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Questões de Concursos Interpretação de Textos

Resolva questões de Interpretação de Textos comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


4721Q115315 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Planejamento e Orçamento, MPOG, ESAF

Texto associado.

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Assinale que alteração proposta para estruturas sintáticas do texto preserva sua correção gramatical e coerência argumentativa.

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4722Q666749 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

A lavadeira começou a viver como uma serviçal que impõe respeito e não mais como escrava. Mas essa regalia súbita foi efêmera. Meus irmãos, nos frequentes deslizes que adulteravam este novo relacionamento, eram dardejados pelo olhar severo de Emilie; eles nunca suportaram de bom grado que uma índia passasse a comer na mesa da sala, usando os mesmos talheres e pratos, e comprimindo com os lábios o mesmo cristal dos copos e a mesma porcelana das xícaras de café. Uma espécie de asco e repulsa tingia-lhes o rosto, já não comiam com a mesma saciedade e recusavam-se a elogiar os pastéis de picadinho de carneiro, os folheados de nata e tâmara, e o arroz com amêndoas, dourado, exalando um cheiro de cebola tostada. Aquela mulher, sentada e muda, com o rosto rastreado de rugas, era capaz de tirar o sabor e o odor dos alimentos e de suprimir a voz e o gesto como se o seu silêncio ou a sua presença que era só silêncio impedisse o outro de viver.

HATOUM, M. Relato de um certo Oriente. São Paulo: Cia. das Letras, 2000.

Ao apresentar uma situação de tensão em família, o narrador destila, nesse fragmento, uma percepção das relações humanas e sociais demarcada pelo

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4723Q266369 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, UNESP, VUNESP

Texto associado.

Para responder às questões de números 11 a 15, leia o fragmento de um texto publicado em 1867 no semanário Cabrião.

São Paulo, 10 de março de 1867.
Estamos em plena quaresma.
A população paulista azafama-se a preparar-se para a lavagem geral das consciências nas águas lustrais do confessionário e do jejum.
A cambuquira* e o bacalhau afidalgam-se no mercado.
A carne, mísera condenada pelos santos concílios, fica reduzida aos pouquíssimos dentes acatólicos da população, e desce quase a zero na pauta dos preços.
O que não sobe nem desce na escala dos fatos normais é a vilania, a usura, o egoísmo, a estatística dos crimes e o montão de fatos vergonhosos, perversos, ruins e feios que precedem todas as contrições oficiais do confessionário, e que depois delas continuam com imperturbável regularidade.
É o caso de desejar-se mais obras e menos palavras.
E se não, de que é que serve o jejum, as macerações, o arrependimento, a contrição e quejandas religiosidades? O que é a religião sem o aperfeiçoamento moral da consciência? O que vale a perturbação das funções gastronômicas do estômago sem consciência livre, ilustrada, honesta e virtuosa? Seja como for, o fato é que a quaresma toma as rédeas do governo social, e tudo entristece, e tudo esfria com o exercí- cio de seus místicos preceitos de silêncio e meditação. De que é que vale a meditação por ofício, a meditação hipócrita e obrigada, que consiste unicamente na aparência? Pois o que é que constitui a virtude? É a forma ou é o fundo? É a intenção do ato, ou sua feição ostensiva? Neste sentido, aconselhamos aos bons leitores que comutem sem o menor escrúpulo os jejuns, as confissões e rezas em boas e santas ações, em esmolas aos pobres.
(Ângelo Agostini, Américo de Campos e Antônio Manoel dos Reis. Cabrião, 10.03.1867. Adaptado.)

* Iguaria constituída de brotos de abóbora guisados, geralmente servida como acompanhamento de assados.

A cambuquira e o bacalhau afidalgam-se no mercado.

Ao empregar o verbo "afidalgar-se" (tornar-se fidalgo, enobrecer; assumir ares de fidalgo, tornar-se distinto), os autores do texto sugerem, com bom humor, que a cambuquira e o bacalhau

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4724Q689550 | Português, Interpretação de Textos, Estagiário Ensino Médio Regular, SABESP, FCC, 2019

