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Questões de Concursos Período Colonial produção de riqueza e escravismo

Resolva questões de Período Colonial produção de riqueza e escravismo comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


61Q948773 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Processo Seletivo 2, UNIVAP, UNIVAP

“... o pau de arara consiste numa barra de ferro que é atravessada entre os punhos amarrados e a dobra do joelho, sendo o conjunto colocado entre duas mesas, ficando o corpo do torturado pendurado, aproximadamente, a 20 ou 30 cm do solo”. Dossiê Brasil Nunca Mais, 1985.

O relato acima indica procedimentos de tortura que foram aplicados no Brasil
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62Q938895 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, PPL, ENEM, INEP

Em teoria, as pessoas livres da Colônia foram enquadradas em uma hierarquia característica do Antigo Regime. A transferência desse modelo, de sociedade de privilégios, vigente em Portugal, teve pouco efeito prático no Brasil. Os títulos de nobreza eram ambicionados. Os fidalgos eram raros e muita gente comum tinha pretensões à nobreza.

FAUSTO, B. História do Brasil. São Paulo: Edusp; Fundação do Desenvolvimento da Educação, 1995 (adaptado).

Ao reelaborarem a lógica social vigente na metrópole, os sujeitos do mundo colonial construíram uma distinção que ordenava a vida cotidiana a partir da

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63Q939828 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Vestibular de Medicina, UniCEUB, UNICEUB, 2019

Os primeiros engenhos de açúcar surgiram no Brasil antes de 1520 e, meio século depois, multiplicaram-se tanto que a safra anual da produção brasileira de açúcar valeria mais que a produção exportável de qualquer país europeu. Nas décadas seguintes, os grandes engenhos saltam de cinquenta a cem e a duzentos. Neles passam a trabalhar 10 mil, depois 20 mil e, mais tarde, 30 mil escravos importados. (Darcy Ribeiro. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil, 1995. Adaptado.)
A partir da leitura do texto, pode-se concluir que a economia açucareira
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64Q945206 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Primeira Fase OAB, UNICAMP, COMVEST UNICAMP, 2023

“Dos pretos é tão própria e natural a união que a todos os que têm a mesma cor, chamam parentes; a todos os que servem na mesma casa, chamam parceiros; e a todos os que se embarcam no mesmo navio, chamam malungos.”
(VIEIRA, Padre Antônio. Sermão XX. Parte II. Lisboa: Impressão Craesbeeckiana, p. 165, 1688.)


Sobre as comunidades de malungos no período da escravidão, é correto afirmar, de acordo com o texto, que são formadas
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65Q945809 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Vestibular, USP, FUVEST, 2019

Pesquisadores do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, encontraram o crânio e uma parte do fêmur de Luzia, o esqueleto humano mais antigo descoberto na América que revolucionou as teorias científicas sobre a ocupação do continente. Os fósseis foram achados há alguns dias (não foi divulgado quando) junto aos escombros do edifício, parcialmente destruído por um incêndio em 2 de setembro. O crânio está fragmentado, porque a cola que mantinha os seus pedaços juntos se foi com o calor, mas a equipe está bastante otimista com suas condições. Júlia Barbon, Folha de São Paulo, Outubro/2018. Adaptado.
O esqueleto de Luzia,
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66Q914065 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Motorista, Prefeitura de Campo Verde MT, SELECON, 2023

O “coração” econômico da época, Veneza, tem cada vez mais dificuldades em assegurar a competitividade de seus produtos. Em 1504, os navios venezianos já quase não encontram pimenta em Alexandria. As especiarias desta proveniência se revelam muito mais caras do que as que são encaminhadas da Índia portuguesa: a pimenta embarcada pelos portugueses em Calicute é quarenta vezes menos onerosa do que a que transita por Alexandria.
(Jacques Attali. 1492. Paris: A. fayard,1991. Adaptado.)

A colonização do Brasil pelos portugueses esteve atrelada a uma conjuntura ligada ao atraso devido:
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67Q679921 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Prova 07, UEMG, UEMG, 2019

Fragmento de texto sobre a escravidão no Brasil.

A cada parcela quitada, o escravo coartado recebia um recibo que se mostrava particularmente útil principalmente no caso de falecimento do proprietário, quando então o libertando se via obrigado a comprovar que havia pagado regularmente os valores estabelecidos para sua coartação.

(GONÇALVES, A. As margens da liberdade: Estudo sobre a prática de alforrias em Minas colonial e provincial. Belo Horizonte: Fino Traço, 2011. p. 228. Adaptado.)

