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Questões de Concursos Interpretação de Textos

Resolva questões de Interpretação de Textos comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


2081Q100021 | Português, Interpretação de Textos, Analista Administrativo Administração, ANATEL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

1 Folha - O sr. concorda que muitas das restrições
impostas pelo Estado são impostas por pensamentos
"puritanos" de parte da sociedade?
4 Giannetti - A opinião pública pode, sim, se tornar
uma força tirânica e muito cerceadora, tanto quanto a
regulamentação estatal. São dois mecanismos diferentes de
7 coerção e de cerceamento.
Na verdade, o que estamos aprendendo hoje é que o
cérebro humano é modular. Esses módulos do cérebro têm
10 motivações diferentes, e há um processo permanente de
negociação entre áreas do cérebro que nos motivam a fazer
coisas diferentes. O indivíduo está permanentemente e
13 internamente cindido, renegociando consigo mesmo o que ele
faz. E essa negociação é

Uma construção alternativa, igualmente correta e mais enfática, para o período "E essa negociação é escorregadia" (R.14) é a seguinte: Negociação essa que é escorregadia.

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2082Q108982 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Controle Externo, TCE AM, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto que segue.

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Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:

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2083Q103113 | Português, Interpretação de Textos, Analista Processual, MPE RJ, FUJB

Texto associado.

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“Morreu neste final de maio de uma doença oportunista da AIDS, empurrado de um hospital a outro”; uma doença oportunista é aquela que:  

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2084Q115170 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Procuradoria, PGE BA, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 6 a 15 referem-se ao texto abaixo.

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Considere atentamente o que se tem no parágrafo 4 e as afirmações que seguem.

I. Análise do parágrafo torna plausível a dedução de que o rousseauísmo crê na viabilidade e na superioridade ética de um governo continuamente dependente de legitimação pela massa dos cidadãos.
II. Exame do parágrafo revela ser plausível a hipótese de que o rousseauísmo considera legítimo apenas o que advém da totalidade, perspectiva que praticamente resultaria na negação de espaço para a minoria ou para a dissidência individual.
III. O parágrafo firma a ideia de que a obrigação que o governante tem de prestar contas de suas ações à sociedade é, segundo o rousseauísmo, norma que, por concretizar um ideal de perfeição, deve ser praticada.

Está correto o que se afirma em

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2085Q31984 | Português, Interpretação de Textos, Assistente Administrativo, CRM SC, IESES

Texto associado.
Leia o texto responda à seguinte questão.

