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Questões de Concursos Sintaxe

Resolva questões de Sintaxe comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1441Q254376 | Português, Sintaxe, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRT 12a Região, FCC

Texto associado.

Gilda de Mello e Souza dizia que o Brasil é muito bom
nas novelas. Para ter público, a novela precisa dispor de personagens
de todas as classes sociais, explicava ela, o que exige
uma trama complexa. Acrescento: a mobilidade social é decisiva
nas novelas e se dá sobretudo pelo amor entre ricos e
pobres. Provavelmente as novelas exibam casos de ascensão
social pelo amor - genuíno ou fingido - em proporção maior que
a vida real .... Mas a novela não é um retrato do Brasil, ou melhor,
é sim, mas como aqueles retratos antigos do avô e da avó,
fotografados em preto e branco, mas, depois, cuidadosamente
retocados e coloridos. O fundo é real. A tela: ideais, sonhos,
fantasias.
Novelas vivem de conflitos. Eles são movidos, quase
todos, pela oposição do bem e do mal. Esse confronto dramático
nos empolga. Talvez por isso a democracia não nos
empolgue tanto, no seu dia a dia: porque, nela, os conflitos são
a norma e não a exceção. Ela é o único regime em quedivergir,
sem ter de se explicar e justificar, é legítimo. Quando uma
democracia funciona bem, não escolhemos em razão da honestidade
e competência - que deveriam existir nos dois ou mais
lados em concorrência - mas com base nos valores que preferimos,
por exemplo, liberalismo ou socialismo. Mas nossa
tendência, mesmo nas democracias, é converter as eleições em
lutas do bem contra o mal. É demonizar o adversário, transformá-
lo em inimigo. Creio que isso explica por que a democracia,
uma vez instalada, empolga menos que a novela. De
noite, dá mais prazer reeditar o *ágon milenar do bem e do mal,
do que aceitar que os conflitos fazem parte essencial da vida e,
portanto, as duas partes podem ter alguma razão. Aliás, há
muitos séculos que é encenada essa situação de confronto
irremediável entre dois lados que têm razão: desde os gregos
antigos, tem o nome de tragédia. A democracia é uma tragédia
sem final infeliz - ou, talvez, sem final.
As novelas recompensam,em geral, os bons. Mas eles
são bons só na vida privada. É difícil alguém se empenhar em
melhorar a cidade, a sociedade. As personagens boas são
afetuosas, solidárias, mas não têm vida pública. As personagens
más são menos numerosas, mas são indispensáveis.
Condimentam a trama. Seu destino é mais variado, e assim
deve ser, se quisermos uma boa novela. Não podem ser todas
punidas, nem sair todas impunes.


* ágon - elemento de origem grega: assembleia; local onde se realizam
jogos sacros e lutas; luta.

(Trecho do artigo de Renato Janine Ribeiro. O Estado de S.
Paulo, C2+música, D17, 11 de setembro de 2010, com
adaptações.)

As personagens más são menos numerosas, mas são indispensáveis. Condimentam a trama. Seu destino é mais variado, e assim deve ser, se quisermos uma boa novela. Não podem ser todas punidas, nem sair todas impunes.

As frases acima, do final do texto, se organizam de modo lógico, claro e correto em um único período, sem alteração do sentido original, em:

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1442Q261547 | Português, Sintaxe, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRE CE, FCC

Chegar ao desrespeito ...... propriedade privada, na cidade e no campo, e ...... um eventual não-cumprimento de contratos, pode levar ...... ruptura das instituições democráticas vigentes no País.

