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Questões de Concursos Aeronáutica

Resolva questões de Aeronáutica comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


201Q693484 | Inglês, Sargento da Aeronáutica Aeronavegantes e Não Aeronavegantes, EEAR, Aeronáutica, 2019

The sentence “There’s hardly anything in the refrigerator”.means that:
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202Q689405 | Contabilidade Geral, Primeiro Tenente Ciências Contábeis, CIAAR, Aeronáutica, 2019

Entidades controladas em conjunto, também conhecidas como joint ventures, representam uma forma de reunir recursos detidos por investidores distintos, em prol da viabilização de um empreendimento comum.
Acerca da caracterização da figura do controle conjunto de uma entidade, é correto afirmar que
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203Q689789 | Informática, Sargento da Aeronáutica Informática, EEAR, Aeronáutica, 2019

Em se tratando de Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados, relacione as duas colunas e, em seguida, assinale a alternativa que contém a sequência correta.
1 – insert
2 – update
3 – alter table
4 – drop table
( ) É o comando que realiza alterações nos valores dos registros de determinada tabela.
( ) Por meio deste comando, podemos incluir campos em uma tabela.
( ) É o comando responsável por incluir dados em uma tabela.
( ) Serve para excluir uma tabela do banco de dados.
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204Q683020 | Português, Sargento da Aeronáutica Controle de Tráfego Aéreo, EEAR, Aeronáutica, 2019

Texto associado.
Leia:
          “Você me desama
          E depois reclama
          Quando os seus desejos
          Já bem cansados
          Desagradam os meus
          Não posso mais alimentar
          A esse amor tão louco
          Que sufoco!
          Eu sei que tenho mil razões
          até para deixar
          De lhe amar”
Há, nos versos acima, uma hipérbole
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205Q687449 | Português, Curso de Formação de Oficiais, CFOAV CFOINT CFOINF, Aeronáutica, 2019

Texto associado.
TEXTO III
“Para que ninguém a quisesse”

            Porque os homens olhavam demais para a sua
mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a
atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
5decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos
armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as
jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se
acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe
os longos cabelos.
        10 Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava
duas vezes, homem nenhum se interessava por ela.
Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E
evitava sair. Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de
15 ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos
cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras. Uma
fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus
dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado
que tivera por ela. Então lhe trouxe um batom. No outro dia
um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
20 para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha
desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais
em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu
o batom. E continuou andando pela casa de vestido de
chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
(COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto
Alegre: L&PM, 1999, p. 88 - 89.)
Assinale a alternativa que apresenta uma análise morfossintática correta. 
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206Q682653 | Português, Grafia das palavras, Sargento da Aeronáutica Administração, EEAR, Aeronáutica, 2019

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretas quanto à grafia, considerando também o contexto.
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207Q693664 | Português, Cadete da Aeronáutica, EPCAR, Aeronáutica, 2019

