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Questões de Concursos Morfologia

Resolva questões de Morfologia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


421Q101102 | Português, Morfologia, Analista Processual, MPU, FCC

Texto associado.

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A tese de Fichte, entretanto, se move dentro do âmbito de uma teoria geral do exercício da liberdade, válida para todos os tempos e todos os lugares, enraizada na existência de um eu puro. Nosso ponto de partida é bem outro; claro que a educação para a liberdade deve pressupor a freqüentação de elementos não-livres vistos como o solo em que medra o desenvolvimento da liberdade. Mas entendemos que a tese nada tem a ver com um suposto eu puro, pois ela se mostra essencialmente e antes de tudo em seu caráter histórico: não existe algo como uma liberdade constitutiva da natureza humana considerada em si mesma.

Considerado o fragmento acima e o contexto, é correto afirmar:

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422Q687396 | Português, Morfologia, Escriturário, Câmara Municipal de Sertãozinho SP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Leia o texto para responder a questão.
Agravamento da poluição por plástico
nos oceanos ao lavar roupa
Lavar a roupa pode agravar a poluição por plástico no
meio ambiente – a depender do tipo de tecido, a tarefa doméstica 
contribuiria para a contaminação dos oceanos, apontam estudos.
A questão foi levantada no início deste mês em reunião
do Comitê de Auditoria Ambiental do Reino Unido, quando
membros do Parlamento discutiram pesquisas que concluem
que fibras de tecidos sintéticos que se soltam da roupa
durante a lavagem acabam chegando aos oceanos e sendo
comidas por peixes e outras criaturas aquáticas.
Os maiores vilões são poliéster, acrílico e náilon. Um casaco de 
lã de poliéster libera 1 milhão de fibras, enquanto um
par de meias de náilon é responsável por 136 mil fibras a cada
lavagem, aponta um estudo conduzido por pesquisadores da
Universidade de Manchester. Cientistas descobriram que essas 
fibras estão cobrindo leitos de rios em todo o Reino Unido.
Há sempre a opção de lavar roupa com menos frequência, o 
que pode ser uma boa desculpa para quem sempre
odiou essa tarefa doméstica. Isso teria um grande impacto
positivo, na avaliação de Jeroen Dagevos, integrante de um
projeto de conservação dos oceanos. Ele sugere ainda que
comprar menos roupas sintéticas também ajuda. Preferir
tecidos como lã, algodão, seda e caxemira também ajudam.
Uma outra opção, recomendada pelo Instituto de Engenheiros 
Mecânicos, em um novo relatório, seria o uso de sacolas de
roupas de malha para reter os fios. Assim, em vez de irem direto
para os oceanos, as fibras podem ser colocadas no lixo.
Jeroen Dagevos diz que a ideia de criar novas regulamentações 
para os fabricantes poderia ajudar, forçando as
empresas a colocar mais recursos na busca por soluções.
(Folha de S.Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2018/10/
por-que-podemos-estar-agravan do-poluicao-por-plasticonos-oceanos-ao-lavar-roupa.shtml. Adaptado)
A palavra destacada no segmento “... fibras de tecidos sintéticos que se soltam da roupa durante a lavagem acabam chegando aos oceanos...” exprime ideia de
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423Q932916 | Português, Morfologia, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ, 2019