As lacunas da frase acima estão corretamente preenchidas por

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1443Q158398 | Português, Sintaxe, Assistente de Administração, UFAL, COPEVE UFAL

Com base no texto seguinte,

A vida de Paulo Barreto, o João do Rio, é digna de folhetim. Enfrentou os preconceitos de uma sociedade conservadora (era mulato e homossexual), tornou-se um dos jornalistas e escritores mais populares de seu tempo, conquistou o respeito de dois presidentes, colecionou desafetos poderosos, chegou à Academia Brasileira de Letras e morreu antes dos 40 anos, dentro de um táxi, fulminado por um ataque cardíaco.

as vírgulas foram usadas para separar

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1444Q853454 | Português, Sintaxe, Câmara de Apucarana PR Adjunto Legislativo, FAUEL, 2020

Como usar a Comunicação Não-Violenta com grupos

A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, e defende que a CNV é uma das maneiras mais eficazes de resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. Para Rosenberg, parte considerável dos conflitos entre as pessoas podem ser causados mais pela forma como comunicamos as nossas ideias do que por opiniões divergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveu a técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos: Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular a escuta empática, a honestidade e para criar espaço para falar sobre as próprias necessidades e sentimentos. 

Como conduzir um Círculo focado em empatia: 
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter um facilitador que esteja familiarizado com os conceitos de CNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado no círculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta propicia a conexão consigo mesmo e com o outro. Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento presente, a curiosidade frente ao que está sendo dito, e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar conselhos, competir pelo sofrimento, interromper aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão é fazer uma atividade de meditação ou respiração antes de começar;
• Verifique como cada participante chega ao Círculo: permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos pensem uma situação desafiadora que estão vivendo. Em seguida, sugira que reconheçam como estavam se sentindo e quais foram as necessidades não atendidas. Em um segundo momento, sugira que compartilhem o que pensaram com uma dupla, que deverá praticar a escuta empática e parafrasear o que está sendo dito pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como eles saem do encontro e qual aprendizado levam da prática.

A metodologia dos Círculos Empáticos pode ser uma alternativa interessante para permitir com que professores e alunos abordem temas que atravessam o cotidiano escolar.

(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola. 11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-acomunicacao-nao-violenta-com-grupos)
Assinale a alternativa em que o termo destacado está classificado de forma INCORRETA.
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1445Q257773 | Português, Sintaxe, Técnico Judiciário Operação de Computador, TRE SE, FCC

Texto associado.
Atenção: As questões de números 1 a 10 baseiam-se no
texto apresentado abaixo.

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração
tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas
que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados
de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há
provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra
está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são
acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos
tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente
do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento
das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado
(está), que as calotas polares estão descongelando a taxas
muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida
industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando
intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes
florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas
por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam
medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar,
especialmente porque construir uma nova conscientização global
de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas
em informar e educar a população, em monitorar indústrias e
plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos
carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar
para lá essa história de tomar conta do planeta e nos
preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e
irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo
de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e
não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a
menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos,
de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais
sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja
útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o
número ideal de pessoas para que todos possam viver com
conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a
demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de
pessoas implica aumento de consumo de energia e maior
produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o
lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original
rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus
habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é
finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente
a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um
limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como
usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite.
Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente
quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso,
afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de
abril de 2006, p. 9)
A concordância verbo-nominal está inteiramente correta na frase:
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1446Q848645 | Português, Sintaxe, Professor, CPCON, 2020

Leia o texto abaixo, de modo a responder à questão.


A invenção do horizonte


Deu-me uma angústia danada a notícia de que, num futuro próximo, muito próximo, teremos toda a literatura do mundo na tela do computador. Angústia duplicada. Primeiro, pela minha intolerância figadal a esta maquinazinha dos infernos. Segundo, pela suspeita de desaparecimento dos livros, esses calhamaços impressos, cheirando a novo ou a mofo, roído pelo uso ou pelas traças, mas que são uma gostosura viajá-los pelas trilhas das letras como quem explora um mundo mágico, tanto mais novo quanto mais andado.

Sem o gozo de um livro nas mãos, fico cego, surdo e mudo, fico aleijado, penso, torto, despovoado. Espiá-los enfileirados nas estantes, gordos e magros, novos e velhos, empaletozados e esfarrapados, cobertos de pó e de teias de aranha, essa visão me transporta para todos os mundos e para todas as idades [...]. 

