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Questões de Concursos BIO RIO

Resolva questões de BIO RIO comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


341Q60870 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, FSERJ, BIO RIO

Sobre a prevenção e manejo das complicações do Diabetes mellitus tipo 2, NÃO é correto afirmar que:
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342Q31727 | Informática, Auxiliar Administrativo, CRMV RJ, BIO RIO

Além do Internet Explorer e do Firefox Mozilla, dois exemplos de browsers utilizados na navegação em sites na internet são:
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343Q60895 | Português, Técnico de Enfermagem, FSERJ, BIO RIO

Texto associado.
POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 

Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013 

Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
    Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
    Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
    O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
    O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
    Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
    No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
    Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
    Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
    O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
    Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
    Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
“Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.” Essa frase do texto tem a função de:
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344Q35316 | Veterinária, Médico Veterinário, IFRJ, BIO RIO

Observe as afirmativas a seguir, em relação à história natural da doença:

I. A história natural da doença se divide em período pré-patogênico e período patogênico.
II. O processo termina com a recuperação (cura), invalidez/deficiência ou morte.
III. As medidas de prevenção primária e secundária se aplicam ao período pré-patogênico, enquanto a prevenção terciária se aplica ao período patogênico.

Assinale a alternativa correta:
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345Q352819 | Contabilidade Geral, Profissional Nível Médio, CEPEL, BIO RIO

Suponha que o balanço patrimonial de uma empresa apresente os seguintes valores: caixa = $60, empréstimos = $30, contas a receber = $80, salários = $10, financiamentos = $70, capital social = $40 e lucros acumulados = $30. Portanto, o valor da conta estoques deve ser:
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346Q42066 | Português, Assistente Administrativo, EMGEPRON, BIO RIO

Texto associado.
TEXTO
SUPOSTOS E SUSPEITOS NA ORDEM DO DIA 


Deonísio da Silva, O Globo, 2/2/2014 

    Vários profissionais estão desconcertados com o português de boa parte da mídia, mas não apenas com erros de ortografia, mais leves; ou de sintaxe, mais graves, por ferirem a lógica e confundirem os leitores. Sua perplexidade é com ataques absurdos como o seguinte: o bandido é flagrado com arma na mão, confessa o crime diante de câmeras e microfones, sem nenhum tipo de coação, e, às vezes, reconhece, orgulhosamente, que o sujeito filmado pelos sistemas de vigilância de lojas ou residências é ele, sim, o meliante. E ainda assim boa parte da mídia o denomina “suposto assaltante”, “suspeito de crime” e outras delicadezas. 
    Escrever bem começa pelo seguinte: dar às coisas o nome que as coisas têm. E não é só em relação a assaltantes e gatunos, não. São assustadoras as indulgências concedidas a esses políticos corruptos. Elas são mais perigosas do que aquelas dadas aos bandidos comuns. Quando vão parar nos presídios, irrompe na cena a cara de pau adicional de simular esmolas recebidas para lhes custear as multas aplicadas pela autoridade competente. Esmolas de meio milhão de reais! O Brasil acaba de criar o mendigo de elite, que é o bandido político. 
    Gozam dos benefícios dos eufemismos citados também políticos de outros países. “Suposto” e “suspeito” vêm sendo palavras curingas e têm servido para tudo, principalmente para substituir o que significa outra coisa. 
    Suposto quer dizer admitido por hipótese. Deixamos a palavra ali embaixo de “posto”, aguardando que a palavra seja apurada. Suspeito tem o significado de alguém do qual desconfiamos, que tenha feito algo que ele até pode negar. Porém, quando supostos e suspeitos admitem ou confessam, sem coação nenhuma, que foram os autores do que lhes é atribuído, eles não são mais suspeitos nem supostos. 
    Podemos fazer pouco, mas podemos ao menos contar ao distinto público as coisas como as coisas são. E para isso as palavras são outras, a sintaxe é outra, a lógica é outra.
“Vários profissionais estão desconcertados com o português de boa parte da mídia, mas não apenas com erros de ortografia, mais leves; ou de sintaxe, mais graves, por ferirem a lógica e confundirem os leitores”.