Texto associado.
Violência e psiquiatria
O tipo de violência que aqui considerarei pouco tem a ver com pessoas que utilizam martelos para
golpear a cabeça de outras, nem se aproximará muito do que se supõe façam os doentes mentais.
Se se quer falar de violência em psiquiatria, a violência que brada, que se proclama em tão alta
voz que raramente é ouvida, é a sutil, tortuosa violência perpetrada pelos outros, pelos “sadios”,
5 contra os rotulados de “loucos”. Na medida em que a psiquiatria representa os interesses ou
pretensos interesses dos sadios, podemos descobrir que, de fato, a violência em psiquiatria é
sobretudo a violência da psiquiatria.
Quem são porém as pessoas sadias? Como se definem a si próprias? As definições de saúde mental
propostas pelos especialistas ou estabelecem a necessidade do conformismo a um conjunto de
10 normas sociais arbitrariamente pressupostas, ou são tão convenientemente gerais – como, por
exemplo, “a capacidade de tolerar conflitos” – que deixam de fazer sentido. Fica-se com a
lamentável reflexão de que os sadios serão, talvez, todos aqueles que não seriam admitidos na
enfermaria de observação psiquiátrica. Ou seja, eles se definem pela ausência de certa experiência.
Sabe-se, porém, que os nazistas asfixiaram com gás dezenas de milhares de doentes mentais,
15 assim como dezenas de milhares de outros tiveram seus cérebros mutilados ou danificados
por sucessivas séries de choques elétricos: suas personalidades foram deformadas, de modo
sistemático, pela institucionalização psiquiátrica. Como podem fatos tão concretos emergir na
base de uma ausência, de uma negatividade – a compulsiva não loucura dos sadios? De fato,
toda a área de definição de sanidade mental e loucura é tão confusa, e os que se arriscam
20 dentro dela são tão aterrorizados pela ideia do que possam encontrar, não só nos “outros”
como também em si mesmos, que se deve considerar seriamente a renúncia ao projeto.
DAVID COOPER
Adaptado de Psiquiatria e antipsiquiatria. São Paulo: Perspectiva, 1967.
a violência em psiquiatria é sobretudo a violência da psiquiatria. (?. 6-7)
A relação entre “violência” e “psiquiatria” é destacada pelos dois termos sublinhados, que expressam,
respectivamente, as noções de:
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424Q113205 | Português, Morfologia, Analista de Gestão em Saúde, FIOCRUZ, FGV

Texto associado.

Se telefonar, não dirija

O uso de telefones celulares revolucionou a comunicação
entre as pessoas de forma que muitos esqueceram como
vivíamos sem este aparelho fundamental à evolução da
espécie. Tão logo um cidadão adquire o santo instrumento
da felicidade humana, imediatamente se torna seu escravo.
Viciado em fazer ligações e responder imediatamente a
chamados.
Qualquer dúvida, por mais banal que seja, torna-se uma
urgência inadiável. A mão se estende rapidamente ao celular.
A ligação é feita. Alívio geral. Na maior parte do dia, isso,
além de cômico, não faz muito mal. Exceto ao bolso.
Caso a pessoa esteja dirigindo, no entanto, falar ao
telefone pode se transformar em tragédia. O estudo de
dados científicos realizado há cinco anos demonstrou,
claramente, a relação entre o uso do telefone celular e o
aumento do risco de acidentes automobilísticos graves.
A maioria dessas pesquisas aponta para um momento de
4 a 5,9 vezesmaior chance de o motorista se distrair e bater
o carro. Recentemente, foram disseminados ao redor do
mundo aparelhos capazes de garantir ao motorista a
possibilidade de continuar a sua conversa telefônica sem
precisar segurar o celular com uma das mãos. Os famosos
métodos hands free, ou mãos livres: são fones de ouvido
ligados diretamente ao telefone ou a tecnologia blue tooth,
conectados sem fio, e ainda equipamentos viva-voz. Todos
permitem telefonar mantendo as mãos ao volante.
O problema parecia ter sido resolvido, mas estudos
publicados recentemente chamam a atenção para o perigo
dessas tecnologias. Umas pesquisa realizada na
Universidade do Arizona, em Phoenix, demonstrou que o
emprego de equipamentos hands free não conseguiu reduzir
de forma clara os riscos de acidentes automobilísticos. Basta
falar ao telefone, segurando ou não o aparelho, que este
risco aumenta em mais de quatro vezes. O estudo demons-
trou que dirigir enquanto sefala ao telefone tem o mesmo
nível de risco de acidentes que dirigir bêbado, intoxicado por
etanol.
O problema do uso do celular ao volante não é das mãos,
mas de cérebro. Problema de foco e atenção. Quando um
indivíduo fala ao telefone, ele mobiliza uma parte importante
do cérebro, responsável pela capacidade de atenção.
Os especialistas em segurança de trânsito sugerem leis
para banir totalmente o uso do celular ao volante dos carros.
Vai ser uma guerra contra os lobbies da indústria dos
celulares e de seus acessórios.

