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Questões de Concursos Sintaxe

Resolva questões de Sintaxe comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1281Q252512 | Português, Sintaxe, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRF 1a, FCC

Texto associado.

Janelas de ontem e de hoje

Os velhinhos de ontem costumavam, sobretudo nos fins
de tarde, abrir as janelas das casas e ficar ali, às vezes com os
cotovelos apoiados em almofadas, esperando que algo
acontecesse: a aproximação de um conhecido, uma correria de
crianças, um cumprimento, uma conversa, o pôr do sol, a
aparição da lua.
Eles se espantariam com as crianças e os jovens de hoje,
fechados nos quartos, que ligam o computador, abrem as
janelas da Internet e navegam por horas por um mundo de
imagens, palavras e formas quase infinitas.
O homem continua sendo um bicho muito curioso. O
mundo segue intrigando-o.
O que ninguém sabe é se o mundo está cada vez maior
ou menor. O que eu imagino é que, de suas janelas, os
velhinhos viam muito pouca coisa, mas pensavam muito sobre
cada uma delas. Tinham tempo para recolher as informações
mínimas da vida e matutar sobre elas. Já quem fica nas janelas
da Internet vê coisas demais, e passa de uma paraoutra quase
sem se inteirar plenamente do que está vendo. Mudou o tempo
interior do homem, mudou seu jeito de olhar. Mudaram as
janelas para o mundo - e nós seguimos olhando, olhando,
olhando sem parar, sempre com aquela sensação de que
somos parte desse espetáculo que não podemos parar de olhar,
seja o cachorro de verdade que se coça na esquina da padaria,
seja o passeio virtual por Marte, na tela colorida.

(Cristiano Calógeras)

A expressão de que preenche corretamente a lacuna da frase:

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1282Q236129 | Português, Sintaxe, Programador de Computador, TRE RN, FCC

Texto associado.

Rio Grande do Norte: a esquina do continente

Os portugueses tentaram iniciar a colonização em 1535, mas os índios potiguares resistiram e os franceses
nvadiram. A ocupação portuguesa só se efetivou no final do século, com a fundação do Forte dos Reis Magos e da Vila
de Natal. O clima pouco favorável ao cultivo da cana levou a atividade econômica para a pecuária. O Estado tornou-se
centro de criação de gado para abastecer os Estados vizinhos e começou a ganhar importância a extração do sal – hoje,
o Rio Grande do Norte responde por 95% de todo o sal extraído no país. O petróleo é outra fonte de recursos: é o maior
produtor nacional de petróleo em terra e o segundo no mar. Os 410 quilômetros de praias garantem um lugar especial
para o turismo na economia estadual.
O litoral oriental compõe o Polo Costa das Dunas - com belas praias, falésias, dunas e o maior cajueiro do mun-
do –, do qual faz parte a capital, Natal. O Polo Costa Branca, no oeste do Estado, é caracterizado pelo contraste: de um
ado, a caatinga; do outro, o mar, com dunas, falésias e quilômetros de praias praticamente desertas. A região é grande
produtora de sal, petróleo e frutas; abriga sítios arqueológicos e até um vulcão extinto, o Pico do Cabugi, em Angicos.
Mossoró é a segunda cidade mais importante. Além da rica história, é conhecida por suas águas termais, pelo
artesanato reunido no mercado São João e pelas salinas.
Caicó, Currais Novos e Açari compõem o chamado Polo do Seridó, dominado pela caatinga e com sítios
arqueológicos importantes, serras majestosas e cavernas misteriosas. Em Caicó há vários açudes e formações rochosas
naturais que desafiam a imaginação do homem. O turismo de aventura encontra seu espaço no Polo Serrano, cujo clima
ameno e geografia formada por montanhas e grutas atraem os adeptos do ecoturismo.
Outro polo atraente é Agreste/Trairi, com sua sucessão de serras, rochas e lajedos nos 13 municípios que
compõem a região. Em Santa Cruz, a subida ao Monte Carmelo desvenda toda a beleza do sertão potiguar – em breve,
o local vai abrigar um complexo voltado principalmente para o turismo religioso. A vaquejada e o Arraiá do Lampião são
as grandes atrações de Tangará, que oferece ainda um belíssimo panorama no Açude do Trairi.


(Nordeste. 30/10/2010, Encarte no jornal O Estado de S. Paulo).

Com a substituição dos segmentos grifados pela expressão entre parênteses ao final da transcrição, o verbo que deverá ser colocado no plural está em:

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1283Q685167 | Português, Sintaxe, Contador, UFMG, UFMG, 2019

Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão destacada NÃO atua como um conector que sinaliza a relação expressa nos parênteses.
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1284Q107650 | Português, Sintaxe, Analista de Controle Interno – Finanças Públicas, SAD PE, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Imagem 004.jpg

Acerca das ideias e dos aspectos textuais e gramaticais do texto, assinale a opção correta.

