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Questões de Concursos AOCP

Resolva questões de AOCP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


541Q116788 | Sistemas Operacionais , Deadlock, Analista de Sistemas Desenvolvimento de Sistemas, BRDE, AOCP

Sobre Deadlock, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. O problema de Deadlock existe em qualquer sistema multiprogramável; no entanto, as soluções implementadas devem considerar o tipo de sistema e o impacto em seu desempenho. Por exemplo um Deadlock em um sistema de tempo real, que controla uma usina nuclear, deve ser tratado com mecanismos voltados para esse tipo de aplicação, diferentes dos adotados por um sistema de tempo compartilhado comum.

II. Deadlock consegue melhorar a distribuição do tempo de UCP em relação aos escalonamentos não-preemptivos, porém ainda não consegue implementar um compartilhamento equitativo entre os diferentes tipos de processos.

III. Um processo é dito em Deadlock quando está esperando por um evento que nunca ocorrerá. Essa situação é consequência, na maioria das vezes, do compartilhamento de recursos do sistema entre vários processos, sendo que cada processo deve ter acesso ao recurso de forma exclusiva (exclusão mútua).

IV. O Deadlock também pode ser implementado mediante um clock, que interrompe o processador em determinados intervalos de tempo para que um processo CPU-bound tenha mais chances de ser executado.

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542Q160121 | Direito Administrativo, Responsabilidade Civil do Estado, Assistente Social, Polícia Civil ES, AOCP, 2018

Assinale a alternativa correta acerca da responsabilidade civil do Estado.
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543Q7710 | Direito Administrativo, Técnico de Tecnologia da Informação, Colégio Pedro II, AOCP

De acordo com a Lei 9.784/99, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. A Administração deve anular seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode revogá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.

II. O direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé.

III. No caso de efeitos patrimoniais contínuos, o prazo de decadência contar-se-á da percepção do primeiro pagamento.

IV. Em decisão na qual se evidencie não acarretarem lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros, os atos que apresentarem defeitos sanáveis poderão ser convalidados pela própria Administração.
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544Q709708 | Engenharia Florestal, Analista Ambiental Engenheiro Florestal, Prefeitura de Juiz de Fora MG, AOCP, 2019

Dentre as metodologias de recuperação de áreas degradadas, menciona-se o aproveitamento da regeneração natural, o plantio de mudas nativas, a semeadura direta, o uso de poleiros, entre outros. Em situações com uso agrícola intenso e recorrência de queimadas, as melhores opções para favorecer o processo de restauração serão:
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545Q445991 | Direito Constitucional, Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, Agente de Necropsia, Instituto Técnico Científico de Perícia RN, AOCP, 2018

O artigo 5o da Constituição Federal enumera alguns direitos individuais que devem ser preservados tanto pelo Estado como por particulares. Assinale a alternativa que apresenta um direito constitucionalmente previsto no referido artigo.
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546Q43741 | Serviço Social, Assistente Administrativo, FUNDASUS, AOCP

No tocante à competência do SUS, conforme a Constituição Federal, assinale a alternativa correta.
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547Q3317 | Português, Técnico de enfermagem, AOCP