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão
Ai, que vergonha... 
   Sou tímida. Já nasci assim, veio de algum gene que meus pais me transmitiram, o que não deixa de ser estranho, já que sou incomparavelmente mais tímida que os dois juntos. 
   Só quem é tímido - e não me refiro aí aos falsos tímidos, aqueles que têm uma timidezinha boba de vez em quando, por exemplo, ao chegar a uma festa sem conhecer ninguém - sabe a dificuldade de se dizer “não” a um amigo ou de cobrar alguma coisa de alguém. E só nós tímidos sabemos também o quanto nos custa entrar em uma loja e experimentar uma roupa. O verdadeiro tímido tem vergonha de tudo e de todos. 
   Hoje em dia, depois de anos de teatro e terapia, melhorei demais. Muita gente me afronta e diz que não sou tímida nada, que eu nunca subiria em um palco se minha timidez fosse de verdade. Eu digo que uma coisa não tem nada a ver com a outra. O palco possui uma parede invisível, e quando subo nele é como se não visse ninguém. Além disso, quando as pessoas vão a alguma das minhas apresentações, é esperado que eu cante. Muito diferente é ir a um churrasco e me pedirem para tocar violão. Morro de vergonha. As pessoas param de conversar e ficam me olhando, na expectativa. A minha voz nem sai direito, tamanha a vontade de desaparecer do recinto. 
   Os psicólogos dizem que timidez, na verdade, é orgulho. O tímido seria alguém com tal mania de perfeição que não se dá o direito de errar. Não concordo. Eu digo que o tímido é alguém que tem vergonha de errar, de acertar, de ser julgado ignorante, de ser considerado inteligente, de ser taxado de prepotente... 
  Eu tenho vergonha de tudo. Mas já descobri - até há bastante tempo - o antídoto da timidez. Quando gosto e quero realmente alguma coisa, vergonha nenhuma me impede. Aí eu finjo que sou uma outra pessoa, coloco uma base no rosto para disfarçar a vermelhidão e vou em frente. É assim inclusive com essas crônicas, que tenho vergonha de publicar, mas gosto demais de escrever para parar. 
(Adaptado de: PIMENTA, Paula. Disponível em: www.patio.com.br. 13/12/2006) 
Observe o seguinte trecho do 5º parágrafo.
É assim inclusive com essas crônicas, que tenho vergonha de publicar, mas gosto demais de escrever para parar ...
Preservando a correção e a relação de sentido estabelecida com o elemento sublinhado, a frase acima pode ser completada com a seguinte expressão:
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4725Q105621 | Português, Interpretação de Textos, Analista Administrativo Direito, FUNDAÇÃO CASA, VUNESP

Texto associado.

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As frases ... é impossível escapar da tentação de fazer previsões./ ... vivendo-se ao ritmo das crises econômicas.../ ... pensadores fizeram coro ao pessimismo. estão corretamente reescritas em:

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4726Q667037 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

Texto associado.
Em uma escala de 0 a 10, o Brasil está entre 3 e 4 no quesito segurança da informação. “Estamos começando a acordar para o problema. Nessa história de espionagem corporativa, temos muita lição a fazer. Falta consciência institucional e um longo aprendizado. A sociedade caiu em si e viu que é uma coisa que nos afeta”, diz S.P., pós-doutor em segurança da informação. Para ele, devem ser estabelecidos canais de denúncia para esse tipo de situação. De acordo com o conselheiro do Comitê Gestor da Internet (CGI), o Brasil tem condições de desenvolver tecnologia própria para garantir a segurança dos dados do país, tanto do governo quanto da população. “Há uma massa de conhecimento dentro das universidades e em empresas inovadoras que podem contribuir propondo medidas para que possamos mudar isso [falta de segurança] no longo prazo”. Ele acredita que o governo tem de usar o seu poder de compra de softwares e hardwares para a área da segurança cibernética, de forma a fomentar essas empresas, a produção de conhecimento na área e a construção de uma cadeia de produção nacional.
SARRES, C. Disponível em: www.ebc.com.br. Acesso em: 22 nov. 2013 (adaptado).
Considerando-se o surgimento da espionagem corporativa em decorrência do amplo uso da internet, o texto aponta uma necessidade advinda desse impacto, que se resume em
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4727Q853931 | Português, Interpretação de Textos, Agente Administrativo, FACET Concursos, 2020

Leia o texto abaixo e, em seguida, responda a questão pertinente:

Louco amor
(Ferreira Gullar)

