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Questões de Concursos BIO RIO

Resolva questões de BIO RIO comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


241Q35471 | Legislação Federal, Assistente de Alunos, IFRJ, BIO RIO

Avalie se, de acordo com a Lei 11.892/08, os Institutos Federais têm, entre outras, as seguintes finalidades e características:

I. Ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus níveis e modalidades, formando e qualificando cidadãos com vistas na atuação profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional.
II. Desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais.
III. Promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, notadamente as voltadas à preservação do meio ambiente.

Estão corretos:
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242Q35308 | Legislação Federal, Médico Veterinário, IFRJ, BIO RIO

De acordo com a Lei 11.892/2008, os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia - Institutos Federais possuem natureza jurídica de ____, detentoras de ____ administrativa, patrimonial, financeira, didático-pedagógica e disciplinar. As lacunas ficam corretamente preenchidas respectivamente por:
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243Q43611 | Direito Sanitário, Agente de Saúde ACS, IABAS RJ, BIO RIO

Avalie se as afirmativas a seguir, relativas à leptospirose, são falsas (F) ou verdadeiras (V):

• O rato é o principal transmissor; isso ocorre porque a urina do rato contamina esgotos, córregos, água de chuva e lixo. Enchentes e chuvas fortes contribuem nos países tropicais e subtropicais para o contato do homem com águas e lama contaminadas pela urina do roedor, favorecendo o aparecimento de surtos da doença humana.
• O período de incubação é em média de quinze a trinta dias.
• Os sintomas incluem febre alta, calafrios, dores de cabeça, dores musculares, náuseas, vômitos, olhos avermelhados.
• Medidas preventivas incluem armazenar o lixo em sacos plásticos e em recipientes bem tampados, para a coleta, armazenar os alimentos em lugares protegidos dos ratos, evitar contato com águas provenientes de enchentes e esgotos.

As afirmativas são respectivamente:
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244Q35454 | Português, Assistente de Alunos, IFRJ, BIO RIO

Texto associado.
ENTREVISTA

PERGUNTA – O que nos dá o direito de submeter outros seres vivos indefesos ao sofrimento em pesquisas médicas?
RESPOSTA – O fato de que existe um meio termo entre abusar dos animais e acreditar que eles não devem ser usados em pesquisas de maneira nenhuma. E não é preciso ser médico, ou estar envolvido nas pesquisas, para pensar assim. O caso do Dalai Lama, um líder espiritual que não come carne, é interessante nesse aspecto. Ele afirma que devemos tratar os animais com respeito e que não devemos explorá-los. Especificamente em resposta à experimentação animal, ele já disse que as perdas são de curto prazo, mas os benefícios de longo prazo são muitos. Se surgir a necessidade de sacrificar um animal, afirma o Dalai Lama, devemos fazê-lo com empatia, causando o mínimo de dor possível. Menciono o Dalai Lama como um exemplo de que é possível desenvolver um raciocínio ético a respeito deste assunto, compatível inclusive com outras formas de respeito à vida animal, como o vegetarianismo.

PERGUNTA – Há quem diga que o único motivo por que os cientistas se preocupam com o bem-estar dos animais é porque o estresse e o sofrimento alteram o resultado das pesquisas. É assim que os cientistas agem?
ENTREVISTADO – Penso que os cientistas são pessoas extremamente morais. Em nosso laboratório, por exemplo, os cientistas tratam os animais como indivíduos muito especiais. Passamos muito tempo cuidando deles, pois vivemos da pesquisa de animais. Nós nos certificamos de que eles estão confortáveis e suas necessidades, supridas. As instalações nas quais a maioria dos animais de pesquisas são acomodados são muito superiores às dos animais de estimação.

A entrevista acima é realizada com Michael Conn, que defende a ideia do uso de cobaias nos laboratórios como essencial ao progresso da medicina.
“Nós nos certificamos de que eles estão confortáveis e suas necessidades, supridas".
Justifica-se o emprego de vírgula nesse período porque há:
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245Q342807 | Raciocínio Lógico, Técnico de Controle e Qualidade, NUCLEP, BIO RIO

Observe os quatro primeiros termos da sequência: 234, 229, 223, 216, 208, ... O décimo termo dessa sequência é:
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246Q342933 | Raciocínio Lógico, Almoxarife, NUCLEP, BIO RIO

Observe os quatro primeiros termos da sequência a seguir: 226, 213, 200, 187, .... O oitavo termo é o:
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247Q746286 | Economia, MACROECONOMIA, Profissional de Nível Superior I, CEPEL, BIO RIO

Sobre análise macroeconômica é correto afirmar que:
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248Q23649 | Arquivologia, Arquivista, CEPEL, BIO RIO

A respeito dos arquivos, é correto afirmar que:
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249Q31732 | Administração Geral, Administração Geral, Auxiliar Administrativo, CRMV RJ, BIO RIO

Nomear as vantagens da centralização e da descentralização sempre levará a uma zona cinzenta em que fica difícil distinguir com clareza para que lado pende a gangorra. De um modo geral, entretanto, certas ideias estão consolidadas em relação ao tema. Atualmente, há uma corrente numerosa de pensadores que afirmam ser a descentralização uma opção quase natural da contemporaneidade. Entretanto, existe consenso em relação a algumas vantagens da centralização.