Texto associado.
Senado aprova criação de cadastro de bons pagadores
Projeto ainda precisa ser sancionado; prazo é de 15 dias.
Cadastro positivo pode diminuir o custo do crédito.
O plenário do Senado aprovou a medida provisória
que cria o cadastro de bons pagadores, o chamado
Cadastro Positivo, que pode diminuir o custo do
crédito. A Câmara dos Deputados já havia aprovado
a matéria. O texto será encaminhado à Presidência
da República, que tem 15 dias para sancioná-lo. A
matéria, de relatoria do senador Francisco
Dornelles (PP-RJ), foi criticada por senadores do
DEM e do PSDB. A oposição questionou a autoria
do texto.
De acordo com o senador José Agripino (DEM-RN),
a proposta original do cadastro positivo, aprovada
pela casa e vetada pelo Executivo em 2010, é do exsenador
Rodolfo Tourinho (DEM-BA). “Estão
brincando com o Congresso. Pegam uma matéria
vetada integralmente e mandam uma matéria
praticamente igual como medida provisória”,
afirmou Agripino.
De acordo com o líder do governo no Senado,
Romero Jucá (PMDB-RR), o projeto do ex-senador
era “genérico”. “O acerto do governo foi melhorar,
complementar aquela decisão que o Congresso já
tinha tomado em implementar o cadastro positivo”,
disse.
A pauta do Senado continua trancada pela medida
provisória que concede crédito extraordinário de R$
26,6 bilhões a diferentes órgãos do governo federal
e a estatais como a Petrobras e a Telebrás. A
matéria, já aprovada pela Câmara, deve ser votada
até 1º de junho.
O cadastro positivo é uma lista de bons pagadores,
com o propósito de criar um banco de dados que
ficará à disposição de instituições privadas. O
cadastro dos bons pagadores poderá servir de base
para transações comerciais, como vendas a prazo e
concessões de crédito. Em tese, a medida ajudará a
diminuir o custo da concessão de crédito e oferecer
juros mais baixos para o consumidor.
O consumidor terá de autorizar a inclusão de seu
nome no cadastro positivo. Uma vez autorizada a
abertura do cadastro, as anotações no banco de
dados não dependerão de nova autorização. Elas
deverão ser claras (sem termos técnicos, fórmulas
ou siglas), objetivas (sem juízo de valor),
verdadeiras (exatas e sujeitas à comprovação) e de
fácil compreensão. O prazo de permanência das
informações nos bancos é de 15 anos.
Pelo texto da MP, o consumidor poderá sair do
cadastro quando quiser. O consumidor também terá
direito de consultar as informações a seu respeito
sempre que quiser por telefone e pela internet, uma
vez a cada quatro meses, de forma gratuita.

Texto adaptado de http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/05/senado-aprovacriacao-
de-cadastro-positivo-de-bons-pagadores.html>.
Acesso em 30 jun 2011.
Assinale a alternativa correta quanto ao conteúdo expresso no texto.
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548Q3319 | Português, Técnico de enfermagem, AOCP

Texto associado.
Senado aprova criação de cadastro de bons pagadores
Projeto ainda precisa ser sancionado; prazo é de 15 dias.
Cadastro positivo pode diminuir o custo do crédito.
O plenário do Senado aprovou a medida provisória
que cria o cadastro de bons pagadores, o chamado
Cadastro Positivo, que pode diminuir o custo do
crédito. A Câmara dos Deputados já havia aprovado
a matéria. O texto será encaminhado à Presidência
da República, que tem 15 dias para sancioná-lo. A
matéria, de relatoria do senador Francisco
Dornelles (PP-RJ), foi criticada por senadores do
DEM e do PSDB. A oposição questionou a autoria
do texto.
De acordo com o senador José Agripino (DEM-RN),
a proposta original do cadastro positivo, aprovada
pela casa e vetada pelo Executivo em 2010, é do exsenador
Rodolfo Tourinho (DEM-BA). “Estão
brincando com o Congresso. Pegam uma matéria
vetada integralmente e mandam uma matéria
praticamente igual como medida provisória”,
afirmou Agripino.
De acordo com o líder do governo no Senado,
Romero Jucá (PMDB-RR), o projeto do ex-senador
era “genérico”. “O acerto do governo foi melhorar,
complementar aquela decisão que o Congresso já
tinha tomado em implementar o cadastro positivo”,
disse.
A pauta do Senado continua trancada pela medida
provisória que concede crédito extraordinário de R$
26,6 bilhões a diferentes órgãos do governo federal
e a estatais como a Petrobras e a Telebrás. A
matéria, já aprovada pela Câmara, deve ser votada
até 1º de junho.
O cadastro positivo é uma lista de bons pagadores,
com o propósito de criar um banco de dados que
ficará à disposição de instituições privadas. O
cadastro dos bons pagadores poderá servir de base
para transações comerciais, como vendas a prazo e
concessões de crédito. Em tese, a medida ajudará a
diminuir o custo da concessão de crédito e oferecer
juros mais baixos para o consumidor.
O consumidor terá de autorizar a inclusão de seu
nome no cadastro positivo. Uma vez autorizada a
abertura do cadastro, as anotações no banco de
dados não dependerão de nova autorização. Elas
deverão ser claras (sem termos técnicos, fórmulas
ou siglas), objetivas (sem juízo de valor),
verdadeiras (exatas e sujeitas à comprovação) e de
fácil compreensão. O prazo de permanência das
informações nos bancos é de 15 anos.
Pelo texto da MP, o consumidor poderá sair do
cadastro quando quiser. O consumidor também terá
direito de consultar as informações a seu respeito
sempre que quiser por telefone e pela internet, uma
vez a cada quatro meses, de forma gratuita.