    Era dado a paixões, desde menino. Na escola, aos oito anos, sentava-se ao lado de Nevinha, que tinha a mesma idade que ele e uns olhos que pareciam fechados: dois traços no rosto redondo e sorridente. Quando se vestia, de manhã cedo, para ir à escola, pensava nela e queria ir correndo encontrá-la. Puxava conversa a ponto da professora ralhar. Mas, chegaram as férias de dezembro, perguntou onde ela ia passá-las. “No inferno”, respondeu. Ele se espantou, ela riu. “É como minha mãe chama o sítio de meus avós em Codó.” No ano seguinte, sua mãe o matriculou numa escola mais perto de sua casa e ele nunca mais viu Nevinha.
    Na nova escola, enamorou-se de Teca, que tinha duas tranças compridas caídas nos ombros. Era engraçada e sapeca, brincava com todo mundo e não dava atenção a ele. Já no ginásio, foi a Lúcia, de olhos fundos, silenciosa, quase não ria. Amor à distância. Uma vez ela deixa cair o estojo de lápis e ele, prestimoso, o juntou no chão, e lhe entregou. Ela riu, agradecida.
    Enlouqueceu mesmo foi pela Paula, de 15 anos, quando ele já tinha 22 e se tornara pintor. Era filha de Bonetti, seu professor na Escola de Belas Artes e cuja casa passou a frequentar, bem como outros colegas de turma. A coisa nasceu sem que ele se desse conta, já que a via como uma menina. Mas, certo dia, acordou com a lembrança dela na mente, o perfil bem desenhado, o nariz, os lábios, os olhos inteligentes. Ela era muito inteligente, falava francês, já que vivera com os pais em Paris e lá estudara. A partir daquela manhã, quando visitava o professor era, na verdade, para revê-la. De volta a seu quarto, no Catete, sentia sua falta e inventava pretextos para visitas. Ficava a olhá-la, o coração batendo forte, louco para tomar-lhe as mãos e dizer-lhe: “Eu te amo, Paula”.
    Mas não se atrevia, embora já não conseguisse pintar nem sair com os amigos sem pensar no momento em que declararia a ela o seu amor. Mas não o fazia e já agora custava a dormir e, quando dormia, sonhava com ela. Mas eis que, numa das visitas à casa do professor, não a encontrou. Puxou conversa com a mãe dela e soube que havia ido ao cinema com um primo. Quando chegou, foi em companhia dele, de mãos dadas. Era o Eduardo, que chegara dos Estados Unidos, onde se formara.
    Sentiu que o mundo ia desabar sobre sua cabeça, mal conseguia ver os dois, sentados no divã da sala, cochichando e rindo, encantados um com o outro.
    Agora, acordar de manhã era um suplício, já que a lembrança dela não lhe saía da cabeça. Evitava agora ir à casa de Bonetti, que, entranhando-lhe a ausência, telefonava para convidá-lo. Temia ir lá, mas terminava indo, porque pelo menos podia revê-la, mas voltava para casa arrasado. Muitas vezes nem entrava em casa, com medo de se defrontar com a insuportável realidade. Ficava pela rua andando à toa, até altas horas da noite. Decidiu entregar-se totalmente a sua pintura, comprou telas novas, tintas novas, mas postado em frente ao cavalete, tudo o que conseguia era pensar nela. “Então, vou fazer dela o tema de meus quadros”, decidiu-se e iniciou uma série de retratos dela, que eram antes alegorias patéticas e dolorosas. Os colegas gostaram e contaram ao Bonetti, que pediu para vê-los. Levou-lhe alguns dos quadros, que mereceram dele entusiasmados elogios. Paula, depois de elogiá-los, observou: “Ela parece comigo!”. Ele a fitou nos olhos: “Ela é você”. Sem entender, ela sorriu lisonjeada.
    Paula e o primo se casaram e foram morar nos Estados Unidos. Júlio ganhou um prêmio de viagem ao exterior e foi conhecer os museus da Europa, fixando-se em Paris, que era na época o centro irradiador de arte e literatura. De volta ao Brasil, conheceu Camila, com quem se casou e teve dois filhos, uma menina e um menino, que hoje estão casados e lhe deram netos. Quanto a Paula, de que nunca mais tivera notícias, soube que se separara do marido e voltara ao Brasil, indo morar em São Paulo.
    Júlio e Bonetti continuaram amigos. Já sem a mesma frequência, ia visitá-lo naquele mesmo apartamento de Botafogo, onde viveu com a mesma mulher, mãe de Paula. Morreu dormindo, como queria. Júlio foi ao velório, no Cemitério de São João Batista, onde ele encontrou Paula, quarenta anos depois.
    Ela estava sentada junto ao caixão, ao lado de uma moça. “Júlio foi amigo de meu pai a vida toda... Me conheceu menina.”
    Falou aquilo com toda a naturalidade. “Que estranha é a vida”, pensou ele, fitando o rosto da mocinha que jamais poderia ter sido filha sua.

Gullar, Ferreira. A alquimia na quitanda: artes, bichos e barulhos nas melhores crônicas do poeta. São Paulo: Três Estrelas, 2016.
Marque a alternativa CORRETA, de acordo com o texto:
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4728Q257197 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 1 a 8 baseiam-se no texto
apresentado abaixo.

