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Questões de Concursos Interpretação de Textos

Resolva questões de Interpretação de Textos comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


5241Q262723 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

Uma tese corrente entre os antropólogos sustenta que
um dos marcos da separação entre o homem e os demais
primatas foi o advento da família nuclear. Formada por pai, mãe
e filhos que vivem juntos, ela se opõe à chamada família
estendida, em que os animais andam em bandos e as relações
entre membros consanguíneos se dão de outras formas. Entre
os chimpanzés e os bonobos, nossos parentes mais próximos
na árvore da evolução, como entre muitos outros mamíferos
sociais, a guarda da prole fica exclusivamente a cargo da
fêmea.
Uma pesquisa recente de um grupo de arqueólogos
alemães confirma a antiguidade da família nuclear entre humanos.
O estudo foi feito com base num conjunto de quatro
túmulos coletivos, que datam de 4.600 anos atrás, encontrados
próximos ao rio Saale, no interior da Alemanha. Os túmulos
abrigavam treze ossadas, cujas fraturas sugeriam que os
indivíduos haviam sido vítimas de um massacre. Por análises
de DNA, provou-se que num dos túmulos pai,mãe e filhos -
dois meninos com cerca de 5 e 9 anos - haviam sido enterrados
juntos. Como mostra uma reconstituição artística feita a partir
das ossadas, cada uma das crianças foi sepultada, respectivamente,
junto aos braços do pai e da mãe. O achado constitui
a mais antiga evidência arqueológica de família nuclear já encontrada
e identificada por meio da genética.
Até meados do século XX, prevalecia entre os antropólogos
a ideia de que a família nuclear era uma instituição
apenas cultural. Ela está presente em mitos consagrados como
Adão e Eva, a primeira das famílias, segundo a Bíblia. Hoje se
acredita que a família nuclear tenha se estabelecido por trazer
vantagens evolutivas. Segundo o biólogo holandês Frans de
Waal, um dos maiores primatologistas da atualidade, "É provável
que a família nuclear tenha sido essencial para diferenciar a
espécie humana, garantir sua sobrevivência e sua disseminação
pelo planeta".
Várias hipóteses apontam nesse sentido. Nasgerações
imemoriais, os machos que ficavam mais perto das fêmeas
geravam mais descendentes que os aventureiros, que só
apareciam de vez em quando. A relação estável também
ganhou espaço porque, entre humanos, criar um filho não é
fácil. O bebê exige cuidados especiais por mais tempo que
outros primatas. Em ambientes hostis, como a selva ou a
savana, proteger a criança era difícil. Sob a ótica do pai, estar
por perto para arranjar comida, manter as feras afastadas e
garantir a sobrevivência da prole representava uma vantagem
evolutiva.
Como mostra a imagem da família abraçada no túmulo
encontrado na Alemanha, o instinto familiar é ancestral no
Homo sapiens.

(Leandro Nardoch. Veja, 10 de dezembro de 2008, pp. 114-115,
com adaptações)

Considere as afirmativas seguintes:

I. Há, no texto, informação explícita a respeito do significado de família nuclear.

II. Está implícito no texto que recursos oferecidos pela genética são importantes auxiliares em estudos arqueológicos.

III. A conclusão que surge no último parágrafo é coerente com o desenvolvimento do texto.

Está correto o que se afirma em

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5242Q146243 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Execução de Mandados, TRF 1a, FCC

Texto associado.
Assim como os antigos moralistas escreviam máximas, deu-me vontade de escrever o que se poderia chamar de mínimas, ou
seja, alguma coisa que, ajustada às limitações do meu engenho, traduzisse um tipo de experiência vivida, que não chega a alcançar a
sabedoria mas que, de qualquer modo, é resultado de viver.
Andei reunindo pedacinhos de papel em que estas anotações vadias foram feitas e ofereço-as ao leitor, sem que pretenda
convencê-lo do que penso nem convidá-lo a repensar suas ideias. São palavras que, de modo canhestro, aspiram a enveredar pelo
avesso das coisas, admitindo-se que elas tenham um avesso, nem sempre perceptível mas às vezes curioso ou surpreendente.
C.D.A.