Texto adaptado de http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/05/senado-aprovacriacao-
de-cadastro-positivo-de-bons-pagadores.html>.
Acesso em 30 jun 2011.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta erro de grafia.
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549Q658438 | Não definido, Assistente Social 30H, Prefeitura de Recife PE, AOCP, 2020

Considerando o contexto histórico da Saúde no Brasil, preencha a lacuna e assinale a alternativa correta. Com regulamentação através da Lei Elói Chaves, o/as _____________________ concedia benefícios pecuniários, nas modalidades de aposentadorias e pensões, bem como na prestação de serviços do tipo de consultas médicas e fornecimento de medicamentos, se constitui(ram) em embrião do Seguro Social, correspondendo ao primeiro período da história da Previdência brasileira.
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550Q560694 | Informática, Busca e Pesquisa, Agente de Necropsia, Instituto Técnico Científico de Perícia RN, AOCP, 2018

Suponha que você esteja realizando uma pesquisa na Web, utilizando o website buscador do Google. Se você estiver buscando páginas que contenham exatamente a frase “eu sou demais”, porém não contenham a palavra “não”, como poderia ser sua busca?
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551Q670417 | Português, Funções Morfossintáticas da Palavra SE, Analista de Governança de Dados Big Data, MJSP, AOCP, 2020

Texto associado.

O cinzeiro

Mário Viana

Procura-se um martelinho de ouro. Aceitam-se indicações de profissionais pacientes e com certa delicadeza para restaurar um cinzeiro que está na família há mais de cinco décadas. Não se trata de joia de valor financeiro incalculável, mas de uma peça que teve seus momentos úteis nos tempos em que muita gente fumava. Hoje, é apenas o símbolo de uma época.

Arredondado e de alumínio, o cinzeiro chegou lá em casa porque meu pai o ganhara de presente de seu patrão, o empresário Baby Pignatari – como ficou mais conhecido o napolitano Francisco Matarazzo Pignatari (1917- 1977). Baby misturou na mesma medida as ousadias de industrial com as estripulias de playboy. No corpo do cinzeiro destaca-se um “P” todo trabalhado em relevo.

Nunca soube direito se meu pai ganhou o cinzeiro das mãos de Baby ou de sua mulher, a dona Ira – era assim que a princesa e socialite italiana Ira von Furstenberg era conhecida lá em casa. Só muitos anos depois, já adulto e jornalista formado, descobri a linha de nobreza que fazia de dona Ira um celebridade internacional.

[...]

Pois esse objeto que já passou pelas mãos de uma princesa – italiana, mas principessa, que diacho – despencou outro dia do 12º andar até o térreo. Amassou, coitado. A tampa giratória ficou toda prejudicada E o botão de borracha que era pressionado também foi para o devido beleléu.

Mesmo assim, não acredito em perda total. Tenho fé em que um bom desamassador dê um jeito e devolva o cinzeiro, se não a seus dias de glória, pelo menos a uma aparência menos miserável. É o símbolo de uma trajetória, afinal de contas, há que respeitar isso.

Praticamente aposentado – a maioria dos meus amigos e eu deixamos de fumar –, o cinzeiro ocupava lugar de destaque na memorabilia do meu hipotético museu pessoal. Aquele que todos nós criamos em nosso pensamento mais secreto, com um acervo repleto de pequenos objetos desimportantes para o mundo.

Cabem nessa vitrine imaginária o primeiro livro sério que ganhamos, com a capa rasgada e meio desmontado; o chaveiro que alguém especial trouxe de um rolê mochileiro pelos Andes; o LP com dedicatória de outro alguém ainda mais especial; uma caneca comprada na Disney; o calção usado aos 2 anos de idade... e o velho cinzeiro carente de reparo.

Adaptado de: . Acesso em: 10 set. 2020.


