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Questões de Concursos Sintaxe

Resolva questões de Sintaxe comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1601Q850290 | Português, Sintaxe, Câmara de Flores PE Agente Administrativo, CONTEMAX, 2020

Sexo e temperamento em três sociedades primitivas

  Nos anos 30, Margareth Mead comparou três sociedades primitivas da Nova Guiné, visando observar como as atitudes sociais se relacionavam com as diferenças sexuais. A partir dos resultados obtidos na pesquisa, concluiu que a crença, então compartilhada na sociedade americana, em um temperamento inato ligado ao sexo não era universal. Segundo ela, toda cultura determina de algum modo os papéis dos homens e das mulheres, mas não o faz necessariamente em termos de contraste entre as personalidades prescritas para os dois sexos nem em termos de dominação ou submissão.
  Entre os povos estudados por Mead, os montanheses Arapesh, agricultores e criadores de porcos, eram (homens e mulheres) maternais, cooperativos, sociáveis, pouco individualistas e orientados para as necessidades da geração seguinte. Em síntese, um povo com características “femininas”.
  Já os ferozes caçadores de cabeça Mundugumor, agricultores e pescadores, eram o extremo oposto. De acordo com a autora, desprezando o sexo como base para o estabelecimento de diferenças de personalidade, padronizaram o comportamento de homens e mulheres como “ativamente masculino, viril e sem quaisquer das características edulcoradas que estamos acostumados a considerar indiscutivelmente femininas”. Esse povo era formado por indivíduos implacáveis que se aproximavam de um tipo de personalidade que, na cultura americana, só se encontraria em homens indisciplinados e extremamente violentos.
  Nos Tchambuli, por sua vez, pescadores lacustres e amantes das artes, havia uma inversão das atitudes sexuais: a mulher seria o parceiro dirigente, dominador e impessoal, e o homem, menos responsável e emocionalmente dependente.
  Para Mead, o fato de que traços de temperamento tradicionalmente considerados femininos fossem, em uma tribo, erigidos como padrão masculino e, em outra, prescritos para a maioria das mulheres e dos homens demonstra não haver base para considerar tais aspectos comportamentais vinculados ao sexo. Essa conclusão seria reforçada pela inversão da posição de dominância entre os sexos no terceiro povo estudado.
(PISCITELLI, Adriana. Uma questão de gênero - Mente cérebro. São Paulo: Duetto Editorial, 2008. p. 24)
O termo destacado na passagem “os montanheses Arapesh, agricultores e criadores de porcos, eram (homens e mulheres) maternais, (...)” (2º parágrafo) desempenha um papel sintático de:
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1602Q673989 | Português, Sintaxe, Serviços Gerais, CRMV AM, Quadrix, 2020

Texto associado.
A respeito da correção dos trechos apresentados quanto à regência nominal e verbal, julgue o item.
Queria muito a seus irmãos. 
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1603Q373878 | Português, Sintaxe, Técnico do Ministério Público, MPE RJ, FGV

?Também é possível, adquirindo lentes que custam centavos, transformar o smartphone num supermicroscópio que permite fazer diagnósticos ainda mais sofisticados? / mais sofisticação nos exames realizados.
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1604Q685956 | Português, Sintaxe, Auditor Fiscal Tributário, Prefeitura de Itapevi SP, VUNESP, 2019

Leia o texto para responder à questão.
“Tire suas próprias conclusões” 
Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes. É preciso saber de tudo e entender de tudo. 
É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa. 
Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas. Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado. Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado? Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos. É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”. 
(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado) 
Considere o trecho: O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa. (2o parágrafo)
Respeitando-se as regras de regência nominal e preservando-se o sentido original, o vocábulo destacado pode ser substituído por
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1605Q855476 | Português, Sintaxe, Técnico de Complexidade Intelectual Arquivologia, CESPE CEBRASPE, 2020

    Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: “Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!” Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina. Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredormir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma:

— Pois é! Não vê que eu sou o sereno...

Mário Quintana. In: As cem melhores crônicas brasileiras. São Paulo: Objetiva, 2007.