(Carta Capital, julho 2009)

Celular é um adjetivo que se transformou em substantivo masculino, em função da elipse do vocábulo telefone, que antecedia esse adjetivo. O caso em que houve o mesmo é:

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425Q596581 | Português, Morfologia, Oficial de 2a Classe, Colégio Naval, Marinha

Que opção NÃO apresenta um correspondente semântico corretamente indicado, de acordo com a norma culta?
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426Q855715 | Português, Morfologia, Prefeitura de Delmiro Gouveia AL Professor de Português, ADM TEC, 2020

Analise as afirmativas a seguir:

I. A sinestesia é a figura de linguagem que permite ao autor fazer um retrato escrito de um lugar, uma pessoa, um animal ou um objeto. A classe de palavras mais utilizada nessa produção é o pronome, pela sua função caracterizadora. Numa abordagem mais abstrata, essa figura de linguagem permite ao leitor entender um contesto histórico e, por isso, a sinestesia é um elemento quase obrigatório em textos técnicos e científicos.

II. Em uma dissertação, a perífrase é utilizada para analisar, interpretar, explicar e avaliar dados da realidade. O autor, ao utilizar a perífrase, deve, obrigatoriamente, citar dados ou estatísticas que fundamentam a sua opinião. Ou seja, a perífrase requer um pouco de reflexão, pois as opiniões sobre os fatos e a postura crítica em relação ao que se discute têm grande importância.

III. Em um texto, os numerais podem ser usados para substituírem seus respectivos referentes textuais. Por exemplo: “não se pode dizer que toda a turma esteja mal preparada. Um terço pelo menos parece estar dominando o assunto”.

Marque a alternativa CORRETA:
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427Q854693 | Português, Morfologia, DMAE MG Motorista, Gestão de Concursos, 2020

                                          Boateiro

Diz que era um sujeito tão boateiro, que chegava a arrepiar. Onde houvesse um grupinho conversando, ele entrava na conversa e, em pouco tempo, estava informando: “Já prenderam o novo Presidente”, “Na Bahia os comunistas estão incendiando as igrejas”, “Mataram agorinha o Cardeal”, enfim, essas bossas.

O boateiro encheu tanto, que um coronel resolveu dar-lhe uma lição. Mandou prender o sujeito e, no quartel, levou-o até um paredão, colocou um pelotão de fuzilamento na frente, vendou-lhe os olhos e berrou: “Fogoooo!!!”. Ouviu-se aquele barulho de tiros e o boateiro caiu desmaiado.

Sim, caiu desmaiado porque o coronel queria apenas dar-lhe um susto. Quando o boateiro acordou, na enfermaria do quartel, o coronel falou pra ele:

— Olhe, seu pilantra. Isto foi apenas para lhe dar uma lição. Fica espalhando mais boato idiota por aí, que eu lhe mando prender outra vez e aí não vou fuzilar com bala de festim não.

Daí soltou o cara, que saiu meio escaldado pela rua e logo na primeira esquina encontrou uns conhecidos:

— Quais são as novidades? — perguntaram os conhecidos.

O boateiro olhou pros lados, tomou um ar de cumplicidade e disse baixinho: — O nosso Exército está completamente sem munição.

PONTE PRETA, Stanislaw. Garoto linha dura. Rio de Janeiro:

Civilização Brasileira, 1975. 