As minhas mãos ficariam nuas e inúteis quando não pudessem mais sustentar um livro, que não fosse pela velhice dos dedos. Mesmo assim, eles estariam por ali, nas prateleiras, amontoados na mesa, espalhados pelo chão, sempre comungando com o meu tempo, meu espaço, minha vida. Eles são a expressão digital da minha alma [...].

Um livro não é um simples objeto, um amontoado de folhas impressas. Vai mais longe, intangivelmente longe. É corrimão, é degrau, é escada, é caminho, é horizonte. Por mais que sonhe a tecnologia, jamais será capaz de inventar um horizonte.

(MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 57. 

Dado o enunciado “As minhas mãos ficariam nuas e inúteis quando não pudessem mais sustentar um livro, que não fosse pela velhice dos dedos”, analise as proposições relativas ao modo de organização dos períodos:
I- O período é composto por duas orações. II- “Quando não pudessem mais sustentar um livro” é uma oração subordinada que indica o tempo de ocorrência do fato expresso na oração principal. III- “Que não fosse pela velhice dos dedos” contém uma negativa justificada pelo uso imperfeito do subjuntivo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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1447Q698673 | Português, Sintaxe, Perito Médico, SEAD PA, IADES, 2019

Texto associado.
Como fazer gestão de pessoas no setor público?
1            A gestão de pessoas é uma ação estratégica das mais
        importantes para que uma empresa privada consiga atingir as
        respectivas metas, estar diante dos concorrentes e promover
4      um ambiente propício à inovação. Também no setor público,
        em que os fatores mais importantes são a qualidade do
        atendimento a ser realizado pelos servidores, os líderes
7      necessitam ter em mente as premissas de uma gestão de
        pessoas sérias, assertivas, produtivas e capazes de gerar
        crescimento profissional para os funcionários.
10         Entre as dificuldades específicas do setor público, está
        uma legislação vista por muitos especialistas como obsoleta e
        que acaba dificultando mudanças necessárias, principalmente
13    em questões como a definição de estruturas organizacionais e
        cargos. Se, no setor privado, a implementação de mudanças
        dessa natureza já necessitaria de negociação, no setor público
16    ela tende a ocorrer de maneira ainda mais lenta. O gestor
        precisa estar consciente disso para, dentro do possível,
        realizar dinâmicas capazes de tornar mais profissional e
19    funcional a relação dos servidores com o próprio trabalho,
        promovendo melhorias.
            Os desafios não param por aí. Vale lembrar que, na
22    maioria dos casos, os servidores públicos são admitidos por
        meio de concursos. Embora existam critérios relacionados à
        formação e, muitas vezes, também a experiências anteriores,
25    os concursos possuem formatos de admissão bastante
        distintos dos adotados pelo RH das empresas. Com isso, em
        algumas situações, o novo servidor precisa passar por uma
28    série de adaptações para compreender, com exatidão, sua
        função e o papel que exercerá. Ao gestor fica a necessidade
        de compreender as características do servidor e como ele
31    pode ser realmente utilizado em seu máximo potencial dentro
        da estrutura na qual está inserido.
            Todos esses exemplos deixam claro que, além da
34    complexidade inerente a ela, a gestão de pessoas ganha
        nuances especiais quando levada para o setor público.
        É necessário ter um profundo conhecimento tanto do sistema
37    como um todo quanto do serviço que aquele setor em
        específico tem de prestar, optando sempre pela transparência
        e, ainda, inspirando e motivando os funcionários para que
40    não atuem de maneira apenas burocrática.
Disponível em: <http://www.mundocarreira.com.br>. Acesso em: 19 jun. 2019, com adaptações.
A respeito da sintaxe de períodos do texto, assinale a alternativa correta.
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1448Q212804 | Português, Sintaxe, Fiscal, Prefeitura de Curitiba PR, NC UFPR, 2019

Assinale a alternativa escrita de acordo com a norma padrão.
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1449Q105036 | Português, Sintaxe, Analista de Comércio Exterior, MDIC, ESAF

Os trechos abaixo constituem um texto adaptado do Editorial de O Estado de São Paulo de 24 /3/2012. Assinale a opção que foi transcrita de forma gramaticalmente correta.