No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item. 
Em “Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: ‘Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!’“, os termos “Tia Tula” e “menino” desempenham a mesma função sintática nas orações em que ocorrem, o que justifica o fato de serem isolados por vírgulas.
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1606Q203218 | Português, Sintaxe, Escrivão de Polícia Civil, Polícia Civil CE, VUNESP

Leia o texto.

Mesmo estando apta_________ desenvolver atividades na área de ensino, a maioria dos profissionais que conclui o ensino superior sente-se impelida __________ buscar outras áreas _______ que possa trabalhar, geralmente atraída _____ salários mais expressivos e melhores condições de trabalho.

Considerando-se as regras de regência, verbal e nominal, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
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1607Q161039 | Português, Sintaxe, Auditor, SEFAZ BA, FUNCAB

Texto associado.
No Brasil, podemos não estar na vanguarda tecnológica. Mas, na legislativa, acho que de vez em quando damos mostras de que temos condição, havendo vontade política, de aspirar a uma posição de destaque. Agora mesmo, leio aqui que se encontra em curso, na Câmara de Deputados, um projeto para a regulamentação da profissão de escritor. Já houve uma tentativa anterior, aliás estranhamente apoiada por alguns escritores profissionais, que não vingou. Mas deve ser uma área atraente demais para ainda não estar regulamentada. Claro, nem todas as atividades, ofícios e profissões estão ainda regulamentadas, mas a dos escritores parece ser importante em excesso, para tão prolongado esquecimento gorvenamental.

Não li o projeto, mas é claro que ele não pode ser discriminatório. Para definir o escritor, tem-se que ser o mais abrangente possível. Escreveu, valeu. Valerão, portanto, não só livros como panfletos, discursos, sermões, cartas, bilhetes, diários, memorandos, relatórios, bulas de remédio e - por que não? - um caprichado cardápio de restaurante. Como dizer a um sujeito que escreveu que ele não é escritor? Acusações de preconceito, incorreção política e discriminação se tornarão inevitáveis, se todo aquele que escrever não for classificável como escritor. Bem verdade que, de acordo também com o que li, caberá aos sindicatos de escritores essa árdua tarefa - e também eles terão o mesmo problema para rejeitar pretendentes.

Conhecemos o Brasil, não conhecemos? Finjamos que conhecemos, pelo menos. Que tramas logo entrevemos no futuro, se o projeto for transformado em lei? Posso logo conceber os casos tristes dos aposentados que escrevem regularmente para os jornais (mais um golpe nessa velharia desagradável que não serve para nada, pau neles) e serão, cedo ou tarde, flagrados no exercício ilegal da profissão. Claro, o projeto atual não deve prever isto, mas outros para complementá- lo advirão , principalmente porque assim se gerarão mais burocracia e mais empregos de favor, e os escrevedores de cartas aos jornais ou se filiam ao sindicato ou arrumam um amigo filiado, para coassinar as cartas, na condição de “escritor responsável” . Infortúnio que, aliás, deverá abater-se sobre diversos outros, como síndicos de prédios ou inspetores de obras, ou quem quer que seja obrigado a escrever relatórios. Talvez até placas, quem sabe?[...]

Sei que vocês pensam que eu brinco, mas não brinco. O Brasil tem leis interessantíssimas, que vieram com as melhores intenções e rendem situações intrigantes. Por exemplo, como se sabe, se o sujeito for pego matando uma tartaruga protegida, vai preso sem fiança. Em contrapartida, se encher a cara, sair de carro e matar umas quatro pessoas, paga fiança e vai para casa. No caso da tartaruga, alguém raciocinará que é mais negócio matar o fiscal do Ibama, mesmo com testemunhas. Principalmente se estiver um pouco bêbado, porque aqui é atenuante. É só escapar do flagrante, mostrar ser réu primário, conseguir responder ao processo em liberdade e, com azar, pegar aí seus dois aninhos de cana efetiva (em regime semiaberto). Portanto, se aqui é mais negócio matar um homem do que uma tartaruga, não brinco. Acredito que nos possam perpetrar qualquer absurdo, inclusive esses de que acabo de falar e outros, que não chegaram a me ocorrer, mas são possíveis. Entretanto, há sempre um lado bom. Por exemplo, se algum dia exigirem carteirinha de escritor para eu escrever, não escrevo mais . Será, quiçá, uma boa notícia para alguns. Ou muitos, talvez, ainda não promulgaram uma Lei de Proteção da Literatura Nacional, obrigando todo mundo a gostar de tudo o que o escritor brasileiro escreve. Embora, é claro, eu alimente fundadas esperanças, pois uma boa lei resolve qualquer coisa.

