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Questões de Concursos Interpretação de Texto

Resolva questões de Interpretação de Texto comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


181Q832576 | Inglês, Interpretação de Texto, Prefeitura de Irati SC Professor de Inglês, GS Assessoria e Concursos, 2021

Read the text below and answer the question:

Circles - By Carl Sandburg

    The White man drew a small circle in the sand and told the Red man “This is what the Indian knows” and drawing a big circle around the small one, “This is what the White man knows.” The Indian took the stick and drew an immense ring around both circles: “This is where the White man and the Red man know nothing”

Available at: https://quotationstreasury.wordpress.com Accessed on February, 20th 2021.
... around the small one.” The world in bold refers to:
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182Q474637 | Espanhol, Interpretação de Texto

En el texto se dice que:

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183Q374125 | Português, Interpretação de Texto, Analista Judiciário, TRE SP, FCC

As marcas da amizade não desaparecem com a ausência do amigo.

Ao reescrever a frase acima iniciando-se com A ausência do amigo, estará correta a seguinte complementação:

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184Q862208 | Português, Interpretação de Texto, Policial Penal Agente Penitenciário, TRF 3a, VUNESP, 2023

Texto associado.

Inteligência artificial: a era do “deus” máquina

     No teatro grego antigo, quando não havia solução para um impasse, um ator interpretando uma divindade descia ao palco pendurado num guindaste, resolvia o problema e, assim, acabava a peça. Era o Deus ex-machina – o deus surgido da máquina. Com o avanço sem precedentes da inteligência artificial (IA), é justo pensar que, no mundo contemporâneo, a máquina é a própria deidade.

      Para ela, nada parece impossível. Da confecção de discursos em segundos à criação de obras de arte; da identificação de medicamentos promissores ao diagnóstico preciso de doenças, tudo é resolvido pelo “deus algoritmo”. E, ao observar sua invenção “surgindo do guindaste”, o homem pode se perguntar qual lugar ocupará neste enredo. Segundo especialistas, porém, o perigo não está na criatura e, sim, no uso que o criador faz dela.

       A inteligência artificial faz parte da rotina, ainda que não se perceba. O GPS que indica o percurso, a atendente virtual, o internet banking são exemplos de seu uso no dia a dia. Só que, até agora, ninguém temia os mecanismos de busca dos navegadores, os sistemas de reconhecimento facial dos condomínios ou a sugestão de filmes apresentadas pelos aplicativos de streaming.

    Então, as máquinas começaram a gerar imagens perfeitas de pessoas inexistentes, escrever reportagens com acurácia, resolver enigmas matemáticos em frações de segundos, dirigir e voar sozinhas, elaborar defesas jurídicas e até “ler” pensamentos em experimentos científicos. A ponto de, em um editorial da revista Science, um grupo de cientistas pedir a moratória de pesquisas até alguma regulamentação ética da IA.

       A discussão sobre riscos e avanços da IA ultrapassa o campo da ciência da computação; é também filosófica. Já na Grécia Antiga, filósofos questionavam a essência da inteligência e se ela era um atributo somente humano.

      Hoje, esse é um dos centros da discussão sobre IA: sistemas programados e alimentados por seres humanos poderão ultrapassar em astúcia seus criadores? Não, garante um dos maiores especialistas no tema, o cientista da computação francês Jean-Gabriel Ganascia, da Universidade de Sorbonne que, já em 1980, obteve mestrado em inteligência artificial em Paris.

(Paloma Oliveto, Inteligência artificial: a era do ‘deus’ máquina. https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude. Adaptado)

No texto, afirma-se que o homem atualmente está vivendo sob o “deus algoritmo”. Para comprovar essa ideia, o autor recorre

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185Q474680 | Espanhol, Interpretação de Texto, Professor, SEE SP, FCC

Representam conjuntos de conhecimentos articulados que correspondem às assim denominadas "habilidades comunicativas" nas Orientações Curriculares para o Ensino Médio - Conhecimentos de Línguas Estrangeiras:

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186Q474817 | Espanhol, Interpretação de Texto, Professor, SEE SP, FCC

Leia o texto abaixo.