Referente ao excerto “Procura-se um martelinho de ouro. Aceitam-se indicações de profissionais pacientes [...]”, assinale a alternativa correta. 
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552Q667673 | Contabilidade Geral, Contas Plano, Assistente Administrativo, Prefeitura de Novo Hamburgo RS, AOCP, 2020

Texto associado.

Assinale a alternativa que apresenta o(s) grupo(s) de obrigações de longo prazo da empresa.
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553Q677932 | Raciocínio Lógico, Equivalências e Negações Lógicas, Auxiliar Perícia Médico Legal, Polícia Civil ES, AOCP, 2019

Qual das seguintes alternativas apresenta a contraditória da afirmação: “Todo condenado é culpado.”?
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554Q691272 | Matemática Financeira, Juros Simples, Perito Oficial Criminal Área 1 Ciências Contábeis, Polícia Civil ES, AOCP, 2019

Determinada empresa aplicou um capital de R$ 100.000,00 à taxa de juros simples de 10% ao mês, durante 20 meses.

Com base nessas informações, qual é o valor do montante durante o período de 20 meses?

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555Q48040 | Português, Fisioterapeuta, Prefeitura de Camaçari BA, AOCP

Texto associado.
 Falência múltipla
 Lya Luft

      Um jornalista comentou recentemente num programa de televisão que pediu a um médico seu amigo um diagnóstico do que está ocorrendo no Brasil: infecção, virose? A resposta foi perfeita: “Falência múltipla dos órgãos”.
      Nada mais acertado. Há quase dez anos realizo aqui na coluna minhas passeatas: estas páginas são minha avenida, as palavras são cartazes. Falo em relações humanas e seus dramas, porém mais frequentemente nas coisas inaceitáveis na nossa vida pública. Esgotei a paciência dos leitores reclamando da péssima educação — milhares de alunos sem escola ou abrigados em galpões e salinhas de fundo de igrejas, para chegarem aos 9, 10 anos sem saber ler nem escrever.
      Professores desesperados tentando ensinar sem material básico, sem estrutura, salários vergonhosos, estímulo nenhum. Universidades cujo nível é seguidamente baixado: em lugar de darem boas escolas a todas as crianças e jovens para que possam entrar em excelentes universidades por mérito e esforço, oferecem-lhes favorecimentos prejudiciais.
      Tenho clamado contra o horror da saúde pública, mulheres parindo e velhos morrendo em colchonetes no corredor, consultas para doenças graves marcadas para vários meses depois, médicos exaustos trabalhando além dos seus limites, tentando salvar vidas e confortar os pacientes, sem condições mínimas de higiene, sem aparelhamento e com salário humilhante.
      Em lugar de importarmos não sei quantos mil médicos estrangeiros, quem sabe vamos ser sensatos e oferecer condições e salários decentes aos médicos brasileiros que querem cuidar de nós?
      Tenho reclamado das condições de transporte, como no recente artigo “Três senhoras sentadas”: transporte caro para o calamitoso serviço oferecido. “Nos tratam como animais”, reclamou um usuário já idoso. A segurança inexiste, somos mortos ao acaso em nossas ruas, e se procuramos não sair de casa à noite somos fuzilados por um bando na frente de casa às 10 da manhã.
      E, quando nossa tolerância ou resignação chegou ao limite, brota essa onda humana de busca de dignidade para todos. Não se trata apenas de centavos em passagens, mas de respeito.
      As vozes dizem NÃO: não aos ônibus sujos e estragados, impontuais, motoristas sobrecarregados; não às escolas fechadas ou em ruínas; não aos professores e médicos impotentes, estradas intransitáveis, medo dentro e fora de casa. Não a um ensino em que a palavra “excelência” chega a parecer abuso ou ironia. Não ao mercado persa de favores e cargos em que transformam nossa política, não aos corruptos às vezes condenados ocupando altos cargos, não ao absurdo número de partidos confusos.
      As reclamações da multidão nas ruas são tão variadas quanto nossas mazelas: por onde começar? Talvez pelo prático, e imediato, sem planos mirabolantes. Algo há de se poder fazer: não creio que políticos e governo tenham sido apanhados desprevenidos, por mais que estivessem alienados em torres de marfim.
      Infelizmente todo movimento de massas provoca e abriga sem querer grupos violentos e anárquicos: que isso não nos prejudique nem invalide nossas reivindicações.
      Não sei como isso vai acabar: espero que transformando o Brasil num lugar melhor para viver. Quase com atraso, a voz das ruas quer lisura, ética, ações, cumprimento de deveres, realização dos mais básicos conceitos de decência e responsabilidade cívica, que andavam trocados por ganância monetária ou ânsia eleitoreira.
      Que sobrevenham ordem e paz. Que depois desse chamado à consciência de quem lidera e governa não se absolvam os mensaleiros, não se deixem pessoas medíocres ou de ética duvidosa em altos cargos, acabem as gigantescas negociatas meio secretas, e se apliquem decentemente somas que poderão salvar vidas, educar jovens, abrir horizontes.
      Sou totalmente contrária a qualquer violência, mas este povo chegou ao extremo de sua tolerância, percebeu que tem poder, não quer mais ser enganado e explorado: que não se destrua nada, mas se abram horizontes reais de melhoria e contentamento.