A palavra “boateiro”, do título do texto, é derivada de
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428Q116658 | Português, Morfologia, Analista de Relações Públicas, Senado Federal, FGV

Texto associado.

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Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro. Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens e serviços. (L.14-17)
Assinale a alternativa em que estejam corretamente classificadas, respectivamente, as ocorrências da palavra QUE no trecho acima.

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429Q853012 | Português, Morfologia, Prefeitura de Santa Maria da Boa Vista PE Psicólogo, ADM TEC, 2020

Analise as afirmativas a seguir:

I. Pronome é a classe de palavras categoremáticas que reúne unidades em número limitado e que se refere a um significado léxico pela situação ou por outras palavras do contexto.

II. Em “Júlia foi buscar a sua caneta no carro, quando percebeu que não estava em sua bolsa”, a conjunção “QUANDO” tem função de explicação.

Marque a alternativa CORRETA:
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430Q105071 | Português, Morfologia, Analista Ambiental Oceanógrafo, Petrobras, CESGRANRIO

Texto associado.

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O substantivo abstrato cujo sentido NÃO caracteriza a atitude do profissional num momento crucial de decisão é

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431Q158597 | Português, Morfologia, Assistente de Administração, UFAL, COPEVE UFAL

Em qual período há voz passiva sintética?

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432Q186385 | Português, Morfologia, Administrador, MPE SC, FEPESE

Texto associado.

Texto 1

 

“Formação do Brasil no Atlântico Sul”: o leitor que  bateu o olho na capa do livro estará intrigado com o subtítulo. Quer dizer então que o Brasil se formou fora  do Brasil? É exatamente isso: tal é o paradoxo histórico que pretendo demonstrar nas páginas seguintes.

Nossa história colonial não se confunde com a  continuidade do nosso território colonial. Sempre se pensou o Brasil fora do Brasil, mas de maneira incompleta: o país aparece no prolongamento da Europa.  Ora, a ideia exposta neste livro é diferente e relativamente simples: a colonização portuguesa, fundada no  escravismo, deu lugar a um espaço econômico e social  bipolar, englobando uma zona de produção escravista situada no litoral da América do Sul e uma zona de  reprodução de escravos centrada em Angola. Desde o final do século XVI, surge um espaço aterritorial,  um arquipélago lusófono composto dos enclaves da   América portuguesa e das feitorias de Angola. É daí  que emerge o Brasil do século XVIII. Não se trata, ao  longo dos capítulos, de estudar de forma comparativa as colônias portuguesas no Atlântico. O que se quer,  ao contrário, é mostrar como essas duas partes unidas  pelo oceano se complementam num só sistema de  exploração colonial cuja  singularidade ainda marca profundamente o Brasil contemporâneo.

[…] 

A propósito do modo de escrever, é preciso notar que  o território do historiador da Colônia deve abranger  toda a extensão da lusofonia, da documentação ultra-marina onde estão registrados os contatos entre as  culturas que nos formaram. Além do mais, numa cultura tradicionalmente oral como a nossa, um meio privilegiado de patentear a presença do passado consiste  em dar relevo à perenidade das palavras. Das palavras,  dos coloquialismos – ainda vivos agora – grafados nos  textos, na linguagem das estradas, das ruelas e das  praias brasileiras. Por isso, da leitura dos documentos e dos textos seiscentistas, retomei expressões que  encadeiam a narrativa das oito partes do livro.

 

ALANCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes: formação do Brasil no 

Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. [prefácio]. 

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com base no texto 1. 