TECNOLOGIA PARECE ALTERAR CARÁTER DE AMIZADES JUVENIS
 HILARY STOUT – THE NEW YORK TIMES

Antigamente, as crianças conversavam fisicamente com seus amigos. Aquelas horas passadas no telefone da família ou na companhia de amigos do bairro desapareceram muito tempo atrás. Hoje, porém, até mesmo trocar _______ por celular ou e-mail está __________ . Para os adolescentes e pré-adolescentes atuais, a amizade parece se desenrolar cada vez mais por meio de minitextos, SMSs ou nos fóruns muito públicos de Facebook ou MySpace.
Boa parte das preocupações com esse uso da tecnologia tem sido voltada, até agora, a suas implicações no desenvolvimento intelectual das crianças. Mas especialistas começam a estudar um fenômeno profundo: a possibilidade de a tecnologia estar mudando a própria natureza das amizades das crianças.
“De modo geral, os temores suscitados pelo ciberbullying e o sexting (troca de mensagens com textos e imagens de teor sexual) têm ocupado o primeiro plano, deixando em segundo plano um olhar sobre coisas realmente nuançadas, como a maneira como a tecnologia está afetando o caráter de proximidade de amizade”, disse Jeffrey G. Parker, professor-associado de psicologia na Universidade do Alabama, que estuda as amizades infantis desde a década de 1980. “Estamos apenas começando a analisar essas modificações sutis.”
A dúvida é se todo esse envio de mensagens e a participação em redes sociais on line permite aos adolescentes e crianças ficar mais em contato com seus amigos e lhes dar mais apoio – ou se a qualidade de suas interações está sendo prejudicada pela ausência de intimidade e da troca emocional dadas pelo tempo passado fisicamente juntos.
Ainda é muito cedo para saber a resposta. Escrevendo no periódico “The Future of Children”, Kaveri Subrahmanyam e Patricia M. Greenfield, psicólogos, [...] observaram: “Evidências qualitativas iniciais indicam que a facilidade das comunicações eletrônicas pode estar fazendo os ‘teens’ terem menos interesse em comunicação cara a cara com seus amigos. São necessárias mais pesquisas para avaliar até que ponto esse fenômeno está presente e quais seus efeitos sobre a qualidade emocional de um relacionamento”.
Mas a questão é importante, acreditam estudiosos, porque as amizades infantis estreitas ajudam as crianças a ganhar confiança em pessoas de fora de seu círculo familiar e a deitar as bases para relacionamentos adultos saudáveis. “Não podemos deixar que os relacionamentos bons e estreitos desapareçam. Eles são essenciais para permitir que as crianças brinquem com suas emoções, expressem suas emoções – todas as funções de apoio que acompanham os relacionamentos adultos”, disse Parker.
O que veem muitos profissionais que trabalham com crianças são intercâmbios mais superficiais e mais públicos que no passado. Um dos receios é que a criança e os adolescentes de hoje possam estar deixando de viver experiências que os ajudam a desenvolver empatia, compreender nuances emocionais e interpretar indicações como as expressões faciais e a linguagem corporal. Com as obsessões tecnológicas das crianças começando em idade cada vez mais precoce, é possível que seus cérebros acabem sofrendo modificações e que essas habilidades se enfraqueçam mais, pensam alguns pesquisadores.
Mas outros estudiosos da amizade argumentam que a tecnologia está aproximando as crianças mais do que nunca. Elizabeth Hartley-Brewer, autora do livro “Making Friends: A Guide to Undestanding and Nurturing Your Child’s Friendships”, […] acredita que a tecnologia permite a adolescents e crianças ficar conectados com seus amigos 24 horas por dia [...]
[...]
Para algumas crianças ou adolescentes, a tecnologia é um instrumento que facilita a vida social ativa. Hannah Kliot, 15 [...] diz que usa o SMS para fazer planos e para transmitir coisas que acha engraçadas ou interessantes. Mas também o usa para saber como estão suas amigas que podem estar chateadas com alguma coisa – e, nesses casos, procura conversar realmente com elas. “Mas acho que a nova forma de conversar com uma pessoa é o bate-papo por vídeo, no qual você realmente vê a outra pessoa”, disse. “Já dei telefonemas, mas telefonar é considerado antiquado.”

(Folha de São Paulo, 10/5/2010.)
As palavras que completam correta e respectivamente as lacunas do primeiro parágrafo do texto encontram-se na alternativa:
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2086Q119794 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Tecnologia da Informação, BRB, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

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A respeito das ideias do texto, julgue os itens de 1 a 5.

Afirma-se no texto que, na década de 90 do século XX, quando foi criado, o G-20 não era constituído, necessariamente, por países com representatividade econômica, mas que essa situação se alterou ao longo dos anos e que, hoje, o grupo é referência mundial em assuntos econômicos.

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2087Q118528 | Inglês, Interpretação de Textos, Analista de Sistemas, BDMG, FUMARC

Texto associado.

DIRECTIONS: Choose the CORRECT alternative to
answer questions 16 to 25.
Questions 16 to 20:
Choose the CORRECT alternative to
answer questions 16 to 20, according to TEXT 01.

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Question 24: Choose the CORRECT alternative to answer question 24, according to TEXT 03.

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You are in London for the first time. You go to a supermarket because you want to buy some fresh vegetables. You find the sign above near the till.