Um material didático que se propõe a ensinar léxico, em espanhol, para etapas e momentos da vida combina dois componentes: um áudio em que alguém relata episódios autobiográficos (nascimento, entrada na escola, formatura, mudança, casamento, etc.) e desenhos que correspondem a esses diferentes momentos, para que o aluno os relacione ao ouvir.

Uma pergunta adequada para trabalhar com esta proposta de atividade a partir da perspectiva do letramento crítico, conforme explicada nas Orientações Curriculares para o Ensino Médio - Conhecimentos de Línguas Estrangeiras, é:

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187Q861943 | Português, Interpretação de Texto, INEP, 2020

Texto associado.

Até o começo do século 19, para se ouvir música dentro de casa, era preciso ter um cantor ou um músico na família. Caso contrário, só mesmo contratando um artista. Apreciar música era um privilégio para os poucos afortunados que podiam ir a teatros, ou diversão pontual para muitos que não se importavam de ficar em praças públicas, no calor ou no frio, dançando ao som dos realejos de rua. Mas foi somente a partir da invenção do fonógrafo de Thomas Edison que foi possível gravar e reproduzir o som como ele é, inclusive a voz humana.

LEIBOVICH, L. Apresentação. In: Do toque ao clique:

a história da música automática.

São Paulo: Sesc, 2018 (adaptado).

A forma como ouvimos música mudou nos últimos cem anos. Conforme o texto, essas transformações

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188Q862722 | Português, Interpretação de Texto, Carteiro, CORREIOS, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

A epístola é um implacável recurso narrativo, pressupõe o diálogo com outrem, comove e se impõe pela interlocução direta e sincera. Mariana Alcoforado usou a correspondência para atenuar a saudade do conde de Chamilly e, não fosse o casal perfeito papel-tinta, o amor proibido da freira portuguesa pelo capitão de cavalaria francês, uma das histórias mais fascinantes de arrebatamento, nunca seria conhecido.

Se as cartas de amor são ridículas, como preceituava Fernando Pessoa, mais ridículo é quem as despreza. É uma arma de insistência. Uma tática da devoção. Foi um bilhete posto furtivamente no casaco que baqueou o coração da escritora Martha Medeiros, autora do poema Cartas Extraviadas. “Sou da era pré-Internet, então já escrevi e recebi inúmeras cartas, e guardo a maioria delas. Hoje me rendo ao email, que é um facilitador de contatos. Nada tenho contra a instantaneidade, mas reconheço que as emoções hoje andam tão efêmeras que mal rendem um parágrafo, quanto mais uma lauda toda manuscrita”, confessa a autora.19

Fabrício Carpinejar. Cartas e literatura: um amor por escrito. In: Revista da Cultura, edição 12, jul./2008, p. 12-4 (com adaptações).

Assinale a opção correta de acordo com as ideias do texto.

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189Q862217 | Português, Interpretação de Texto, Policial Penal Agente Penitenciário, TRF 3a, VUNESP, 2023

Texto associado.

As pitangueiras d’antanho*

       Tem seus 23 anos, e eu a conheço desde os oito ou nove, sempre assim, meio gordinha, engraçada, de cabelos ruivos. Foi criada, a bem dizer, na areia do Arpoador; nasceu e viveu em uma daquelas ruas que vão de Copacabana a Ipanema, de praia a praia. A família mudou-se quando a casa foi comprada para construção de edifício.

             Certa vez me contou:

           – Em meu quarteirão não há uma só casa de meu tempo de menina. Se eu tivesse passado anos fora do Rio e voltasse agora, acho que não acertaria nem com a minha rua. Tudo acabou: as casas, os jardins, as árvores. É como se eu não tivesse tido infância...