(Carlos Drummond de Andrade. O avesso das coisas [aforismos]. 5.ed. Rio de Janeiro: Record, 2007, p. 3)

Nas palavras que prefaciam sua obra, Carlos Drummond
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5243Q851032 | Português, Interpretação de Textos, Prefeitura de Mataraca PB Assistente Social, CONTEMAX, 2020

Coração numeroso

Foi no Rio.
Eu passava na Avenida quase meia-noite.
Bicos de seio batiam nos bicos de luz estrelas
inumeráveis.
Havia uma promessa do mar
e bondes tilintavam,
abafando o calor
que soprava no vento
e o vento vinha de Minas.

Meus paralíticos sonhos desgosto de viver
(a vida para mim é desejo de morrer)
faziam de mim homem-realejo imperturbavelmente
na Galeria Cruzeiro quente quente
e como não conhecia, ninguém a não ser o doce vento
mineiro,
nenhuma vontade de beber, eu disse: Acabemos com
ISSO.

Mas tremia na cidade uma fascinação casas
compridas
autos estendidos correndo caminho do mar
voluptuosidade errante do calor
mil presentes da vida aos homens indiferentes,
que meu coração bateu forte, meus olhos inúteis
choraram.

O mar batia em meu peito, já não batia no cais.
A rua acabou, quede como árvores?  a cidade sou eu
a cidade sou eu
sou eu a cidade
meu amor.

Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de.  Alguma
Poesia .
O verso “Bicos de seio batiam nos bicos de luz estrelas inumeráveis.” apresenta uma imagem carregada de linguagem figurada; assim, o recurso estilístico que sobressai em tal verso aparece na opção:
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5245Q171100 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar Judiciário Área Administrativa, TRF 2a, FCC

Texto associado.

Instruções: As questões de números 1 a 10 baseiam-se no
texto apresentado abaixo.

"A batalha para alimentar a humanidade acabou.
Centenas de milhões vão morrer nas próximas décadas, apesar
de todos os programas contra a fome", escreveu o biólogo
americano Paul Ehrlich em seu livro A bomba populacional, de
1968. Não era à toa. O número de pessoas no mundo chegava
a assustadores 3,5 bilhões e, de fato, não existia terra suficiente
para alimentar todas elas.


Mas Ehrlich errou. Ele não acreditava que um daqueles
programas contra a fome daria certo. Era a Revolução Verde,
um movimento que começou nos anos 40. O revolucionário ali
foi dotar a agricultura de duas novidades. A primeira foram os
fertilizantes de laboratório. Criados no começo do século XX,
esses compostos químicos permitiam maior crescimento das
plantas, com três nutrientes fundamentais: nitrogênio, potássio e
fósforo. A segunda novidade eram os pesticidas eherbicidas
químicos, capazes de destruir insetos, fungos e outros inimigos
das lavouras com uma eficiência inédita.

E o resultado não poderia ter sido melhor: com essa dupla,
a produtividade das lavouras cresceu exponencialmente.
Tanto que, hoje, dá para alimentar uma pessoa com o que cresce
em 2 mil metros quadrados; antes, eram necessários 20 mil.


A química salvou a humanidade da fome. Mas cobrou
seu preço. Os restos de fertilizantes, por exemplo, tendem a
escapar para rios e lagos próximos às plantações e chegar à
vegetação aquática. As algas se multiplicam a rodo e, quando
finalmente morrem, sua decomposição consome o oxigênio da
água, sufocando os peixes. Com os pesticidas é pior ainda. Eles
não são terríveis só contra os insetos que destroem lavouras,
mas também contra borboletas, pássaros e outras formas de
vida. A biodiversidade ao redor das fazendas fica minguada e,
quando os agricultores exageram na dose, sobram resíduosnos
alimentos, toxinas que causam danos à saúde das pessoas.
Diante disso, muitos consumidores partiram para uma alternativa:
os alimentos orgânicos, que ignoram os pesticidas e
fertilizantes químicos em nome de integrar a lavoura à natureza.

