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Questões de Concursos Farmacologia e Anestesiologia

Resolva questões de Farmacologia e Anestesiologia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


41Q1005528 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Emergência Pediátrica, EBSERH, FGV, 2024

Os fatores de risco mais comuns para o desenvolvimento da dissecção de aorta são: hipertensão arterial crônica; tabagismo; trauma torácico (em especial de alta energia com desaceleração importante); doenças aórticas (coartação de aorta, Marfan, Ehlers-Danlos, vasculite aórtica); história familiar de doença aórtica; aneurisma torácico conhecido; cirurgia aórtica prévia; uso de cocaína, crack ou anfetaminas.
Trata-se de uma condição potencialmente cirúrgica; entretanto, algumas medidas farmacológicas devem ser prontamente instituídas.
Nesse contexto, os betabloqueadores são importantes, pois contribuem para a redução da frequência cardíaca e da pressão arterial, e devem ser utilizados em conjunto com outros fármacos.
O betabloqueador de escolha é:
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42Q1082434 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Médico Especialista Fisiatra, Fundação de Saúde de Rio Claro SP, Avança SP, 2025

No tratamento da espasticidade, o fenol é um agente utilizado para bloqueio químico que se diferencia da toxina botulínica por seu principal mecanismo de ação. Assinale a alternativa que descreve corretamente a ação do fenol.
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43Q998395 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Endoscopia Digestiva, EBSERH, FGV, 2024

Um paciente de 77 anos, procura serviço de emergência com queixa de dor em fossa ilíaca esquerda de início há cerca de 3 dias com piora da intensidade. Teve 1 episódio de febre e relata dificuldade para evacuar. Ao exame físico, apresenta dor à palpação da fossa ilíaca esquerda, pressão arterial de 120 por 80mmHg e frequência cardíaca de 100 batimentos por minuto. Exames laboratoriais com leucócitos de 21.000 céls/mm3 e hemoglobina de 12g/dl. AST, ALT, amilase e lipase normais. Proteína C reativa de 13mg/dl. É solicitada tomografia computadorizada de abdome e pelve, que mostra espessamento de alça de sigmoide, presença de numerosos divertículos e abscesso peridiverticular medindo cerca de 2cm.
A melhor opção de tratamento nesse momento é:
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44Q899747 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Médico Pediatra, FUNASG RJ, Consulplan, 2024

A respeito dos quadros de epiglotite, assinale o principal agente infeccioso da doença em pré-escolares e o respectivo antibiótico mais adequado para o tratamento.
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45Q1069017 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Especialidade Neurologia, EsFCEx, VUNESP, 2025

Mulher de 35 anos, com diagnóstico de epilepsia do lobo temporal há 5 anos, controlada previamente com carbamazepina 600 mg/dia, relata aumento recente na frequência das crises parciais complexas. Nega uso irregular da medicação. Exames laboratoriais revelam níveis séricos dentro da faixa terapêutica da carbamazepina. A paciente refere ainda sonolência excessiva, dificuldade de concentração e episódios de diplopia. Como a monoterapia parece insuficiente, cogita-se associação com outro fármaco.

Considerando o perfil farmacológico da carbamazepina e os potenciais riscos de interações medicamentosas, assinale a alternativa que apresenta a melhor estratégia de associação antiepiléptica, com menor risco de interação farmacocinética relevante e boa tolerabilidade.
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46Q998457 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Ecografia Vascular com Doppler, EBSERH, FGV, 2024

Antes de procedimentos endovasculares, determina-se que os pacientes suspendam o uso de metformina.
Isso é feito para evitar que a associação dessa medicação com o contraste iodado possa induzir:
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47Q1044061 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Médico Pneumologista, Prefeitura de Caraguatatuba SP, FGV, 2024

A base do tratamento da asma em geral, consiste no uso do seguinte fármaco:
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48Q1049761 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Medicina do Adolescente, EBSERH, FGV, 2024