So you conclude that you can:

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2088Q595206 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Texto associado.
  Pietro Brun, meu tetravô paterno, embarcou em um navio no final do século 19, como tantos
        italianos pobres, em busca de uma utopia que atendia pelo nome de América. Pietro queria
        terra, sim. Mas o que o movia era um território de outra ordem. Ele queria salvar seu nome,
        encarnado na figura de meu bisavô, Antônio. Pietro fora obrigado a servir o exército como
5      soldado por anos demais (...). Havia chegado a hora de Antônio se alistar, e o pai decidiu que
        não perderia seu filho. Fugiu com ele e com a filha Luigia para o sul do Brasil. Como desertava,
        meu bisavô Antônio foi levado em um bote até o navio que já se afastava do porto de Gênova.
        Embarcou como clandestino.
       Ao desembarcar no Brasil, em 10 de fevereiro de 1883, Pietro declarou o nome completo.
10   O funcionário do Império, como aconteceu tantas e tantas vezes, registrou-o conforme ouviu.
        Tornando-o, no mundo novo, Brum – com “m”. Meu pai, Argemiro, filho de José, neto de
        Antônio e bisneto de Pietro, tomou para si a missão de resgatar essa história e documentá-la.
        No início dos anos 1990 cogitamos reivindicar a cidadania italiana. Possuímos todos os
        documentos, organizados numa pasta. Mas entre nós existe essa diferença na letra. Antes de
15    ingressar com a documentação, seria preciso corrigir o erro do burocrata do governo imperial
        que substituiu um “n” por um “m”. Um segundo ele deve ter demorado para nos transformar,
        e com certeza morreu sem saber. E, se soubesse, não teria se importado, porque era apenas o
        nome de mais um imigrante a bater nas costas do Brasil despertencido de tudo.
        Cabia a mim levar essa empreitada adiante.
20    Há uma autonomia na forma como damos carne ao nosso nome com a vida que construímos – e
        não com a que herdamos. (...) Eu escolho a memória. A desmemória assombra porque não a
        nomeamos, respira em nossos porões como monstros sem palavras. A memória, não. É uma
        escolha do que esquecer e do que lembrar – e uma oportunidade de ressignificar o passado
        para ganhar um futuro. Pela memória nos colocamos não só em movimento, mas nos tornamos
25    o próprio movimento. Gesto humano, para sempre incompleto.
        Ao fugir para o Brasil, metade dos Brun ganhou uma perna a mais. O “n” virou “m”. Mas essa
        perna a mais era um membro fantasma, um ganho que revelava uma perda.
        (...)
        Quando Pietro Brun atravessou o mar deixando mortos e vivos na margem que se distanciou, ele
        não poderia ser o mesmo ao alcançar o outro lado. Ele tinha de ser outro, assim como nós, que
30    resultamos dessa aventura desesperada. Era imperativo que ele fosse Pietro Brum – e depois
        até Pedro Brum.
ELIANE BRUM
Meus desacontecimentos: a história da minha vida co
Ao fugir para o Brasil, metade dos Brun ganhou uma perna a mais. O “n” virou “m”. Mas essa perna a mais era um membro fantasma, um ganho que revelava uma perda. (l. 26-27) 
Diante da conduta do funcionário do governo brasileiro, é possível inferir a seguinte reação por parte de Pietro Brun:
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2089Q200468 | Português, Interpretação de Textos, Escriturário, Banco do Brasil, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
1 O juro foi objeto de condenação pelos filósofos da civilizaçãogreco-romana e pelas religiões monoteístas, o judaísmo, o cristianismo eo islamismo. E a doutrina canônica medieval embasada nos princípios do4 evangelho mantinha a proibição do empréstimo a juros. Levantada aproibição do juro, sobretudo após a Revolução Industrial do século XVIII,quando ficou evidente que o capital financeiro é produtivo, a doutrina7 moderna não mais discute a licitude do juro e, sim, o valor que a taxa podealcançar. Legitimado o juro, seja pela maior produtividade dos processoscapitalistas de produção, em face dos não-capitalistas, seja como preço10 cobrado pela renúncia a um maior consumo potencial no presente, a usurapassa a ser o juro cobrado acima da taxa legal ou socialmente tolerável.Julian M. Chacel. Internet: <http://www.caringi.com.br> (com adaptações).Considerando o texto acima e o tema nele tratado, julgue ositens a seguir.