(Adaptado de Ana Gonzaga. Superinteressante, novembro
2006, p.90-92)

Segundo o texto, a Revolução Verde

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5246Q856671 | Português, Interpretação de Textos, DMAE MG Motorista, Gestão de Concursos, 2020

                                Dois caboclos na enfermaria

Lá na minha terra tinha um caboclo que vivia reclamando de uma dor na perna. E, coincidentemente, um compadre dele tinha também a mesma dor na perna, e também estava sempre reclamando da danada. Só que nenhum deles tinha coragem de ir ao médico. Ficavam mancando, reclamando da dor, mas não iam ao hospital de jeito nenhum. Até que um deles teve uma ideia:

Caboclo 1 - Ê, cumpadi, nóis véve sofrendo muito com a danada dessa dor na perna... Por que é que nóis num vamu junto no dotô? Vamos lá. A gente faz a consulta, e tal, se interna no mesmo quarto... Daí fazemo o tratamento e vemo o que acontece. Se curar, tá bom demais!

O compadre gostou da ideia, tomou coragem e lá se foram os dois. Quando chegaram ao hospital, o médico pediu para o primeiro deitar na cama e começou a examinar. Fez algumas perguntas e foi apertando a perna do caboclo:

Doutor - Dói aqui?

Caboclo 1 - Aiiiii...

Doutor - E aqui, como é que está?

Caboclo 1 - Aii, aiii... dói demais!

E o outro só olhando. Quando chegou a vez dele, o médico foi cutucando, apertando, mas nada de ele gemer. Ficou quieto o tempo todo.Aí o médico foi embora e o compadre estranhou:

Caboclo 1 - Mas cumpadi... a minha perna doeu demais da conta com os aperto do hômi... Como é que a sua não doeu nadica de nada?

Caboclo 2 - E ocê acha que eu vou dá a perna que dói pro hômi apertá?

BOLDRIN, Rolando. Almanaque Brasil.

São Paulo: ano 12, n. 133. [s.d.], p. 34.

Assinale a alternativa em que o verbo “ter” deveria ser substituído por “haver”, segundo a norma padrão.
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5247Q257378 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRF 3a, FCC

Texto associado.

Instruções: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto
apresentado abaixo.

1. Coerente com a noção de que o pecado marca
fundamentalmente a condição humana, como estigma
degradante, e que este mundo material é apenas lugar de
perdição ou, na melhor das hipóteses, lugar de penas re-
5. generadoras, o pensamento católico medieval insistiu no
tema da miséria e da indignidade do homem. Indignidade
resultante da Queda, indignidade tornada visceral e que,
sozinho, apenas por si mesmo, apenas com suas parcas
forças o homem não conseguiria superar, necessitando da
10. ação mediadora da Igreja, de seus clérigos, seus sacramentos.
É bem verdade que essa visão pessimista em
relação ao homem e à natureza, que lhe propicia ocasiões
de pecado ou de esquecimento da necessidade de
salvação, encontra seu reverso, na própria Idade Média,
15. no cristianismo de São Francisco de Assis, baseado em
pobreza, alegria e amor à naturezaenquanto obra
belíssima de Deus. Essa é justamente uma das
contradições mais fecundas apresentadas pelo universo
religioso medieval (contradição muito bem exposta, em for-
20 ma romanceada, por Umberto Eco, em O nome da rosa).
(...) Mas, franciscanismo à parte, a tese que prevalece na
Idade Média como concepção "oficial" da Igreja é aquela
da degradação do homem em decorrência do pecado
original e da natureza como reino da perigosa e tentadora
25. materialidade.