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1450Q255574 | Português, Sintaxe, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRT 22a Região, FCC

Texto associado.

A economia vai devorar o planeta?

Para a maioria dos ecologistas, o impacto das atividades
humanas sobre a natureza é real. A salvação do planeta
passaria necessariamente pelo fim do crescimento de
economias e populações, além da adoção de uma economia
ecológica ? com a reforma dos sistemas de produção de
alimentos, materiais e energia. Uma economia ambientalmente
sustentável seria movida por fontes renováveis de energia:
eólica, solar e geotérmica. A eletricidade eólica seria usada para
produzir hidrogênio. As estruturas atuais de gasodutos fariam o
transporte do gás que moveria a frota de automóveis. Nesse
sistema, a indústria da reciclagem e reutilização substituiria em
grande parte as atividades extrativistas.

Para se alcançar esse estágio, os sistemas tributários
mundiais precisariam ser reformulados, de modo a oferecer
subsídios à reciclagem e à geração de energia limpa e
renovável e taxar atividades insustentáveis, como o usode
combustível fóssil.

No entanto, sem estacionar a população mundial,
nenhuma mudança terá realmente efeito. Mais pessoas
requerem mais comida, mais água, mais espaço, bens, serviços
e energia. Ocorre que deter ou até mesmo reduzir o
crescimento da população mundial não é tão simples. O
tamanho das famílias, em muitos países, está ligado à maneira
como os casais encaram o sexo e a virilidade.
O tamanho e a complexidade dos sistemas mundiais
tornam a adoção da ecoeconomia uma tarefa gigantesca e
muito distante de ser realizada. O aumento da temperatura
global, a superpopulação e a contaminação dos ecossistemas
mundiais estão por toda parte: somente podem-se corrigir os
efeitos que eles criam, com medidas de alcance global.
Pequenas substituições e correções de rumo em alguns setores
não constituem uma solução. Com 6 bilhões de pessoas no
mundo, até metas mais óbvias, como deter o nível de
desflorestamento, parecem distantes.


(Adaptado deBruno Versolato, Superinteressante, maio de
2004, p. 69)

... ou até mesmo reduzir o crescimento da população mundial ...
(meio do 3º parágrafo)

O mesmo tipo de complemento exigido pelo verbo grifado acima está na frase:

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1451Q158302 | Português, Sintaxe, Assistente Social, UFAL, COPEVE UFAL

Qual palavra ou expressão preenche adequadamente a lacuna nos textos abaixo?

I. Pacientes crônicos terão mais qualidade de vida fora do hospital. ______, é cada vez maior o número de pacientes que continuam internados mesmo depois de superado o problema que os levou à instituição.

II. O Rio de Janeiro foi tomado por um clima de ufanismo. ______, não basta cantar vitória durante a batalha.

III. ______ se discute punição a crimes do regime militar, a tortura continua uma prática comum no Brasil.

IV. Vendas disparam ______ os adeptos da boa bebida descobrem os sabores doces e complexos das variedades envelhecidas.

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1452Q205674 | Português, Sintaxe, Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, MPOG, ESAF

Os trechos a seguir constituem um texto adaptado de Marco Antonio Rocha, O Estado de S. Paulo, 22/06/2009. Assinale a opção em que o fragmento apresenta erro gramatical.

