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Questões de Concursos Fonética e Fonologia

Resolva questões de Fonética e Fonologia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


102Q857968 | Português, Fonética e Fonologia, FSPSS Médico Especialista Ginecologista, FSPSS, 2020

Considerando-se a classificação das palavras quanto ao número de sílabas, analisar os itens abaixo:

I. “Entendimento” é uma palavra polissílaba.

II. “Rua” é uma palavra monossílaba.

III. “Mudanças” é uma palavra trissílaba.

Está (ão) CORRETO(S):

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103Q687394 | Português, Fonética e Fonologia, Médico do Trabalho, CEEERS, FUNDATEC, 2019

Texto associado.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
                               
                        A palavra é o bem mais precioso do trabalho do médico
                                                                                                                                               JJ Camargo
01 Nas visitas aos leitos com estudantesé rotina que se faça um resumo do caso, antes que
02 entremos no quarto, para que os alunos tenham uma noção do que irão encontrar.
03 Era um grupo de oito jovens, _________ de Medicina, e a introdução foi _________:
04 — Vamos agora conhecer o Guilherme, de 57 anos, que tem um câncer avançado de
05 esôfago, que tratou com quimioterapia e radioterapia, com uma resposta pobre, e a doença
06 evoluiu até o surgimento de pelo menos três metástases cerebrais. É um paciente em fase
07 terminal da doença, com um emagrecimento impressionante.
08 Um dos alunos, visivelmente ________, perguntou:
09 — E o coitado ainda está consciente?
10 A confirmação de que sim resultou em três abandonos da visita. Uma doutora justificou:
11 — Eu não saberia o que dizer, muito menos o que perguntar, e eu choro com muita
12 facilidade, o que acho que só iria deprimi-lo mais ainda.
13 Achei que a visita com o grupo rachado não valeria a pena, e voltamos para a sala de
14 reuniões, para uma espécie de pausa emocional, a fim de organizarmos nossas cabeças e
15 nossos sentimentos.
16 Era evidente, pela ansiedade coletiva, que a dificuldade aparentemente intransponível que o
17 grupo _________ era a ausência de palavras adequadas. E a palavra, como se sabe, é o mais
18 precioso instrumento de trabalho do médico, porque é através dela que conquistamos confiança
19 ou plantamos incertezaque somos acolhidos ou _________, que oferecemos parceria ou nos
20 perdemos na ilusão de que o paciente dará __ tecnologia o mesmo valor com que a
21 reverenciamos.
22 Quando a doutora que se confessara chorona relatou duas experiências prévias em que não
23 conseguira sequer que os pacientes fixassem o olho nela, ficou claro que tínhamos de redefinir
24 como a proximidade da morte é vista pelo doente. Porque, se isso for entendido, ficará
25 compreensível a irritação do paciente com o discurso falacioso do médico ao descrever o que
26 será feito para que desfrute um tempo que ele reconhece, pela percepção de sua fraqueza
27 orgânica, como impossível: o futuro.
28 Ser médico nessa hora é entender que o fim da vida é reconhecível com a maior certeza
29 pelo paciente, e tudo o que lhe interessa, nesse estágio, é como manejar o passado com suas
30 sombras e dúvidas, e mentiras e traições, e culpas e remorsos. E o médico que pretenda
31 escalar esse degrau superior da medicina é o que se oferece para ajudá-lo a apaziguar seus
32 demônios, para que ele morra em paz.
33 Quando saía do hospital, dei uma última espiada; a doutora estava sentada na cama do seu
34 Guilherme e lhe segurava uma das mãos. Quando ela comentou que "neste andar, não tem
35 ninguém com netos tão lindos no porta-retratos!", ele sorriu, e ofereceu-lhe __ segunda mão
36 para que ela segurasse. Tomara que ela tenha chorado, porque terá descoberto, bem cedo na
37 vida, o quanto o choro médico é bom de chorar.
                                                            