A safra atual de cana está prevista em 414 milhões de
toneladas e, para 2010/2011, há previsão de chegar a 560 milhões.
O grande crescimento do setor sucroalcooleiro no Brasil
se dará, inicialmente, por causa do mercado interno. Os carros
bicombustíveis ou flex
- que podem rodar tanto com gasolina
quanto com álcool
- serão os principais responsáveis pela
necessidade de expansão dos canaviais, pelo menos nos
próximos cinco anos.
Quanto ao mercado externo de álcool combustível, um
dos diretores do setor destaca que a curto prazo não há
expectativa muito grande, embora se fale muito do potencial do
Brasil. As expectativas são conservadoras, porque o mercado
externo é ainda muito incerto. "Nenhum país muda sua matriz
energética dependendo apenas de um fornecedor, no caso, o
Brasil", diz. Para que isso aconteça, é necessário que outros
países entrem fortena produção canavieira e na produção de
álcool.
Quanto ao açúcar, calcula-se um crescimento na demanda
interna de 2% ao ano, historicamente vinculado ao
aumento da população, e de 3% no mercado externo, em
países para os quais o Brasil já exporta. De qualquer maneira,
ancorado por projeções otimistas, principalmente em relação ao
mercado interno, o setor vem investindo pesado na instalação
de novas unidades produtoras, no oeste paulista e nos cerrados
mineiro, goiano e sul-matogrossense. Há 90 usinas em
processo de montagem ou que deverão ser montadas nos
próximos anos e que vão se juntar às 330 usinas já em
operação no País. Até 2010 deverão estar todas funcionando.

(Adaptado de Novo Mapa do Brasil. O Estado de S.Paulo, H26,
19 de março de 2006)

De acordo com o texto,

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4729Q102318 | Português, Interpretação de Textos, Analista Administrativo, CFA, IADES

Texto associado.

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Considerando o excerto O impacto mais importante da internet não é econômico - é psicológico. (linhas 5 e 6), o trecho que melhor o ratifica é

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4730Q190895 | Português, Interpretação de Textos, Advogado, CASAL, COPEVE UFAL

No par de orações: a) Todo aluno dessa escola fala duas línguas; b) Duas línguas são faladas por todo aluno dessa escola, temos a expressão de um fenômeno semântico do português. Trata-se de

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4731Q667060 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

PROPAGANDA — O exame dos textos e mensagens de Propaganda revela que ela apresenta posições parciais, que refletem apenas o pensamento de uma minoria, como se exprimissem, em vez disso, a convicção de uma população; trata-se, no fundo, de convencer o ouvinte ou o leitor de que, em termos de opinião, está fora do caminho certo, e de induzi-lo a aderir às teses que lhes são apresentadas, por um mecanismo bem conhecido da psicologia social, o do conformismo induzido por pressões do grupo sobre o indivíduo isolado.

BOBBIO, N.; MATTEUCCI, N.; PASQUINO, G. Dicionário de política. Brasília: UnB, 1998 (adaptado).

De acordo com o texto, as estratégias argumentativas e o uso da linguagem na produção da propaganda favorecem a

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4732Q676811 | Português, Interpretação de Textos, Contador, Prefeitura de São Felipe D Oeste RO, IBADE, 2020