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1453Q848022 | Português, Sintaxe, Prefeitura de Capanema PA Auxiliar de Contabilidade, CONSULPLAN, 2020

A família humana

   Não acho que tudo tenha piorado nos dias atuais. Nunca fui saudosista. Prefiro a comunicação imediata pela internet a cartas que levavam meses. Gosto mais de trabalhar no computador do que de usar a velha máquina de escrever (que tinha lá seu charme). No whats ou outros, falo instantaneamente com amigos e familiares aqui perto, do outro lado do mundo - os afetos se multiplicam, se consolidam, circulam mais emoções. Nossa qualidade de vida melhorou em muitas coisas, mas serviços essenciais entre nós andam deteriorados, uma vasta parcela da humanidade ainda vive em nível de miséria.
   São as contradições inacreditáveis de um sistema onde cosmólogos investigam espaços insuspeitados, cada dia trazendo revelações intrigantes, mas ainda sofre e morre gente nos corredores de hospitais sobrecarregados, milhões de crianças morrem de fome, outros milhões nunca chegam à escola, ou brincam diante de barracos com barro feito de água e esgoto. 
   Minhas repetições são intencionais, aqui, nos romances, até nos poemas. Retorno a temas sobre os quais eu mesma tenho incertezas. Que envolvem antes de mais nada ética, moralidade, confiança. Decência: pois é neles que eu aposto, nos decentes que olham para o outro - que somos todos nós, do gari ao intelectual, da dona de casa à universitária, dos morenos aos louros de olhos azuis - com atenção e respeito.
   Estudos recentes sobre história das culturas revelam dados sobre tempos em que a parceria predominou sobre a dominação: entre povos, entre grupos, entre pessoas. Mas o mesmo ser humano que busca o amor anseia pela dominação nas relações pessoais, internacionais, de gênero, de idade, de classe.
   E se tentássemos mais parceria? Na verdade não acredito muito nisso, a não ser que a gente dê uma melhorada em si mesmo. É possível que em algumas décadas, ou mais, a miscigenação será generalizada, superados os conflitos raciais às vezes trágicos. Teremos uma miscigenação densa de cores, formas, idiomas e culturas.
   Origem, dinheiro ou tom de pele vão interessar menos do que caráter e lealdade, a produtividade e competência menos do que a visão de mundo e a abertura para o outro, a máquina importará tanto quanto o sonho, a hostilidade não vai esmagar a esperança, e não teremos de dominar o outro tentando construir uma civilização.
    Talvez eu hoje tenha acordado feito uma visionária ingênua: não é inteiramente ruim, isso se chama esperança de que um dia predomine, sim, a família humana. “E aí?”, perguntarão. “Sem conflito, sem cobiça, sem alguma opressão e alguma guerrinha, qual a graça?”
    Aí, não vamos bocejar como anjos entediados, mas crescer mais, e mais, em caráter, sabedoria, harmonia, e - por que não? - algum tipo de felicidade.
(LUFT, Lya. A família humana.Disponível em: https://gauchazh.clicrbs. com.br/colunistas/lya-luft/noticia/2019/06/a-familia-humana-cjx6p12 mq01ro01o9obgwdbq6.html. Acesso em: 06/04/2020.)
Sobre os verbos “bocejar” e “crescer” (8º§), assinale a informação correta.
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1454Q693405 | Português, Sintaxe, Arquiteto, AL GO, IADES, 2019