             Falta-lhe uma base física para a saudade. Tudo o que parecia eterno sumiu.

         Outra senhora disse então que se lembrava muito de que, quando era menina, apanhava pitangas em Copacabana; depois, já moça, colhia pitangas na Barra da Tijuca; e hoje não há mais pitangas. Disse isso com uma certa animação, e depois ficou um instante com o ar meio triste – a melancolia de não ter mais pitangas, ou, quem sabe, a saudade daquela manhã em que foi com o namorado colher pitangas.

          Também em minha infância, há pitangueiras de praia. Não baixinhas, em moitas, como aquelas de Cabo Frio, que o vento não deixa crescer; mas altas; e suas copas se tocavam e faziam uma sombra varada por pequenos pontos de sol.

(Rubem Fonseca, “As pitangueiras d’antanho”. 200 crônicas escolhidas, 2001. Fragmento)

* d’antanho: de épocas passadas

A correlação entre os tempos verbais atende à norma-padrão em:

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190Q485931 | Inglês, Interpretação de Texto

Select the alternative that completes the extract below.

1 One day, Billy was playing basketball in his friend’s garage in Kokoma, Indiana. He was having a great time. Suddenly, it became dark. A very loud noise frightened him. He looked up and saw the sky was very grey; it became very windy.

5 Without warning, a gust of wind broke the garage into pieces. Billy was very ________.That storm was really ________.

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191Q485680 | Inglês, Interpretação de Texto, Analista Técnico em Gestão Universitária, Universidade Federal do Pernambuco PE, UPE UPENET IAUPE

Match these translation techniques with their definitions in the box.

1. Literal translation

2. Calque

3. Transposition

 4. Equivalence

5. Borrowing

( ) To replace a cultural element in the source language with one from the target culture.

 ( ) To translate a word or an expression word for word.

( ) To change a grammatical category.

( ) To borrow a word or phrase from another language while translating its components to create a new lexeme in the target language.

 ( ) To take a word or expression straight from another language without translation.

The CORRECT sequence is

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192Q485968 | Inglês, Interpretação de Texto

Read the text below in order to answer questions 11 to 13.

WEBSITE LEGAL CHECKUP

The explosive development of the Internet and electronic commerce has demonstrated that a corporate website can be extremely valuable. Although Internet exchanges of information and communications occur in cyberspace, they may have real, tangible consequences in the physical world. This means significant legal consequences can arise from the browsing or use of a corporate website.

As with any other interaction, website activities or information may be the basis for a damages claim against a company. Similarly, a company may wish to restrict what a user does with information obtained from a corporate website. In short, a company should view its website like any other communication channel. Therefore, we recommend that a corporate website include specific terms and conditions applicable to the browsing and use of the website.

According to the text, corporate websites
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193Q374440 | Português, Interpretação de Texto, Administrador, SESAU RO, FUNRIO

?O desastre estará superado apenas quando a economia recuperar essa perda?. A forma de reescrever esse período que altera o seu sentido original é:
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194Q486066 | Inglês, Interpretação de Texto, Advogado Tributarista, IMBEL, CETRO

Which of the alternatives is not related to resource recovery ?

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195Q480806 | Francês, Interpretação de Texto, Professor II, SEE SP, FCC

Atenção: As questões de números 33 a 36 referem-se ao texto Reflexões acerca da mudança de crenças sobre ensino e aprendizagem de línguas, de Ana Maria Ferreira Barcelos (In: Revista Brasileira de Linguística Aplicada. Belo Horizonte, v. 7. n. 2, 2007).

Segundo Barcelos, a mudança verdadeira envolve alteração nas concepções e no comportamento, devendo portanto acontecer em três dimensões:

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196Q852038 | Inglês, Interpretação de texto, Prefeitura de Delmiro Gouveia AL Professor de Inglês, ADM TEC, 2020

Analise as afirmativas a seguir:

I. Estão corretas a grafia e a tradução do seguinte trecho, em inglês: that’s him excused over (isto é típico dele).

II. Estão corretas a grafia e a tradução do seguinte trecho, em inglês: how are we to go on? (como vamos continuar? ou que será de nós?).