                                                            Texto adaptado. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br
Sobre o uso de acentuação gráfica em vocábulos do texto, afirma-se que: I. Na linha 12, visando a correção gramatical, ‘deprimi’ deveria ser grafada com acento no segundo ‘i’, assumindo a forma ‘deprimí’. II. Na linha 22, caso a forma verbal ‘confessara’ recebesse acento gráfico na última sílaba, alterar-se-ia o tempo e o modo verbais em que está flexionada. III. Em outro contexto, tanto a palavra ‘médico’ (l. 25) quanto ‘estágio’ (l. 29) podem aparecer sem o acento gráfico, alterando-se, pois, a classe gramatical a que pertencem.
Quais estão corretas?
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104Q237711 | Português, Fonética e Fonologia, Programador, CAMARA SJC, FIP

Observe o enunciado abaixo e responda a seguir.

Nunca vi um homem tão __________ ! Nunca será capaz de agir como um __________ , promovendo eventos __________ para o lazer e diversão da população.

As palavras que completam a primeira, a segunda e a terceira lacunas são, respectivamente:

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105Q855304 | Português, Fonética e Fonologia, Enfermeiro, FAFIPA, 2020

Projeto propõe beliche para dar mais conforto na classe econômica de aviões

Viajar na classe econômica dos aviões está longe de ser algo confortável, especialmente em viagens mais longas. Inúmeros projetos, porém, tentam mudar essa realidade. As propostas são as mais diversas possíveis, inclusive com uma nova área no porão de carga dos aviões. 

Um novo projeto desenvolvido na Holanda pela Delft University of Technology pretende criar áreas com beliches na classe econômica para os passageiros dormirem mais confortavelmente durante as viagens. O projeto é um dos indicados ao prêmio da Crystal Cabin Award deste ano.

Apesar da indicação ao prêmio, o projeto da Delft não é dos mais bonitos. Pelas imagens divulgadas até o momento, as camas parecem mais cápsulas bem apertadas. Quem tem um pouco de claustrofobia pode ficar bastante incomodado ao entrar nesses espaços. Assentos serão reconfigurados somente após a decolagem do avião.

Durante os procedimentos de manobra, decolagem e pouso, os passageiros ficam acomodados em bancos para até três lugares. Já em voo, esse assento poderá ser reconfigurado para se transformar em um beliche de três andares. O acesso às camas mais altas é feito por uma escada lateral, mas os desenvolvedores do projeto garantem que até passageiros mais idosos conseguiriam subir.

A Delft University of Technology diz que as camas também serão bastante confortáveis. No interior da cápsula, haverá monitores de entretenimento, tomadas para carregamento de aparelhos eletrônicos, uma mesinha e um encosto inflável.

Os desenvolvedores do projeto também terão de resolver um outro problema. De acordo com as imagens divulgadas até o momento, não há espaço para os bagageiros internos. Para ter mais conforto, os passageiros não poderão mais levar bagagem de mão a bordo do avião? Até o momento, o projeto da Delft University of Technology não atraiu interesse de nenhuma companhia aérea. Com tantos outros projetos, é possível até mesmo que ele nunca saia do papel. A esperança para os passageiros é que há muita gente ao redor do mundo pensando em algo para deixar sua viagem na classe econômica mais confortável.

Disponível em: <https://economia.uol.com.br/todos-a-bordo/2020/02/02/projeto-beliche-classe-economica.htm>. Acesso
em: 01 fev. 2020.
Com relação aos encontros vocálicos, a série de palavras retiradas do texto que apresenta hiatos é:
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106Q857018 | Português, Fonética e Fonologia, Advogado, FAUEL, 2020

O trecho a seguir foi extraído da obra ‘Memórias do Cárcere’, de Graciliano Ramos. Leia-o atentamente para responder à próxima questão.