De acordo com o texto, após a legitimação do juro, a usura passou a estar relacionada diretamente à rentabilidade dos processos não-capitalistas de produção.

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2090Q218644 | Português, Interpretação de Textos, Papiloscopista Policial, Polícia Civil RJ, IBFC

Texto associado.

                                        Notícia de Jornal
                                                                  (Fernando Sabino)
       Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, 30 anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante 72 horas, para finalmente morrer de fome.
       Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos e comentários, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.
      Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.
      O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Anatômico sem ser identificado. Nada se sabe dele,senão que morreu de fome.
       Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária,um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é um homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum. Passam, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.
       Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.
      E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome,pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens.Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.
       E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição, tombado em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, Estado da Guanabara, um homem morreu de fome.


                     (Disponível em http://www.fotolog.com.br/spokesman_/70276847/: Acesso em 10/09/14)

Em “Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens.” (7º§), pode-se reconhecer a seguinte figura de linguagem:

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2091Q835117 | Português, Interpretação de Textos, Prefeitura de Palhoça SC Professor de Inglês, IESES, 2021

Após a leitura do enunciado apresentado a seguir, leia as assertivas:
Gostei da reportagem sobre adoção. As informações sobre como funciona o processo de adoção no Brasil são realmente muito importantes. Pois muitas pessoas deixam de adotar uma criança por não saber como funciona e o que é preciso para tal gesto. Que essa matéria sirva de exemplo para que muitas pessoas possam dar um novo lar a uma criança.
(Carta dos leitores. Antonio Luciano Vieira, Diadema, SP. Revista Época. Nº 327/2004).
I. A carta do leitor é um gênero textual veiculado pelos meios de comunicação, principalmente jornais e revistas, e pauta-se pela exposição crítica do leitor sobre determinados assuntos. II. De tipologia narrativa, a carta do leitor, geralmente, é narrada em 1ª pessoa e apresenta registro formal de escrita. III. Um dos elementos mais característicos da carta do leitor é a assinatura do emissor.
Pode-se afirmar que:
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2092Q109625 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Controle Interno, TCU, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

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Com relação aos sentidos e a aspectos lingüísticos do texto, julgue os itens seguintes.

A direção argumentativa do texto evidencia a intenção do autor em fazer uma apologia do modelo de desenvolvimento e de progresso que a globalização representa.

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2093Q201542 | Português, Interpretação de Textos, Escriturário, Banco do Brasil, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

1 Famílias e escolas deveriam educar os alunos para
lidar com perdas. Afinal, morrem não só pessoas, mas
também sonhos, projetos, possibilidades. A mídia deveria
4 dar destaque a pessoas altruístas. Contudo, como esperar
que se enfatize a solidariedade em um mundo regido pela
competitividade? Como falar de modéstia em tempos de
7 exibicionismo? Como valorizar a partilha, se tudo gira em
torno da lógica da acumulação?
As drogas não se transformaram na peste do século
10 só por culpa do narcotráfico. Elas são uma quimérica tábua
de salvação nessa sociedade que relativiza todos os valores
e carnavaliza até a tragédia humana. Não se culpe,
13 indagando onde você errou, como professor ou pai.
Pergunte-se pelos valores da sociedade em que vive. E o que
faz para mudá-los.

Frei Betto. Educação e fascínio da fama. In:
Correio Braziliense, 21/8/2003, p. 19 (com adaptações).

A respeito do texto acima e do quadro característico da
civilização contemporânea,julgue os itens subseqüentes.

Nas linhas 13 e 14, pelos mecanismos de coesão textual, o pronome em "Pergunte-se" refere-se gramaticalmente a "professor" ou a "pai".

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2094Q20817 | Português, Interpretação de Textos, Agente Legislativo, AL PE, FCC

Texto associado.
Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.