(PESSANHA, José Américo Motta. Humanismo e pintura.
Artepensamento. Org. Adauto Novaes. São Paulo:
Companhia das Letras, 1994, p. 30-31)

Considerado o contexto, é correto afirmar:

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5248Q120677 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Tecnologia da Informação, UFF, UFF

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto,no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usualde
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemosmodelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e nãodois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
Imagem 002.jpg

No enunciado: "Aliás, é quase consenso que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é não terem um sistema de saúde como o europeu e o canadense" (1º parágrafo), "aliás" funciona com o mesmo sentido que em:

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5249Q705129 | Português, Interpretação de Textos, Aspirante da Polícia Militar, Polícia Militar MG, PM MG, 2019

Vantagem evolutiva
      Sabe-se há algum tempo que indivíduos chamados “dominantes” tendem a subir mais alto em hierarquias diversas. Trata-se daquele indivíduo que, comumente, é mais hábil em tomar a frente das situações em relação aos seus pares, sendo o primeiro a tomar decisões e chegar aos recursos que lhe garantam o referido destaque e, consequentemente, a sobrevivência. Uma vantagem evolutiva.
      O que não se sabia era se esses sujeitos seriam capazes de tomar decisões mais rapidamente, exibindo o comportamento relacionado à dominância fora de um contexto social, sem que houvesse algum tipo de competição entre os dois ou mais indivíduos. Algo que se mostrou, pela primeira vez, interligado, segundo estudo publicado recentemente na revista Cerebral Cortex.
      A pesquisa envolveu 240 estudantes do sexo masculino, classificados em grupos de alta ou baixa dominância por um questionário padrão de “pontuação de dominância” que foi validado em estudos anteriores. A velocidade de tomada de decisão foi medida com cinco experimentos que avaliaram sua memória e capacidade de reconhecimento visual, sua capacidade de distinguir emoções, o aprendizado de rotas entre eles e, por fim, sua capacidade de resposta.
      A primeira tarefa envolveu a discriminação entre emoções vistas em várias imagens de rostos. Então eles se mudaram para uma tarefa de memória e reconhecimento, na qual foram solicitados a lembrar e reconhecer uma série de rostos. O terceiro experimento fez com que os participantes tivessem de se lembrar de um percurso, e o quarto, um experimento de controle, fez com que os participantes batessem na barra de espaço de um teclado assim que vissem um quadrado cinza na tela. Nesta parte do estudo, nenhum dos dois grupos parecia ser mais rápido que o outro.
      Num quinto experimento, sinais neurais foram avaliados por exame de eletroencefalograma (EEG), com base na rapidez da realização das tarefas propostas: distinguir imagens de rostos felizes daqueles tristes e, em seguida, de rostos com raiva e neutros. A prontidão para responder, nesse momento, foi acompanhada por um sinal cerebral notavelmente amplificado em torno de 240 milissegundos em homens de alta dominância. 
GOYANO, Jussara. Psique Ciência&Vida. 151 Edição. ed. set. 2018.
“Trata-se daquele indivíduo que, comumente, é mais hábil em tomar a frente das situações em relação aos seus pares, sendo o primeiro a tomar decisões e chegar aos recursos que lhe garantam o referido destaque [...]”.
O fragmento do texto acima contém características de um indivíduo dominante.
Marque a opção CORRETA que indica essas características na ordem em que se apresentam.
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5250Q706412 | Português, Interpretação de Textos, Agente de Endemias ACE, Prefeitura de Quatro Barras PR, FUNPAR NC UFPR, 2019

Texto associado.
Considere o seguinte texto:
Cuide de sua ligação de água!
A responsabilidade pela integridade do cavalete e do hidrômetro é do cliente a partir da adesão ao serviço. Vale lembrar que o cliente está sujeito a sanções administrativas e custos de regularização nos casos de violação, furto, perda, quebra ou adulteração do padrão da ligação.
(http://site.sanepar.com.br/sites/site.sanepar.com.br/files/clientes2012/guia-do-cliente.pdf)
O trecho retirado do site da Sanepar faz referência a:
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5251Q703862 | Português, Interpretação de Textos, Técnico em Tecnologia da Informação, IF PB, IDECAN, 2019