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1285Q686472 | Português, Sintaxe, Auditor, UFMG, UFMG, 2019

Texto associado.
Saúde e dinheiro 
    Os norte-americanos perdem qualidade de vida. Com isso, perdem condição de viver mais.
    Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu. 
    Em 1960, eles tinham a expectativa de vida mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 1998, sua expectativa de vida ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 ano. 
    Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV. 
    Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos saudável do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma ingerir alimentos altamente calóricos, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica. 
    As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano, serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã. Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, Steven Woolf e Laudan Aron consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram. 
    Ao contrário, entre os negros o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem a esse fenômeno a maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada. 
    De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química. 
    Os Estados Unidos investem em saúde 17 % de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais. 
VARELLA, Drauzio. Saúde e dinheiro. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/ saude-e-dinheiro. Acesso em 21 nov.2018. (Adaptado) 
Nas alternativas a seguir, os termos e/ou orações destacados exercem a função sintática de complemento nominal, EXCETO em:
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1286Q375449 | Português, Sintaxe, Analista Judiciário, TRE PA, IBFC, 2020

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.
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1287Q698708 | Português, Sintaxe, Contador, Prefeitura de Pedro do Rosário MA, Crescer Consultoria, 2019

Exerce a mesma função sintática de “de trabalho” (L.1) a expressão da alternativa
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1288Q110946 | Português, Sintaxe, Analista de Controle Externo, TCE GO, FCC

Texto associado.

Imagem 001.jpg

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do singular para preencher corretamente a lacuna da frase:

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1289Q138345 | Português, Sintaxe, Analista Judiciário Área Judiciária Execução de Mandados, TRT 9a REGIÃO, FCC

Texto associado.

O poder nuclear e a civilização

Considerando que nosso futuro será, em grande parte,
determinado por nossa atitude perante a questão nuclear, é
bom nos perguntarmos como chegamos até aqui, com o poder
de destruir a civilização. O que isso nos diz sobre quem somos
como espécie?

Nossa aniquilação é inevitável ou será que seremos capazes
de garantir nossa sobrevivência mesmo tendo em mãos
armas de destruição em massa? Infelizmente, armas nucleares
são monstros que jamais desaparecerão. Nenhuma descoberta
científica "desaparece". Uma vez revelada, permanece viva, mesmo
se condenada como imoral por uma maioria. O pacto que
acabamos por realizar com o poder tem um preço muito alto. É
irreversível. Não podemos mais contemplar um mundo sem armas
nucleares. Sendo assim, será que podemos contemplar um
mundo com um futuro?

O medo e a ganância - uma combinação letal - trouxeram-
nos até aqui. Por milhares de anos, cientistas e

Está adequada a concordância verbal nesta construção:

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1290Q255338 | Português, Sintaxe, Técnico Judiciário Enfermagem, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

1 Em relação ao tema da democracia e da cidadania,
no mundo grego não havia ambigüidades: cidadãos eram
aqueles liberados do reino da necessidade, portadores de
4 direitos e cumpridores de deveres, agindo no mundo por
meio do discurso e da ação e gozando da liberdade. No
entanto, a sociedade grega não conhecia a noção de
7 indivíduo, que emerge com a modernidade, pois havia uma
certa homogeneidade entre os cidadãos, na medida em que
estavam excluídos da esfera pública e do exercício da
10 cidadania as mulheres, os estrangeiros e os escravos.

João B. A. da Costa. Democracia, cidadania e atores políticos de
esquerda. Internet: . Acesso em 16/7/2004 (com adaptações).

Julgue os itens seguintes, a respeito das idéias e da organização
do texto acima.

A forma verbal "estavam" (l.9) está empregada no plural
para concordar com seu sujeito, "cidadãos" (l.8).

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1291Q834156 | Português, Sintaxe, Professor, Prefeitura de Bataguassu MS, 2021

Leia o texto a seguir.

Você ainda vai comer insetos

    Há pouco tempo, uma amiga que mora em Nova York me falou que tinha comprado farinha de grilo para fazer cookies. A princípio achei que “grilo” se tratasse de uma nova marca, mas estava completamente enganado. Ele se referia precisamente à farinha – cada vez mais popular – feita dos abundantes insetos, sobre os quais pouca gente no Brasil pensa como comida.

    O fato é que insetos estão se tornando, lentamente, a nova onda gastronômica no ocidente. Prova disso é que varias startups (empresas em fase inicial que desenvolvem serviços inovadores) estão surgindo nesse mercado da entomofagia. Dentre seus produtos estão grilos, larvas e barras de proteína feitas de insetos comestíveis.