        Quando Nelson Mandela criou o grupo The Elders (Os Anciãos) para promover a paz e os direitos humanos em todo o mundo, ele nos desafiou a ser ousados e a dar voz àqueles que não a têm. Nenhuma questão exige essas qualidades mais do que nossa incapacidade coletiva de lidar com os problemas das mudanças climáticas.
        Estas são o maior desafio da nossa era. Elas ameaçam o bem-estar de centenas de milhões de pessoas agora e de muitos bilhões no futuro. Elas destroem o direito humano a alimentação, água, saúde e abrigo – causas pelas quais temos lutado toda a nossa vida. Ninguém nem nenhum país escapará do seu impacto. Mas são aqueles sem voz – porque já são marginalizados ou aindanão nasceram – que se encontram em maior risco. Temos um dever moral urgente de falar em seu nome.
        Dado o peso notório das evidências, pode ser difícil entender por que continuamos avançando lentamente na ação coordenada necessária para reduzir as emissões dos gases de efeito estufa. O último relatório dos especialistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas afirma claramente que o aquecimento do sistema climático é “inequívoco” e o comportamento humano é muito provavelmente sua causa dominante.
       Temos visto nos últimos meses o aumento de eventos de clima extremo, sobre os quais os especialistas chamam a atenção. Os custos já são avultados e, por esse motivo, o Banco Mundial, o FMI e a Agência Energética Intercontinental se juntaram à comunidade científica para alertar sobre os riscos que estamos correndo. Já não são somente os ambientalistas que fazem soar os alarmes. E, todos os anos, a nossa incapacidade em agir nos deixa mais próximos de um ponto sem volta, no qual os cientistas receiam que as mudanças climáticas possam se tornar irreversíveis.
        Muitos dos Anciãos já foram responsáveis por governos. Não cometemos o erro de pensar que tratar das mudanças climáticas é uma questão fácil. Mas sabemos que existem momentos em que, independentemente das dificuldades do panorama imediato, os líderes precisam mostrar coragem e ousadia. Este é um dos momentos. Chegamos a uma encruzilhada. Em uma direção, um legado terrível pode ser passado para nossos netos e bisnetos. De outro lado, está a oportunidade de dar os primeiros passos em direção a um mundo mais justo e sustentável. Não queremos que as gerações futuras digam que falhamos. 


(Adaptado de: ANNAN, Kofi. Ex-Secretário Geral da ONU. O Estado de S. Paulo, A14, Internacional, 24 de janeiro de 2014) 
O autor
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2095Q255069 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Judiciário, TRT 23a, FCC

Seria uma espécie de volta ao berço. (1° parágrafo)

A frase acima significa, considerando-se o contexto,

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2096Q929894 | Linguagens e Códigos e suas Tecnologias, Interpretação de Textos, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

Pero un día, le fue presentado a Cortés un tributo bien distinto: un obsequio de veinte esclavas llegó hasta el campamento español y entre ellas, Cortés escogió a una.

Descrita por el cronista de la expedición, Bernal Díaz del Castillo, como mujer de "buen parecer y entremetida y desenvuelta", el nombre indígena de esta mujer era Malintzin, indicativo de que había nacido bajo signos de contienda y desventura. Sus padres la vendieron como esclava; los españoles la llamaron doña Marina, pero su pueblo la llamó la Malinche, la mujer del conquistador, la traidora a los indios. Pero con cualquiera de estos nombres, la mujer conoció un extraordinario destino. Se convirtió em "mi lengua", pues Cortés la hizo su intérprete y amante, la lengua que habría de guiarle a lo largo y alto del Imperio azteca, demostrando que algo estaba podrido en el reino de Moctezuma, que en efecto existía gran descontento y que el Imperio tenia pies de barro.
FUENTES, C. El espejo enterrado. Ciudad de México: FCE, 1992 (fragmento).