( ) A primeira frase do texto 1 pode ser assim reescrita, sem prejuízo de sentido ou gramatical: “Formação do Brasil no Atlântico Sul” – o leitor, que leu a capa do livro, deve estar curioso com o subtítulo.
( ) Nas expressões sublinhadas no texto “colonização portuguesa”, “produção escravista”, “reprodução de escravos” e “exploração colonial” (segundo parágrafo), a primeira palavra corresponde à classe dos substantivos, sendo acompanhada por outra palavra ou expressão com valor de adjetivo.
( ) O verbo querer, expresso pela forma verbal “quer” (sublinhada no primeiro e no segundo parágrafo), tem, nas duas ocorrências, o signifcado de desejar.
( ) Os vocábulos sublinhados no texto “que” (primeiro parágrafo), “cuja” (segundo parágrafo) e “onde” (terceiro parágrafo) são pronomes relativos.
( ) O pronome oblíquo “nos” e o possessivo “nossa”, que aparecem no terceiro parágrafo, têm como referência específca o autor e os leitores do seu livro. 


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

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433Q691249 | Português, Morfologia, Técnico de Enfermagem do Trabalho, CEEERS, FUNDATEC, 2019

Texto associado.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. 
            
         Por que a depressão é mais comum em mulheres? Novo estudo tenta responder     
                                                                                                                              Maria Tereza Santos
01 O sexo feminino possui um risco quase duas vezes maior de desenvolver a depressão.
02 Pois um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, investigou a fundo o cérebro
03 de homens e mulheres para tentar desvendar possíveis mecanismos biológicos por ........ disso.
04 Os pesquisadores recrutaram 115 indivíduos saudáveis (69 mulheres e 46 homens). Eles
05 foram separados em dois grupos: um deveria in ? erir pequenas doses de endotoxinas
06 (substâncias que promovem uma inflamação cerebral controlada), e o outro tomava um
07 placebo.
08 Duas horas depois, todos os participantes executaram uma tarefa que visava testar o
09 sistema de recompensa do cérebro — um conjunto de estruturas que promove a sensação de
10 prazer e que, na depressão, é inibido. Enquanto isso, a massa cinzenta dos voluntários era
11 monitorada por um aparelho de ressonância magnética funcional.
12 Com base nas informações dos exames, os cientistas constataram que, nas mulheres que
13 haviam recebido aquela substância inflamatória, a atividade do tal sistema de recompensa
14 diminuiu, o que não aconteceu com os homens que tomaram as endotoxinas e com todo o
15 grupo placebo.
16 “Isso sugere que mulheres com distúrbios crônicos inflamatórios podem ser
17 particularmente vulneráveis __ desenvolver depressão através da diminuição da sensibilidade
18 __ recompensas”, arremata, em comunicado __ imprensa, a psicóloga Mona Moieni,
19 da Universidade da Califórnia, que liderou a análise.
20 Limitações da investigação
21 Apesar dos resultados serem significativos, é importante analisá-los com cuidado. “Os
22 autores su ? erem que os achados explicariam a maior prevalência da doença em mulheres, mas
23 isso não pode ser concluído através da pesquisa”, comenta o psiquiatra Antonio Egidio Nardi, da
24 Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Certamente fatores genéticos e hormonais
25 também devem influir aí”, completa.
26 Um trabalho de 2017 que contou com a participação de Nardi, por exemplo, mostra que
27 o DNA pode estar por ........ dos processos inflamatórios que desencadeariam certos transtornos
28 mentais. Nesse levantamento, os experts avaliaram marcadores genéticos e inflamatórios em
29 pacientes que já haviam tentado o suicídio.
30 “Demonstramos que a carga genética talvez dificulte o bom funcionamento cerebral em
31 situações de estresse, favorecendo a reação inflamatória e agravando o quadro depressivo”,
32 explica o psiquiatra.
33 Por que as mulheres são mais propensas à depressão
34 Segundo Nardi, em geral, esse transtorno surge da interação de fatores genéticos com o
35 estresse. “Depois da primeira crise, parece que a doença segue um curso próprio. Os fatores
36 ambientais e emocionais vão perdendo a capacidade de influir”, complementa o professor.
37 Acontece que a genética e a flutuação hormonal seriam mais preponderantes no
38 desenvolvimento da doença entre o sexo feminino. “Antes da menopausa, a incidência de
39 depressão é pelo menos duas vezes maior nas mulheres. Após a menopausa, é a mesma para
40 os dois sexos”, exemplifica Nardi. Isso indica que os hormônios femininos, que caem em
41 concentração depois dessa fase, têm um papel na depressão.
42 Discussões à parte, fica cada vez mais claro que a depressão não surge apenas por causa
46 de aspectos sociais e psicológicos.
(Fonte: https://saude.abril.com.br – 11 jun 2019 – adaptação)
O vocábulo ‘mas’ (l. 22) funciona como conjunção _______________, expressando ideia de ___________, podendo ser substituído, sem provocar alteração de sentido, por ________________. Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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434Q260696 | Português, Morfologia, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 9 a 14 baseiam-se no
texto apresentado abaixo.