“Nunca tivemos censura prévia em obra de arte. Efetivamente se queimaram alguns livros, mas foram raríssimos esses autos-de-fé. Em geral a reação se limitou a suprimir ataques diretos, palavras de ordem, tiradas demagógicas, e disto escasso prejuízo veio à produção literária. Certos escritores se desculpam de não haverem forjado coisas excelentes por falta de liberdade - talvez ingênuo recurso de justificar inépcia ou preguiça. Liberdade completa ninguém desfruta: começamos oprimidos pela sintaxe e acabamos às voltas com a Delegacia de Ordem Política e Social, mas, nos estreitos limites a que nos coagem a gramática e a lei, ainda nos podemos mexer”.
Analise as alternativas a seguir e assinale a que NÃO contém uma palavra que pode ser classificada foneticamente como proparoxítona.
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108Q851174 | Português, Fonética e Fonologia, Prefeitura de Mataraca PB Assistente Social, CONTEMAX, 2020

Coração numeroso

Foi no Rio.
Eu passava na Avenida quase meia-noite.
Bicos de seio batiam nos bicos de luz estrelas
inumeráveis.
Havia uma promessa do mar
e bondes tilintavam,
abafando o calor
que soprava no vento
e o vento vinha de Minas.

Meus paralíticos sonhos desgosto de viver
(a vida para mim é desejo de morrer)
faziam de mim homem-realejo imperturbavelmente
na Galeria Cruzeiro quente quente
e como não conhecia, ninguém a não ser o doce vento
mineiro,
nenhuma vontade de beber, eu disse: Acabemos com
ISSO.

Mas tremia na cidade uma fascinação casas
compridas
autos estendidos correndo caminho do mar
voluptuosidade errante do calor
mil presentes da vida aos homens indiferentes,
que meu coração bateu forte, meus olhos inúteis
choraram.

O mar batia em meu peito, já não batia no cais.
A rua acabou, quede como árvores?  a cidade sou eu
a cidade sou eu
sou eu a cidade
meu amor.

Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de.  Alguma
Poesia .
Constata-se no vocábulo “voluptuosidade” um encontro consonantal. O mesmo ocorre em:
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109Q684412 | Português, Fonética e Fonologia, Farmacêutico, UFSC, UFSC, 2019

Texto associado.
Texto 2
Pesquisadores explicam por que é tão difícil imitar os sons de outra língua Por Rennan A. Julio

 1  Cérebro adapta todo e qualquer som estranho para o seu idioma original.
 2   Estudos tentam entender a origem do sotaque. Em busca de justificativas para a nossa
 3 dificuldade de reproduzir sons de línguas diferentes, pesquisadores fizeram testes com bebês
 4 e adolescentes de todo o mundo.
 5   Há mais de duas décadas, uma equipe da Universidade de Washington tenta entender
 6 como o cérebro humano compreende a linguagem humana. Para isso, analisou bebês do
 7 mundo inteiro durante esse período.
 8   Em um dos testes, a equipe fez com que, aos seis meses de idade, bebês japoneses e
 9 ingleses escutassem sons de ambas as culturas. Até então, as crianças conseguiam
10 reproduzir os “barulhos” característicos às duas nações; só que quando atingiram os dez
11 meses de idade, os mesmos bebês falharam na percepção de sons que não faziam parte de
12 sua cultura. Os japoneses deixaram de reconhecer “r” e “l”, cuja distinção não existe no Japão,
13 mas existe na língua inglesa.
14   Realizado por outra equipe de pesquisadores, um segundo estudo sugere diferente: as
15 pessoas não perdem tão abruptamente essa capacidade de aprender línguas, mas o processo
16 acontece durante a puberdade. Depois de uma série de testes, esses cientistas perceberam
17 uma forte relação entre o aprendizado de uma segunda língua e a época em que isso
18 acontece.
19   Para o especialista Eric Bakovic, existe um movimento para processar esse tipo de
20 informação: “Você aprende uma língua pegando sons e imitando seus pais. Depois, seu
21 cérebro começa a fazer outras coisas, assumindo que já tinha aprendido todos os sons
22 necessários para manter uma relação comunicativa com as pessoas ao seu redor”.
23   Essa biblioteca de sons nos permite fluência com a língua que falamos, mas quando
24 tratamos de sons “externos” ficamos “surdos”, afirma o linguista da Universidade de San
25 Diego.
26   “Quando você escuta um sotaque ou uma língua totalmente diferente, seu cérebro
27 mapeia os sons diretamente para a língua que você fala”, conta Bakovic. Ao invés de
28 pronunciar com precisão, as pessoas acabam juntando as partes “próximas” do que os seus
29 cérebros sabem e reproduzindo dessa maneira.
30   Mas para Joel Goldes, especialista nessa área e atuante em Hollywood, isso pode ser
31 treinado. “Nosso cérebro realmente nos bloqueia de ouvir o que estamos ouvindo. Até que
32 alguém nos ensine a produzir novos sons, nós não os escutamos. É por isso que uma pessoa
33 pode ficar 40 anos em um país diferente sem perder o sotaque”.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2014/10/pesquisadores-explicam-por-que-e-tao-dificil-imitar-o-sotaque-de-outra-
lingua.html. [Adaptado]. Acesso em: 10 nov. 2018.
Com base no texto 2 e na norma padrão escrita, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. As palavras ‘país’ (linha 34) e ‘Japão’ (linha 13) são acentuadas pela mesma regra.
II. As palavras ‘humana’ (linha 7) e ‘escutassem’ (linha 10) possuem mais grafemas do que fonemas.
III. As palavras ‘cérebro’ (linha 1) e ‘próximas’ (linha 29) são acentuadas porque são proparoxítonas.
IV. As palavras ‘pesquisadores’ (linha 4), ‘adolescentes’ (linha 5) e ‘linguagem’ (linha 7) contêm dígrafo.
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110Q691409 | Português, Fonética e Fonologia, Investigador, Polícia Civil ES, AOCP, 2019