Marque a alternativa CORRETA:
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197Q851600 | Inglês, Interpretação de texto, Analista de Tecnologia da Informação, CESPE CEBRASPE, 2020

    As a young democracy, Brazil has confronted economic and financial upheavals in the past. The country’s economic crisis of 2014—2017 saw a drastic fall in gross domestic product (GDP), stark rise in unemployment, a severe fiscal crisis, and an increased budget deficit. Since then, the economy has been a prominent issue in political conversations, especially regarding globalization and the ways in which trade liberalization can affect economic growth. Those running for office in 2018 differed slightly in this debate, and comparing the proposals and backgrounds of their economic advisors was as important as comparing the candidates themselves.


Lara Bartilotti Picanço, Mariana Nozela Prado & Andrew Allen.
Economy and Trade — Brazil 2018 Understanding
the Issues. August 14, 2018. Internet: <www.wilsoncenter.org> (adapted).

Considering the text above, judge the following item.

The authors of the text state that, in the past, Brazil faced economic challenges.

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198Q486212 | Inglês, Interpretação de Texto, Analista em Ciência em Júnior, CAPES, CESGRANRIO

Check the only alternative that presents a statement that is INCONSISTENT with the arguments and reasoning introduced in the text you have read.

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199Q862149 | Português, Interpretação de texto, AMAN, AMAN, 2020

Texto associado.

Sobre a importância da ciência

Parece paradoxal que, no início deste milênio, durante o que chamamos com orgulho de “era da ciência”, tantos ainda acreditem em profecias de fim de mundo. Quem não se lembra do bug do milênio ou da enxurrada de absurdos ditos todos os dias sobre a previsão maia de fim de mundo no ano 2012?

Existe um cinismo cada vez maior com relação à ciência, um senso de que fomos traídos, de que promessas não foram cumpridas. Afinal, lutamos para curar doenças apenas para descobrir outras novas. Criamos tecnologias que pretendem simplificar nossas vidas, mas passamos cada vez mais tempo no trabalho. Pior ainda: tem sempre tanta coisa nova e tentadora no mercado que fica impossível acompanhar o passo da tecnologia.

Os mais jovens se comunicam de modo quase que incompreensível aos mais velhos, com Facebook, Twitter e textos em celulares. Podemos ir à Lua, mas a maior parte da população continua mal nutrida.

Consumimos o planeta com um apetite insaciável, criando uma devastação ecológica sem precedentes. Isso tudo graças à ciência? Ao menos, é assim que pensam os descontentes, mas não é nada disso.

Primeiro, a ciência não promete a redenção humana. Ela simplesmente se ocupa de compreender como funciona a natureza, ela é um corpo de conhecimento sobre o Universo e seus habitantes, vivos ou não, acumulado através de um processo constante de refinamento e testes conhecido como método científico.

A prática da ciência provê um modo de interagir com o mundo, expondo a essência criativa da natureza. Disso, aprendemos que a natureza é transformação, que a vida e a morte são parte de uma cadeia de criação e destruição perpetuada por todo o cosmo, dos átomos às estrelas e à vida. Nossa existência é parte desta transformação constante da matéria, onde todo elo é igualmente importante, do que é criado ao que é destruído.

A ciência pode não oferecer a salvação eterna, mas oferece a possibilidade de vivermos livres do medo irracional do desconhecido. Ao dar ao indivíduo a autonomia de pensar por si mesmo, ela oferece a liberdade da escolha informada. Ao transformar mistério em desafio, a ciência adiciona uma nova dimensão à vida, abrindo a porta para um novo tipo de espiritualidade, livre do dogmatismo das religiões organizadas.

