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Questões de Concursos Período Colonial produção de riqueza e escravismo

Resolva questões de Período Colonial produção de riqueza e escravismo comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


41Q948654 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Processo Seletivo 3, UNIVAP, UNIVAP

Leve em consideração os artigos a seguir:
Art. 45 – determinava que a Alemanha cederia o território do Sarre, rico em minas de carvão, por um prazo de quinze anos, à França. Art. 51 – estabelecia que a Alsácia e a Lorena voltariam à posse dos franceses. Art. 102 – determinava que a cidade de Dantzig era considerada cidade livre e administrada pela Liga das Nações. Art. 119 – determinava que todas as colônias alemãs passariam às mãos dos aliados. Art. 160 – estabelecia a quantidade máxima de tropas que a Alemanha poderia manter. No geral, só poderia ter 100 mil soldados voluntários. Art. 168 – qualquer fabricação de armamentos deveria ter a aprovação dos aliados. Art. 198 – determinava que a Alemanha não poderia ter aviação nem marinha militar. Art. 231 – estabelecia o reconhecimento da culpa dos alemães pela guerra e por todas as perdas e danos dos aliados
Adaptado de MATTOSO, Kátia M. Queirós. Textos e documentos para o estudo da história contemporânea. São Paulo: Hucitec / Edusp, 1977, p. 166-170).

Os artigos acima referem-se ao Tratado de
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42Q950260 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Vestibular, UFC, VUNESP, 2018

As inscrições para o vestibular de certa universidade puderam ser feitas através de 3 diferentes sites, A, B e C. Sabe-se que A e B receberam, juntos, 1200 inscrições, que B e C receberam, juntos, 1100 inscrições, e que A e C receberam, juntos, 1500 inscrições. Nessas condições, é correto afirmar que o número total de inscrições para esse vestibular foi igual a
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43Q903943 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Edital nº 12, Prefeitura de Palhoça SC, FEPESE, 2024

São características do cultivo de cana-de-açúcar no período colonial:


1. Fluxo de renda externo.


2. Grande propriedade.


3. Mecanização.


4. Monocultura.


5. Trabalho escravo.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

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44Q679250 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Primeiro Semestre, MULTIVIX, MULTIVIX, 2019

De acordo com o historiador Boris Fausto (1996), a organização política e administrativa da Coroa Portuguesa nos primeiros anos da colonização do Brasil, em alguns pontos utilizou procedimentos com origem na sociedade medieval europeia.


Fonte: FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1996.
Relacione as colunas sobre a organização política e administrativa do Período Colonial.

(1)Capitanias Hereditárias.

(2)Sesmaria.

(3)Governo Geral.


( ) Criado em 1548 como forma de limitar o poder dos donatários, que foram submetidos a esta instância da administração portuguesa, nomeada diretamente pelo rei.



() Extensão de terra virgem cuja propriedade era doada a um sesmeiro, com a obrigação -raramente cumprida -de cultivá-la no prazo de cinco anos e de pagar o tributo devido à Coroa.



( ) A América Portuguesa foi dividida em quinze quinhões, por uma série de linhas paralelas ao equador que iam do litoral ao meridiano de Tordesilhas, sendo os quinhões entregues aos chamados capitães-donatários.



Marque a sequência correta:

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45Q687621 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Ciências Humanas e Ciências da Natureza, UFT, COPESE UFT, 2018

Na carta de Pero Vaz de Caminha, afirma-se que a terra"em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo."


Essa carta ficou três séculos depositada em um arquivo em Portugal. Apenas em 1817 foi publicada por historiadores interessados, no contexto da independência, em contar a história brasileira e que por isso endossaram aquela descrição do lugar que veio a se tornar o Brasil.

No século XX, contudo, foi lida como uma fonte para entender o imaginário dos navegantes sobre a América e não como uma descrição fidedigna da terra a que os portugueses chegaram.

Considerando o trecho da referida carta e as informações disponibilizadas é CORRETO afirmar que:

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46Q939141 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, PPL, ENEM, INEP

Gregório de Matos definiu, no século XVII, o amor e a sensualidade carnal.
O Amor é finalmente um embaraço de pernas, união de barrigas, um breve tremor de artérias. Uma confusão de bocas, uma batalha de veias, um rebuliço de ancas, quem diz outra coisa é besta.
VAINFAS, R. Brasil de todos os pecados. Revista de História. Ano1, no 1. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, nov. 2003.
Vilhena descreveu ao seu amigo Filopono, no século XVIII, a sensualidade nas ruas de Salvador.
Causa essencial de muitas moléstias nesta cidade é a desordenada paixão sensual que atropela e relaxa o rigor da Justiça, as leis divinas, eclesiásticas, civis e criminais. Logo que anoutece, entulham as ruas libidinosos, vadios e ociosos de um e outro sexo. Vagam pelas ruas e, sem pejo, fazem gala da sua torpeza.
VILHENA, L.S. A Bahia no século XVIII. Coleção Baiana. v. 1. Salvador: Itapuã, 1969 (adaptado).
A sensualidade foi assunto recorrente no Brasil colonial. Opiniões se dividiam quando o tema afrontava diretamente os “bons costumes”. Nesse contexto, contribuía para explicar essas divergências

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47Q948061 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Prova 1, EINSTEIN, VUNESP, 2018

Mil anos antes da “descoberta” do Brasil pelos europeus, um grande movimento de migração parece ter se iniciado no sul da floresta amazônica. Os povos que se moviam falavam línguas aparentadas, de uma grande família de línguas que denominamos tupi-guarani. Praticavam a coivara e eram bons caçadores e pescadores.

