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Questões de Concursos CEPERJ

Resolva questões de CEPERJ comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1461Q593643 | Química, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

A variação de energia livre de Gibbs (?G) é uma medida da variação total de entropia de um sistema e suas vizinhanças, à pressão e temperatura constantes e prevê a espontaneidade da ocorrência de um processo, de acordo com a segunda Lei da Termodinâmica. Cinco reações químicas, numeradas por I, II, III, IV e V, cujas variações de entalpia (?H) e entropia (?S) são conhecidas, devem ser escolhidas para sua realização à mesma temperatura. São mostrados a seguir os dados relativos a cada uma das reações: Reação I - ?H positivo e ?S negativo, sendo que o ?S multiplicado pela temperatura gera um valor numérico menor que o do ?H. Reação II - ?H positivo e ?S positivo, sendo que o ?S multiplicado pela temperatura gera um valor numérico menor que o de ?H. Reação III - ?H positivo e ?S negativo, sendo que o ?S multiplicado pela temperatura gera um valor numérico maior que o de ?H. Reação IV - ?H negativo e ?S negativo, sendo que o ?S multiplicado pela temperatura gera um valor numérico maior que o de ?H. Reação V - ?H positivo e ?S positivo, sendo que o ?S multiplicado pela temperatura gera um valor numérico maior que o de ?H. Segundo dados exclusivamente termodinâmicos, a reação a ser escolhida é a de número:
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1462Q409855 | Direito Administrativo, Contratos, Assistente Previdenciário, Rioprevidência RJ, CEPERJ

Nos termos da lei federal ( Lei nº8.666,de 1993) que estabelece regras gerais sobre contratos administrativos, quando o instrumento de contrato não for obrigatório pode ser substituído por:
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1463Q110876 | Administração Financeira e Orçamentária, Analista de Controle Interno, SEFAZ RJ, CEPERJ

O Estado do Rio de Janeiro apurou, em determinado período, o montante de R$ 29,532 bilhões a título de Receita Corrente Líquida, e, no mesmo período, apurou um montante de 179,014 milhões de operações de crédito internas e externas. Com base nessas informações, o limite para essas operações não poderá ultrapassar o montante de:

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1464Q114246 | Direito Constitucional, Analista de Planejamento e Orçamento, SEPLAG RJ, CEPERJ

A Constituição brasileira pode ser defi nida através de diversas classifi cações. No concernente ao seu conteúdo a Constituição é considerada:

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1465Q200807 | Sistemas de Informação, SQL Server, Especialista em Previdência Social, Rioprevidência, CEPERJ

O SQL Server 2008 integra um conjunto de nove ferramentas para gerenciar as instâncias do SQL Server e interagir com os dados. Dessas, três são caracterizadas a seguir.

I- É um utilitário de linha de comando que permite a conexão e execução de consultas em uma instância do SQL Server, sem exigir o overhead de uma interface gráfica.
II- É responsável pelo gerenciamento de serviços e protocolos do SQL Server como alterar contas e senhas de serviço, por exemplo.
III- É um recurso que permite a um DBA confi gurar regras acerca da alocação do processador ou de memória que são aplicadas a usuários e consultas específi cas.

Essas ferramentas são conhecidas, respectivamente, por:

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1466Q328065 | Pedagogia, Professor de Artes, SEDUC RJ, CEPERJ

As escolas oferecem atividades gerais que, na maioria das vezes, beneficiam o trabalho de grupo. No entanto, nos trabalhos individuais, encontra-se uma característica bastante definida, que auxilia na aprendizagem, conhecida por:
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1467Q172428 | Direito Civil, Parte Geral, Delegado de Polícia, Polícia Civil RJ, CEPERJ

Ao ver que sua embarcação naufragava, Mévio, avistando Caio em outro barco, prometeu-lhe quantia vultosa para que ele o salvasse.

Analisando a questão proposta, responda qual é a afirmativa correta

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1469Q108719 | Administração Financeira e Orçamentária, Analista de Controle Interno, SEFAZ RJ, CEPERJ

Segundo a Lei n° 4.320?64, a verificação da exata observância dos limites e quotas trimestrais atribuídas a cada unidade orçamentária, dentro do sistema específico para esse fim, é competência da:

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1470Q224026 | Português, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

Texto associado.

TEXTO 3

O FUTURO DA EDUCAÇÃO PERANTE A NOVA TECNOLOGIA

Dias de Figueiredo (org.)