Identifica-se no texto que os escravos no Brasil poderiam

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68Q944408 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Vestibular, UEMA, UEMA, 2022

A personagem central de A Escrava é uma mulher escravizada que sofre pela perda de seus filhos, retirados à força de sua companhia e vendidos para outra província, prática conhecida como tráfico interprovincial. Esse sofrimento materno, associado aos maus tratos decorrentes do cotidiano do cativeiro, resultou na fuga da escrava e, em seguida, na sua morte.

O trecho selecionado é um diálogo fictício do referido conto e trata de um direito adquirido pelos escravos com a Lei n. 2040, de 1871, também conhecida como a lei do Ventre Livre.

— Sim, minha cara senhora, redarguiu, terminando a leitura: o direito de propriedade, conferido outrora por lei a nossos avós, hoje nada mais é que uma burla...

A lei retrogradou. Hoje protege-se escandalosamente o escravo, contra seu senhor; hoje qualquer indivíduo diz a um juiz de órfãos:

— Em troca desta quantia exijo a liberdade do escravo fulano – haja ou não aprovação do seu senhor.

REIS, Maria Firmina. A Escrava. In. MORAIS FILHO, Nascimento. Maria Firmina: fragmentos de uma vida. São Luís, s/e, 1975.

Pode-se afirmar a respeito das mudanças dessa lei abolicionista que

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69Q678844 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Grupo 5, PUC RJ, PUC RJ, 2019

Em 28 de janeiro de 1808, menos de uma semana após sua chegada ao Brasil, D. João VI assinou uma importante determinação régia. Uma medida que possibilitou a entrada de muitas mercadorias estrangeiras, sobretudo inglesas, no Brasil. No Rio de Janeiro, passou a ser comum encontrar cerveja preta engarrafada, queijo Cheshire, manteiga irlandesa, além artigos luxuosos, pianos, relógios e telescópios.

Assinale a alternativa que identifica corretamente o decreto régio a que o texto se refere.

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70Q951080 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Vestibular, UNICAMP, COMVEST UNICAMP, 2018

Entre os séculos XVII e XVIII, o nheengatu se tornou a língua de comunicação interétnica falada por diversos povos da Amazônia. Em 1722, a Coroa exortou os carmelitas e os franciscanos a capacitarem seus missionários a falarem esta língua geral amazônica tão fluentemente como os jesuítas, já que em 1689 havia determinado seu ensino aos filhos de colonos.
(Adaptado de José Bessa Freire, Da “fala boa” ao português na Amazônia brasileira. Ameríndia, Paris, n. 8, 1983, p.25.)
Com base na passagem acima, assinale a alternativa correta
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71Q950489 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Segundo Semestre, IFPE, IF PE, 2018

Na última década, as telas de cinema ficaram recheadas de produções que contavam sagas de super-heróis. Quase sempre o enredo era o mesmo: salvar a Terra da destruição imediata. Recentemente, no filme Vingadores: Guerra Infinita, os heróis da Marvel tiveram que enfrentar o vilão Thanos, cujo plano era coletar as seis joias do infinito e, com elas, destruir metade do universo. Na vida real, em diversos contextos históricos, a ameaça se materializou através de epidemias. Para populações inteiras, enfermidades geradas por vírus e bactérias provocaram bastante temor. Em algumas situações, chegou-se mesmo a acreditar que era o fim dos tempos. Sobre as doenças e sua historicidade em diferentes temporalidades e espacialidades, assinale a alternativa CORRETA.
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72Q951483 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Segundo Semestre, CEDERJ, CECIERJ, 2019

A Revolução de 1930 trouxe modificações importantes para o Brasil, as quais alteraram os comportamentos políticos anteriores. O período entre 1889 e 1930 corresponde à
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73Q946778 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Português Inglês Ciências humanas, UNEB, UNEB, 2018

Texto associado.
No Brasil, como em outras partes, os escravos negociaram mais do que lutaram abertamente contra o sistema. Trata-se do heroísmo prosaico de cada dia. “Apesar das chicotadas, das dietas inadequadas, da saúde seriamente comprometida ou do esfacelamento da família pela venda, os escravos conseguiram viver seu dia a dia”, conforme analisou Sandra Graham. “Relativamente poucos, na verdade, assassinaram seus senhores, ou participaram de rebeliões, enquanto a maioria, por estratégia, criatividade ou sorte, ia vivendo da melhor forma possível”. Como verbalizaram os próprios escravos, no Sul dos Estados Unidos, “os brancos fazem como gostam; os pretos, como podem”. (REIS. 1989. p 14).
Os desdobramentos da história da escravidão nos Estados Unidos produziram reflexos que se fazem sentir até os dias atuais. Nesse contexto pode-se afirmar que
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74Q938894 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, PPL, ENEM, INEP

Dos senhores dependem os lavradores que têm partidos arrendados em terras do mesmo engenho; e quanto os senhores são mais possantes e bem aparelhados de todo o necessário, afáveis e verdadeiros, tanto mais são procurados, ainda dos que não têm a cana cativa, ou por antiga obrigação, ou por preço que para isso receberam.