Avalie então se as afirmativas a seguir descrevem vantagens apregoadas da centralização administrativa:

I - As decisões mais importantes tendem a ser tomadas por pessoas mais capazes.
II - Gera necessidade de menor número de administradores de alto nível.
III - Facilita a uniformidade de diretrizes e normas.
IV - Tende a elevar o moral geral da organização.

Estão corretas apenas:
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250Q35447 | Português, Assistente de Alunos, IFRJ, BIO RIO

Texto associado.
ENTREVISTA

PERGUNTA – O que nos dá o direito de submeter outros seres vivos indefesos ao sofrimento em pesquisas médicas?
RESPOSTA – O fato de que existe um meio termo entre abusar dos animais e acreditar que eles não devem ser usados em pesquisas de maneira nenhuma. E não é preciso ser médico, ou estar envolvido nas pesquisas, para pensar assim. O caso do Dalai Lama, um líder espiritual que não come carne, é interessante nesse aspecto. Ele afirma que devemos tratar os animais com respeito e que não devemos explorá-los. Especificamente em resposta à experimentação animal, ele já disse que as perdas são de curto prazo, mas os benefícios de longo prazo são muitos. Se surgir a necessidade de sacrificar um animal, afirma o Dalai Lama, devemos fazê-lo com empatia, causando o mínimo de dor possível. Menciono o Dalai Lama como um exemplo de que é possível desenvolver um raciocínio ético a respeito deste assunto, compatível inclusive com outras formas de respeito à vida animal, como o vegetarianismo.

PERGUNTA – Há quem diga que o único motivo por que os cientistas se preocupam com o bem-estar dos animais é porque o estresse e o sofrimento alteram o resultado das pesquisas. É assim que os cientistas agem?
ENTREVISTADO – Penso que os cientistas são pessoas extremamente morais. Em nosso laboratório, por exemplo, os cientistas tratam os animais como indivíduos muito especiais. Passamos muito tempo cuidando deles, pois vivemos da pesquisa de animais. Nós nos certificamos de que eles estão confortáveis e suas necessidades, supridas. As instalações nas quais a maioria dos animais de pesquisas são acomodados são muito superiores às dos animais de estimação.

A entrevista acima é realizada com Michael Conn, que defende a ideia do uso de cobaias nos laboratórios como essencial ao progresso da medicina.
“Ele afirma que devemos tratar os animais com respeito e que não devemos explorá-los. Especificamente em resposta à experimentação animal, ele já disse que as perdas são de curto prazo, mas os benefícios de longo prazo são muitos. Se surgir a necessidade de sacrificar um animal, afirma o Dalai Lama, devemos fazê-lo com empatia, causando o mínimo de dor possível. Menciono o Dalai Lama como um exemplo de que é possível desenvolver um raciocínio ético a respeito deste assunto...".
Entre as formas verbais sublinhadas, aquela que não corresponde a um infinitivo, mas sim ao futuro do subjuntivo, é:
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251Q60863 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, FSERJ, BIO RIO

Em relação a higiene corporal, é correto afirmar que:
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252Q35298 | Português, Médico Veterinário, IFRJ, BIO RIO

Texto associado.
SALTANDO AS MURALHAS DA EUROPA

        De um lado está a Europa da abundância econômica e da estabilidade política. De outro, além do Mediterrâneo, uma extensa faixa assolada pela pobreza e por violentos conflitos. O precário equilíbrio rompeu-se de uma vez com o agravamento da guerra civil na Síria. Da Síria, mas também do Iraque e do Afeganistão, puseram-se em marcha os refugiados. Atrás deles, ou junto com eles, marcham os migrantes econômicos da África e da Ásia. No maior fluxo migratório desde a Segunda Guerra Mundial, os desesperados e os deserdados saltam as muralhas da União Europeia.
        Muralhas? Em tempos normais, os portais da União Europeia estão abertos para os refugiados, mas fechados para os imigrantes. Não vivemos tempos normais. Os países da Europa Centro-Oriental, Hungria à frente, fazem eco à xenofobia da extrema-direita, levantando as pontes diante dos refugiados. Vergonhosamente, a Grã-Bretanha segue tal exemplo, ainda que com menos impudor.
        A Alemanha, seguida hesitantemente pela França, insiste num outro rumo, baseado na lógica demográfica e nos princípios humanitários. Angela Merkel explica a seus parceiros que a Europa precisa agir junta para passar num teste ainda mais difícil que o da crise do euro. “O futuro da União Europeia será moldado pelo que fizermos agora, alerta a primeira-ministra alemã.