Texto associado.
                  O fio do tempo na tessitura do poder simbólico: passado,
                            presente e futuro na efeméride dos 190 anos do
                                                  Parlamento brasileiro
                                                                  Por Antonio Teixeira de Barros
1                                    A análise da cerimônia mostra que o cotidiano
                  legislativo, marcado pelas operações críticas situadas em
                  contextos bem demarcados de contradição hermenêutica e
4                de disputas de poder, dá lugar a um momentâneo ritual de
                  consenso simbólico que aponta para a glorificação e a honra
                  do parlamento como instituição. As diferentes ordens de
7                economia da grandeza política são unificadas em um único
                  esquema de fluência discursiva, portador de um valor
                  universal, um capital simbólico ecumênico e sacramental.
10              Todos formam um só corpo político e abdicam algum tempo
                  das disputas inter e intrapoderes, além dos conflitos e
                  tensões entre partidos, lideranças, facções etc.
 13                                A necessidade de inimigos, um imperativo na política
                  (BAILEY, 1998), é suplantada em nome de um interesse
                  momentaneamente unificado sob os símbolos e rituais de
  16            agregação e cooperação moral. Durante a cerimônia, a
                  política deixa de ser um jogo de antagonismos no qual se
                  procura reforçar o prestígio e a honra dos aliados e combater
  19            a reputação dos inimigos. Todos se unem em um campo
                  simbólico de aliança perante a opinião pública. A pulsão
                  narcísica que constrói heróis individuais é substituída pela
 22             pulsão cívica e um engajamento retórico republicano em
                  defesa do Parlamento, da Política e da Democracia, no plano
                  mais abstrato e distante dos antagonismos e dos jogos de
 25             competição por poder, reputação, honra, reconhecimento
                  público e visibilidade. Em vez de demarcação de
                  identidades partidárias e discursos dialéticos típicos da
 28            política de reputação (BAILEY, 1998), passamos a
                  presenciar uma estetização do narcisismo institucional que
                  busca um ordenamento de perspectivas e um consenso que
 31            coloca o simbólico acima do político. A democracia liberal
                  com sua lógica concorrencial e assimétrica adquire sentido
                  republicano, por meio dos discursos transformados em
34             interações-rituais que unificam o corpo político e recriam
                  sua autoimagem, tecida com discursos de justificação
                  articulados pela ordem simbólica.
 37                                O ritual ecumênico em termos partidários agrega os
                  diferentes e une os “inimigos” em um mesmo espírito de
                  confraternização, um espírito republicano abstrato que
 40             nunca consegue se materializar no plano objetivo dos
                  campos conflituosos da democracia liberal. Sai de cena a
                  representação teatral calcada nas metáforas de guerra e
 43             adotam-se metonímias de comunhão, à guisa de uma
 44             eucaristia política.
                                      Disponível em: .
                                                  Acesso em: 11 nov. 2018, com adaptações.
Em “Sai de cena a representação teatral calcada nas metáforas de guerra e adotam-se metonímias de comunhão, à guisa de uma eucaristia política.” (linhas de 41 a 44), o emprego do singular e do plural, respectivamente, justifica-se porque
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1455Q702902 | Português, Sintaxe, Promotor de Justiça Substituto, MPE MT, FCC, 2019

Texto associado.
Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A economia cresceu exponencialmente, e hoje a humanidade desfruta do tipo de riqueza que só existia nos contos de fadas. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. A ordem social foi totalmente transformada, bem como a política, a vida cotidiana e a psicologia humana.
Mas somos mais felizes? A riqueza que a humanidade acumulou nos últimos cinco séculos se traduz em contentamento? A descoberta de fontes de energia inesgotáveis abre diante de nós depósitos inesgotáveis de felicidade? Voltando ainda mais tempo, os cerca de 70 milênios desde a Revolução Cognitiva tornaram o mundo um lugar melhor para se viver? O falecido astronauta Neil Armstrong, cuja pegada continua intacta na Lua sem vento, foi mais feliz que os caçadores-coletores anônimos que há 30 mil anos deixaram suas marcas de mão em uma parede na caverna? Se não, qual o sentido de desenvolver agricultura, cidades, escrita, moeda, impérios, ciência e indústria?
Os historiadores raramente fazem essas perguntas. Mas essas são as perguntas mais importantes que podemos fazer à história. A maioria dos programas ideológicos e políticos atuais se baseia em ideias um tanto frágeis no que concerne à fonte real de felicidade humana. Em uma visão comum, as capacidades humanas aumentaram ao longo da história. Considerando que os humanos geralmente usam suas capacidades para aliviar sofrimento e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que estes devem ter sido mais felizes que os caçadores-coletores da Idade da Pedra. Mas esse relato progressista não convence.
(Adaptado de HARARI, Yuval Noah. Sapiens – Uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. Porto Alegre, RS: L&PM, 2018, p. 386-387)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado na frase:
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1456Q260798 | Português, Sintaxe, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRT 9a REGIÃO, FCC

O acesso ...... redes sociais voltadas para a carreira pode ajudar o profissional ...... conseguir uma colocação no mercado de trabalho. Mas é preciso atenção ao se criar um perfil na internet, pois todo o conteúdo ali veiculado afetará positiva ou negativamente ...... imagem do profissional.