RIBEIRO, João Ubaldo. O Conselheiro Come.Rio: Nova Fronteira,2000,p.48ss.

Preserva-se a concordância do verbo com seu sujeito ao se substituir a forma verbal usada no texto pela que se propõe em:
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1608Q707132 | Português, Sintaxe, Agente Administrativo, Prefeitura de Chuí RS, FUNDATEC, 2019

Texto associado.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
                                        
                                                Dicionário Oxford escolhe a palavra do ano de 2019

01                A seleção da palavra do ano por dicionários gringos é praticamente uma tradição de fim
02        de ano. O termo escolhido sempre procura representar o que marcou o ano como um todo — e
03        essa escolha visa provocar reflexões e discussão sobre o tema.
04        Depois de laureados polêmicos como o emoji que chora de rir em 2015 ou o termo
05        youthquake (em uma tradução livre e tosca, “juventudemoto” – isto é, “juventude” +
06        “terremoto”) em 2017, a escolha de 2019 foi certeira no tema, apesar de também ter provocado
07        uma certa estranheza: “emergência climática”.
08                Lógico, a primeira reação de todo mundo, antes mesmo de pensar na importância do
09        assunto, é afirmar que “a palavra do ano” não é uma palavra. Mas o prêmio já previa isso, e
10        deixou claro no seu anúncio:Uma palavra ou expressão que mostra através de evidências de
            uso algo que reflita os costumes, o humor ou as preocupações do ano que passa, além de ter um
            potencial duradouro como um termo de significado cultural.
                    Antes de e...plicitar o porquê da escolha de 2019, uma curiosidade: apesar de ser
            estranho, essa é a quinta vez na história da premiação inglesa que uma expressão (ou seja, mais
            de uma palavra) é escolhida como “palavra do ano”. 2007 premiou carbon footprint (pegada de
            carbono), 2008, credit crunch (expressão que significa crise/rece...ão econômica), 2010, big
            society (nome de uma ideologia política criada pelo então primeiro ministro inglês David
            Cameron), 2011, squeezed middle (uma brincadeira com classe média), e, em 2019, climate
            emergency.
20                E essa lista poderia ser ainda maior: há quem considere “pós-verdade”, a palavra de 2016,
21        como uma expressão; e, em 2018, a palavra do ano por pouco não foi “masculinidade tóxica” –
22        no último minuto, os votantes decidiram eleger apenas “tóxico” para destacar o uso mais
23        abrangente do termo.
24                 Vamos voltar ___ expressão de 2019. “Declaramos clara e inequivocamente que o planeta
25        Terra está enfrentando uma emergência climática”, afirmou uma declaração chamada
26        “Emergência Climática” feita por mais de 11 mil cientistas do mundo. Segundo eles, a população
27        mundial enfrenta “um sofrimento incalculável devido ___ crise climática”.
28                Além disso, o Secretário-Geral da ONU chamou a crise climática de “a questão definidora
29        do nosso tempo”. Para o dicionário Oxford, “emergência climática” é “uma situação em que é
30        necessária uma ação urgente para reduzir ou interromper a mudança climática e evitar danos
            ambientais potencialmente irreversíveis resultantes dela”.
                    Mas nem só de importância diplomática se faz a palavra do ano – ela também tem que
            cair na boca do povo. E acredite se quiser: um levantamento feito pelo dicionário inglês mostrou
            um aumento exponencial nas pesquisas da expressão, que saiu praticamente da obscuridade para
            se tornar um dos termos mais pesquisados de 2019.
                    Em 2019, a emergência climática superou quaisquer outros tipos de emergência, sendo
            três vezes mais pesquisada que “emergência de saúde”, a segunda colocada.
                    Vale destacar que, de acordo com a Universidade de Oxford, os candidatos ___ Palavra do
            Ano são extraídos de dados reunidos por um e...tenso programa de pesquisa de idiomas, incluindo
40       o Oxford Corpus, um conjunto de artigos extraídos de 10 mil sites, formando uma massa de texto
41       com 150 milhões de palavras. Softwares sofisticados permitem que os especialistas identifiquem
42       palavras novas e populares e examinem as mudanças na forma como palavras mais “velhas” e
43       estabelecidas estão sendo usadas. Ingrid Luisa – 22/11/2019 – Disponível: https://super.abril.com.br/ 
            - adaptação
No trecho: “Mas o prêmio já previa isso, e deixou claro no seu anúncio”, retirado do texto, quantas outras alterações deveriam ser obrigatoriamente feitas caso substituíssemos a palavra “prêmio” por sua forma plural?
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1610Q164280 | Português, Sintaxe, Auditor Fiscal do Município, Prefeitura de São Paulo SP, FCC