Texto associado.
O PAPEL DO PAPEL


Comecei a escrever sobre o mundo da tecnologia da informação em 1987, quando ele ainda nem atendia por esse nome. Dizíamos
apenas “informática”, e o termo englobava tudo, até visões opostas do que estava em jogo. Para a maioria, informática era a definição de
um universo habitado por nerds e máquina, inenarravelmente chato; para a minoria que habitava o tal universo, era uma coleção de
maravilhas e de possibilidades que mudariam o mundo. O tempo se encarregou de mostrar que estávamos certos. E embora a ideia do que
é ou não chato seja altamente subjetiva, o fato é que mesmo quem não suportava (e ainda não suporta) computadores, hoje tem uma vida
mais divertida graças ao que se cozinhava naquele caldeirão. O que ninguém poderia imaginar, porém, era quanto e como o mundo
mudaria.
Era impossível, na época, prever o impacto planetário da internet. Por outro lado, muitos estavam convencidos de que caminhávamos, a
passos largos, para uma sociedade sem papel. Teríamos pequenos computadores de bolso, extensão dos desktops de casa, que usaríamos
para carregar nossos dados, fazer anotações e mesmo pagar as contas via IFRD (infravermelho) com aparelhos universalmente espalhados
pelo comércio. Adeus dinheiro de papel, recebidos, papelada! O palm foi, até certo ponto, a materialização dessa ideia, mas nunca tomou o
lugar dos cartões de credito. Os celulares, que vieram correndo por fora, começam agora a apontar nessa direção.
Todas as necessidades de comunicação, leitura e arquivamento se resolveriam eletronicamente. Na sociedade sem papel, as
escrivaninhas seriam tão limpas que dariam aflição: nada de livros, bloquinhos, revistas, calhamaços diversos. Pessoalmente, eu não levava
a menor Fé nessa visão. Comungava do credo oposto – até porque nunca antes, na história desse planeta, se vira tanto papel. Bastava ver o
tamanho dos manuais publicados a cada nova versão de software. Além disso, como os manuais eram invariavelmente ruins, os updates
davam filhotes nas livrarias, onde sólidos tomos de centenas de páginas tentavam explicar o que os engenheiros de software não
conseguiam.
Ao mesmo tempo, a popularização dos computadores trouxe, na sua esteira, a disseminação das impressoras. Criava-se, aí, um cenário
de calamidade, que unia a facilidade de produzir toda a espécie de, vá lá, “conteúdo” – de trabalhos escolares a planilhas e memorandos – à
inédita possibilidade de reproduzi-lo ao infinito. Cansei de ver executivos que começavam o dia de trabalho lendo os e-mails...
caprichosamente impressos pelas secretárias. E cansei, eu mesma, de guardar longos estudos e processos, que imprimia para ler na
condução entre a minha casa e o jornal.
Fomos salvos da lenta morte por asfixia em montanhas de impressos pelo custo impraticável dos cartuchos de tinta. Estou certa de que,
um dia, a humanidade saberá reconhecer este inestimável serviço prestado pelos fabricantes de impressoras.
Parte do mérito cabe também às telas, que aumentaram de resolução, tamanho, visibilidade. Um LCD com 20 polegadas, como que eu
uso e que já não é nada demais, oferece indiscutivelmente uma leitura mais confortável do que os velhos monitores de fósforo verde de 10
polegadas (alguém se lembra?). As próprias telinhas dos Blackberries e dos celulares já dão para o gasto. Taí uma tecnologia que evolui com
velocidade muito superior à dos e-papers, diversos tipos de papel eletrônico que há tempos vêm sendo pesquisados. Neles, em tese,
poderiam circular jornais e revistas, mas estou entre os que acham seu futuro mais certo na área dos cartazes e displays.
O Kindle e outros leitores – cujos primeiros antepassados vieram ao mundo, sem sucesso, no início dos anos 1990 – prometem remover
parte das montanhas de papel que ainda nos circundam. São o suporte perfeito para livros de referência e manuais que precisam de
atualização, e para livros de leitura rápida, como a maioria dos best-sellers; mas não conseguirão substituir edições caprichadas das obras
que amamos, livros de arte ou, no outro extremo, livros de bolso baratinhos. Ou alguém se arrisca a levar um Kindle para a praia?
Cora Rónai – Jornal O Globo, 26/09/2009
“O tempo se encarregou de mostrar que estávamos certos. E embora a ideia do que é ou não chato seja altamente subjetiva, o fato é que mesmo quem não suportava (e ainda não suporta) computadores, hoje tem uma vida mais divertida graças ao que se cozinhava naquele caldeirão.”. A respeito das orações que compõem o período destacado, está INCORRETO afirmar que:
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4733Q709336 | Português, Interpretação de Textos, Administrador, UFRJ, CESGRANRIO, 2019

Texto associado.
Texto II
                                   Estojo escolar

        Noite dessas, ciscando num desses canais a
cabo, vi uns caras oferecendo maravilhas eletrôni-
cas, bastava telefonar e eu receberia um notebook
capaz de me ajudar a fabricar um navio, uma estação
espacial.
        Minhas necessidades são mais modestas: tenho
um PC mastodôntico, contemporâneo das cavernas
da informática. E um laptop da mesma época que co-
meça a me deixar na mão. Como pretendo viajar es-
ses dias, habilitei-me a comprar aquilo que os caras
anunciavam como o top do top em matéria de com-
putador portátil.
        No sábado, recebi um embrulho complicado que
necessitava de um manual de instruções para ser
aberto. Depois de mil operações sofisticadas para
minhas limitações, retirei das entranhas de isopor o
novo notebook e coloquei-o em cima da mesa. De
repente, como vem acontecendo nos últimos tempos,
houve um corte na memória e vi diante de mim o meu
primeiro estojo escolar. Tinha 5 anos e ia para o jar-
dim de infância.
        Era uma caixinha comprida, envernizada, com
uma tampa que corria nas bordas do corpo principal.
Dentro, arrumados em divisões, havia lápis coloridos,
um apontador, uma lapiseira cromada, uma régua de
20 cm e uma borracha para apagar meus erros.
        Da caixinha vinha um cheiro gostoso, cheiro que
nunca esqueci e que me tonteava de prazer. Fechei o
estojo para proteger aquele cheiro, que ele ficasse ali
para sempre, prometi-me economizá-lo. Com avare-
za, só o cheirava em momentos especiais.
        Na tampa que protegia estojo e cheiro havia
gravado um ramo de rosas muito vermelhas que se
destacavam do fundo creme. Amei aquele ramalhete
– olhava aquelas rosas e achava que nada podia ser
mais bonito.
        O notebook que agora abro é negro, não tem ro-
sas na tampa e, em matéria de cheiro, é abominável.
Cheira vilmente a telefone celular, a cabine de avião,
ao aparelho de ultrassonografia onde outro dia uma
moça veio ver como sou por dentro. Acho que piorei
de estojo e de vida.
CONY, C. H. Crônicas para ler na escola. São Paulo: Objetiva,
2009. Disponível em:/fz12039806.htm>. Acesso em: 23 jul. 2019.