Texto associado.
TEXTO I
Rap: uma linguagem dos guetos
Entre as vozes que se cruzam na cacofonia urbana da sociedade globalizada, há uma que se sobressai pela sua radicalidade marginal: o rap. A moderna tradição negra dos guetos norte-americanos é, 5 hoje, cantada pelos jovens das periferias de todos os quadrantes do globo. Mas diferentemente das estereotipias produzidas pela nação hegemônica e difundidas em escala planetária, a cultura hip-hop costuma ser assimilada como uma fala histórica 10 essencialmente crítica por uma juventude com tão escassas vias de fuga ao sempre igual. Quando, por exemplo, jovens de uma favela brasileira incorporam esta linguagem tornada universal, por mais que a sua realidade seja diferente daquela dos marginalizados do 15 país de origem, a forma permanece associada a um conteúdo crítico – uma visão de mundo subalterna e frequentemente subversiva.
O rap é hoje uma forma de expressão comunitária, por meio da qual se comunicam e afirmam 20 sua identidade habitantes dos morros e comunidades populares. /.../
O surgimento do movimento hip-hop nos remete ao contexto no qual estavam inseridos os Estados Unidos dos anos 60 e 70, no auge da Guerra 25 Fria. Foram anos de tensão e muita agitação política. O descontentamento popular com a guerra do Vietnã somava-se à pressão das comunidades negras segregadas, submetidas a leis similares às do apartheid sul-africano. O clima de revolta e inconformismo tomava 30 conta dos guetos negros.
/.../
Na trilha da agitação política ocorriam inovações culturais. Nos guetos, o que se ouvia era o soul, que foi importante para a organização e 35 conscientização daquela população. /.../ No mesmo período surge uma variedade de outros ritmos, como o funk, marcados por pancadas poderosas que causavam estranhamento aos brancos, letras que invocavam a valorização da cultura negra e denunciavam as 40 condições às quais eram submetidas as populações dos guetos. O soul e o funk foram as bases musicais que permitiram o surgimento do rap, que virá a ser um dos elementos do movimento hip-hop.
Por essa época ou um pouco antes, jovens 45 negros já dançavam [o break] nas ruas ao som do soul e do funk de uma forma inovadora, executando passos que lembravam ao mesmo tempo uma luta e os movimentos de um robô. /.../
Finalmente, além da música e da dança, 50 propagava-se pelos guetos, ainda, o hábito de desenhar e escrever em muros e paredes. /.../ Nesse contexto de efervescência político-cultural, grafiteiros, breakers e rappers começaram a se reunir para realizar eventos juntos, afinal suas artes estavam relacionadas a uma 55 experiência comum, a cultura de rua. /.../
Por volta de 1982, o rap chegou ao Brasil, fixando-se, sobretudo, em São Paulo. /.../
Nos últimos anos da década de 90, o rap brasileiro ultrapassou os limites da periferia dos grandes 60 centros e chegou à classe média. /.../ O rap de caráter mais comercial passou então a ser amplamente difundido pelo país, ao mesmo tempo em que, em sua forma marginal, a linguagem continuava a se desenvolver nos espaços populares.
65 Há que se destacar o caráter inovador do rap nacional, que reelabora, de forma criadora, a partir de tradições populares brasileiras, a linguagem dos guetos norte-americanos, mesclando o ritmo do Bronx a gêneros como o samba e a embolada.
70 /.../
Não se trata, no entanto, de idealizar o hip-hop como forma de conhecimento. O movimento, seguramente, não é homogêneo: possui tendências mais ou menos politizadas, mais ou menos engajadas e 75 críticas. Há, por assim dizer, uma vertente cuja tônica é a denúncia, a agitação e o protesto. Outra, espontânea, sem uma linha política coerente e definida. E outra ainda, talvez hegemônica, já assimilada pelo mercado, que reproduz o modelo de comportamento, aspirações e 80 ideais dominantes (consumismo, individualismo e exaltação da vida privada), como a maioria das canções ditas "de massa".

(COUTINHO, Eduardo Granja, ARAÚJO, Marianna. Rap: uma linguagem dos
guetos. In: PAIVA, Raquel, TUZZO, Simone Antoniaci (Orgs.). Comunidade, mídia e
cidade: possibilidades comunitárias na cidade hoje. Goiânia: FIC/UFG, 2014.)
Considerando o contexto em que foi empregada, a expressão “cultura de rua” (l. 55) pode ser definida como:
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208Q683525 | Engenharia Elétrica, Primeiro Tenente Engenharia Elétrica, CIAAR, Aeronáutica, 2019

Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir.
Um material magnético de ____________ permeabilidade compõe, em sua maior parte, a estrutura de um circuito magnético. De uma forma simples, permeabilidade magnética pode ser entendida como a razão entre a ____________ do fluxo magnético B e a _________________ do campo magnético H.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
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209Q687160 | Português, Curso de Formação de Oficiais, CFOAV CFOINT CFOINF, Aeronáutica, 2019

