Durante a apresentação do projeto conceitual de um novo banco de dados, umaanalista instrui sua equipe sobre a correta representação das regras de negócio da organização
utilizando o modelo Entidade-Relacionamento (ER). O foco do alinhamento recai sobre as restrições
estruturais e a fundamentação teórica das associações. Considerando as orientações da profissional,
analise as assertivas a seguir:
I. A analista esclareceu como a equipe deve classificar as associações de acordo com a quantidade
de conjuntos de entidades envolvidos, conceito conhecido como grau do relacionamento. Como
exemplo prático, ela mencionou que conexões simultâneas entre três entidades distintas
configuram um arranjo ternário (ou de grau três), ao passo que vínculos restritos a apenas dois
conjuntos devem ser nomeados como binários.
II. No que diz respeito aos relacionamentos binários, o time foi orientado a aplicar as razões de
cardinalidade para delimitar o limite máximo de ocorrências de associação nas quais uma dada
entidade pode figurar. Seguindo essa lógica, a analista reforçou que os desenvolvedores devem
modelar o projeto apoiando-se nas proporções clássicas: um-para-um (1:1), um-para-muitos
(1:N), muitos-para-um (N:1) e muitos-para-muitos (M:N).
III. Ao detalhar a restrição de participação — métrica que indica se a existência de um dado no banco
depende de sua vinculação a outro —, a profissional definiu que ela estabelece o teto absoluto
(valor máximo) de associações permitidas por entidade. Além disso, determinou como padrão que
os colaboradores categorizassem essa participação no projeto sob dois prismas estruturais:
dinâmica ou estática.
Quais estão corretas?