http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tag/lya-luft/
A expressão destacada que é empregada para modificar todo o conteúdo expresso no fragmento se encontra na alternativa
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556Q5366 | Português, Inspetor de Alunos, Prefeitura de Seropédica RJ, AOCP

Texto associado.
     1.§ “E se a gente transformasse a cidade grande,
numa cidadezinha?” Esta é a metáfora que está no
cerne do Programa Rede de Vizinhos Protegidos, criado
pela Polícia Militar de Minas Gerais em parceria com as
comunidades de vários bairros das cidades onde está
implementado – Belo Horizonte e mais 26 cidades do
interior de Minas Gerais.
     2.§ Considerando a premissa de que a segurança
pública é dever do Estado e responsabilidade de todos,
conforme preceitua o art.144 da Constituição Federal
de 1988, o Major Idzel Mafra Fagundes deu início a um
projeto que, hoje, é um dos maiores pilares das ações
comunitárias de redução da criminalidade. Ao mesmo
tempo em que a Polícia Militar se responsabiliza pela
segurança, deixa claro que, com a ajuda da comunidade,
seu papel se torna muito mais efetivo. Através de
cuidados e ações pró-ativas, o programa aposta num
resgate da confiança da população na polícia.
     3.§ Iniciado em junho de 2004, a Rede surge como
proposta de integrar as múltiplas modalidades das
práticas policiais orientadas para a prevenção e solução
de problemas a partir de ações locais. Trata-se de um
investimento na metodologia que se baseia na polícia
comunitária. A Rede de Vizinhos Protegidos surgiu de
experiências da Polícia Militar de Minas Gerais na própria
comunidade, onde os vizinhos eram mobilizados para o
envolvimento com questões de segurança. O trabalho
passa pela conscientização de que, organizada, a
comunidade se torna mais forte.
     4.§ Essa organização envolve a vinculação a uma base
territorial, na maioria das vezes o bairro, e a articulação
em rede, onde os nós são as próprias residências. A
partir disso, reuniões periódicas são realizadas para
aprofundar o conhecimento mútuo, principalmente dos
hábitos dos moradores.
     5.§ Há, ainda, a organização em sub-redes que podem
ser classificadas em quatro aspectos: de verificação,
de vigilância mútua, de identificação e de proteção. As
primeiras são aquelas que, inicialmente, impulsionam o
trabalho, ou seja, o estabelecimento dos contatos. As
segundas compõem o processo de vigilância, que busca
identificar pessoas ou veículos suspeitos – como isso
é feito em tempo real, são combinados sinais de perigo
entre os vizinhos, a fim de que, caso necessário, a polícia
seja acionada.
     6.§ A terceira, qual seja, a sub-rede de identificação,
já por si só se autointitula, é o processo de identificação
das residências, prédios e ruas que fazem parte do
programa – o instrumento de identificação é uma placa
afixada na frente da residência ou estabelecimento. Por
último, as sub-redes de proteção são compostas pelos
atos dos moradores de verificação em relação à entrada e
saída dos seus – quando não há outras pessoas na casa,
são os vizinhos que exercem essa função de proteção.
     7.§ De acordo com a estrutura do programa, a rede
é formada por conjuntos de moradores da localidade,
que são agrupados em laços de até 5 (cinco) residências
circunvizinhas. Como a rede é entrelaçada, uma
residência poderá pertencer a 2 (dois) laços.
     8.§ Com o fim de conseguir reduzir os índices de
criminalidade, a Polícia Militar fomenta a união e a
solidariedade entre as pessoas, aumentando, assim, o
capital social existente na mesma. Perdeu-se muito da
capacidade de contar com o próximo; as pessoas se
relacionam com os outros por meio da proteção contra
esses outros.
     9.§ Além de reduzir e prevenir a criminalidade, outra
importante conquista do Programa é reduzir a sensação
de insegurança dos moradores onde ele esteja instalado.
    10.§ Assim funciona o programa, que logo após a
primeira reunião, foi denominado de Rede de Vizinhos
Protegidos, tendo como objetivos reduzir a criminalidade
local, aproximar a comunidade da Polícia Militar,
recuperando a sensação de confiança e segurança da
comunidade nesta instituição, criar em cada cidadão
o sentimento de participação cidadã na questão da
segurança pública – as pessoas iriam cuidar umas
das outras -, além de instruir a comunidade sobre
procedimentos de segurança e garantir de fato sua
segurança, fazendo com que ela volte a ocupar espaços
públicos comunitários.
     11.§ Para implementação da Rede, as seguintes ações
são propostas: sensibilizar os moradores de uma dada
região, fazer reuniões mais próximas às comunidades
que o programa foi implementado com a participação
da PMMG, organizar as redes e sub-redes de Vizinhos
Protegidos.