Malinche, ou Malintzin, foi uma figura chave na história da conquista espanhola na América, ao atuar como

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2097Q932731 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular CEDERJ, CEDERJ, CECIERJ

Texto 1
Triste fim de Policarpo Quaresma
Lima Barreto

Como lhe parecia ilógico com ele mesmo estar 
ali metido naquele estreito calabouço. Pois ele,
o Quaresma plácido, o Quaresma de tão profundos
pensamentos patrióticos, merecia aquele triste fim?
5 De que maneira sorrateira o Destino o arrastara até
ali, sem que ele pudesse pressentir o seu extravagante 
propósito, tão aparentemente sem relação com o
resto da sua vida? (...)
Devia ser por isso que estava ali naquela
10 masmorra, engaiolado, trancafiado, isolado dos seus
semelhantes como uma fera, como um criminoso, sepultado 
na treva, sofrendo umidade, misturado com
os seus detritos, quase sem comer... Como acabarei?
Como acabarei? E a pergunta lhe vinha, no meio da
15 revoada de pensamentos que aquela angústia provocava 
pensar. Não havia base para qualquer hipótese.
Era de conduta tão irregular e incerta o Governo que
tudo ele podia esperar: a liberdade ou a morte, mais
esta que aquela. (...)
20 Desde dezoito anos que o tal patriotismo lhe
absorvia e por ele fizera a tolice de estudar inutilidades. 
Que lhe importavam os rios? Eram grandes?
Pois que fossem... Em que lhe contribuiria para a felicidade 
saber o nome dos heróis do Brasil? Em nada...
25 O importante é que ele tivesse sido feliz. Foi? Não.
Lembrou-se das suas cousas de tupi, do folclore, das
suas tentativas agrícolas... Restava disso tudo em sua
alma uma satisfação? Nenhuma! Nenhuma! (...)
A Pátria que quisera ter era um mito; era um
30 fantasma criado por ele no silêncio do seu gabinete.
Nem a física, nem a moral, nem a intelectual, nem a
política, que julgava existir, havia. A que existia, de
fato, era a do Tenente Antonino, a do Doutor Campos,
a do homem do Itamarati.
Excerto. BARRETO, Lima. Triste fm de Policarpo Quaresma. In:
http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/policarpoE.pdf p. 383-387
  

Em “Lembrou-se das suas cousas de tupi” (linha 26), o emprego da forma “cousas” indica, em relação ao personagem,

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2098Q43905 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Judiciário, TRF DF, FCC

Texto associado.
            Os governos sempre se preocuparam com o fluxo e o controle da informação, hoje bastante afetada pelas espetaculares mudanças no campo da tecnologia. A imprensa tipográfica de Gutenberg foi importante para a Reforma Protestante e para as guerras que se seguiram na Europa. Mas, atualmente, um segmento muito maior da população tem acesso ao poder que deriva da informação, seja dentro ou entre países. 
            A atual revolução global tem por alicerce os rápidos avanços tecnológicos que diminuíram enormemente o custo de criar, buscar e transmitir informação. A capacidade de computação duplicou a cada 18 meses nos últimos 20 anos e seu custo é, hoje, um milésimo do que era nos anos 70. Na década de 80, as chamadas telefônicas por fio de cobre transmitiam apenas uma página de informação por segundo; hoje, por meio de cabos de fibra ótica, é possível transmitir 90 mil volumes nesse mesmo tempo. Em 1980, um gigabyte de dados armazenados ocupava uma sala; atualmente, 200 gigabytes cabem no bolso de uma camisa. Mais crucial ainda foi a diminuição do custo da transmissão da informação, que reduz as barreiras ao acesso. À medida que essa capacidade de computação se torna mais barata e os computadores encolhem para o tamanho de smartphones e de outros aparelhos portáteis, os efeitos descentralizadores têm sido imensos. O controle da informação está muito mais distribuído hoje do que há poucas décadas. 
            Como resultado, a política mundial não é mais esfera exclusiva dos governos. Indivíduos e organizações privadas, incluindo o WikiLeaks, empresas multinacionais, ONGs, terroristas ou movimentos sociais espontâneos, têm poder e capacidade para assumir um papel mais direto no cenário global. Com a difusão da informação, as redes informais estão debilitando o monopólio da burocracia tradicional e todos os governos veem-se menos capazes de controlar suas agendas. Hoje, os líderes políticos têm menos liberdade para responder a uma situação de momento e, dessa maneira, precisam se comunicar não apenas com outros governos, mas também com a sociedade civil. 