    Basta um passeio rápido pela internet (e pelos principais supermercados de produtos orgânicos nos EUA) para ver a chegada desses produtos. Os rótulos são bem claros: nenhum deles contém glúten, aditivos, corantes ou alimentos geneticamente modificados. Além disso, a cada 10 gramas, 6 em média são de pura proteína.

    Hoje, são dois bilhões de pessoas no mundo que comem insetos todos os dias como parte de sua alimentação básica, conforme relatório das Nações Unidas. Mais do que isso, a alta gastronomia descobriu há algum tempo esse nicho. Restaurantes que estão no topo da lista dos melhores do mundo têm pratos com insetos em seu cardápio. 

    A ONU publicou até o ranking dos insetos-comida mais populares. Em primeiro lugar vêm os besouros, seguidos das lagartas, abelhas, vespas e formigas. Gafanho tos e grilos vêm a seguir. As posições seguintes são ocupadas pelas cigarras, os cupins e as libélulas.

    Do ponto de vista da sustentabilidade e da segurança alimentar, insetos fazem todo sentido como comida. Do ponto de vista nutricional, são ricos em proteínas, ácidos graxos, açúcares e têm altas concentrações de vitaminas. Além disso, são baratos.

    É claro que o aspecto cultural no ocidente torna o consumo de insetos praticamente um tabu entre nós. Mas as barras de proteínas e a farinha de grilo adicionada a outros produtos funcionarão como a porta de entrada para a entomofagia ocidental.

(Ronaldo Lemos. Folha de S. Paulo. Mercado, 03.09.2018. Adaptado.)

Assinale a alternativa que atende à normapadrão de concordância nominal.
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1292Q134012 | Português, Sintaxe, Analista do Ministério Público, MPU, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Julgue o item subsequente, relativo à estrutura linguística do texto I.

A flexão plural em “eram identificadas” (l.17) decorre da concordância com o sujeito dessa forma verbal: “as esferas de abrangência dos poderes políticos” (l.18).

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1293Q685708 | Português, Sintaxe, Arquivista, AL GO, IADES, 2019

Texto associado.
O fio do tempo na tessitura do poder simbólico: passado,
presente e futuro na efeméride dos 190 anos do
Parlamento brasileiro

                                                                                                                                        Por Antonio Teixeira de Barros

1            A análise da cerimônia mostra que o cotidiano
legislativo, marcado pelas operações críticas situadas em
contextos bem demarcados de contradição hermenêutica e
4 de disputas de poder, dá lugar a um momentâneo ritual de
consenso simbólico que aponta para a glorificação e a honra
do parlamento como instituição. As diferentes ordens de
7 economia da grandeza política são unificadas em um único
esquema de fluência discursiva, portador de um valor
universal, um capital simbólico ecumênico e sacramental.
10 Todos formam um só corpo político e abdicam algum tempo
das disputas inter e intrapoderes, além dos conflitos e
tensões entre partidos, lideranças, facções etc.
13            A necessidade de inimigos, um imperativo na política
(BAILEY, 1998), é suplantada em nome de um interesse
momentaneamente unificado sob os símbolos e rituais de
16 agregação e cooperação moral. Durante a cerimônia, a
política deixa de ser um jogo de antagonismos no qual se
procura reforçar o prestígio e a honra dos aliados e combater
19 a reputação dos inimigos. Todos se unem em um campo
simbólico de aliança perante a opinião pública. A pulsão
narcísica que constrói heróis individuais é substituída pela
22 pulsão cívica e um engajamento retórico republicano em
defesa do Parlamento, da Política e da Democracia, no plano
mais abstrato e distante dos antagonismos e dos jogos de
25 competição por poder, reputação, honra, reconhecimento
público e visibilidade. Em vez de demarcação de
identidades partidárias e discursos dialéticos típicos da
28 política de reputação (BAILEY, 1998), passamos a
presenciar uma estetização do narcisismo institucional que
busca um ordenamento de perspectivas e um consenso que
31 coloca o simbólico acima do político. A democracia liberal
com sua lógica concorrencial e assimétrica adquire sentido
republicano, por meio dos discursos transformados em
34 interações-rituais que unificam o corpo político e recriam
sua autoimagem, tecida com discursos de justificação
articulados pela ordem simbólica.
37            O ritual ecumênico em termos partidários agrega os
diferentes e une os “inimigos” em um mesmo espírito de
confraternização, um espírito republicano abstrato que
40 nunca consegue se materializar no plano objetivo dos
campos conflituosos da democracia liberal. Sai de cena a
representação teatral calcada nas metáforas de guerra e
43 adotam-se metonímias de comunhão, à guisa de uma
44 eucaristia política.
Disponível em: .
Acesso em: 11 nov. 2018, com adaptações.