Preenchem corretamente as lacunas do texto acima, na ordem dada:

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1457Q703205 | Português, Sintaxe, Guarda Municipal, Prefeitura de Pacujá CE, CETREDE, 2019

Marque a opção CORRETA quanto à concordância do verbo ser
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1458Q705020 | Português, Sintaxe, Advogado, CAU MG, Gestão de Concursos, 2019

Texto associado.
                                Notre-Dame de Paris, eu não vou dizer adeus

                 Carga cultural e moral da catedral transcendeu em muito sua história factual
A Catedral de Notre-Dame em chamas é uma tragédia terrível, como a definiu a prefeita de Paris, Anne Hidalgo. A Notre-Dame é um
patrimônio da Humanidade, uma herança gótica inestimável, cuja carga cultural e moral transcendeu em muito sua história factual. Virou o
ícone épico de uma era, nas penas de Victor Hugo, em “Notre-Dame de Paris”. É quase uma visão no desenho de Marc Chagal, “Notre-Dame
en gris”. Vista da calçada por Rafaelli ou estilizada por Utrilo, a catedral inspirou, enlevou, acolheu escritores, pintores, poetas, pessoas.
Nenhum deixou jamais de se emocionar.
[...]
Mas será o fim? Em 1829, a Notre-Dame, transformada em fábrica de pólvora durante a Revolução Francesa, sofreu grande destruição. Pois
não foi para conclamar a nova França a salvar a velha, expressa naquela catedral imorredoura, que Victor Hugo pôs-se a escrever? Seu
romance, “Notre Dame de Paris”, renomeado posteriormente para “O Corcunda de Notre-Dame”, acolhido pelo povo, animou a mobilização
dos esforços para a restauração da Notre-Dame.
Ela é o foco central do romance que teve seu nome como título original, e esta é a marca da maestria narrativa de Hugo. O enredo se
constrói a partir da arquitetura da catedral e a força moral da Notre-Dame sobressai-se majestosa, mesmo diante de personagens
inesquecíveis como Quasimodo, a jovem Esmeralda e o sinistro arcebispo de Paris, Claude Frollo. Daí haver mais que um laço íntimo entre
Quasimodo e a igreja, “uma espécie de misteriosa e preexistente harmonia entre essa criatura e esse edifício”. Precisaremos de outro autor
para mobilizar Paris e o mundo para salvar a Notre-Dame dos escombros?
Ou nos basta Victor Hugo com seu tamanho e sua imortalidade? Ainda hoje o Corcunda de Notre-Dame leva multidões ao teatro, quase
esquecidas de que a Notre-Dame é um monumento plantado no coração de Paris e sua obra um romance-símbolo da História da França e
sua Revolução.
[...]
A vitalidade da Notre-Dame, entretanto, não está na sua arquitetura esplêndida, ou na arte deslumbrante e abundante no seu interior, nos
afrescos, nas pinturas, na escultura, nos vitrais. São destrutíveis e restauráveis. Está nos sentimentos poderosos que esta arte em nós
provoca. Como escreveu Victor Hugo, “o que conta não é a reprodução dos acontecimentos reais, históricos, mas a das paixões humanas
elementares, o medo, a coragem, a vontade de poder, a abnegação, o instinto de morte, o amor”.
Notre-Dame é o coração de Paris e é de todos nós, os que fomos a Paris e a amamos, e os que não foram, mas podem amá-la assim
mesmo. Victor Hugo resumiu “o homem, o artista e o indivíduo se apagam nessas grandes construções sem nome de autor; a inteligência
humana nelas se resume e se totaliza. O tempo é o arquiteto, o povo é o pedreiro.”
Disponível em: . Acesso em: 18 abr. 2019
(Adaptação).
Em “Pois não foi para conclamar a nova França a salvar a velha, expressa naquela catedral imorredoura, que
Victor Hugo pôs-se a escrever?”, no trecho destacado observa-se a ocorrência da seguinte figura de sintaxe:
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1459Q674047 | Português, Sintaxe, Analista Administrativo Administração, Prefeitura de Canaã dos Carajás PA, Quadrix, 2020