"Será que as novas tecnologias vão ser uma ferramenta, a par de outras, para ensinar e aprender?" Sem dúvida! E serão ferramentas com importância crescente. Mas importa esclarecer aqui um aspecto em que a minha visão diverge da habitual. A opinião comum é que essas ferramentas serão usadas principalmente nas escolas. A minha visão é que serão usadas majoritariamente em casa e em centros de recursos publicamente disponíveis (centros estes que evoluirão a partir das bibliotecas públicas). Esta minha opinião baseia se em três razões principais. Primeiro, as escolas não têm condições financeiras para manterem um grande parque de equipamento que se torna obsoleto todos os dois ou três anos, nem para adquirirem um número significativo de licenças de títulos didácticos, sempre em renovação. Segundo, o ritmo de evolução das tecnologias torna incomportável em termos financeiros, e insustentável em termos profissionais, uma formação e reciclagem permanente dos professores "para as tecnologias". Terceiro, as empresas produtoras de suportes e serviços didácticos só conseguem encontrar viabilidade económica para uma prestação de qualidade se se dirigirem ao mercado alargado do grande consumo. Já actualmente, o mercado doméstico de equipamentos e produtos de software é incomparavelmente mais visível do que o mercado das escolas. Não quero dizer com isto que as escolas não explorarão as novas tecnologias. Nada disso! O que pretendo dizer é que o farão de forma muito mais moderada do que seria de esperar, em torno de centros de recursos - esses sim, bem equipados, com um conjunto variado de títulos didácticos, e com uma indispensável ligação às redes electrónicas. Em contrapartida, duvido em absoluto da viabilidade (e justificação) dos cenários, ainda muito defendidos, de escolas com um terminal para cada aluno e com redes internas por todo o lado.

O texto 3 é de autoria de um autor lusitano. A comprovação dessa afirmativa se dá por meio do seguinte fato:

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1471Q109866 | Português, Analista de Controle Interno, SEFAZ RJ, CEPERJ

Texto associado.

RUI BARBOSA E O IMPOSTO SOBRE A RENDA MEMÓRIA DA RECEITA FEDERAL

O imposto sobre a renda teve em Rui Barbosa, primeiro Ministro da Fazenda do período republicano, um ardente defensor. Seu relatório de janeiro de 1891 dedica, com erudição e brilhantismo, 38 páginas ao tema. Mostra a história, as formas de aplicação do imposto e as propostas de adoção. No relatório, Rui Barbosa lembrava as qualidades de um imposto justo, indispensável e necessário: "No Brasil, porém, até hoje, a atenção dos governos se tem concentrado quase só na aplicação do imposto indireto, sob sua manifestação mais trivial, mais fácil e de resultados mais imediatos: os direitos de alfândega. E do imposto sobre a renda, por mais que se tenha falado, por mais que se lhe haja proclamado a conveniência e a moralidade, ainda não se curou em tentar a adaptação, que as nossas circunstâncias permitem, e as nossas necessidades reclamam". Resumidamente, a proposta de Rui Barbosa se sustentava nos seguintes pilares:
1. O imposto incidiria sobre as rendas provenientes de propriedades imóveis, do exercício de qualquer profi ssão, arte ou ofício, de títulos ou fundos públicos, ações de companhias, juros e dívidas hipotecárias e de empregos públicos; 2. Estariam isentas as rendas não superiores a 800$000, a dos agentes diplomáticos das nações estrangeiras, rendimentos das sociedades de socorros mútuos e benefi cência e juros das apólices da dívida pública possuídas por estrangeiros residentes fora do país; 3. A declaração do contribuinte seria o ponto de partida do lançamento. O Fisco devia procurar outras fontes para a verifi cação fiscal, pois fi caria muito prejudicado caso se baseasse unicamente na declaração do contribuinte. Discordou da posição de alguns em entregar a determinação da renda unicamente ao arbítrio do Fisco. O arbitramento podia degenerar em arbítrio. Na sua visão, o arbitramento seria aceito se a renda não fosse conhecida fixa e precisamente, mas sujeito a conhecimento e impugnação do interessado, com todos os recursos do contencioso administrativo. Suas sugestões, no entanto, não encontraram respaldo para serem postas em prática.