Nesse segmento do texto, as formas verbais sublinhadas se referem a:
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347Q42094 | Administração de Recursos Materiais, Assistente Administrativo, EMGEPRON, BIO RIO

Os produtos perecíveis devem ser armazenados, com observação da data de validade, conforme a técnica
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348Q14712 | Raciocínio Lógico, Advogado, EMGEPRON, BIO RIO

A negação de “Paulo é botafoguense e gosta de cinema” é:
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349Q35451 | Português, Assistente de Alunos, IFRJ, BIO RIO

Texto associado.
ENTREVISTA

PERGUNTA – O que nos dá o direito de submeter outros seres vivos indefesos ao sofrimento em pesquisas médicas?
RESPOSTA – O fato de que existe um meio termo entre abusar dos animais e acreditar que eles não devem ser usados em pesquisas de maneira nenhuma. E não é preciso ser médico, ou estar envolvido nas pesquisas, para pensar assim. O caso do Dalai Lama, um líder espiritual que não come carne, é interessante nesse aspecto. Ele afirma que devemos tratar os animais com respeito e que não devemos explorá-los. Especificamente em resposta à experimentação animal, ele já disse que as perdas são de curto prazo, mas os benefícios de longo prazo são muitos. Se surgir a necessidade de sacrificar um animal, afirma o Dalai Lama, devemos fazê-lo com empatia, causando o mínimo de dor possível. Menciono o Dalai Lama como um exemplo de que é possível desenvolver um raciocínio ético a respeito deste assunto, compatível inclusive com outras formas de respeito à vida animal, como o vegetarianismo.

PERGUNTA – Há quem diga que o único motivo por que os cientistas se preocupam com o bem-estar dos animais é porque o estresse e o sofrimento alteram o resultado das pesquisas. É assim que os cientistas agem?
ENTREVISTADO – Penso que os cientistas são pessoas extremamente morais. Em nosso laboratório, por exemplo, os cientistas tratam os animais como indivíduos muito especiais. Passamos muito tempo cuidando deles, pois vivemos da pesquisa de animais. Nós nos certificamos de que eles estão confortáveis e suas necessidades, supridas. As instalações nas quais a maioria dos animais de pesquisas são acomodados são muito superiores às dos animais de estimação.

A entrevista acima é realizada com Michael Conn, que defende a ideia do uso de cobaias nos laboratórios como essencial ao progresso da medicina.
“Há quem diga que o único motivo por que os cientistas se preocupam com o bem-estar dos animais é porque o estresse e o sofrimento alteram o resultado das pesquisas".
Sobre as duas formas gráficas sublinhadas, podemos dizer que:
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350Q454569 | Direito do Trabalho, Trabalho noturno, Profissional de Nível Superior II, CEPEL, BIO RIO

As leis trabalhistas protegem o trabalho noturno estabelecendo regras diversas daquelas aplicáveis ao trabalho diurno dentre as quais fixando, nos termos da Consolidação das Leis do Trabalho:
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351Q60889 | Português, Técnico de Enfermagem, FSERJ, BIO RIO

Texto associado.
POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 

Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013 

Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
    Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
    Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
    O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
    O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
    Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
    No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
    Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
    Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
    O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
    Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
    Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
“Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente,...”; nesse segmento do texto não há qualquer tratamento especial ou apresentação de quem seja “Joaquim Barbosa”, isso porque:
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352Q43617 | Direito Sanitário, Agente de Saúde ACS, IABAS RJ, BIO RIO

Avalie, com base na PNAB, se as afirmativas a seguir, relativas à Estratégia Saúde da Família, são falsas (F) ou verdadeiras (V):

• Reorganiza a atenção básica no País independentemente dos preceitos do Sistema Único de Saúde.
• Constitui estratégia de expansão, qualificação e consolidação da atenção básica.
• Ameniza os princípios, diretrizes e fundamentos da atenção básica, modo a reduzir a resolutividade e o impacto na situação de saúde das pessoas e coletividades.
• Propicia uma importante relação custo-efetividade.

As afirmativas são respectivamente:
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353Q60873 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, FSERJ, BIO RIO

O técnico de enfermagem deve estar atento a possíveis complicações durante a hemoterapia. A ocorrência de tosse, dispneia, dor torácica e choque podem indicar:
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354Q18757 | Matemática, Oficial da Marinha, ETAM, BIO RIO

Se ( 2x2 + 3x + 1) (x - 2) = -2, então x NÃO pode ser igual a:
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355Q18774 | Física, Técnico de Projetos, ETAM, BIO RIO

Um universitário, usuário do BRT-RJ, parte às 11:00 h do Terminal Fundão com destino ao Terminal Alvorada. Sabe-se que a distância entre os dois terminais é de 39 km e que a velocidade escalar média desenvolvida pelo BRT-RJ é de 30 km/h.
Considerando os dados apresentados e que a viagem transcorra sem imprevistos, o universitário chegará ao seu destino às:
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356Q35306 | Legislação Federal, Médico Veterinário, IFRJ, BIO RIO

A Lei nº 12.527/11 preconiza que os procedimentos nela previstos destinam-se a assegurar o direito fundamental de acesso à informação e devem ser executados em conformidade com os princípios básicos da administração pública e com as seguintes diretrizes, EXCETO UMA, que está ERRADA.