Texto associado.
                              Dicas de Segurança: Em casa
• Em sua residência, ao atender um chamado,
certifique-se de quem se trata, antes mesmo
de atendê-lo. Em caso de suspeita, chame a
Polícia.
• À noite, ao chegar em casa, observe se há
pessoas suspeitas próximas à residência. Caso
haja suspeita, não estacione; ligue para a polícia
e aguarde a sua chegada.
• Não mantenha muito dinheiro em casa e nem
armas e joias de muito valor.
• Quando for tirar cópias de suas chaves, escolha
chaveiros que trabalhem longe de sua casa. Dê
preferência a profissionais estabelecidos e que
tenham seus telefones no catálogo telefônico.
• Evite deixar seus filhos em casa de colegas
e amigos sem a presença de um adulto
responsável.
• Cuidado com pessoas estranhas que podem
usar crianças e empregadas para obter
informações sobre sua rotina diária.
• Cheque sempre as referências de empregados
domésticos (saiba o endereço de sua residência).
• Utilize trancas e fechaduras de qualidade para
evitar acesso inoportuno. O uso de fechaduras
auxiliares dificulta o trabalho dos ladrões.
• Não deixe luzes acesas durante o dia. Isso
significa que não há ninguém em casa.
• Quando possível, deixe alguma pessoa de
sua confiança vigiando sua casa. Utilize, se
necessário, seu vizinho, solicitando-lhe que
recolha suas correspondências e receba seus
jornais quando inevitável.
• Ao viajar, suspenda a entrega de jornais e
revistas.
• Não coloque cadeados do lado de fora do
portão. Isso costuma ser um sinal de que o
morador está viajando.
• Cheque a identidade de entregadores, técnicos
de telefone ou de aparelhos elétricos.
• Insista com seus filhos: eles devem informar
sempre onde estarão, se vão se atrasar ou se
forem para a casa de algum amigo. É muito
importante dispor de todos os telefones onde é
possível localizá-los.
• Verifique se as portas e janelas estão
devidamente trancadas e jamais avise a
estranhos que você não vai estar em casa.
Adaptado de https:. Acesso em: 30/jan./2019.
A acentuação é de suma importância ao entendimento do texto. Nesse sentido, assinale a alternativa em que a retirada dos acentos gráficos não configura erro isoladamente, mas pode gerar alterações no sentido ou na classe das palavras, quando em um texto.
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111Q709851 | Português, Fonética e Fonologia, Auxiliar de Serviços Gerais, Prefeitura de Umuarama PR, AOCP, 2019

Texto associado.