O papel da mulher está definitivamente ligado ao grupo social no qual está inserido, à medida que a questão transcende o âmbito da família.

Considerado o padrão culto escrito, é correto afirmar sobre a frase acima:

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1611Q673211 | Português, Sintaxe, Advogado, Prefeitura de São Roque SP, VUNESP, 2020

Texto associado.

O ataque da desinformação


      Sempre houve boatos e mentiras gerando desinformação na sociedade. O fenômeno é antigo, mas os tempos atuais trouxeram desafios em proporções e numa velocidade até há pouco impensáveis.

      A questão não é apenas a incrível capacidade de compartilhamento instantâneo, dada pelas redes sociais e os aplicativos de mensagem, o que é positivo, mas traz evidentes riscos. Muitas vezes, uma informação é compartilhada milhares de vezes antes mesmo de haver tempo hábil para a checagem de sua veracidade. O desafio é também oriundo do avanço tecnológico das ferramentas de edição de vídeo, áudio e imagem. Cada vez mais sofisticadas e, ao mesmo tempo, mais baratas e acessíveis, elas são capazes de falsificar a realidade de forma muito convincente.

      Para debater esse atual cenário, a Associação Nacional de Jornais (ANJ) promoveu o seminário “Desinformação: Antídotos e Tendências”. Na abertura do evento, Marcelo Rech, presidente da ANJ, lembrou que o vírus da desinformação não é difundido apenas por grupos ou indivíduos extremistas. Também alguns governos têm se utilizado dessa arma para desautorizar coberturas inconvenientes. Tenta-se fazer com que apenas a informação oficial circule.

      O diretor da organização Witness, Sam Gregory, falou sobre as deepfakes e outras tecnologias que se valem da inteligência artificial (IA) para criar vídeos, imagens e áudios falsos. Houve um grande avanço tecnológico na área, o que afeta diretamente a confiabilidade das informações na esfera pública. O vídeo de um político fazendo determinada declaração pode ser inteiramente falso. Parece não haver limites para as manipulações.

      Diante desse cenário, que alguém poderia qualificar como o “fim da verdade”, Sam Gregory desestimulou qualquer reação de pânico ou desespero, que seria precisamente o que os difusores da desinformação almejam. Para Gregory, o caminho é melhorar a preparação das pessoas e das instituições, ampliando a “alfabetização midiática” – prover formação para que cada pessoa fique menos vulnerável às manipulações –, aperfeiçoando as ferramentas de detecção de falsidades e aumentando a responsabilidade das plataformas que disponibilizam esses conteúdos.

      Há um consenso de que o atual cenário, mesmo com todos os desafios, tem aspectos muito positivos, pois todos os princípios norteadores do jornalismo, como o de independência, da liberdade de expressão e o de rigor na apuração, têm sua importância reafirmada.

      O caminho para combater a desinformação continua sendo o mesmo: a informação de qualidade.