Texto associado.
ONG confirma segunda morte em conflitos na Venezuela 
Segunda vítima é mulher que foi baleada na cabeça, informa o Observatório Venezuelano de Conflito Social (OVCS). País enfrenta onda de protestos pró e contra Maduro. 
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/05/02/ong-relata-morte-de-mais-uma-pessoa-durante-protestos-navenezuela.ghtml
No excerto do texto “ONG confirma segunda morte em conflitos na Venezuela”, pode-se afirmar que “na Venezuela” refere-se sintaticamente, com base no contexto e no objetivo da notícia, ao
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5252Q133511 | Português, Interpretação de Textos, Analista do Ministério Público Especialidade Direito, MPE SE, FCC

Texto associado.

Jornalismo e universo jurídico

É frequente, na grande mídia, a divulgação de informações ligadas a temas jurídicos, muitas vezes essenciais para a conscientização do cidadão a respeito de seus direitos. Para esse gênero de informação alcançar adequadamente o público leitor leigo, não versado nos temas jurídicos, o papel do jornalista se torna indispensável, pois cabe a ele transformar informações originadas de meios especializados em notícia assimilável pelo leitor.
Para que consiga atingir o grande público, ao elaborar uma notícia ou reportagem ligada a temas jurídicos, o jornalista precisa buscar conhecimento complementar. Não se trata de uma tarefa fácil, visto que a compreensão do universo jurídico exige conhecimento especializado. A todo instante veem-se nos meios de comunicação informações sobre fatos complexos relacionados ao mundo da Justiça: reforma processual, controle externo do Judiciário, julgamento de crimes de improbidade administrativa, súmula vinculante, entre tantosoutros.
Ao mesmo tempo que se observa na mídia um grande número de matérias atinentes às Cortes de Justiça, às reformas na legislação e aos direitos legais do cidadão, verifica-se o desconhecimento de muitos jornalistas ao lidar com tais temas. O campo jurídico é tão complexo como alguns outros assuntos enfocados em segmentos especializados, como a economia, a informática ou a medicina, campos que também possuem linguagens próprias. Ao embrenhar-se no intrincado mundo jurídico, o jornalista arrisca-se a cometer uma série de incorreções e imprecisões linguísticas e técnicas na forma como as notícias são veiculadas. Uma das razões para esse risco é lembrada por Leão Serva:


Um procedimento essencial ao jornalismo, que necessariamente induz à incompreensão dos fatos que narra, é a redução das notícias a paradigmas que lhes são alheios, mas que permitem um certo nível imediato de compreensão pelo autor ou por aquele que ele supõe ser o seu leitor. Por conta desse procedimento, noticiários confusosaparecerão simplificados para o leitor, reduzindo, consequentemente, sua capacidade real de compreensão da totalidade do significado da notícia.

(Adaptado de Tomás Eon Barreiros e Sergio Paulo França de Almeida. http://jus2.uol.com.br.doutrina/texto.asp?id=1006)

Traduz-se de modo claro, coerente e correto uma ideia do texto em:

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5253Q834187 | Português, Interpretação de Textos, Prefeitura de Jacinto Machado SC Professor de Português, PS Concursos, 2021

Analise o texto abaixo para responder a próxima questão:

Como incentivar a leitura na sala de aula? 4 dicas!

    Aprender a ler é uma das principais conquistas do início da vida. O contato com a literatura favorece todo o desenvolvimento da criança, sendo capaz de melhorar a comunicação, fortalecer os laços afetivos e instigar o raciocínio lógico e a concentração. Saber como incentivar a leitura na sala de aula então é fundamental como exemplo e estímulo para adquirir esse hábito.    