LOPES, Corinne Julie Ribeiro; BATELLA, Wagner. O papel da
comunidade na redução da criminalidade e a experiência da rede de
vizinhos protegidos. Revista do Laboratório de Estudos da Violência
da Unesp – Marília, Ano 2010 - Edição 6 - Número 06 Dezembro/2010.
(Adaptado)
Assinale a expressão cuja relação lógico-semântica NÃO está analisada corretamente.
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557Q698693 | Português, Interpretação de Textos, Analista Censitário, IBGE, AOCP, 2019

Texto associado.
TEXTO I
O último paradoxo da vida moderna: por que
ficamos presos ao celular, mas odiamos falar
por telefone?
Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa
e confusa série de mensagens de WhatsApp
SILVIA LÓPEZ
Para iniciar um texto, Hemingway dizia
a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira
que você conhece”. Neste caso, seria: a
psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu
por meio de mensagens de áudio às perguntas
que lhe enviamos por email. Essa curiosidade
metajornalística não tem importância, não
altera a qualidade de suas respostas, só ilustra
a variedade e fluidez de opções com as quais
podemos nos comunicar hoje. Recebemos um
email? Respondemos com um áudio. Chegou um
áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto.
Recebemos um telefonema? Não respondemos.
Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você
me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”.
O paradoxo do grande vício do século XXI é que
estamos presos ao celular, mas temos fobia das
ligações telefônicas.
A ligação telefônica - que, até não
muito tempo atrás, esperávamos com alegria
ou tolerávamos com resignação, mas nunca
evitávamos com uma rejeição universal - se
tornou uma presença intrusiva e incômoda,
perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das
razões é que quando recebemos uma ligação,
ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou
simplesmente não temos vontade de falar nesse
momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez.
“Por outro lado, também exige de nós uma
resposta imediata, ao contrário do que ocorre
na comunicação escrita, que nos permite pensar
bem no que queremos dizer. E a terceira razão
seria o fato de não poder saber de antemão qual
será a duração do telefonema”, acrescenta.
Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019
É um sinônimo da palavra “ligação” o vocábulo
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558Q6506 | Português, Agente Auxiliar de Educação, Prefeitura de Lagarto SE, AOCP

Assinale a alternativa correta quanto à acentuação.
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559Q38521 | Informática, Técnico Judiciário, TRE AC, AOCP

Os softwares são essenciais para a interação homem/máquina. Existem softwares que são proprietários e outros que são livres. Segundo a Fundação para o Software Livre, é considerado livre qualquer programa que pode ser copiado, usado, modificado e redistribuído de acordo com as necessidades do usuário. Dessa forma, assinale a alternativa que apresenta um exemplo de software livre.
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560Q8594 | Pedagogia, Professor de Educação Infantil, IBC, AOCP

Sobre a linguagem, segundo PIAGET, assinale a alternativa correta.
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