                                        (O Estado de São Paulo. 19.10.2019. Adaptado) 

Considere os trechos reescritos com base no texto.


•? Historicamente, sempre existiram boatos e mentiras gerando desinformação na sociedade. (1° parágrafo)

•? ... os tempos atuais trouxeram desafios em proporções e numa velocidade que  poucos anos era algo impensável. (1° parágrafo)

•? São tentativas de fazer com que apenas a informação oficial circule. (3° parágrafo)


As expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente e em conformidade com a norma-padrão de concordância, por

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1612Q203736 | Português, Sintaxe, Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, MPOG, ESAF

Assinale o segmento do texto retirado de O Globo, 6/02/2008, transcrito corretamente, sem erro gramatical.

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1613Q677848 | Português, Sintaxe, Administrador, AGU, IDECAN, 2019

Texto associado.
Sustentar essa ordem era acreditar na importância das relações hierárquicas.” (linhas 14 e 15)

A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir: 
I. Há duas orações subordinadas substantivas, uma subjetiva e uma objetiva indireta. 
II. O período apresenta duas orações reduzidas e nenhuma desenvolvida. 
III. A oração principal é “era”.
Assinale
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1614Q711400 | Português, Sintaxe, Assistente Administrativo, IMESF, FUNDATEC, 2019

Texto associado.
Pessoas são caminhos
01  Hoje eu sei. Hoje eu entendo perfeitamente que pessoas são caminhos. Que todas nos levam
02 a algum lugar. Eu, você, o outro, cada um de nós é um caminho diferente.
03  Hoje eu sei que é muito importante saber escolher os caminhos pelos quais andamos. Que é
04 muito importante prestar atenção para onde estamos indo e ler todas as placas que avisam onde
05 cada caminho vai dar. As placas são importantes, mas quase sempre temos a estranha mania de
06 duvidar daquilo que parece óbvio.
07  Hoje eu sei, mas eu não imaginava que tem gente que é caminho que não dá em lugar algum.
08 Que tem gente que é tempo perdido. Que há quem nos faça caminhar e caminhar para nada. Daí
09 a gente tem que voltar e, de novo, escolher. Dessa vez, com sabedoria.
10  Tem caminho curto. Tem caminho que não tem fim. Tem caminho labirinto. Tem caminho que
11 é de isopor. Tipo aquele cenário que parece lindo, mas é falso e vazio.
12  Ah! Também há o contrário, felizmente. Tem gente que é jardim florido e perfumado. Tem
13 gente que é café da tarde no interior. Tem gente que é mar quentinho e sem onda. Tem gente
14 que é caminho macio e rede mansa. Tem gente que é luz e reparação. Hoje eu sei.
15  Tudo isso está lá, bem no começo. Não existe armação. Todo caminho sempre se anuncia
16 antes mesmo de começar. A gente só precisa prestar atenção e ler com cuidado. A gente só
17 precisa saber o que quer. Para quem não sabe o que quer qualquer caminho serve. Lembra?
18  Eu tenho comigo que meu próximo caminho será um repleto de pinheiros, daqueles que
19 aparecem em filmes. Que o som deles ao vento vai ser sinfonia para meus ouvidos. O meu novo
20 caminho vai ter uma floresta linda e eu vou pegar ___ pinhas do chão e fazer guirlandas de Natal
21 com elas para lembrar que sempre haverá coisas boas para celebrar.
22  Hoje eu sei o caminho que procuro. No meu caminho de pinheiros vou tirar meus calçados e
23 caminhar sentindo uma maciez delicada sob meus pés. Quero nele um chão de folhas verdes
24 farfalhando como se a vida tivesse preparado para mim um colchão amaciado de boas
25 expectativas.
26  Quero no meu próximo caminho um cheiro adossicado de livre dignidade, chuva gostosa e
27 brisa mansa que me leve até um abrigo com lareira acesa e mesa farta. Eu vou me permitir
28 então, sem culpas, o deleite de pernas esticadas e pés dentro de escalda-pés.
29  Nesse meu caminho eu serei o caminho de quem me souber amar e vou deixar que o amor
30 passeie feliz por mim. Quero que aquele que decida se enveredar por mim sinta-se seguro e feliz.
31 Que eu possa levá-lo ao encontro dos seus mais profundos anseios, ______ a gente tem que
32 saber ser caminho também.
33  Hoje eu sei, eu aprendi a ver. Eu caminhei bastante até entender. Sou grata pelo passado,
34 mas não vou negar ao meu futuro escolhas melhores e a possibilidade real de viver tudo aquilo
35 que a minha vontade alcançar. Hoje eu sei o que quero. Hoje eu venho te contar sobre os meus
36 caminhos para que você entenda que é muito importante escolher os seus com sabedoria. Que é
37 muito importante também ser um caminho bom para alguém.
(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/pessoas-saocaminhos/. Acesso em 16 nov. 2018.) 
Por quantos períodos é composto o sexto parágrafo do texto?
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1615Q262898 | Português, Sintaxe, Técnico Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