Texto associado.
TEXTO I
Violência: presente e passado da história
Vilma Homero
        Ao olhar para o passado, costumamos imaginar
que estamos nos afastando dos tempos da "barbárie pura
e simples" para alcançar uma almejada "civilização",
calcada sobre relações livres, iguais e fraternas, típicas do
5 homem culto. Um olhar sobre a história, no entanto, põe em
xeque esta visão utópica. Organizado pelos historiadores
Regina Bustamante e José Francisco de Moura, o livro
Violência na História, publicado pela Mauad Editora com
apoio da FAPERJ, reúne diversos ensaios que mostram,
10 ao longo do tempo, diferentes aspectos da violência,
propondo uma reflexão mais demorada sobre o tema. Nos
ensaios reunidos no livro, podemos vislumbrar como,
desde a antiguidade e ao longo da história humana, a
violência se insere, sob diversos vieses, nas relações de
15 poder, seja entre Estado e cidadãos, entre livres e
escravos, entre homens e mulheres, ou entre diferentes
religiões. "Durante a Idade Média, por exemplo, vemos
como a violência se manifesta na religiosidade, durante o
movimento das Cruzadas. Ou, hoje, no caso dos
20 movimentos sociais, como ela acontece em relação aos
excluídos das favelas. O sentido é amplo. A desigualdade
social, por exemplo, é um tipo de violência; a expropriação
do patrimônio cultural, que significa não permitir que a
memória cultural de determinado grupo se manifeste,
25 também", prossegue a organizadora. (...) A própria palavra
"violência", que etimologicamente deriva do latim vis, com
significado de força, virilidade, pode ser positiva em termos
de transformação social, no sentido de uma violência
revolucionária, usada como forma de se tentar transformar
30 uma sociedade em determinado momento. (...) Essas
variadas abordagens vão aparecendo ao longo do livro.
 (...) Na Roma antiga, as penas, aplicadas após
julgamento, ganhavam um sentido religioso. Despido de
sua humanidade, o réu era declarado homo sacer. Ou
35 seja, sua vida passava a ser consagrada aos deuses.
Segundo a pesquisadora Norma Mendes, "havia o firme
propósito de fazer da morte dos condenados um
espetáculo de caráter exemplar, revestido de sentido
religioso e de dominação, cuja função era o reforço,
40 manutenção e ratificação das relações de poder." (...) O
historiador Francisco Carlos Teixeira da Silva é um dos
que traz a discussão para o presente, analisando as
transformações políticas do último século. "Desde Voltaire
até Kant e Hegel, acreditava-se no contínuo
45 aperfeiçoamento da condição humana como uma marcha
inexorável em direção à razão. (...) O Holocausto,
perpetrado em um dos países mais avançados e cultos à
época, deixou claro que a luta pela dignidade humana é
um esforço contínuo e, pior de tudo, lento. (...) E,
50 sobretudo, mais de 50 anos depois da II Guerra Mundial, a
ocorrência de outros genocídios – Ruanda, Iugoslávia,
Camboja etc. – leva a refletir sobre a convivência entre os
homens nesse começo do século XXI." O historiador
prossegue: "De forma paradoxal, a globalização, conforme
55 se aprofunda e pluga os homens a escalas planetárias, é
fortemente acompanhada pelo localismo e o particularismo
religioso, étnico ou cultural, promovendo ódios e
incompreensões crescentes. Na Bósnia ou em Kosovo, na
Faixa de Gaza ou na Irlanda do Norte, a capacidade de
60 entendimento chegou a seu mais baixo nível de tolerância,
e transpor uma linha, imaginária ou não, entre bairros
pode representar a morte." Como nem tudo se limita às
questões políticas e às guerras, o livro ainda analisa as
formas que a violência assume nas relações de gênero,
65 na religião, na cultura e aborda também a questão dos
direitos humanos, vista sob a perspectiva de diferentes
sistemas culturais.
(http://www.faperj.br/?id=1518.2.4. Acesso em 05 de março de 2018.) 
A conjunção ou liga duas palavras ou orações estabelecendo diferentes relações semânticas, como exclusão, alternância ou, até mesmo, inclusão. Assinale a alternativa em que a relação de sentido estabelecida é DIFERENTE das demais. 
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210Q681580 | Português, Interpretação de Textos, Primeiro Tenente, CIAAR, Aeronáutica, 2019