     Em qualquer momento da vida, ler é prazeroso e educativo. Se para as crianças e adolescentes faz parte das tarefas e da descoberta do mundo, para adultos e idosos pode ser uma bela companhia para relaxar. O importante é que esta atividade nunca desapareça da sua rotina!

[...]

Por que investir na leitura

    Ler é uma atividade com múltiplos benefícios: ativa o cérebro, desperta a criatividade, melhora a capacidade de interpretação, traz conhecimento, exercita a memória e trabalha a concentração. Sobretudo para o desenvolvimento infantil, é um exercício completo que ainda proporciona o aumento do vocabulário da criança, facilitando a sua comunicação e diversos outros aprendizados.

    A leitura em sala de aula reforça diariamente a aprendizagem, além de ajudar a criar esse hábito. Apesar de o período escolar ser cheio de conteúdos e livros didáticos a serem devorados, é importante estimular a criança a ler nas suas horas vagas assuntos de seu interesse, que lhe tragam prazer, informação e lazer.

Como incentivar a leitura na sala de aula

    Talvez um dos grandes desafios de um professor seja saber como incentivar a leitura na sala de aula e fazer uma criança se apaixonar por esse hábito. Não é incomum ouvir que, nessa fase, eles preferem brincar, praticar algum esporte, jogar videogame ou se dedicar a outras atividades.

    A leitura em sala de aula pode ser o ponto de partida para adquirir esse hábito, principalmente se dentro de casa não há muitos estímulos. Estar atento aos pequenos costumes faz toda a diferença no resultado final, confira algumas dicas de como incentivar a leitura na sala de aula.

Sinalize a importância da leitura

    O passo primordial é demonstrar sempre a importância da leitura como fonte de informação, imaginação, cultura, vocabulário, valores. Incentive o contato e o respeito pelo livro e faça com que este não seja um objeto distante, mas sim parte do seu cotidiano. Essas são boas atividades para incentivar a leitura.

Facilite o acesso às obras

    A criação de um espaço lúdico e propício para a leitura, onde os estudantes tenham acesso às unidades literárias, também deve ser uma preocupação da instituição e é também um ponto fundamental de como incentivar a leitura na sala de aula.

    Atualmente, isso pode ser facilitado e viabilizado até mesmo pela internet, reduzindo custos de aquisição de material, armazenamento ou problemas como perdas. As bibliotecas digitais permitem que todo o grupo de alunos consiga acessar diversos títulos, sem limitações de tempo ou unidades.

Promova eventos

    O teatro, a música, a dança e até a culinária podem ser bons aliados em como incentivar a leitura na sala de aula. Declamar poesias, representar romances ou comédias, testar receitas e diversos outros tipos de apresentações, ajudam a movimentar o ambiente escolar utilizando bases literárias e os talentos de cada um.

    Você ainda pode sugerir a criação de um jornal ou revista da turma. Para isso, divida produção do conteúdo entre os alunos e programe um evento para o lançamento.

Diversifique os temas e os gêneros

    Muitas crianças não se dedicam a ler as mesmas histórias que os outros colegas, mas gostam de ler enciclopédias, livros sobre animais, mapas ou outras curiosidades. Essa é uma maneira generosa de como incentivar a leitura na sala de aula. O essencial é não deixar que esse prazer seja perdido ou visto como uma obrigação, apresentando diversos gêneros e formas de praticar a leitura até que cada uma encontre a que mais lhe agrada.

Assinale a alternativa em que a palavra entre parênteses NÃO seja sinônimo da palavra destacada na frase:
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5255Q669333 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar Legislativo, Câmara de Cabedelo PB, UEPB, 2020

Texto associado.
Leia o Conto abaixo, intitulado “Para que ninguém a quisesse” e responda a questão. 

      Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.
    Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair. Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
    Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.
    Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
    Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
(COLASANTI, Marina. “Para que ninguém a quisesse”. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2).