O Brasil é hoje um dos líderes mundiais do comércio
agrícola, ocupando a primeira posição nos embarques de açúcar
e de carne bovina e a segunda, nas vendas de soja e de
carnes de aves. Já era o maior exportador mundial de café, mas
até há uns 20 anos a maior parte de sua produção agropecuária
era menos competitiva que a das principais potências produtoras.
Esse quadro mudou, graças a um persistente esforço de
modernização do setor. Um levantamento da Organização Mundial
do Comércio (OMC) conta uma parte dessa história, mostrando
o aumento da presença brasileira nas exportações globais
ente 1999 e 2007. Uma história mais completa incluiria
também um detalhe ignorado pelos brasileiros mais jovens: o
suprimento do mercado interno tornou-se muito melhor quando
o país se transformou numa potência exportadora e as crises de
abastecimento deixaram de ocorrer. Essa coincidência não
ocorreu por acaso.
A prosperidade mundial e o ingresso de centenas de
milhões depessoas no mercado de consumo, em grandes
economias emergentes, favoreceram a expansão do comércio
de produtos agropecuários nas duas últimas décadas. Mas,
apesar das condições favoráveis criadas pela demanda em rápida
expansão, houve uma dura concorrência entre os grandes
produtores. A competição foi distorcida pelos subsídios e pelos
mecanismos de proteção adotados no mundo rico e, em menor
proporção, em algumas economias emergentes.
A transformação do Brasil num dos líderes mundiais de
exportação agropecuária foi possibilitada por uma combinação
de ações políticas e empresariais. Um dos fatores mais importantes
foi o trabalho das instituições de pesquisa, amplamente
reforçado a partir da criação da Embrapa, nos anos 70. A ocupação
do cerrado por agricultores provenientes de outras áreas
- principalmente do Sul - intensificou-se nessa mesma época.
Nos anos 80, rotulados por economistas como "década perdida",
a agropecuária exibiu dinamismo e modernizou-se,graças
ao investimento em novas tecnologias e à adoção de melhores
práticas de produção. O avanço tecnológico foi particularmente
notável, nessa época, na criação de gado de corte e
na produção de aves. Isso explica, em boa parte, o sucesso
comercial dos dois setores nos anos seguintes. Com o abandono
do controle de preços, a transformação da agropecuária
acelerou-se nos anos 90 e o Brasil pôde firmar sua posição
como grande exportador.
A magnitude da transformação fica evidente quando se
observam os ganhos de produtividade. As colheitas cresceram
muito mais do que a área ocupada pelas lavouras. Aumentou a
produção de carne bovina, indicando uma pecuária muito mais
eficiente. No setor de aves, o volume produzido expandiu-se
consideravelmente. Isso permitiu não só um grande avanço no
mercado externo, mas também um enorme aumento do consumo
por habitante no mercado interno. Proteínas animais
tornaram-se muito baratas, refletindo-se nas condições de vida
demilhões de brasileiros.

