TEXTO 1
O teto de gastos é um entre muitos tipos de regras fiscais. A regra do teto de gastos também substituiu
o hábito de se propor punição ao gestor público, quase sempre não-crível, por medidas automáticas de
ajustamento: os chamados “gatilhos”. A ideia era que, sempre que a despesa crescesse além do limite,
automaticamente, uma série de rubricas de caráter obrigatório ficaria congelada ou não teria aumento
acima da inflação. Novas despesas obrigatórias também não poderiam ser criadas.
Disponível em: https://www.insper.edu.br/wp-content/uploads/2021/09/Regras-fiscais-e-o-caso-do-teto-de-gastosno-Brasil-2021_Marcos-Mendes.pdf. Acesso em: 27 jun. 2022 (adaptado).
TEXTO 2
Os dirigentes de universidades federais afirmaram em audiência na Comissão de Educação da Câmara
dos Deputados que, sem contar a variação da inflação, falta cerca de R$ 1 bilhão no Orçamento de 2022
dessas instituições para que elas consigam pelo menos o que foi gasto em 2019, antes da pandemia,
em um total de R$ 6,2 bilhões. O Governo Federal anunciou que o corte nas despesas discricionárias das
universidades previsto para 2022 é de 7,2%.
Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/883945-universidades-federais-alertam-que-orcamento-emenor-do-que-antes-da-pandemia/. Acesso em: 27 jun. 2022 (adaptado).
Considerando a situação de contingenciamento orçamentário apresentada, os (as) reitores(as) de
universidades podem tomar como possível(is) medida(s)