Permitir às empresas que utilizem, em projetos artísticos,
parte do dinheiro que gastariam com tributos. É esse o espírito
das leis de incentivo, sejam elas municipais, estaduais ou
federais. A proposta é simples: como no orçamento da maioria
dos governos os recursos destinados à cultura são geralmente
escassos, os artistas e produtores, em vez de recorrer ao
Estado, procuram patrocínio da iniciativa privada, com o
atraente argumento de que, sem desembolsar nenhum centavo,
além do que gastaria em impostos, o empresário poderá
vincular sua marca àquele livro, show, produção de artesanato
ou outra ação desse tipo.
A Lei Rouanet é o principal instrumento de captação de
recursos para iniciativas culturais no Brasil. Por meio dela, as
empresas podem investir em produções até 4% do imposto de
renda devido e deduzir o valor na hora de pagar ao Fisco. A
verba investida sónão é abatida integralmente em investimentos
em filmes de ficção
? que já têm uma lei específica ? e
em projetos de música popular, cuja dedução é de 30% do valor
aplicado. Pessoas físicas também podem patrocinar iniciativas
culturais, com um desconto de, no máximo, 6% do imposto de
renda.
Há, ainda, as leis de incentivo à cultura estaduais, que
oferecem geralmente abatimentos no Imposto sobre Comércio
de Mercadorias e Serviços (ICMS), e municipais, que isentam
os investimentos do pagamento do Imposto sobre Serviços (ISS)
ou do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana
(IPTU).

(Adaptado de Alan Infante, Vida Bosch, out/nov/dez 2005, p. 43)

Pessoas físicas também podem patrocinar iniciativas culturais. (2o parágrafo)

Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal passa a ser:

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435Q853099 | Português, Morfologia, Professor de Educação Básica, Avança SP, 2020

Assinale a alternativa que apresenta um substantivo que pode ser acompanhado de artigo feminino ou masculino:
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436Q857739 | Português, Morfologia, Professor de História, ADM TEC, 2020

Analise as afirmativas a seguir:
I. Substantivo próprio é o que se aplica a um objeto ou a um conjunto de objetos, mas sempre individualmente. Isso significa que o substantivo próprio se aplica a esse objeto ou a esse conjunto de objetos, considerando-os como indivíduos. II. Substantivo é a classe de lexema que se caracteriza por significar o que convencionalmente chamamos objetos substantivos, isto é, em primeiro lugar, substâncias (homem, casa, livro) e, em segundo lugar, quaisquer outros objetos mentalmente apreendidos como substâncias, quais sejam qualidades (bondade, brancura), estados (saúde, doença), processos (chegada, entrega, aceitação).
Marque a alternativa CORRETA:
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437Q118680 | Português, Morfologia, Analista de Sistemas, MEC, FGV

Texto associado.

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Assinale a alternativa em que a palavra tenha sido formada pela união de dois radicais, ou seja, bases de sentido das palavras.