O termo mastodôntico, em “tenho um PC mastodôntico, contemporâneo das cavernas da informática” (?. 6-8), pode ser substituído, sem prejuízo do sentido do trecho, por
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4734Q688859 | Português, Interpretação de Textos, Assistente Técnico, IDAM, IBFC, 2019

Texto associado.
Leia com atenção um trecho da matéria “A leitura em cada fase da primeira infância” e responda à questão.
A leitura deve ser uma atividade da escola e da família, começando quando o bebê ainda está no útero. Para você, que atua na Primeira Infância (período da gestação aos seis anos), cabe a tarefa de mostrar aos pais como ler faz bem às crianças, ajudando seus filhos a se tornarem bons leitores. Quanto mais palavras a criança conhecer, aos dois anos de idade, mais ela estará preparada para vivenciar suas relações sociais e aproveitar a pré-escola, obtendo melhores resultados em leitura e matemática, com mais autocontrole e menos ansiedade. Estas foram as principais conclusões de pesquisadores das universidades do Estado da Pensilvânia, Califórnia Irvine e Columbia (EUA). Por isso, o papel dos pais é essencial, já que esse contato com a leitura deve começar durante a gestação e se intensificar no dia a dia da família. Mas como contar histórias para o feto? Qual o texto mais adequado para um recém-nascido? Poesia também é bom? Dúvidas pertinentes que você pode ajudar a sanar, dando algumas orientações. No caso de pais “grávidos”, vale a leitura, em voz alta, de livros que eles curtam, assim como cantar, recitar poemas e conversar com o bebê, acariciando a barriga da mãe. Para crianças maiores, dos três aos cinco anos, as histórias podem ser mais complexas, como os contos de fadas. A diversidade também é legal. Ler notícias de jornais, revistas, tirinhas de histórias em quadrinhos, tudo é novidade. Estimular a criança a ler para os pais é outra atividade importante e desafiadora. O importante é que, em qualquer idade, o hábito de ler faça parte do cotidiano da escola e da família, assim como comer, brincar e dormir. 
(Fonte: Blog Desenvolvimento Infantil) 
Com base na interpretação do texto anterior, assinale a alternativa incorreta:
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4735Q932837 | Português, Interpretação de Textos, VESTIBULAR UEMG, UEMG, UEMG, 2019

Texto associado.
TEXTO 2

 Pesquisa estuda relação entre alimentos e câncer nas redes sociais
        Artigo publicado no periódico inglês Future Science AO examina se as postagens em uma mídia social são modismo ou se há evidência
científica quando o assunto é o câncer associado a alimentos funcionais.
        Uma das autoras do artigo, Claudia Jurberg, bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico
e Tecnológico (CNPq), explica que foram analisados alimentos funcionais relacionados ao câncer no Pinterest (rede social de
compartilhamento de fotos) e se havia evidência científica ou não no portal de periódicos do PubMed, que é um motor de busca de livre
acesso à base de dados MEDLINE de citações e resumos de artigos de investigação em biomedicina. O Pinterest foi a mídia de escolha
porque está em franca ascensão no mundo e no Brasil.
        "Foram analisados 507 Pins, sendo 75 de alimentos associados ao câncer, compartilhados mais de 27 mil vezes, e encontramos mais de
80 mil artigos científicos sobre esses alimentos e câncer no PubMed. Em 90% dos alimentos mencionados como funcionais para o câncer,
encontramos literatura científica. Os Pins são ideias que as pessoas encontram e salvam de toda a Web", esclarece a pesquisadora.
        Claudia informa que existem cerca de 50 bilhões de pins sobre comida no Pinterest, e que o objetivo principal era investigar a relação
entre postagens sobre comida e câncer no Pinterest e as evidências científicas. "Surpreendentemente, 90% dos alimentos citados nessa
mídia social também aparecem na literatura científica". No entanto, apesar desse paralelo entre conteúdo publicado em mídia social e
evidência científica, a pesquisadora diz que não foi possível identificar a exata relação dos alimentos com o câncer: se previnem, curam ou
tratam. [...]
Coordenação de Comunicação Social do CNPq. Ter, 21 Ago. 2018. Disponível em: http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-
/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/6333171. Acesso: 11 dez. 2018. [Fragmento. Adaptado].
Em relação ao Texto 2, assinale a alternativa CORRETA:
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4736Q682469 | Português, Interpretação de Textos, Nível Superior Conhecimentos Básicos, TCE RO, CESPE CEBRASPE, 2019