(Norberto Luiz Guarinello.

Os primeiros habitantes do Brasil, 2009. Adaptado.)

A partir do texto e de seus conhecimentos, pode-se afirmar que os referidos povos

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48Q949116 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Segundo Semestre, PUC PR, PUC PR

Leia a carta enviada por um cidadão brasileiro a Getúlio Vargas em 1939 e considere as afirmações a seguir:
Pindamonhangaba, 3 de dezembro de 1939. Exmo. Sr. Dr. Getúlio Vargas.
Operário, mas sabendo ler e escrever, acompanho pela leitura dos jornais tudo quanto se relaciona com o desenvolvimento, com o progresso de nossa Pátria. Com esse interesse era natural que não me escapassem as notícias sobre a organização do Código da Família, obra meritória de que está cogitando o benemérito governo de V. Excia. Nessa expectativa, peço licença a V. Excia. para juntar a esta uma fotografia, minha, de minha mulher e de meus filhos em número de onze, esperando que o governo patriótico do Estado Novo me ampare, dando-me trabalho e aos meus filhos a fim de que honesta e dignamente eu possa cuidar da manutenção e da instrução da prole, promovendo, assim, a grandeza do nosso querido Brasil. Não quero, Exmo. Sr. Dr. Getúlio Vargas, uma esmola, mas preciso sim de trabalho e de assistência, pois agora mesmo sinto a minha saúde abalada e devo confessar a V. Excia. a minha impossibilidade. Não será isso, aliás, de admirar, pois o que pode ganhar, numa cidade do interior, um modesto ferreiro? Subscrevo, patrício, admirador e criado. Sebastião Nogueira Fonte: Arquivo Nacional. Presidência da República. Série 17 – Ministérios. Lata 192 – 1938- 1939. (Foi mantida a grafia original das cartas)
I. A carta foi escrita durante o Estado Novo, período marcado pela democracia populista de Getúlio Vargas. II. Pelo caráter ditatorial do Estado Novo, é possível afirmar que o governo não respondeu à demanda solicitada, uma vez que o assistencialismo não era uma prática política desse período. III. A partir da leitura da carta é possível afirmar que Vargas mantinha uma política de aproximação com os trabalhadores como meio de promover o desenvolvimento do país. IV. O argumento do operário Sebastião Nogueira ao solicitar auxílio ao presidente é o de cooperar como trabalhador e pai de família para a grandeza da nação brasileira.

Está(ão) CORRETA(S) somente a(s) afirmação(ões):
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49Q950153 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Medicina, UNC, ACAFE

“Em contrapartida, no interior do Estado, a prepotência policial e militar era exercida sem maiores limites: animais de tração, carroças e caminhões eram requisitados para o uso das autoridades sem qualquer tipo de indenização; vendas e outros pontos de encontro tornaram-se estreitamente vigiados para impedir o uso das línguas alemã e italiana, sendo que um deslize neste sentido poderia acarretar as mais variadas punições (como passar um tempo na prisão ou ingerir óleo de rícino ou óleo diesel diante de soldados armados)”

FALCÃO, Luiz Felipe. Entre ontem e amanhã: diferença cultural, tensões sociais e separatismo em Santa Catarina no século XX. Itajaí: Editora da UNIVALI, 2000. páginas 177,178).

Acerca do contexto acima descrito e sobre o período conhecido como Estado Novo, em Santa Catarina, é correto afirmar, exceto:

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50Q885780 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Serviços Gerais, Prefeitura de São Domingos do Capim PA, IVIN, 2024

O período situado entre 1500 até 1822, ano da independência do Brasil, é classificado pelos livros de história como:
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51Q937547 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Primeiro Dia, ENEM, INEP

Em 2008 foram comemorados os 200 anos da mudança da família real portuguesa para o Brasil, onde foi instalada a sede do reino. Uma seqüência de eventos importantes ocorreu no período 1808-1821, durante os 13 anos em que D. João VI e a família real portuguesa permaneceram no Brasil.

Entre esses eventos, destacam-se os seguintes:

• Bahia - 1808: Parada do navio que trazia a família real portuguesa para o Brasil, sob a proteção da marinha britânica, fugindo de um possível ataque de Napoleão.

• Rio de Janeiro - 1808: desembarque da família real portuguesa na cidade onde residiriam durante sua permanência no Brasil.

• Salvador - 1810: D. João VI assina a carta régia de abertura dos portos ao comércio de todas as nações amigas, ato antecipadamente negociado com a Inglaterra em troca da escolta dada à esquadra portuguesa.