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438Q100255 | Português, Morfologia, Analista Processual, MPU, FCC

Empregou-se de acordo com o padrão culto a forma grifada em:

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439Q702143 | Português, Morfologia, Advogado, Prefeitura de Ervália MG, Gestão de Concursos, 2019

Texto associado.
TEXTO II
[...]
Os pensadores que defendem que o ser humano é sempre livre sabem que existem determinações externas e internas, fatores sociais e subjetivos, mas a liberdade de decidir sobre suas escolhas é superior à força dessas determinações. Um exemplo que poderia ser dado para entendermos essa noção seria a de dois irmãos que têm a mesma origem social, mas um se torna um criminoso e o outro não. 
Vejamos o que o filósofo francês Jean-Paul Sartre disse sobre isso:
“[...] Por outras palavras, não há determinismo, o homem é livre, o homem é liberdade. […] Não encontramos diante de nós valores ou imposições que nos legitimem o comportamento. Assim, não temos nem atrás de nós nem diante de nós, no domínio luminoso dos valores, justificações ou desculpas. Estamos sós e sem desculpas.
É o que traduzirei dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado porque não criou a si próprio; e, no entanto, livre porque, uma vez lançado ao mundo, é responsável por tudo o que fizer.”
[...]
SANTOS, Wigvan. Mundo Educação. Disponível em: < https://bit.ly/2OXrrZf>. Acesso em: 21 ago. 2018. [Fragmento adaptado]
Releia o trecho a seguir. “Assim, não temos nem atrás de nós nem diante de nós, no domínio luminoso dos valores, justificações ou desculpas.” A conjunção destacada nesse trecho confere a ele um valor
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440Q217594 | Português, Morfologia, Papiloscopista da Polícia Federal, Polícia Civil SP, VUNESP, 2018

Texto associado.

Leia o texto para responder a questão.

 

Mal-estar

 

 

    Causa inquietude a situação do mercado de trabalho desde o final do ano passado, conforme observada nas pesquisas mais recentes do IBGE. Os números decepcionantes acentuam as dúvidas em torno da força e da persistência da retomada do crescimento econômico.
    A atividade no início deste ano se mostra, em geral, fraca. Em abril, os índices de confiança de consumidores e empresas ou ficaram estagnados ou regrediram. Compreende-se a reticência, dados os indicadores do mundo do emprego.
    O poder de compra dos salários começou a se recuperar no ano passado, mas a melhora perde ritmo. No primeiro trimestre, o rendimento médio do país não passou de R$ 2.169 mensais – o mesmo valor do mesmo período de 2017, considerada a inflação.
    Descontados efeitos sazonais, a taxa de desocupação não cai desde setembro do ano passado.
    A oferta de empregos permanece precária, baseada em vagas sem carteira assinada e trabalho por conta própria, na maior parte dos casos, informal e mal remunerado.
    As taxas de juros bancárias estão em níveis semelhantes ou superiores aos verificados no final de 2017. A tímida evolução dos rendimentos pode ter influência da estagnação do salário-mínimo. O desempenho da agricultura, ainda bom, não iguala os resultados extraordinários do início do ano passado.
    A construção civil não conseguiu se recuperar e ainda desemprega. Os investimentos no setor deixaram de cair apenas no final do ano passado. Não há dados mais recentes, mas sabe-se que faltam novos canteiros de obras devido, em grande parte, à penúria orçamentária em todos os níveis de governo.
    Os indicadores de confiança econômica detectaram ligeiro aumento do pessimismo em relação aos próximos meses.
    Ressalte-se que ainda existe crescimento, com taxa esperada entre 2,5% e 3% neste ano. De todo modo, neste momento é inegável o mal-estar na recuperação econômica.
 
(Folha de S.Paulo, 30.04.2018. Adaptado)

Nos trechos “Os números decepcionantes acentuam as dúvidas...” (1º parágrafo) e “A tímida evolução dos rendimentos...” (6º parágrafo), os adjetivos destacados reportam à ideia de

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