Para as ciências sociais, hoje, de modo geral, o que se
chama de heteronormatividade está fundamentado por
práticas e discursos ainda hegemônicos na sociedade brasileira
quanto às questões ligadas à sexualidade. A normatividade
heterossexual traz a lógica do binarismo dos corpos: homem-mulher, e tudo que é diferente disso é considerado “anormal”,
“não natural”, “pecaminoso”. Essa normatividade ao tratar, por
exemplo, como “anormais” todos os grupos de pessoas que,
por vezes, não se enquadrem ou se identifiquem nessa
sexualidade binária hegemônica gera, por vezes, preconceitos,
exclusões e repressões.
Considerando o exposto, conclui-se que, atualmente,
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