(Mundo, outubro 2015)
Em tempos normais, os portais da União Europeia estão abertos para os refugiados, mas fechados para os imigrantes”. Entre “refugiados” e “imigrantes” há uma diferença:
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253Q31725 | Raciocínio Lógico, Auxiliar Administrativo, CRMV RJ, BIO RIO

Se é verdade que, dentre os membros de um Conselho, todo médico veterinário é casado, avalie se são falsas (F) ou verdadeiras (V) as afirmatvas a seguir:

I - Nesse Conselho, quem é casado é médico veterinário.
II - Nesse Conselho existe ao menos um solteiro que é médico veterinário.
III - Nesse Conselho, quem não é médico veterinário não é casado.

As afirmatvas I, II e III são respectivamente:
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254Q18778 | Matemática, Técnico de Projetos, ETAM, BIO RIO

O resto da divisão de P(x) = –3x³ + 4x² + x – 5 por x + 2 é igual a:
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255Q23647 | Arquivologia, Arquivista, CEPEL, BIO RIO

De acordo com a teoria arquivística, o princípio que preconiza o respeito à ordem dos documentos na primeira e segunda idades documentais é o seguinte:
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256Q35309 | Legislação Federal, Médico Veterinário, IFRJ, BIO RIO

De acordo com a Lei 8027/90, que dispõe sobre normas de conduta dos servidores públicos civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas, são faltas administrativas puníveis com a pena de suspensão por até noventa dias, cumulada, se couber, com a destituição do cargo em comissão, entre outras, as seguintes, EXCETO UMA, que está ERRADA. Assinale-a.
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257Q35314 | Veterinária, Médico Veterinário, IFRJ, BIO RIO

NÃO faz parte da cadeia epidemiológica de uma doença:
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258Q46447 | Português, Médico Veterinário, Prefeitura de São João da Barra RJ, BIO RIO

Texto associado.
                                                                  Ciclovia
 
    As ciclovias exercem um grande fascínio sobre a população em geral, em especial nos ciclistas leigos. A crença que só a segregação do ciclista em relação ao trânsito proporciona segurança no pedalar é muito enraizada. A realidade apresentada por pesquisas mostra que não é bem assim. Não resta dúvidas que ciclovias têm qualidades, mas não existe milagre e elas também apresentam seus pontos fracos. Talvez o ponto mais forte do conceito ciclovia esteja no imaginário das pessoas.  Ciclovia é uma dentre várias opções técnicas de segurança de trânsito para melhoria da vida do ciclista. Ela pode ou não ser a opção mais segura ou apropriada. Em várias situações é mais apropriado ter faixas para ciclistas, sinalização, trânsito partlhado ou mesmo não fazer absolutamente nada. Em cidades de pequeno porte ou no interior de bairros onde o trânsito é de baixa velocidade e tranquilo, ciclovias provavelmente são totalmente desnecessárias. 
    A matemátca é simples: a quase totalidade dos acidentes envolvendo ciclistas acontece em cruzamentos, portanto resolvendo estes pontos, o índice de acidentes envolvendo ciclistas pratcamente zera. E aí vem o detalhe: não existe ciclovia sem algum tipo de cruzamento. 
    Mas há outros fatores a ponderar antes de optar pela ciclovia. Para criar uma via apropriada é necessário tirar espaço de alguém, seja dos veículos motorizados ou até mesmo dos pedestres, o que faz com que processo de implementação seja realizado no mínimo com alguma espécie de atrito.
      Ciclovia é sempre a opção mais complicada de ser implementada e a mais cara. Os altos custos de sua manutenção também devem ser levados em consideração ou então o dinheiro investido será jogado no lixo.
“A matemátca é simples: a quase totalidade dos acidentes envolvendo ciclistas acontece em cruzamentos, portanto resolvendo estes pontos, o índice de acidentes envolvendo ciclistas praticamente zera. E aí vem o detalhe: não existe ciclovia sem algum tipo de cruzamento”. O argumento apresentado nesse parágrafo defende a ideia de que:
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259Q42096 | Administração de Recursos Materiais, Assistente Administrativo, EMGEPRON, BIO RIO

A perda de valor de um bem do recurso patrimonial decorrente de seu uso no tempo, obsolescência ou deterioração é denominada
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260Q60894 | Português, Técnico de Enfermagem, FSERJ, BIO RIO

Texto associado.
POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 

Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013 

Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
    Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
    Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
    O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
    O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
    Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
    No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
    Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
    Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
    O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
    Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
    Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
A pergunta formulada no título do texto:
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