                                                                              Tempos de sofrência
                                                                                                  Minerar, sindemia, flopar, kit-net, meia culpa – conhece?
                                                                                                                                                                                   Ruy Castro*
1. Há tempos venho me sentindo como Rip van Winkle, um personagem de ficção que, um dia, resolveu dar
um passeio fora de sua aldeia.
2. Caminhou horas, subiu uma montanha e recostou-se sob uma árvore para dar um cochilo. Fechou os olhos
e dormiu por 20 anos. Acordou sem saber de nada, voltou para sua terra e, lá, estranhou não reconhecer
seus conterrâneos nem entender certas coisas. Ao dar um viva ao rei inglês, fizeram-lhe cara feia – ele
deveria ter vivado o presidente americano, George Washington. Rip não sabia que, enquanto dormia, seu
país ficara independente.
3. O autor dessa história, lançada em 1819, é Washington Irving, escritor americano, autor da obra homônima.
Assim como Rip van Winkle, abri o jornal outro dia e li: “Ataque derruba defesa de PCs para minerar moeda
virtual”. Boiei. Sei muito bem que minerar significa escavar, extrair – extrair de uma mina, por exemplo –,
mas a frase continuou um mistério. Em outro jornal, deparei com o título: “Sindemia é maior ameaça à saúde
humana e do planeta”. Alarmado, corri ao dicionário – o que seria uma “sindemia”? Mas o Houaiss e o Aurélio
também devem ter dormido por 20 anos, porque não a registram. Reli o artigo e continuei sem entender.
Parece ter a ver com a desnutrição ou com a obesidade ou talvez com as duas.
4. Tenho tentado me atualizar com certas expressões ultimamente comuns no noticiário. Duas pessoas “dão
um match”, ou seja, combinam. Fulana “é o crush” – a paquera – do Beltrano. Há semanas, li que alguém
“flopou” – fracassou. Só falta alguém escrever que Sicrano “baixou um app para levar seu pet na bike”. E
aprendi no Online uma nova e deliciosa maneira de grafar kitchenette: kit-net.
5. Na TV, um locutor disse que não sei quem iria fazer “meia culpa” – o latim mea-culpa, imagino. Outra
pronunciou o francês “Belle Époque” como “béli-époki”.
6. Tempos de “sofrência” para quem lê ou ouve.
* Jornalista e escritor, autor das biografias de Carmen Miranda, Garrincha e Nelson Rodrigues.
(Folha de São Paulo, Caderno Opinião, 11 fev. 2019, p. A2. Adaptado.)
Todo texto tem uma finalidade, pois busca promover uma interação com o receptor. 
Assim, é correto afirmar que “Tempos de sofrência” apresenta como objetivo fundamental
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211Q685810 | Português, Interpretação de Textos, Primeiro Tenente, CIAAR, Aeronáutica, 2019

                                                                                 Alfabeto de emojis
                                                                                                                                                           Antônio Prata*
1. “Paradoxalmente” – escreverá um historiador em 2218 – “foi a disseminação da escrita como principal
forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico
conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”,
“schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo
em setembro de 1982.
2. Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação
Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem
:) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott, criando essa possibilidade, que
aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto
como se fosse uma sopa de letrinhas.
3. Os emoticons se espalharam pelo mundo de tal maneira que inundaram o ICQ, os chats e, principalmente,
os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. Alguns se recusaram por
conservadorismo, alguns por uma burrice gráfica atávica que os impedia de compreender as imagens. [...]
4. Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar
mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não
por desconhecimento, nem por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria
mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma
bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha
indignação.
5. Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John
Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto
sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha
contadora resolver a situação.
6. “Em meados do século 21” – escreverá o historiador de 2218 – “a humanidade abandonou o alfabeto e
passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, iguaizinhos
e tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá
pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear).
7. Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do
antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós, hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser
uma nova pedra de Roseta capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um
infernal e escravizante pergaminho. :-(
* Escritor e roteirista.
(Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2018/04/alfabeto-de-emojis.shtml>. Acesso em: 01 fev. 2019.
Adaptado.)
“Alfabeto de emojis” é uma crônica jornalística, gênero textual caracterizado pela leveza da narrativa e que geralmente extrai do cotidiano a sua inspiração.
A esse respeito, avalie algumas características que podem ser identificadas especificamente nesse texto.
I. O engajamento público.
II. O onírico como tema central.
III. A presença de discurso crítico.
IV. A comunicação em transformação.
V. A fundamentação apenas em fatos fictícios.
Está correto apenas o que se afirma em
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212Q686681 | Odontologia, Primeiro Tenente Endodontia, CIAAR, Aeronáutica, 2019

A respeito da revascularização pulpar em dentes com rizogênese incompleta, é incorreto afirmar que
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213Q690599 | Português, Cadete da Aeronáutica, EPCAR, Aeronáutica, 2019