A ciência não diz o que devemos fazer com o conhecimento que acumulamos. Essa decisão é nossa, em geral tomada pelos políticos que elegemos, ao menos numa sociedade democrática. A culpa dos usos mais nefastos da ciência deve ser dividida por toda a sociedade. Inclusive, mas não exclusivamente, pelos cientistas. Afinal, devemos culpar o inventor da pólvora pelas mortes por tiros e explosivos ao longo da história? Ou o inventor do microscópio pelas armas biológicas?

A ciência não contrariou nossas expectativas. Imagine um mundo sem antibióticos, TVs, aviões, carros. As pessoas vivendo no mato, sem os confortos tecnológicos modernos, caçando para comer. Quantos optariam por isso?

A culpa do que fazemos com o planeta é nossa, não da ciência. Apenas uma sociedade versada na ciência pode escolher o seu destino responsavelmente. Nosso futuro depende disso.

Marcelo Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College (EUA)

 

De acordo com o texto, nesta chamada “era da ciência” em que nos orgulhamos de viver, pode-se inferir que é paradoxal acreditar em profecias de fim de mundo porque a ciência

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200Q862211 | Português, Interpretação de Texto, Policial Penal Agente Penitenciário, TRF 3a, VUNESP, 2023

Texto associado.

Inteligência artificial: a era do “deus” máquina

No teatro grego antigo, quando não havia solução para um impasse, um ator interpretando uma divindade descia ao palco pendurado num guindaste, resolvia o problema e, assim, acabava a peça. Era o Deus ex-machina – o deus surgido da máquina. Com o avanço sem precedentes da inteligência artificial (IA), é justo pensar que, no mundo contemporâneo, a máquina é a própria deidade.

Para ela, nada parece impossível. Da confecção de discursos em segundos à criação de obras de arte; da identificação de medicamentos promissores ao diagnóstico preciso de doenças, tudo é resolvido pelo “deus algoritmo”. E, ao observar sua invenção “surgindo do guindaste”, o homem pode se perguntar qual lugar ocupará neste enredo. Segundo especialistas, porém, o perigo não está na criatura e, sim, no uso que o criador faz dela.

A inteligência artificial faz parte da rotina, ainda que não se perceba. O GPS que indica o percurso, a atendente virtual, o internet banking são exemplos de seu uso no dia a dia. Só que, até agora, ninguém temia os mecanismos de busca dos navegadores, os sistemas de reconhecimento facial dos condomínios ou a sugestão de filmes apresentadas pelos aplicativos de streaming.

Então, as máquinas começaram a gerar imagens perfeitas de pessoas inexistentes, escrever reportagens com acurácia, resolver enigmas matemáticos em frações de segundos, dirigir e voar sozinhas, elaborar defesas jurídicas e até “ler” pensamentos em experimentos científicos. A ponto de, em um editorial da revista Science, um grupo de cientistas pedir a moratória de pesquisas até alguma regulamentação ética da IA.

A discussão sobre riscos e avanços da IA ultrapassa o campo da ciência da computação; é também filosófica. Já na Grécia Antiga, filósofos questionavam a essência da inteligência e se ela era um atributo somente humano.

Hoje, esse é um dos centros da discussão sobre IA: sistemas programados e alimentados por seres humanos poderão ultrapassar em astúcia seus criadores? Não, garante um dos maiores especialistas no tema, o cientista da computação francês Jean-Gabriel Ganascia, da Universidade de Sorbonne que, já em 1980, obteve mestrado em inteligência artificial em Paris.

(Paloma Oliveto, Inteligência artificial: a era do ‘deus’ máquina. https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude. Adaptado)

Nas passagens – ... da identificação de medicamentos promissores ao diagnóstico preciso de doenças... (2o parágrafo) – e – ... sistemas programados e alimentados por seres humanos poderão ultrapassar em astúcia seus criadores? (6o parágrafo) –, os termos destacados significam, correta e respectivamente: 

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