(O Estado de S. Paulo, Notas & Informações, A3, 29 de
novembro de 2009, com adaptações)

A concordância verbal e nominal está inteiramente correta em:

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1616Q703736 | Português, Sintaxe, Assistente Social, Prefeitura de Paulistana PI, Crescer Consultoria, 2019

Texto associado.
TEXTO
1 Ao contrário do que muitos pensam, ser médico não é fácil. A prática da medicina sofreu muitas alterações
2 nos últimos anos. Nesse sentido, o estresse ocupacional tem afetado a saúde psicológica dos médicos. Em muitos
3 casos, há interferências não só no exercício da profissão como também na vida pessoal desses profissionais. Não
4 obstante, as condições de trabalho estão cada vez mais exigentes e desgastantes. Diariamente, desde a formação, o
5 médico tem que lidar com carga horária excessiva, além das cobranças pessoais, institucionais e sociais cada vez
6 maiores.
7 Nos últimos anos, os médicos vêm lidando com muitas perdas, entre as quais, a qualidade de vida e a
8 autonomia em seu ambiente de trabalho. A exposição a situações cada vez mais estressantes, seja nas instituições
9 em que trabalham ou com o público ali atendido, tem aumentado a vulnerabilidade desses profissionais.
10 Por tudo isso, os reflexos dessa rotina profissional vêm interferindo na saúde psicológica dos médicos. De
11 forma cada vez mais frequente, os prejuízos refletem nas relações afetivas, familiares e sociais.
12 Não por acaso, cada vez mais, o abuso de substâncias para aliviar o impacto dessa realidade vem aumentando
13 consideravelmente. Isso vem provocando nos médicos um gigantesco quadro de adoecimento emocional,
14 desencadeando especialmente quadros de depressão e suicídio, temas raramente discutidos.
15 Para compreendermos a saúde psicológica dos médicos, precisamos deixar de lado a representação social
16 que esses profissionais possuem. Somente abrindo mão do estereótipo social do médico é que vamos conseguir
17 enxergar as pessoas por trás da profissão.
18 Estudos que versam sobre a representação social do médico informam que esse profissional geralmente é
19 visto como: pessoa financeiramente rica e bem-sucedida, por isso, não tem problemas; detentor de um
20 conhecimento privilegiado, motivo pelo qual tem a obrigação de saber todas as coisas; pessoa com disponibilidade
21 integral para servir; alguém que ganha muito para fazer pouco.
22 Lamentavelmente, essa visão é amplamente difundida na nossa sociedade. Com isso, a população generaliza
23 e rotula injustamente nossos médicos. Não bastasse essa avalanche social, muitos governantes e instituições incitam
24 a população a declarar guerra aos médicos. Agindo dessa forma, transferem a esses profissionais a responsabilidade
25 pelo caos atualmente visto na saúde do país, especialmente na esfera pública. No discurso dessas pessoas, propaga-
26 se que os problemas e a falta de acesso à saúde são culpa dos médicos, fazendo com que estes recebam, em sua
27 atuação profissional, uma carga emocional altamente danosa e muito superior às inerentes à sua atuação.
28 Isso tem levado os médicos a desenvolver habilidades para além de suas funções. Além do saber técnico, são
29 requeridos a driblar, cotidianamente, as cobranças, insultos e agressões físicas e morais em seu ambiente de
30 trabalho. São eles que suportam a insatisfação da população com o sistema de saúde (público e privado). Por
31 conseguinte, poucas pessoas conseguiriam viver a rotina dos médicos.
32 Além de serem julgados socialmente e expostos, nem sempre os médicos possuem condições adequadas para
33 o exercício de suas funções profissionais. E não para por aí. Os médicos ainda sofrem outros danos.
34 Há uma cobrança e uma disputa nem sempre tácitas entre os próprios médicos. Muitas vezes, eles mesmos
35 cobram de seus pares posições sociais que também geram prejuízos. Especula-se que todos os médicos devem ter
36 supercarrões, mega-apartamentos, amplo histórico de viagens ao redor do mundo, festas de casamentos
37 faraônicas… Como se isso fosse um requisito mínimo para quem é médico.
38 Implicitamente, propaga-se que, para ser médico, você tem que cumprir todos esses requisitos sociais. Tais
39 ocorrências têm provocado não só a exigência de trabalhar mais para suprir essas “necessidades”, elas têm
40 ocasionado também afastamento familiar, social e uma variabilidade de adoecimentos psicológicos e emocionais.
41 Os médicos estão emocionalmente doentes.
42 Sim, essa é uma constatação lamentável. O contexto em que muitos médicos estão inseridos tem levado a
43 uma perda dos filtros da realidade e à ausência de posicionamentos mais adequados para trazer equilíbrio à vida
44 pessoal e profissional.
45 Estudos mostram que, com o passar dos anos, os médicos vêm perdendo cada vez mais qualidade de vida.
46 Em associação com essa realidade, eles estão entre os maiores consumidores de antidepressivos e ansiolíticos.
47 Além disso, eles raramente conseguem manter uma alimentação balanceada, frequência regular de atividades
48 físicas e descanso.
49 Os ambientes de trabalho dos médicos geralmente são muito tensos e geradores de ansiedades desmedidas.
50 Os conflitos com superiores, com a equipe e com o público atendido são frequentes e exigem dos médicos preparo
51 psicológico e emocional que nem sempre lhes é viável. A rotina intensa de trabalho tem afastado esses profissionais
52 do seu núcleo familiar e da vida social, trazendo muitos prejuízos aos relacionamentos, especialmente aos namoros
53 e casamentos.
54 Muitos médicos foram afetados pelo desafio de trabalhar exacerbadamente para acumular bens materiais de
55 que raramente conseguem usufruir adequadamente. A maioria tem sido guiada pelas representações
56 descontextualizadas da profissão. Com isso, acabam legitimando um padrão comportamental do qual eles são a
57 principal vítima.
TEXTO ADAPTADO. FONTE: https://elidioalmeida.com/blog/estresse-ocupacional-afeta-a-saudepsicologica-dos-medicos/
Exerce a mesma função sintática de “de vida” (L.7) a expressão
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1617Q856062 | Português, Sintaxe, CRMV AM Serviços Gerais, Instituto Quadrix, 2020