Texto associado.
Texto
    Muitas pessoas entendem sustentabilidade apenas como um termo que designa os impactos das questões ambientais (L.01)
sobre os negócios, como, por exemplo, a diminuição das poluições e emissões de gases nocivos pelas empresas. Entretanto,
deve-se pensar a sustentabilidade como um modo de vida, o que torna seu significado muito mais amplo e abrange outras
questões, como a mudança de comportamento dos cidadãos e gestores nas cidades e novos planos de ação para uma melhor (L.04)
qualidade de vida da humanidade.
    Na realidade atual, o conceito de sustentabilidade está cada vez mais presente nas conferências nacionais e
internacionais em face dos diversos problemas enfrentados globalmente, como mudanças climáticas, poluições de grandes (L.07)
centros urbanos, desigualdade, pobreza, entre tantos outros, e a principal indagação centra-se em como a sustentabilidade
urbana pode ser transformada em um elo de integração entre os diversos atores da sociedade para o alcance de um objetivo
em comum: a melhoria das condições de vida e a preservação do meio ambiente. (L.10)
    O modelo de desenvolvimento sustentável tem como objetivo reverter os danos à natureza gerados pelos seres humanos
ao longo dos anos e, a partir disso, conduzir a existência humana e dos demais seres vivos de uma maneira mais ecológica, que
contraponha a lógica de maximização dos lucros e consumismo. Desse modo, o conceito de sustentabilidade remete (L.13)
diretamente à vida moderna e ao meio urbano, já que os problemas têm origem justamente na má administração dos recursos
escassos presentes na natureza em face dos desejos ilimitados dos seres humanos.
    Em sentido amplo, a cidade pode ser entendida como um ecossistema, uma unidade ambiental dentro da qual todos os (L.16)
elementos e processos do ambiente são inter-relacionados e interdependentes, de modo que uma mudança em um deles
resultará em alterações em outros componentes. Um exemplo de uma pequena ação de impacto positivo no meio ambiente é
a coleta seletiva de lixo, que, a partir da reutilização de recursos naturais, tanto orgânicos quanto recicláveis, contribui para a (L.19)
redução da quantidade de lixo acumulada e favorece a geração de novos empregos.
    Um dos maiores entraves até o momento para a integração de todos os atores em torno de ações sustentáveis tem sido
a falta de conscientização acerca da necessidade da participação de todos os segmentos da sociedade na resolução dos (L.22)
problemas complexos que afetam o meio urbano.
    Segundo o professor em gestão urbana e habitacional da Universidade de São Paulo, Alex Kenya Abiko, a ciência tem um
papel fundamental na conscientização das instituições políticas em relação aos problemas enfrentados nas cidades, seja (L.25)
elaborando diagnósticos precisos, seja gerando informações e propondo políticas eficientes, inclusivas e compatíveis com os
recursos financeiros, tecnológicos e naturais existentes. No Brasil, entretanto, ainda segundo o especialista, a distância entre a
academia e os gestores públicos é grande, o que não contribui para a adoção de novas tecnologias urbanas eficientes e de custo (L.28)
adequado.
    Como se pode perceber, o caminho rumo a um modelo de desenvolvimento urbano sustentável não é único, mas
resultado de múltiplas ideias inovadoras de vários atores agindo em conjunto para o alcance de objetivos comuns e sistêmicos (L.31)
e, para que isso ocorra, é necessária a participação da sociedade, com ações integradas entre governo, sociedade civil e
empresas, a fim de transformar o mundo, com base em uma matriz de intercâmbio justa, com equidade acessível e saudável.
Internet: https//sociedadeglobal.org.br (com adaptações).
Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“dentro da qual” (linha 16) por de onde
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1460Q374301 | Português, Sintaxe, Analista Judiciário, Tribunal Superior do Trabalho, FCC

A frase que, clara e corretamente redigida, equivale semanticamente ao período a ela associado é:
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