A otite média aguda pode necessitar de tratamento com antibioticoterapia sistêmica em algumas situações.
Nos casos em que não há uso prévio de antibiótico nos últimos 30 dias nem conjuntivite purulenta, o fármaco de escolha é:
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49Q1041099 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Analista Judiciário, TRF 6 REGIÃO, CESPE CEBRASPE, 2025

Texto associado.
Paciente de 55 anos de idade, sexo feminino, compareceu ao atendimento médico com astenia e fadiga, além de rigidez articular matinal que dura mais de uma hora para passar. Ao exame físico apresenta dor e edema de todas as metacarpofangianas, punhos e duas metatarsofalangeanas, além de nódulo subcutâneo. Radiografia de mãos prévia mostra redução do espaço articular e erosão óssea.

Acerca do caso clínico apresentado, julgue o item subsecutivo.

O uso de prednisona em dose maior que 5 mg/dia ou equivalente em associação a drogas antireumáticas modificadoras da doença (DMARDs) como requisito para que haja remissão ou atividade baixa de doença após 3-6 meses de tratamento configura resistência à terapia sintética convencional.

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50Q899750 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Médico Pediatra, FUNASG RJ, Consulplan, 2024

O caso clínico hipotético contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
MCAS, 5 anos, está apresentando, nos últimos dois meses, sintomas de rinite cinco dias por semana. Sua mãe relata que a criança está com dificuldade para dormir devido à congestão nasal, chegando até a roncar. Nos últimos dias faltou à escola, pois os espirros em salva e a coriza a estavam incomodando muito. Ao exame a criança apresenta intensa hiperemia ocular e respiração bucal. A mãe relata, ainda, que o pai da criança é asmático.


Diante do quadro clínico, qual é o tratamento mais adequado?
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51Q1001036 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Grupo Medicina de Emergência, EBSERH, FGV, 2025

O seguinte esquema antimicrobiano seria inadequado para esse paciente:
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52Q1068950 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Especialidade Neonatologia, EsFCEx, VUNESP, 2025

A asfixia perinatal é uma doença grave, que acomete entre 1 e 6 bebês a cada mil nascidos vivos em países desenvolvidos, representando a terceira causa mais comum de morte neonatal no mundo, estimada em 23%. O acometimento é multissistêmico e se destaca pelo comprometimento neurológico denominado encefalopatia hipóxico-isquêmica.

O comprometimento neurológico clinicamente manifesta-se por convulsões neonatais. Qual o tratamento de primeira escolha para as convulsões?
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53Q1041106 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Analista Judiciário, TRF 6 REGIÃO, CESPE CEBRASPE, 2025

Texto associado.
Um paciente com 45 anos de idade, natural do Rio de Janeiro, comparece ao atendimento com queixa principal de tosse. Apresenta um quadro de tosse há mais de 1 mês, que ocorre inicialmente somente pela manhã e atualmente com maior frequência, com expectoração amarelo-esverdeada. Associado a esse sintoma apresenta febre, que ocorre geralmente no período vespertino e que já dura duas semanas, além de uma fadiga fora do habitual. Na semana anterior foi ao pronto-socorro, tendo-lhe sido receitados amoxicilina e clavulanato por 7 dias. Contudo, não apresentou melhora significativa. Paciente relata estar sedentário e não estar tratando de modo adequado a diabetes, o que resultou em aumento recente da medicação. O paciente nega sintomas de vias aéreas superiores e dispneia e sibilos. Possui antecedentes pessoais como diabetes tipo 2 e é ex-tabagista 20 maços/ano. Informa fazer uso de metformina e glicazida. O exame físico evidencia paciente acianótico, anictérico, corado, hidratado, orientado em tempo e espaço. Outros dados relevantes: IMC 38; ritmo cardíaco regular em 2 tempos, sem sopros, FC 95 bpm, PA 130 mmHg × 80 mmHg; sons respiratórios presentes bilaterais, crepitação pulmonar em região infraclavicular direita. Apresenta expansibilidade ligeiramente reduzida em hemitórax direito, percussão submaciça em região infraclavicular direita, frêmito tóraco-vocal aumentado em região infraclavicular direita, ausência de esforço respiratório, FR 20 irpm, SpO2 94% a.a.

Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item que se segue.

O diagnóstico principal é pneumonia, uma vez que o paciente apresenta tosse e febre compatíveis com a possibilidade, sendo a falha de tratamento com amoxicilina/clavulanato justificada pelo provável derrame pleural complicado observado no exame físico.

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54Q1041107 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Analista Judiciário, TRF 6 REGIÃO, CESPE CEBRASPE, 2025

Texto associado.
Um paciente com 45 anos de idade, natural do Rio de Janeiro, comparece ao atendimento com queixa principal de tosse. Apresenta um quadro de tosse há mais de 1 mês, que ocorre inicialmente somente pela manhã e atualmente com maior frequência, com expectoração amarelo-esverdeada. Associado a esse sintoma apresenta febre, que ocorre geralmente no período vespertino e que já dura duas semanas, além de uma fadiga fora do habitual. Na semana anterior foi ao pronto-socorro, tendo-lhe sido receitados amoxicilina e clavulanato por 7 dias. Contudo, não apresentou melhora significativa. Paciente relata estar sedentário e não estar tratando de modo adequado a diabetes, o que resultou em aumento recente da medicação. O paciente nega sintomas de vias aéreas superiores e dispneia e sibilos. Possui antecedentes pessoais como diabetes tipo 2 e é ex-tabagista 20 maços/ano. Informa fazer uso de metformina e glicazida. O exame físico evidencia paciente acianótico, anictérico, corado, hidratado, orientado em tempo e espaço. Outros dados relevantes: IMC 38; ritmo cardíaco regular em 2 tempos, sem sopros, FC 95 bpm, PA 130 mmHg × 80 mmHg; sons respiratórios presentes bilaterais, crepitação pulmonar em região infraclavicular direita. Apresenta expansibilidade ligeiramente reduzida em hemitórax direito, percussão submaciça em região infraclavicular direita, frêmito tóraco-vocal aumentado em região infraclavicular direita, ausência de esforço respiratório, FR 20 irpm, SpO2 94% a.a.

Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item que se segue.

O diagnóstico principal para o caso é tuberculose, uma vez que o paciente é natural de um estado endêmico para doença e apresenta diabetes como um fator de risco para tuberculose pós-primária, além de os sintomas serem compatíveis e não ter havido melhora com amoxicilina/clavulanato.

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55Q1077531 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Clínico Geral Clínica Médica SPA, Polícia Militar SP, FGV, 2022

Paciente diabético de 45 anos relata longa história de dor em queimação em seus pés que ultimamente tem prejudicado sua deambulação. Sua doença tem sido mal controlada embora faça esforço em seguir a dieta, praticar exercícios e ingerir a medicação regularmente. O exame dos pés não apresenta ulcerações cutâneas, os pulsos pediosos estão presentes, porém diminuídos e há redução bilateral dos testes de sensibilidade.

Além de maior rigor no controle da doença, outra intervenção que se mostra mais apropriada neste caso é a(o)
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56Q976509 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Médico, Prefeitura de Pinhalão PR, FAU, 2025

Paciente feminina de 50 anos com história de transtorno depressivo, asma brônquica, dislipidemia e hipertensão arterial sistêmica vem à consulta devido controle inadequado de pressão arterial, apesar de boa aderência. Refere que toma os medicamentos corretamente e atualmente está em uso de losartana 50 mg duas vezes ao dia, hidroclorotiazida 25 mg uma vez ao dia, anlodipino 10 mg ao dia, fluoxetina 20 mg ao dia e formoterol 12 mcg + budesonida 400 mcg duas vezes ao dia. Contudo, sua pressão arterial permanece entre 140/90 mmHg e 150/95 mmHg. Dentre as alternativas a seguir, qual é a melhor opção farmacológica para otimização do controle pressórico da paciente neste momento?
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57Q998540 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Ergometria, EBSERH, FGV, 2024