• Rio de Janeiro - 1816: D. João VI torna-se rei do Brasil e de Portugal, devido à morte de sua mãe, D Maria I.

• Pernambuco - 1817: As tropas de D. João VI sufocam a revolução republicana.

GOMES, L. 1808: como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a história de Portugal e do Brasil.
São Paulo: Editora Planeta, 2007 (adaptado).

Uma das conseqüências desses eventos foi

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52Q938076 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Primeiro e Segundo Dia 2ª Aplicação, ENEM, INEP

As convicções religiosas dos escravos eram entretanto colocadas a duras provas quando de sua chegada ao Novo Mundo, onde eram batizados obrigatoriamente “para a salvação de sua alma” e deviam curvar-se às doutrinas religiosas de seus mestres. Iemanjá, mãe de numerosos outros orixás, foi sincretizada com Nossa Senhora da Conceição, e Nanã Buruku, a mais idosa das divindades das águas, foi comparada a Sant'Ana, mãe da Virgem Maria.

VERGER, P Orixás: deuses iorubás na África e no Novo Mundo. São Paulo: Corrupio, 1981.

O sincretismo religioso no Brasil colônia foi uma estratégia utilizada pelos negros escravizados para

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53Q680309 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, RS, ESPM, ESPM, 2018

A primeira vez que se mencionou o açúcar e a intenção de implantar uma produção desse gênero no Brasil foi em 1516, quando o rei D. Manuel ordenou que se distribuíssem machados, enxadas e demais ferramentas às pessoas que fossem povoar o Brasil e que se procurasse um homem prático e capaz de ali dar princípio a um engenho de açúcar. Os primeiros engenhos começaram a funcionar em Pernambuco no ano de 1535, sob a direção de Duarte Coelho. A partir daí os registros não parariam de crescer: quatro estabelecimentos em 1550; trinta em 1570, e 140 no fim do século XVI. A produção de cana alastrava-se não só numericamente como espacialmente, chegando à Paraíba, ao Rio Grande do Norte, à Bahia e até mesmo ao Pará. Mas foi em Pernambuco e na Bahia, sobretudo na região do recôncavo baiano, que a economia açucareira de fato prosperou. Tiveram início, então, os anos dourados do Brasil da cana, a produção alcançando 350 mil arrobas no final do século XVI.
(Lilia M. Schwarcz. Brasil: uma Biografia)
A partir do texto e considerando a economia açucareira e a civilização do açúcar, é correto assinalar:
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54Q950949 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Segundo Semestre, IFSE, IF SE, 2018

As duas principais atividades econômicas que Portugal e Espanha incentivaram na América, no início da colonização, foram, respectivamente:
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55Q914670 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Auxiliar de Serviços Gerais, Prefeitura de Sul Brasil SC, Instituto Fênix, 2023

Quando começou a ocupação organizada do Brasil por Portugal?
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56Q679734 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Prova 02, UEMG, UEMG, 2019

“E agora, fanfarrão, agora falo contigo,

e só contigo. Por que causa

ordena que se faça uma cobrança

tão rápida e tão forte contra aqueles

que ao Erário só devem tênues somas?”

(GONZAGA, T. A. Cartas Chilenas. Apud: SANTIAGO, P. Por dentro da História: ensino médio. SP: Escala Educacional. 2007. p.408.)

Os versos referem-se à

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57Q950344 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Segundo Semestre, UNESP, VUNESP, 2018

De acordo com o texto,
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58Q936275 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Edital 2020, ENEM, INEP, 2021

As pessoas do Rio de Janeiro se fazem transportar em cadeirinhas bem douradas sustentadas por negros. Esta cadeira é seguida por um ou dois negros domésticos, trajados de librés mas com os pés nus. Se é uma mulher que se transporta, ela tem frequentemente quatro ou cinco negras indumentadas com asseio; elas vão enfeitadas com muitos colares e brincos de ouro. Outras são levadas em uma rede. Os que querem andar a pé são acompanhados por um negro, que leva uma sombrinha ou guarda-chuva, como se queira chamar.

LARA, S. H. Fragmentos setecentistas. São Paulo: Cia. das Letras, 2007 (adaptado).

Essas práticas, relatadas pelo capelão de um navio que ancorou na cidade do Rio de Janeiro em dezembro de 1748, simbolizavam o seguinte aspecto da sociedade colonial:

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59Q945895 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Segundo Semestre, PUC SP, PUC SP, 2018

De acordo com os novos estudos historiográficos, é mais do que evidente que a prática cultural indígena contribuiu para o desenvolvimento dos modos de fazer habitações no Brasil. Nesse sentido é possível AFIRMAR que
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60Q972291 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Direito, TJDFT, CIEE

Complete corretamente a frase: "A Inconfidência Mineira partiu ___ de Minas Gerais, na segunda metade do século XVIII. Os impostos exigidos pela Coroa Portuguesa, além da "Derrama, - imposto que exigia que toda a população, pagasse 20% sobre o ouro, - desencadeou o movimento."
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