Luciano, proprietário de um terreno localizado no Município
Ômega, viajou para o exterior, pelo período de 8 meses, para
realizar curso de especialização profissional.
Quando retornou de viagem, verificou que o Município, sem
expedir qualquer notificação, de forma irregular e ilícita,
invadiu sua propriedade e construiu uma escola, em
verdadeiro apossamento administrativo. As aulas na nova
escola municipal já se iniciaram há dois meses e verifica-se a
evidente impossibilidade de se reverter a situação sem ensejar
prejuízos aos interesses da coletividade.
Ao buscar assistência jurídica junto a conhecido escritório de
advocacia, foi manejada em favor de Luciano ação de