No último parágrafo, a mudança de comportamento da mulher demonstra que ela 
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5256Q835483 | Português, Interpretação de Textos, Prefeitura de Pedrão BA Assistente Social, IDCAP, 2021

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

SERENIDADE E DISCRIÇÃO NA CALMARIA DA ALMA

(1o§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Parei de falar quando percebi que ninguém estava disposto a me ouvir. Daí, então, passei a me sentir mais tranquilo, não somente pelo silêncio da voz, mas pelo silêncio interior. Juntei os dois para entender os outros na forma incrível de falação.

(2o§) Optei pelo silêncio, pois vejo a importância de recatar o que eu sou no que sinto e naquilo que faço. O falar é a prata das emoções, enquanto o calar representa o ouro no peso do seu quilate, logo, tem maior valor.

(3o§) Parei de me importar quando silenciei, pois percebi que milhares de bobagens são desprezíveis para quem se ocupa com o que há de maior valor para os humanos. Parei de dar meu máximo para quem não me dava nem o mínimo. Parei de verdade!

(4o§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Simplesmente parei de dar meu melhor para as pessoas que não mereciam nem parte disso. Parei de me importar com aqueles que demonstraram viver bem sem meu carinho. Escolhi parar. Acredite! Saiba que foi a melhor escolha que eu poderia ter feito.

(5o§) Parei de me importar quando silenciei. Não acumulei mágoas nem rancores vis, porque está longe de mim guardar sentimentos amargos, por isso parei. Pare com a ideia de que não pode parar.

(6o§) Ao parar de escolher quem na verdade nunca me escolheu, comecei a refletir mais e a ouvir a voz do meu coração. Pare e reflita! Busque edificar sua sabedoria!

(https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/) - (Acesso 13.05.2021) (Texto adaptado) -

https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/

Analise as informações seguintes:

I.Os verbos: "Optei", "parei", "percebi", pertencem à mesma conjugação, além de todos enunciarem ideia conclusa no pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo.

II.No primeiro período do (1°§) a voz do texto informa sobre uma decisão pessoal.

III.No conteúdo do texto, há elementos que comprovam a predominância da função emotiva da linguagem.

IV.O período: "Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio", é composto por coordenação sindética e está construído com exemplos de sujeitos elípticos ou desinenciais.

Estão CORRETAS:

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5257Q171425 | Inglês, Interpretação de Textos, Auxiliar Técnico de Informática, TRANSPETRO, CESGRANRIO

Texto associado.
What are the best energy sources? "Best" depends on many factors - how the energy is being used, where it is being used, what energy sources are available, which sources are most convenient and reliable, which5 are easiest to use, what each costs, and the effects on public safety, health, and the environment. Making smart energy choices means understanding resources and their relative costs and benefits. Some energy sources have advantages for specific10 uses or locations. For example, fuels from petroleum are well suited for transportation because they pack a lot of energy in a small space and are easily transported and stored. Small hydroelectric installations are a good solution for supplying power or mechanical energy close15 to where it is used. Coal is widely used for power generation in many fast-developing countries - including China, India, and many others - because domestic supplies are readily available. Efficiency is an important factor in energy costs.20 How efficiently can the energy be produced, delivered, and used? How much energy value is lost in that process, and how much ends up being transformed into useful work? Industries that produce or use energy continually look for ways to improve efficiency, since this is a key to25 making their products morecompetitive. The ideal energy source - cheap, plentiful, and pollution-free - may prove unattainable in our lifetime, but that is the ultimate goal. The energy industry is continuing to improve its technologies and practices, to30 produce and use energy more efficiently and cleanly. Energy resources are often categorized as renewable or nonrenewable. Renewable energy resources are those that can be replenished quickly - examples are solar power,35 biomass, geothermal, hydroelectric, wind power, and fast-reaction nuclear power. They supply about seven percent of energy needs in the United States; theother 93 percent comes from nonrenewables. The two largest categories of renewable energy now in use in the U.S.40 are biomass - primarily wood wastes that are used by the forest products industry to generate electricity and heat - and hydroelectricity. Nonrenewable energy resources include coal, oil, natural gas, and uranium-235, which is used to fuel45 slow-reaction nuclear power. Projections of how long a nonrenewable energy resource will last depend on many changeable factors. These include the growth rate of consumption, and estimates of how much of the remaining resources can be economically recovered. New exploration50 and production technologies often increase theability of producers to locate and recover resources. World reserves of fossil energy are projected to last for many more decades - and, in the case of coal, for centuries.In: http://www.classroom-energy.org/teachers/energy_tour/pg5.html