(Adaptado de: NYE, Joseph. O Estado de S. Paulo, A11, 15 de fevereiro de 2013)
Fica evidente, no 1° parágrafo do texto,
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2099Q205699 | Português, Interpretação de Textos, Escriturário, Banco do Brasil, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 1 a 8 referem-se ao texto
abaixo.

"O folhetim é frutinha de nosso tempo", disse Machado
de Assis numa de suas deliciosas crônicas. E volta ao assunto
na crônica seguinte.
"O folhetinista é originário da França [...] De lá espalhouse
pelo mundo, ou pelo menos por onde maiores proporções
tomava o grande veículo do espírito moderno; falo do jornal." E
Machado tenta "definir a nova entidade literária", procura
esmiuçar a "organização do novo animal". Mas dessa nova
entidade só vai circunscrever a variedade que se aproxima do
que hoje chamaríamos crônica. E como na verdade a palavra
folhetim designa muitas coisas, e, efetivamente, nasceu na
França, há que ir ver o que o termo recobre lá na matriz.
De início, ou seja, começos do século XIX, "le feuilleton"
designa um lugar preciso do jornal: "o rez-de-chaussée"
? résdo-
chão,rodapé
?, geralmente o da primeira página. Tinha uma
finalidade precisa: era um espaço vazio destinado ao
entretenimento. E pode-se já antecipar, dizendo que tudo o que
haverá de constituir a matéria e o modo da crônica à brasileira
já é, desde a origem, a vocação primeira desse espaço
geográfico do jornal, deliberadamente frívolo, oferecido como
chamariz aos leitores afugentados pela modorra cinza a que
obrigava a forte censura napoleônica. ("Se eu soltasse as
rédeas da imprensa", explicava Napoleão ao célebre Fouché,
seu chefe de polícia, "não ficaria três meses no poder.")

(MEYER, Marlyse, Folhetim: uma história. 2 ed. São Paulo:
Companhia das Letras, 2005, p. 57)

O único fragmento do texto que apresenta todas as palavras empregadas em sentido denotativo é:

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2100Q202173 | Português, Interpretação de Textos, Escriturário, Banco do Brasil, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Texto para os itens de 15 a 24

1 Não foi por falta de aviso. Desde 2004, a
Aeronáutica vem advertindo dos riscos do desinvestimento
no controle do tráfego aéreo. Ao apresentar suas propostas
4 orçamentárias de 2004, 2005 e 2006, o Departamento de
Controle do Espaço Aéreo (DECEA) informou, por escrito,
que a não liberação integral dos recursos pedidos levaria
7 à situação vivida agora no país. Mesmo assim, as verbas
foram cortadas ano após ano pelo governo, em dois
momentos: primeiro no orçamento, depois na liberação
10 efetiva do dinheiro.
As advertências do DECEA foram feitas à
Secretaria de Orçamento Federal do Ministério do
13 Planejamento, na oportunidade em que foram solicitadas
verbas para operação, manutenção, desenvolvimento e
modernização do Sistema de Controle do Espaço Aéreo
16 Brasileiro (SISCEAB). Elas são citadas em relatório do
Tribunal de Contas da União (TCU).

O Estado de S.Paulo, 25/3/2007, p. C6 (com adaptações).

Com referência às estruturas e às idéias do texto, bem como a aspectos associados aos temas nele tratados, julgue os próximos itens.

Conhecida como apagão aéreo, a atual crise da aviação brasileira surgiu inesperadamente e por motivos aparentemente desconhecidos, como se depreende da leitura do texto.

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