"O imposto sobre a renda teve em Rui Barbosa, primeiro Ministro da Fazenda do período republicano, um ardente defensor. seu relatório de janeiro de 1891 dedica, com erudição e brilhantismo, 38 páginas ao tema". O pronome possessivo "seu" tem como referente:

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1472Q158555 | Economia, Assistente Previdenciário, Rioprevidência, CEPERJ

Considerando-se uma economia fechada e sem governo, em que a propensão marginal a consumir é igual a 0,5 e na qual ocorreu um decréscimo de R$200 no investimento autônomo, pode-se afirmar que o decréscimo da renda será de:

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1473Q191088 | Direito Econômico, Advogado, PROCON RJ, CEPERJ

Nos termos da Lei de Responsabilidade Fiscal, várias operações entre o Banco Central e entes da federação não são possíveis. Dentre as abaixo indicadas, a operação permitida ao Banco Central do Brasil é:

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1474Q172674 | Administração Pública, Princípios da Administração Pública, Diretor de Unidade Escolar, SEDUC RJ, CEPERJ

Um estudante declara ao seu colega que está confi ante em que receberá um tratamento diferente do professor de história, à cuja prova faltou, porque o professor sabe que ele, o estudante, é fi lho do secretário de Educação. Isto caracteriza, à luz das teses do pensamento social brasileiro sobre democracia, cidadania e burocracia, um caso típico de:

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1475Q107730 | Auditoria, Analista de Controle Interno, SEFAZ RJ, CEPERJ

Segundo as normas de auditoria da INTOSAI, para fundamentar as opiniões e as conclusões do auditor relativas à organização, ao programa, à atividade ou à função auditada, as evidências obtidas na realização do trabalho devem ser:

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1476Q109018 | Português, Analista de Controle Interno, SEFAZ RJ, CEPERJ

Texto associado.

POBRES PAGAM MAIS IMPOSTO QUE OS RICOS NO BRASIL
Os 10% mais ricos concentram 75% da riqueza do país. Para agravar ainda mais o quadro da desigualdade brasileira, os pobres pagam mais impostos que os ricos. Segundo levantamento feito pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), apresentado hoje (15/5) ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) reunido em Brasília, os 10% mais pobres do país comprometem 33% de seus rendimentos em impostos, enquanto que os 10% mais ricos pagam 23% em impostos. "O país precisa de um sistema tributário mais justo que seja progressivo e não regressivo como é hoje. Ou seja, quem ganha mais deve pagar mais; quem ganha menos, pagar menos", disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, durante a apresentação do levantamento, que foi feito por pesquisadores das diretorias de Estudos Sociais, Macroeconomia e Estudos Regionais e Urbanos, para contribuir na discussão da reforma tributária. Os números do Ipea mostram que os impostos indiretos (aqueles embutidos nos preços de produtos e serviços) são os principais indutores dessa desigualdade. Os pobres pagam, proporcionalmente, três vezes mais ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que os ricos. Enquanto os ricos desembolsam em média 5,7% em ICMS, os pobres pagam 16% no mesmo imposto. Nos impostos diretos (sobre renda e propriedade) a situação é menos grave, mas também desfavorável aos mais pobres. O IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) tem praticamente praticamente a mesma incidência para todos, com alíquotas variando de 0,5% para os mais pobres a 0,6% e 0,7% para os mais ricos. Já o IPTU (Imposto sobre Propriedade Territorial e Urbana) privilegia os ricos. Entre os 10% mais pobres, a alíquota média é de 1,8%; já para os 10% mais ricos, a alíquota é de 1,4%. "As mansões pagam menos imposto que as favelas, e estas ainda não têm serviços públicos como água, esgoto e coleta de lixo", alertou o presidente do Ipea.

"Os 10% mais ricos concentram 75% da riqueza do país. Para agravar ainda mais o quadro da desigualdade brasileira, os pobres pagam mais impostos que os ricos". A respeito dessa afi rmação inicial, pode-se dizer que:

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1477Q109806 | Auditoria, Analista de Controle Interno, SEFAZ RJ, CEPERJ

No âmbito da Secretaria Estadual de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, as tomadas de contas especiais deverão ser realizadas:

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1478Q158577 | Direito Previdenciário, Assistente Previdenciário, Rioprevidência, CEPERJ

O salário de contribuição constitui a base de cálculo da incidência da contribuição previdenciária dos segurados do regime geral da Previdência Social, Sendo assim, deve ter por base:

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1479Q177553 | Direito Penal, Crimes contra o Consumidor, Delegado de Polícia, Polícia Civil RJ, CEPERJ

Acerca dos crimes contra a ordem tributária e econômica, economia popular, relações de consumo e o meio ambiente, assinale opção incorreta.

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1480Q114600 | Finanças Públicas, Analista de Planejamento e Orçamento, SEPLAG RJ, CEPERJ

Na execução orçamentária, a grande preocupação dos governos é não gastar além do que se arrecada para evitar o défi cit. Assim, temos 3 tipos de défi cit, e um deles é o:

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