ANTONIL, J. A. Cultura e opulência do Brasil [1711]. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1967 (adaptado).

Segundo o texto, a produção açucareira no Brasil colonial era

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75Q945812 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Vestibular, USP, FUVEST, 2019

As tentativas holandesas de conquista dos territórios portugueses na América tinham por objetivo central
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76Q942807 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Primeiro Semestre, SÃO CAMILO, VUNESP, 2019

No plano socioeconômico, [os indígenas] foram cruciais na montagem do complexo açucareiro na Bahia quinhentista, e mesmo no avançar o século XVII, pois a escravidão de origem africana só tomou impulso após exaurirem-se gerações de indígenas pelo trabalho escravo, pela guerra e por doenças. No planalto paulista, a mão de obra indígena escravizada foi a base para o que se chamou, com certo exagero, de “celeiro do Brasil”, labutando na produção de trigo e, sobretudo, de milho.
(João Fragoso e Roberto Guedes. “Apresentação”. In: João Luís R. Fragoso e Maria de Fátima Gouvêa (org.). O Brasil Colonial, vol. 3, 2014. Adaptado.)
O excerto faz referência
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77Q946663 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Geografia e História, UECE, UECE CEV, 2019

Leia atentamente o seguinte trecho do Regimento de Feitor-mor de engenho:

“O castigo que se fizer ao escravo não há-de ser com pau nem tirar-lhe com pedras ou tijolos e quando o merecer o mandará botar sobre um carro e dar-se-lhe-á com um açoite seu castigo; e, depois de bem açoitado, o mandará picar com navalha ou faca que corte bem e dar-se-lhe-á com sal, sumo de limão e urina e o meterá alguns dias na corrente. [...]”

João Fernandes Vieira. Regimento de feitor-mor de engenho. Apud ALVES FILHO, Ivan. Brasil, 500 anos em documentos. Rio de Janeiro: Mauad Editora, 1999.

Considerando o excerto acima e o conhecimento que se tem a respeito da escravidão no Brasil, é correto afirmar que

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78Q938779 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, PPL, ENEM, INEP

O Brasil oferece grandes lucros aos portugueses. Em relação ao nosso país, verificar-se-á que esses lucros e vantagens são maiores para nós. Os açúcares do Brasil, enviados diretamente ao nosso país, custarão bem menos do que custam agora, pois que serão libertados dos impostos que sobre eles se cobram em Portugal, e, dessa forma, destruiremos seu comércio de açúcar. Os artigos europeus, tais como tecidos, pano etc., poderão, pela mesma razão, ser fornecidos por nós ao Brasil muito mais baratos; o mesmo se dá com a madeira e o fumo.

WALBEECK, J. Documentos Holandeses. Disponível em: http://www.mc.unicamp.br.

O texto foi escrito por um conselheiro político holandês no contexto das chamadas Invasões Holandesas (1624-1654), no Nordeste da América Portuguesa, que resultaram na ocupação militar da capitania de Pernambuco. O conflito se inicia em um período em que Portugal e suas colônias, entre elas o Brasil, se encontravam sob domínio da Espanha (1580-1640). A partir do texto, qual o objetivo dos holandeses com essa medida?

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79Q943255 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Segunda Fase, UECE, UECE CEV, 2021

A chegada dos lusitanos no território que hoje é o Brasil está inserida no contexto da expansão marítima e comercial portuguesa. Sobre esse empreendimento da nação europeia, é correto afirmar que
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80Q951242 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Primeiro Semestre, UNESP, VUNESP, 2018

Outra prática comum aos povos mesoamericanos foi a construção de cidades. [...] As cidades mesoamericanas também serviam para dar identidade grupal aos seus habitantes, ou seja, as pessoas se reconheciam como pertencentes a tal cidade e não como “indígena”, termo que começou a ser utilizado pelos espanhóis para referir-se aos milhares de grupos que se [...] autodenominavam mexicas, cholutecas, tlaxcaltecas, dependendo da cidade que habitavam.
(Eduardo Natalino dos Santos.
Cidades pré-hispânicas do México e da América Central, 2004.)
As cidades existentes na América Central e no México no período pré-colombiano
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