
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191Q164778 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Auditor Júnior, Petrobras, CESGRANRIO

I __________________ ontem, na reunião, as questões sobre ética e moral.

II ___________________ muito, atualmente, sobre política.

III ___________________ considerar as ponderações que ela tem feito sobre o assunto.

As palavras que, na sequência, completam corretamente as frases acima são:

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192Q373236 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Técnico Judiciário, TRT 2a, FCC

A frase em que a concordância respeita as regras da gramática normativa é:
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194Q373867 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Assessor Geral do CRAS, Prefeitura de Jambeiro SP

Há erro na concordância em:
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195Q373059 | Português, Concordância Verbal e Nominal

Na frase ?Os livros e a leitura _________________ davam-lhe a base para desenvolver as temáticas que os órgãos de imprensa lhe ______________.? As palavras que completam de modo adequado os espaços vazios são:
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196Q196494 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Agente Técnico Legislativo Especializado Enfermagem, AL SP, FCC

Texto associado.

Representatividade ética

Costuma-se repetir à exaustão, e com as consequências características do abuso de frases feitas e lugares-comuns, que as esferas do poder público são o reflexo direto das melhores qualidades e dos piores defeitos do povo do país. Na esteira dessa convicção geral, afirma-se que as casas legislativas brasileiras espelham fielmente os temperamentos e os interesses dos eleitores brasileiros. É o caso de se perguntar: mesmo que seja assim, deve ser assim? Pois uma vez aceita essa correspondência mecânica, ela acaba se tornando um oportuno álibi para quem deseja inocentar de plano a classe política, atribuindo seus deslizes a vocações disseminadas pela nação inteira... Perguntariam os cínicos se não seria o caso, então, de não mais delegar o poder apenas a uns poucos, mas buscar reparti-lo entre todos, numa grande e festiva anarquia, eliminando-se os intermediários. O velho e divertido Barão de Itararé já reivindicava, com a acidez típica de seu humor:"Restaure-se a moralidade, ou então nos locupletemos todos!".
As casas legislativas, cujos membros são todos eleitos pelo voto direto, não podem ser vistas como uma síntese cristalizada da índole de toda uma sociedade, incluindo-se aí as perversões, os interesses escusos, as distorções de valor. A chancela da representatividade, que legitima os legisladores, não os autoriza em hipótese alguma a duplicar os vícios sociais; de fato, tal representação deve ser considerada, entre outras coisas, como um compromisso firmado para a eliminação dessas mazelas. O poder conferido aos legisladores deriva, obviamente, das postulações positivas e construtivas de uma determinada ordem social, que se pretende cada vez mais justa e equilibrada.
Combater a circulação dessas frases feitas e lugares-comuns que pretendem abonar situações injuriosas é uma forma de combater a estagnação crítica ? essa oportunista aliada dos que maliciosamente se agarram ao fatalismo das "fraquezas humanas" para tentar justificar os desviosde conduta do homem público. Entre as tarefas do legislador, está a de fazer acreditar que nenhuma sociedade está condenada a ser uma comprovação de teses derrotistas.

(Demétrio Saraiva, inédito)

As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:

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197Q242670 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Técnico Administrativo, ANEEL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Os itens a seguir apresentam trechos, sucessivos e adaptados, de um
texto publicado no jornal O Estado de S.Paulo em 30/3/2010.
Julgue-os com relação à correção gramatical.

A construção está sendo impulsionada pela forte expansão dos financiamentos habitacionais e pelos investimentos em infraestrutura.

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198Q373417 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Técnico Administrativo, IFNMG MG

Considerando-se a norma padrão da modalidade escrita da língua portuguesa, assinale a alternativa em que há problema de concordância verbal.
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199Q215165 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Motorista, MPE SC, ACAFE

Assinale a frase escrita de acordo com as normas do português-padrão.

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200Q374254 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Engenheiro Civil, EMBASA, IBFC

Assinale a alternativa que não apresenta problema de concordância.
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