SERÁ??!!

Clara Braga

      Era uma vez um músico/compositor que, como muitos outros (provavelmente todos), sonhava em ter seu trabalho reconhecido e poder viver da sua própria música.

      Trabalhou duro e um belo dia, nos encontros que a música lhe proporcionava, conheceu uma pessoa e se apaixonou perdidamente. Ficou ainda mais inspirado, compôs várias músicas dedicadas ao seu novo amor e teve ainda mais motivação para acreditar que seu trabalho ganharia o reconhecimento merecido.

      Dito e feito, o tal músico ficou mais famoso do que ele mesmo imaginava ser possível, suas músicas estavam na boca do povo, embalando novos casais, tocando na entrada da noiva e sendo até tema de novela. Não tinha um que não desse um suspiro com suas músicas apaixonadas.

      Porém, um belo dia, o tal músico notou que as coisas já não eram mais como antes, que seu relacionamento trazia mais tristezas do que alegrias e que continuar era um erro. O casal decidiu se separar, e a decepção foi tão grande que cantar as músicas que fez para aquela pessoa que já não estava mais ao seu lado lhe causava muita dor!

      E agora, o que fazer? Mesmo que suas músicas lhe tragam dor e angústia, um mar de gente espera ansiosa e emocionada para ouvir aquelas músicas que, para eles, marcam os momentos mais felizes e importantes de suas vidas.

      Essa história é fictícia, mas me peguei pensando esses dias, será que existem muitos músicos nessa situação? Artistas que a cada apresentação precisam lidar com suas próprias dores para levar alegria a outras pessoas? Acho que nunca mais vou assistir a um show da mesma forma!

Disponível em: http://www.cronicadodia.com.br/2019/10/sera-clara-braga.html. Acesso em: 25 out. 2019.

Assinale a alternativa em que as sílabas da palavra estejam divididas corretamente.
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112Q854735 | Português, Fonética e Fonologia, Professor de Educação Básica, Avança SP, 2020

No que se refere à Fonologia, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I - Sempre que uma palavra tiver dígrafo, o número de letras será maior que o de fonemas.
II - Se as palavras terminal em -AM, -EM, - EN(S), tais terminações não são dígrafos vocálicos, mas sim ditongos decrescentes nasais.
III - A letra “H” é chamada de letra etimológica, pois se manteve do latim até o português atual; não representa fonema algum.
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113Q159192 | Português, Fonética e Fonologia, Assistente em Administração, IF TO, IF TO, 2019

Texto associado.

A jaula tem 1 metro de largura por 1,8 de comprimento. É do tamanho de uma geladeira. A porca reprodutora, um enorme animal de 14 kg, mal consegue se mexer ali dentro. Passa a vida inteira deitada, sem andar, com as patas atrofiadas. Ela só sai para parir — em outra jaula. Com menos de um mês, os filhotes são desmamados à força, e a porca é inseminada de novo. Esse processo se repete cinco, seis, sete vezes. Só para quando ela não consegue mais engravidar, e então é descartada como uma máquina velha. Em laboratórios de pesquisa, coelhos são totalmente imobilizados, sem poder sequer piscar, enquanto cientistas pingam substâncias em seus olhos. A tortura pode durar horas ou dias a fio até que, no fim do teste, o animal é sacrificado — a morte boa que vem em  seu socorro. As granjas não têm interesse em criar os pintinhos machos, pois eles demoram mais para engordar do que as fêmeas. E por isso são jogados, logo ao nascer, em sacos plásticos ou moedores de carne, para que morram sufocados ou sejam estraçalhados vivos.