Texto associado.
Texto CB1A1-I
1 É impressionante como, em nosso tempo, somos
contraditórios no que diz respeito aos direitos humanos.
Em comparação a eras passadas, chegamos a um máximo
4 de racionalidade técnica e de domínio sobre a natureza,
o que permite imaginar a possibilidade de resolver grande
número de problemas materiais do homem, quem sabe,
7 inclusive, o da alimentação.
No entanto, a irracionalidade do comportamento
é também máxima, servida frequentemente pelos mesmos
10 meios que deveriam realizar os desígnios da racionalidade.
Assim, com a energia atômica, podemos, ao mesmo tempo,
gerar força criadora e destruir a vida pela guerra; com incrível
13 progresso industrial, aumentamos o conforto até alcançar
níveis nunca sonhados, mas excluímos dele as grandes
massas que condenamos à miséria; em muitos países,
16 quanto mais cresce a riqueza, mais aumenta a péssima
distribuição dos bens. Portanto, podemos dizer que os
mesmos meios que permitem o progresso podem provocar
19 a degradação da maioria.
Na Grécia antiga, por exemplo, teria sido impossível
pensar em uma distribuição equitativa dos bens materiais,
22 porque a técnica ainda não permitia superar as formas brutais
de exploração do homem, nem criar abundância para todos.
Em nosso tempo, é possível pensar nisso, mas o fazemos
25 relativamente pouco. Essa insensibilidade nega uma das
linhas mais promissoras da história do homem ocidental,
aquela que se nutriu das ideias amadurecidas no correr
28 dos séculos XVIII e XIX.
Essas ideias abriram perspectivas que pareciam
levar à solução dos problemas dramáticos da vida em
31 sociedade. E, de fato, durante muito tempo, acreditou-se que,
removidos uns tantos obstáculos, como a ignorância e os
sistemas despóticos de governo, as conquistas do progresso
34 seriam canalizadas no rumo imaginado pelos utopistas, porque
a instrução, o saber e a técnica levariam, necessariamente,
à felicidade coletiva. Contudo, mesmo onde esses obstáculos
37 foram removidos, a barbárie continuou entre os homens,
embora não mais se ache normal o seu elogio, como se todos
soubessem que ela é algo a ser ocultado e não proclamado.
Antonio Candido. Vários escritos. 3.ª ed. rev. e ampl.
São Paulo: Duas Cidades, 1995, p. 169-70 (com adaptações).
Sem alteração dos sentidos do texto CB1A1-I, o vocábulo “equitativa” (L.21) poderia ser substituído por
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4737Q250865 | Português, Interpretação de Textos, Técnico de Processos Organizacionais Administrativo, BAHIAGÁS, FCC

Texto associado.

Nos últimos anos, a discussão sobre o aquecimento
global e suas consequências se tornou onipresente entre
governos, empresas e cidadãos. É louvável que todos queiram
salvar o planeta, mas o debate sobre como fazê-lo chegou ao
patamar da irracionalidade. Entre cientistas e ambientalistas,
estabeleceu-se uma espécie de fervor fanático e doutrinário
pelas conclusões pessimistas do Painel Intergovernamental
sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão da ONU. Segundo
elas, ou se tomam providências radicais para cortar as
emissões de gases do efeito estufa decorrentes da atividade
humana, ou o mundo chegará ao fim do século XXI à beira de
uma catástrofe. Nos últimos três meses, numa reviravolta
espetacular, a doutrina do aquecimento global vem se
desmanchando na esteira de uma série de escândalos.
Descobriu-se que muitas das pesquisas que dão sustentação
aos relatórios emitidos pelo IPCC não passam de especulação
sem base científica. Pior que isso: os cientistas queconduzem
esses estudos manipularam dados para amparar suas
conclusões.