Assinale-a.
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357Q18758 | Português, Técnico de Projetos, ETAM, BIO RIO

Texto associado.
CADERNETA DE POUPANÇA

      Um dos investimentos mais tradicionais dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a maior saída de recursos da história em fevereiro.
    De acordo com o Banco Central, os saques superaram os depósitos em R$ 6,263 bilhões no mês passado. É o pior resultado em 20 anos, quando o Banco Central iniciou o levantamento em 1995.
   O volume de fevereiro supera outro recorde, o de janeiro, quando o buraco entre retiradas e depósitos ficou em R$ 5,5 bilhões de reais.
      Entre os motivos que ajudam a explicar o aumento dos saques da caderneta de poupança estão o maior endividamento das famílias e a inflação mais elevada, fatores que levam os consumidores a usar o dinheiro guardado para honrar seus compromissos.
    Além disso, com a taxa de juros ainda mais alta, a aplicação se torna menos atrativa na comparação com outros tipos de investimentos. Para se ter uma ideia da intensidade da sangria na poupança, a soma das retiradas nos dois primeiros meses deste ano chega perto de R$ 12 bilhões reais. É o triplo das saídas no mesmo período de 2014.
No primeiro período do texto - Um dos investimentos mais tradicionais dos brasileiros, a caderneta de poupança, registrou a maior saída de recursos da história em fevereiro – a palavra cuja variação de número altera o significado do texto é:
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358Q42069 | Português, Assistente Administrativo, EMGEPRON, BIO RIO

Texto associado.
TEXTO
SUPOSTOS E SUSPEITOS NA ORDEM DO DIA 


Deonísio da Silva, O Globo, 2/2/2014 

    Vários profissionais estão desconcertados com o português de boa parte da mídia, mas não apenas com erros de ortografia, mais leves; ou de sintaxe, mais graves, por ferirem a lógica e confundirem os leitores. Sua perplexidade é com ataques absurdos como o seguinte: o bandido é flagrado com arma na mão, confessa o crime diante de câmeras e microfones, sem nenhum tipo de coação, e, às vezes, reconhece, orgulhosamente, que o sujeito filmado pelos sistemas de vigilância de lojas ou residências é ele, sim, o meliante. E ainda assim boa parte da mídia o denomina “suposto assaltante”, “suspeito de crime” e outras delicadezas. 
    Escrever bem começa pelo seguinte: dar às coisas o nome que as coisas têm. E não é só em relação a assaltantes e gatunos, não. São assustadoras as indulgências concedidas a esses políticos corruptos. Elas são mais perigosas do que aquelas dadas aos bandidos comuns. Quando vão parar nos presídios, irrompe na cena a cara de pau adicional de simular esmolas recebidas para lhes custear as multas aplicadas pela autoridade competente. Esmolas de meio milhão de reais! O Brasil acaba de criar o mendigo de elite, que é o bandido político. 
    Gozam dos benefícios dos eufemismos citados também políticos de outros países. “Suposto” e “suspeito” vêm sendo palavras curingas e têm servido para tudo, principalmente para substituir o que significa outra coisa. 
    Suposto quer dizer admitido por hipótese. Deixamos a palavra ali embaixo de “posto”, aguardando que a palavra seja apurada. Suspeito tem o significado de alguém do qual desconfiamos, que tenha feito algo que ele até pode negar. Porém, quando supostos e suspeitos admitem ou confessam, sem coação nenhuma, que foram os autores do que lhes é atribuído, eles não são mais suspeitos nem supostos. 
    Podemos fazer pouco, mas podemos ao menos contar ao distinto público as coisas como as coisas são. E para isso as palavras são outras, a sintaxe é outra, a lógica é outra.
Ao destacar a frase “Esmolas de meio milhão de reais!”, o autor do texto quer registrar:
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359Q451502 | Direito do Trabalho, Identificação Profissional, Profissional de Nível Superior II, CEPEL, BIO RIO

Consoante a Consolidação das Leis do Trabalho nas localidades onde não for emitida a Carteira de Trabalho e Previdência Social poderá ser admitido no exercício de emprego ou atividade remunerada por quem não a possua, por período máximo de:
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360Q554753 | Informática, Outros, Técnico em Informática, NUCLEP, BIO RIO

ADO – ActiveX Data Objects foi projetado com o objetivo de ser a única interface de dados necessária para tarefas de programação, e foi construída em torno de objetos, para os quais o Delphi fornece componentes empacotadores. Três objetos ADO são listados a seguir: I - Oferece a maneira de acessar a fonte de dados, usando strings de conexão para localizar fornecedores de dados, gerenciar a sessão relacionada e manipular transações. II - Permite a operação com uma fonte de dados, expondo um modo de consultar, incluir, excluir ou atualizar os dados. III - Permite a navegação e a edição de dados, sendo o resultado de uma Query. Os objetos I, II e III são denominados, respectivamente:
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