Esses são só três exemplos dos maus-tratos que os bichos sofrem no mundo moderno. Há muitos outros. Ao longo do século 20, as indústrias alimentícia e farmacêutica elevaram a exploração animal a um patamar assustador. Mas não precisa ser assim. Nem sempre é necessário utilizar cobaias em estudos científicos — e, nos casos em que ainda é, isso não precisa ser feito com crueldade e indiferença. 95% da população mundial come, e provavelmente vai continuar comendo, carne. Mas isso não significa que bois, porcos e galinhas precisem ser criados, e abatidos, de forma desumana. A novidade é que, pressionada pelos consumidores e por novas leis, a indústria parece ter entendido isso. E finalmente, após décadas encarando os animais como objetos, começou a repensar o tratamento deles. Um conjunto de novas tecnologias e procedimentos, que deverão entrar em vigor já nos próximos anos, promete reduzir bastante o sofrimento animal.

Szklarz, Eduardo; Garattoni, Bruno. Maus-tratos aos animais. Superinteressante, São Paulo, ano 32, n. 395, p. 26–35, nov. 2018. (fragmento)

“Esse processo se repete cinco, seis, sete vezes. Só para quando ela não consegue mais engravidar, e então é descartada como uma máquina velha.” (l. 8–11)

A palavra destacada corresponde ao verbo “parar”. Com o novo acordo ortográfico, esse verbo, quando conjugado na terceira pessoa do singular do presente do indicativo, perdeu o acento diferencial, que o diferia da preposição “para”. Assim como essa palavra, outras também sofreram mudanças quanto à acentuação. Dessa forma, assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas corretamente.

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114Q836947 | Português, Fonética e Fonologia, Prefeitura de Pedrão BA Educador Físico, IDCAP, 2021

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

SERENIDADE E DISCRIÇÃO NA CALMARIA DA ALMA

(1o§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Parei de falar quando percebi que ninguém estava disposto a me ouvir. Daí, então, passei a me sentir mais tranquilo, não somente pelo silêncio da voz, mas pelo silêncio interior. Juntei os dois para entender os outros na forma incrível de falação.

(2o§) Optei pelo silêncio, pois vejo a importância de recatar o que eu sou no que sinto e naquilo que faço. O falar é a prata das emoções, enquanto o calar representa o ouro no peso do seu quilate, logo, tem maior valor.

(3o§) Parei de me importar quando silenciei, pois percebi que milhares de bobagens são desprezíveis para quem se ocupa com o que há de maior valor para os humanos. Parei de dar meu máximo para quem não me dava nem o mínimo. Parei de verdade!

(4o§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Simplesmente parei de dar meu melhor para as pessoas que não mereciam nem parte disso. Parei de me importar com aqueles que demonstraram viver bem sem meu carinho. Escolhi parar. Acredite! Saiba que foi a melhor escolha que eu poderia ter feito.

(5o§) Parei de me importar quando silenciei. Não acumulei mágoas nem rancores vis, porque está longe de mim guardar sentimentos amargos, por isso parei. Pare com a ideia de que não pode parar.

(6o§) Ao parar de escolher quem na verdade nunca me escolheu, comecei a refletir mais e a ouvir a voz do meu coração. Pare e reflita! Busque edificar sua sabedoria!

(https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/) - (Acesso 13.05.2021) (Texto adaptado) -

https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/

Sobre o período: "O falar é a prata das emoções, enquanto o calar representa o ouro no peso do seu quilate, logo, tem maior valor", marque a alternativa INCORRETA.

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115Q854406 | Português, Fonética e Fonologia, Fiscal Ambiental, FAFIPA, 2020

Esta startup compra roupas usadas e devolve para as fabricantes revendê-las

Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas. Adidas já é uma das parceiras

    Pelo menos uma vez por ano, algumas pessoas fazem aquela limpeza no guarda roupas e pensam no que fazer com peças que não servem mais ou que já não combinam com o novo estilo de vida. A partir daí, as roupas são direcionadas para doação ou para revenda em sites ou brechós. Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de uso. Enquanto isso, a fabricante não tem ideia de qual fim tiveram as peças produzidas.