A reputação do IPCC sofreu um abalo tectônico no início
do ano quando se descobriu um erro grosseiro numa das
pesquisas que compõem seu último relatório, divulgado em
2007. O texto afirma que as geleiras do Himalaia podem
desaparecer até 2035, por causa do aquecimento global. O
derretimento traria consequências devastadoras para bilhões de
pessoas na Ásia, que dependem da água produzida pelo degelo
nas montanhas. Os próprios cientistas que compõem o IPCC
reconheceram que a previsão não tem o menor fundamento
científico e foi elaborada com base em uma especulação. O
mais espantoso é que tal previsão tenha sido tratada como
verdade incontestável por três anos, desde a publicação do
documento.

Os relatórios do IPCC são elaborados por 3000
cientistas de todo o mundo e, por enquanto, formam o melhor
conjunto de informações disponível para estudar os fenômenos
climáticos. O erroestá em considerá-lo infalível e, o que é pior,
transformar suas conclusões em dogmas.

(Okky de Souza. Veja, 24 de fevereiro de 2010, pp. 94-95,
com adaptações)

Conclui-se corretamente do texto que seu autor

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4738Q188914 | Português, Interpretação de Textos, Administrador, MPS, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Os jovens do Norte e do Nordeste do Brasil estão muito
mais vulneráveis à violência do que os do principal eixo
metropolitano do país. Maceió é a capital mais violenta para
quem tem entre 12 e 29 anos de idade, seguida por outras seis
capitais dessas regiões. São Paulo é a mais segura para a
juventude. O Rio é a oitava capital mais violenta e está na
64.ª posição entre as 266 cidades com mais de 100 mil habitantes.
A cidade mais violenta do Brasil para os jovens é Itabuna, na
Bahia.

O ranque foi divulgado pelo Ministério da Justiça e pelo
Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que desenvolveu um
indicador inédito, o índice de vulnerabilidade juvenil à violência
(IVJV), a partir de cinco diferentes indicadores sociais: taxa de
homicídios; mortes em acidentes de trânsito; empregabilidade e
educação; pobreza; e taxa da desigualdade social.

O Globo, 25/11/2009, p. 14 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerandoa
abrangência do tema e sua importância para a compreensão do
quadro social brasileiro dos dias atuais, julgue os itens que se
seguem.

A pesquisa mencionada no texto confirma, a rigor, o que já se sabia com relação ao impacto da violência sobre a juventude brasileira: seria exemplo a trágica situação do Rio de Janeiro como a capital que mais sujeita seus jovens às diversas manifestações de violência.

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4739Q239092 | Português, Interpretação de Textos, Recenseador, IBGE, CESGRANRIO

Texto associado.

A importância do censo

O censo ajuda cada um de nós a conhecer melhor
os estados e, principalmente, nossos municípios. Os resultados
do censo refletem a realidade brasileira, fornecendo o
retrato do Brasil num determinado período de tempo. Seus
dados são utilizados em programas e projetos que contribuem
para estudar o crescimento e a evolução da população ao
longo do tempo, identificar regiões que precisam de investimentos
em saúde, habitação, transportes, energia, programas
de assistência à velhice.

Seus efeitos podem ser vistos, também, na
agropecuária. Conhecendo melhor a situação deste setor, o
governo pode criar novos incentivos na produção da agricultura
familiar, por exemplo, em produtos que alimentam os brasileiros,
como arroz, feijão, milho, mandioca, hortaliças, além da
criação de caprinos, ovinos e gado de leite.

A sociedade também pode fazer uso destes resultados.
Eles podem indicar locais propícios para instalaçãode
fábricas, supermercados, shopping centers, escolas, creches,
cinemas, restaurantes, lojas. Além disso, podem servir de
base para que os cidadãos possam reivindicar maior atenção
do governo para problemas específicos, como a expansão da
rede de água e esgoto, expansão de rede telefônica, instalação
de postos de saúde, etc.

Disponível em www.ibge.gov.br/censo/motivos.shtm(adaptado)

Segundo o Texto I, com a realização do censo:

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4740Q694031 | Português, Interpretação de Textos, Nutricionista, UFERSA, Ufersa, 2019

Observe o verbo haver nos dois trechos seguintes retirados do texto 1:
“(...) Deve haver políticas sociais voltadas para os pequenos agricultores, que considerem as fragilidades dessas famílias, que buscam a sua sobrevivência na agricultura familiar”.
“Quanto ao meio rural, o estudo considerou como domicílios agrícolas aqueles onde há pelo menos um membro empregado no setor agrícola e 67% ou mais da renda do trabalho vindo de atividades agrícolas”.
Sobre o sujeito do verbo haver, nesses dois casos, é correto dizer que:
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