Em “Sai de cena a representação teatral calcada nas metáforas de guerra e adotam-se metonímias de comunhão, à guisa de uma eucaristia política.” (linhas de 41 a 44), o emprego do singular e do plural, respectivamente, justifica-se porque 
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1294Q171668 | Português, Sintaxe, Auxiliar Judiciário Serviços Gerais, TRT 24a REGIÃO, FCC

Texto associado.

Atenção: Para responder às questões de números 5 a 9, assinale,
na folha de respostas, a letra da alternativa
que preenche corretamente as lacunas da frase
apresentada.

Ainda ...... bastante ...... os índices de devastação da floresta amazônica, apesar das medidas de proteção ...... pelas autoridades responsáveis.

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1295Q832921 | Português, Sintaxe, MSGás Técnico Segurança do Trabalho, IESES, 2021

Considerando os aspectos de concordância nominal, assinale a alternativa INCORRETA:

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1296Q99231 | Português, Sintaxe, Analista Planejamento e Orçamento, SEPLAG DF, FUNIVERSA

Texto associado.

Imagem 001.jpg
Imagem 002.jpg

Quanto aos aspectos gramaticais e semânticos do terceiro parágrafo, assinale a alternativa correta.

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1297Q147360 | Português, Sintaxe, Analista Judiciário Execução de Mandados, TRT 4a REGIÃO, FCC

Está correta a seguinte frase:

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1298Q855993 | Português, Sintaxe, Prefeitura de Abelardo Luz SC Professor de Português, GSA CONCURSOS, 2020

Das orações reduzidas abaixo somente uma não se classifica como adverbial condicional. Indique-a:
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1299Q858448 | Português, Sintaxe, CRMV AM Serviços Gerais, Instituto Quadrix, 2020

Acerca da correção dos trechos apresentados quanto à concordância nominal e verbal, julgue o item.

Cláudio e Inês conversaram até de madrugada.

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1300Q168823 | Português, Sintaxe, Auditor Fiscal da Receita Estadual, SEFAZ SC, FCC, 2018

Texto associado.

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    A punição para quem já está preso é a solitária. Não é para menos: a ausência de convivência com outros seres humanos é extremamente penosa. Ela causa depressão, facilita o aparecimento de doenças, aumenta a agressividade e pode levar ao suicídio.

    Nas sociedades modernas, a solidão atinge até 50% das pessoas com mais de 60 anos. Nas sociedades primitivas, vivíamos em constante contato, dividindo tarefas com os membros de nossa tribo. Hoje é possível sofrer de solidão mesmo vivendo numa grande cidade.

    Que a solidão causa mudanças comportamentais ninguém duvida, mas agora foi descoberto um neuropeptídio (NkB), uma espécie de hormônio, envolvido nesse processo, e ao mesmo tempo um composto químico capaz de debelar os efeitos da solidão.

    Camundongos foram colocados sozinhos por duas semanas (o que equivale a um ano para seres humanos). Após esse tempo, eles apresentavam os sintomas típicos da solidão. Suscetibilidade ao estresse e aumento da agressividade. Os cientistas, ao examinar os cérebros desses animais, observaram um enorme aumento na quantidade de NkB.

    Em outro experimento, os cientistas empregaram um recurso genético para induzir o aumento do NkB artificialmente, sem expor os animais à solidão. Esses animais, mesmo convivendo com outros de sua espécie, exibiram os sintomas da solidão, comprovando que esse hormônio está envolvido com o aparecimento de seus sintomas em camundongos. Como esse mesmo hormônio existe em seres humanos, devem ser obtidos os mesmos resultados quando esses experimentos forem repetidos em pessoas.

    Apesar de agora conhecermos uma molécula que provoca os sintomas da solidão, ainda não sabemos como ela provoca o aumento dessa molécula no cérebro. Será que é a falta de interação física que provoca a solidão, será a falta de estímulos visuais ou olfativos, ou uma combinação desses fatores?

    Esses experimentos também sugerem que pode haver um medicamento capaz de fazer desaparecer os sintomas da solidão. Mas não seria melhor curar a solidão interagindo com os amigos, a família e outras pessoas do convívio social? A solidão é um problema criado pela sociedade moderna. Ele deve ser resolvido com uma nova droga ou com uma mudança de comportamento?


(Adaptado de: REINACH, Fernando. Disponível em: ciencia.estadao.com.br)

O verbo em destaque deve sua flexão ao termo sublinhado em:
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