In the sentence "These include the growth rate of consumption, and estimates of how much of the remaining resources can be economically recovered." (lines 47-49), "these" refers to:

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5258Q705700 | Português, Interpretação de Textos, Advogado Jr, EMDEC SP, IBFC, 2019

Texto associado.

A perfeição (adaptado)

             O susto de reencontrar alguém que não vemos há anos é o impacto do tempo. O desmanche alheio incomoda? Claro que não, apenas o nosso refletido na hipótese de estarmos também daquele jeito. Há momentos nos quais o salto para o abismo do fim parece mais dramático: especialmente entre 35 e 55. (...)

           Agatha Christie deu um lindo argumento para todos nós que envelhecemos. Na sua Autobiografia, narra que a solução de um casamento feliz está em imitar o segundo casamento da autora: contrair núpcias com um arqueólogo (no caso, Max Mallowan), pois, quanto mais velha ela ficava, mais o marido se apaixonava. Talvez o mesmo indicativo para homens e mulheres estivesse na busca de geriatras, restauradores, historiadores, egiptólogos ou, no limite, tanatologistas.

         Envelhecer é complexo, a opção é mais desafiadora. O célebre historiador israelense Yuval Harari prevê que a geração alpha (nascidos no século em curso) chegará, no mínimo, a 120 anos se obtiver cuidados básicos. O Brasil envelhece demograficamente e nós poderíamos ser chamados de vanguarda do novo processo. Dizem que Nelson Rodrigues aconselhava aos jovens que envelhecessem, como o melhor indicador do caminho a seguir. Não precisamos do conselho pois o tempo é ceifador inevitável. (...)

          Como em toda peça teatral, o descer das cortinas pode ser a deixa para um aplauso caloroso ou um silêncio constrangedor, quando não vaia estrondosa. É sabedoria que o tempo ensina, ao retirar nossa certeza com o processo de aprendizado. Hoje começa mais um dia e mais uma etapa possível. Hoje é um dia diferente de todos. Você, tendo 16 ou 76, será mais velho amanhã e terá um dia a menos de vida. Hoje é o dia. Jovens, velhos e adjacentes: é preciso ter esperança. 

De acordo com o primeiro parágrafo do texto, assinale a alternativa correta.
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5260Q243890 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Interpretação de Textos, Técnico Administrativo, ANTAQ, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

A Polícia Federal desferiu um dos maiores golpes na
história do tráfico de drogas sintéticas no Rio, cuja característica
é muito distinta do praticado nos morros da cidade. Os policiais
cumpriram mandados de prisão por todo o país - só no Rio
foram utilizados 22 agentes e presas 42 pessoas, a maioria jovens
de classe média alta moradores da Zona Sul. Eles utilizavam um
esquema de mulas (pessoas usadas para transportar a droga), que
levavam cocaína para o exterior e traziam ecstasy, LSD e haxixe.
As operações se estenderam por Brasília, Paraná, Santa Catarina,
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas, Bahia e Pernambuco.

Jornal do Brasil, 12/2/2009, p. A2 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
importância e as ramificações do tema nele abordado, julgue os
itens seguintes.

Os avanços tecnológicos que caracterizam o atual estágio da economia mundial, comumente denominado globalização, também são apropriados por organizações criminosas que atuam em escala mundial.

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