Acerca da correção dos trechos apresentados quanto à concordância nominal e verbal, julgue o item.

Carla, Lúcia, Paulo, ninguém o convenceu a mudar de opinião.

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1618Q373287 | Português, Sintaxe, Técnico Judiciário, TRT 2a, FCC

Está redigida com clareza e em consonância com as regras da gramática normativa a seguinte frase:
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1619Q688937 | Português, Sintaxe, Administrador, UFMG, UFMG, 2019

Os seres humanos queimam em repouso cerca de 10 % a mais de calorias no fim da tarde do que à
noite, devido aos ritmos circadianos, que controlam o relógio interno do corpo.
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1620Q710766 | Português, Sintaxe, Nutricionista, Prefeitura de Curitiba PR, FUNPAR NC UFPR, 2019

Texto associado.


Considere o seguinte trecho:


Há quem diga que um dos sonhos das mães que têm filhos homens é poder levá-los ao altar. Dona Zenaide, porém, talvez não __________. Internada na UTI do Hospital Santa Catarina com câncer no pulmão, ela __________ ausente da cerimônia em que o filho, Marcos Zimmermann, __________ a união com Jaqueline Sadzinski.

Mas Marcos não __________ admitir que no dia de seu casamento dona Zenaide não __________ ali.

E foi assim, como o apoio de médicos, enfermeiros, que ele começou a organizar uma logística para que a mãe pudesse participar do matrimônio, que ocorreu na Paróquia São Pedro Apóstolo, no Centro de Gaspar. Deu certo. Mesmo com dificuldades por conta das questões que envolvem a saúde da mulher de 59 anos, ela entrou na igreja empurrada pela filha, e ao lado do noivo, o filho.

(Disponível em: <https://www.nsctotal.com.br/noticias/com-apoio-de-medicos-mae-sai-da-uti-para-ir-ao-casamento-do-filho-em-gaspar> . Acesso em 25, mar. 2019)


Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima na ordem em que aparecem no texto.

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