Texto associado.
TEXTO II
A Marselhesa do subúrbio
Sérgio Martins
Tchudum, tchá, tchá, tchá, tchá, tchudum, tchá, tchá, tchá, tchá, tchudum São 2 horas da manhã numa casa noturna de São Paulo e os frequentadores estão dançando uma batida eletrônica repetitiva. Dali a 5 uma hora e meia, MC Guimê, o principal nome do funk ostentação, fará seu show, acompanhado de um DJ e de duas dançarinas, e com a participação especial do rapper Emicida. /.../ Encontram-se ali jovens de bairros suburbanos – os meninos com correntes douradas, as 10 meninas com saia bem curtinha, e todos com roupas de grife – e também os chamados “playboys”. Quando Guimê finalmente sobe ao palco, a temperatura da casa parece subir. Por quarenta minutos, ele intercala canções de seu repertório com sucessos de outros 15 funkeiros, canta o rap do quarteto Racionais MC’s e cita o Salmo 23 (“O senhor é meu pastor / Nada me faltará”). Nada falta mesmo: suas letras carregam uma tal profusão de marcas – carros, roupas, perfumes, bebidas – que até se poderia suspeitar de vultosos contratos de 20 merchandising. Não é o caso. Para Guimê, natural da periferia de Osasco, cidade da Grande São Paulo, falar desses objetos de consumo – e, acima de tudo, adquiri-los – é uma aspiração realizada, uma senha para a entrada na sociedade. O público não só entende como 25 compartilha o sonho de Guimê: muitos fãs, no meio da dança, erguem garrafas de uísque escocês como se fossem troféus. Festas e shows assim se repetem por outras cidades e clubes. Como tantos gêneros musicais que vieram das áreas urbanas mais pobres, o funk já 30 conquistou parte da classe média. Mas é sobretudo entre a garotada da periferia que ele tem a ressonância de uma Marselhesa: um hino de cidadania e identidade para os jovens das classes C, D e E. /.../

(Revista Veja, 29 de janeiro de 2014, p. 73 e 74)
As conjunções e preposições, além de ligarem palavras ou orações de um texto, estabelecem entre eles relações de sentido. Assinale a alternativa em que a relação de sentido apontada está INCORRETA.
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214Q691113 | Medicina, Primeiro Tenente Farmácia Bioquímica, CIAAR, Aeronáutica, 2019

Os testes imunológicos ou imunoensaios são técnicas para detectar e quantificar antígenos e anticorpos ou outras substâncias que desempenhem papel de antígeno no ensaio, como proteínas, hormônios, citocinas e receptores de células. 
A respeito dos testes imunológicos, avalie as técnicas a seguir. 
I. Western blotting. 
II. Enzimaimunoensaio. 
III. Teste de aglutinação do látex. 
IV. Reação em cadeia da polimerase. 
 É correto afirmar que apresentam fundamento imunológico apenas as técnicas citadas em 
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215Q694277 | Sistemas de Informação, Primeiro Tenente Engenharia da Computação, CIAAR, Aeronáutica, 2019

Um sistema é composto por um número finito de recursos a serem distribuídos entre vários processos competidores. Um processo pode utilizar um recurso obedecendo somente a uma sequência. 
A esse respeito, é correto afirmar que a sequência correta sob condições normais de operação é
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216Q691265 | Medicina, Primeiro Tenente Farmácia Bioquímica, CIAAR, Aeronáutica, 2019

Embora a hemostasia seja dinâmica, a participação das plaquetas nesse processo é dividida, didaticamente, em etapas. 
A sequência correta das etapas, por ordem cronológica e do ponto de vista plaquetário, a começar pela lesão vascular até a interrupção inicial do sangramento, é
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217Q693669 | Eletrônica, Primeiro Tenente Engenharia Eletrônica, CIAAR, Aeronáutica, 2019

É correto afirmar que o valor do Vond (Tensão de ondulação) de um retificador de onda completa, de maneira que, para uma tensão eficaz no secundário do transformador de 12v, obtenhamos na carga uma tensão média de 16v, é
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218Q687801 | Português, Sargento da Aeronáutica Controle de Tráfego Aéreo, EEAR, Aeronáutica, 2019

Em qual alternativa a lacuna não pode ser preenchida com o verbo indicado nos parênteses no modo subjuntivo?
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219Q687099 | Medicina, Primeiro Tenente Farmácia Bioquímica, CIAAR, Aeronáutica, 2019

A enterobiose é uma helmintose com alta prevalência nas crianças em idade escolar. A respeito da transmissão da enterobiose, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A transmissão é notadamente doméstica ou de ambientes coletivos fechados
PORQUE 
II. os ovos eliminados em grande número se tornam infectantes em poucas horas e podem resistir a até três semanas em ambiente doméstico.

Sobre essas asserções, é correto afirmar que




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220Q688902 | Eletricidade, Sargento da Aeronáutica Eletricidade, EEAR, Aeronáutica, 2019

Os materiais isolantes utilizados na proteção do isolamento dos condutores das bobinas de um motor são classificados de acordo com a temperatura máxima suportada. Selecione a classe que apresenta a maior temperatura máxima de isolamento. 
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