    De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de roupas de segunda mão. Eles coletam e armazenam dados dos produtos por até cinco anos. Os clientes então podem pesquisar para descobrir quanto a empresa pagará para comprar o item de volta.

    A startup coleta o item do consumidor e leva para o local de triagem, que analisa se a peça ainda tem condições de uso. As que têm são direcionadas de volta às empresas; já as que têm perda total vão para reciclagem. A Stuffstr, então, envia essas informações de volta às marcas, com base nas condições das roupas devolvidas.

    As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos, visando melhor durabilidade, e ajustar os preços que oferecem aos consumidores pelos itens usados.

    Com isso, a startup argumenta que os consumidores ganham um dinheiro extra, o desperdício é reduzido e as marcas obtêm dados e informações valiosas sobre as peças e os clientes. As primeiras parcerias da Stuffstr foram com as empresas John Lewis e Adidas. Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças usadas para a startup.

     À Forbes, o co-fundador da Stuffstr, John Atcheson disse que a startup está “em uma posição única para poder oferecer aos consumidores um nível sem precedentes de transparência sobre o que acontece com o material - onde é revendido e por quanto - e até o que acontece se não puder ser revendido e for direcionado para a reciclagem. 70% de tudo o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilizável”, diz. De acordo com ele, a ideia é fechar o ciclo de uso das peças e reduzir o descarte desnecessário.


Disponível em: <https://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Moda/noticia/2020/01/esta-startup-compra-roupasusadas-e-devolve-para-fabricantes-revende-las.html>. Acesso em: 29 jan. 2020

Qual alternativa apresenta palavras com dígrafo, hiato e ditongo, nessa mesma ordem?
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116Q856763 | Português, Fonética e Fonologia, Enfermeiro, FAFIPA, 2020

Projeto propõe beliche para dar mais conforto na classe econômica de aviões

Viajar na classe econômica dos aviões está longe de ser algo confortável, especialmente em viagens mais longas. Inúmeros projetos, porém, tentam mudar essa realidade. As propostas são as mais diversas possíveis, inclusive com uma nova área no porão de carga dos aviões. 

Um novo projeto desenvolvido na Holanda pela Delft University of Technology pretende criar áreas com beliches na classe econômica para os passageiros dormirem mais confortavelmente durante as viagens. O projeto é um dos indicados ao prêmio da Crystal Cabin Award deste ano.

Apesar da indicação ao prêmio, o projeto da Delft não é dos mais bonitos. Pelas imagens divulgadas até o momento, as camas parecem mais cápsulas bem apertadas. Quem tem um pouco de claustrofobia pode ficar bastante incomodado ao entrar nesses espaços. Assentos serão reconfigurados somente após a decolagem do avião.

Durante os procedimentos de manobra, decolagem e pouso, os passageiros ficam acomodados em bancos para até três lugares. Já em voo, esse assento poderá ser reconfigurado para se transformar em um beliche de três andares. O acesso às camas mais altas é feito por uma escada lateral, mas os desenvolvedores do projeto garantem que até passageiros mais idosos conseguiriam subir.

A Delft University of Technology diz que as camas também serão bastante confortáveis. No interior da cápsula, haverá monitores de entretenimento, tomadas para carregamento de aparelhos eletrônicos, uma mesinha e um encosto inflável.

Os desenvolvedores do projeto também terão de resolver um outro problema. De acordo com as imagens divulgadas até o momento, não há espaço para os bagageiros internos. Para ter mais conforto, os passageiros não poderão mais levar bagagem de mão a bordo do avião? Até o momento, o projeto da Delft University of Technology não atraiu interesse de nenhuma companhia aérea. Com tantos outros projetos, é possível até mesmo que ele nunca saia do papel. A esperança para os passageiros é que há muita gente ao redor do mundo pensando em algo para deixar sua viagem na classe econômica mais confortável.