Uma paciente diabética, hiperuricêmica e obesa, foi novamente admitida com insuficiência cardíaca descompensada. Durante a reconciliação medicamentosa, o seguinte medicamento associado à piora da retenção de líquidos foi identificado(a):
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58Q1041111 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Analista Judiciário, TRF 6 REGIÃO, CESPE CEBRASPE, 2025

A respeito de crise convulsiva, hiperglicemia, anafilaxia e hemorragias digestivas, julgue o próximo item.

As crises convulsivas devem ser tratadas imediatamente com medicamentos anticonvulsivantes intravenosos, inclusive as autolimitadas, dado o benefício da proteção do tecido cerebral.

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59Q1041091 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Analista Judiciário, TRF 6 REGIÃO, CESPE CEBRASPE, 2025

Texto associado.
Uma paciente de 61 anos de idade, ex-tabagista de 30 anos/maço, compareceu ao pronto atendimento com piora da tosse produtiva e da dispneia havia uma semana. Ela relatou ter sido internada em duas outras ocasiões no ano, a despeito do uso regular de formoterol. Ao exame físico apresentava: saturação de oxigênio em ar ambiente (SO2) de 88%, frequência respiratória de 27 rpm, pressão arterial de 114 mmHg × 82 mmHg, frequência cardíaca de 106 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos com bulhas normofonéticas. A ausculta pulmonar revelou murmúrio vesicular diminuído globalmente, com crepitações em bases. O restante do exame físico não apresentou mudanças significativas. Os exames laboratoriais na admissão revelaram: pH = 7,30; pO2 = 88; pCo2 = 48; HCO3 = 24; BE 1 (gasometria arterial em ar ambiente); hemoglobina 14 g%; leucócitos 7.100 com 1% bastonetes, 10% de eosinófilos e creatinina 0,8 mg/dL. A espirometria prévia demonstrou: volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) = 44% do predito (após broncodilatador).

Diante desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, tendo como referência o GOLD 2024 (Global Initiative for Obstructive Lung Disease).

Após a estabilização do quadro, recomenda-se a terapia tripla com formoterol associado à budesonida e ao tiotropio.

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60Q1041090 | Medicina, Farmacologia e Anestesiologia, Analista Judiciário, TRF 6 REGIÃO, CESPE CEBRASPE, 2025

Texto associado.
Uma paciente de 61 anos de idade, ex-tabagista de 30 anos/maço, compareceu ao pronto atendimento com piora da tosse produtiva e da dispneia havia uma semana. Ela relatou ter sido internada em duas outras ocasiões no ano, a despeito do uso regular de formoterol. Ao exame físico apresentava: saturação de oxigênio em ar ambiente (SO2) de 88%, frequência respiratória de 27 rpm, pressão arterial de 114 mmHg × 82 mmHg, frequência cardíaca de 106 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos com bulhas normofonéticas. A ausculta pulmonar revelou murmúrio vesicular diminuído globalmente, com crepitações em bases. O restante do exame físico não apresentou mudanças significativas. Os exames laboratoriais na admissão revelaram: pH = 7,30; pO2 = 88; pCo2 = 48; HCO3 = 24; BE 1 (gasometria arterial em ar ambiente); hemoglobina 14 g%; leucócitos 7.100 com 1% bastonetes, 10% de eosinófilos e creatinina 0,8 mg/dL. A espirometria prévia demonstrou: volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) = 44% do predito (após broncodilatador).

Diante desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, tendo como referência o GOLD 2024 (Global Initiative for Obstructive Lung Disease).

Recomenda-se o uso de prednisona, além de nebulizações com fenoterol e ipatrópio na admissão.

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