Disponível em: <https://economia.uol.com.br/todos-a-bordo/2020/02/02/projeto-beliche-classe-economica.htm>. Acesso
em: 01 fev. 2020.
“Pelas imagens divulgadas até o momento, as camas parecem mais cápsulas bem apertadas.” A palavra destacada no trecho é classificada como:
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117Q837218 | Português, Fonética e Fonologia, Prefeitura de Pedrão BA Educador Físico, IDCAP, 2021

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

SERENIDADE E DISCRIÇÃO NA CALMARIA DA ALMA

(1o§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Parei de falar quando percebi que ninguém estava disposto a me ouvir. Daí, então, passei a me sentir mais tranquilo, não somente pelo silêncio da voz, mas pelo silêncio interior. Juntei os dois para entender os outros na forma incrível de falação.

(2o§) Optei pelo silêncio, pois vejo a importância de recatar o que eu sou no que sinto e naquilo que faço. O falar é a prata das emoções, enquanto o calar representa o ouro no peso do seu quilate, logo, tem maior valor.

(3o§) Parei de me importar quando silenciei, pois percebi que milhares de bobagens são desprezíveis para quem se ocupa com o que há de maior valor para os humanos. Parei de dar meu máximo para quem não me dava nem o mínimo. Parei de verdade!

(4o§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Simplesmente parei de dar meu melhor para as pessoas que não mereciam nem parte disso. Parei de me importar com aqueles que demonstraram viver bem sem meu carinho. Escolhi parar. Acredite! Saiba que foi a melhor escolha que eu poderia ter feito.

(5o§) Parei de me importar quando silenciei. Não acumulei mágoas nem rancores vis, porque está longe de mim guardar sentimentos amargos, por isso parei. Pare com a ideia de que não pode parar.

(6o§) Ao parar de escolher quem na verdade nunca me escolheu, comecei a refletir mais e a ouvir a voz do meu coração. Pare e reflita! Busque edificar sua sabedoria!

(https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/) - (Acesso 13.05.2021) (Texto adaptado) -

https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/

Marque a alternativa com informação INCORRETA.

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118Q160511 | Português, Fonética e Fonologia, Assistente Social, Polícia Civil ES, AOCP, 2018

Texto associado.
Utilize o Texto I para responder a questão.

Projetos e Ações: Papo de Responsa

O Programa Papo de Responsa foi criado por policiais civis do Rio de Janeiro. Em 2013, a Polícia Civil do Espírito Santo, por meio de policiais da Academia de Polícia (Acadepol) capixaba, conheceu o programa e, em parceria com a polícia carioca, trouxe para o Estado.
O ‘Papo de Responsa’ é um programa de educação não formal que – por meio da palavra e de atividades lúdicas – discute temas diversos como prevenção ao uso de drogas e a crimes na internet, bullying, direitos humanos, cultura da paz e segurança pública, aproximando os policiais da comunidade e, principalmente, dos adolescentes.
O projeto funciona em três etapas e as temáticas são repassadas pelo órgão que convida o Papo de Responsa, como escolas, igrejas e associações, dependendo da demanda da comunidade. No primeiro ciclo, denominado de “Papo é um Papo”, a equipe introduz o tema e inicia o processo de aproximação com os alunos. Já na segunda etapa, os alunos são os protagonistas e produzem materiais, como músicas, poesias, vídeos e colagens de fotos, mostrando a percepção deles sobre a problemática abordada. No último processo, o “Papo no Chão”, os alunos e os policiais civis formam uma roda de conversa no chão e trocam ideias relacionadas a frases, questões e músicas direcionadas sempre no tema proposto pela instituição. Por fim, acontece um bate-papo com familiares dos alunos, para que os policiais entendam a percepção deles e também como os adolescentes reagiram diante das novas informações.
Disponível em . Acesso em: 30/ jan./2019.



Quando se redige um texto manuscrito, é necessário conhecer as regras de separação silábica. Considerando essa afirmação, assinale a alternativa em que os vocábulos apresentam separação silábica correta.
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120Q159843 | Português, Fonética e Fonologia, Assistente Social, TJ SC, TJ SC

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