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Questões de Concursos CEPERJ

Resolva questões de CEPERJ comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


581Q117338 | Matemática, Rendasuniforme, Analista de Proteção e Defesa do Consumidor, PROCON RJ, CEPERJ

Os fluxos projetados de um determinado empreendimento se comportam da seguinte maneira: do 1° ao 9° fluxos, os recebimentos são de R$ 10.000,00; e do 10° ao 15° fluxos, os recebimentos são de R$ 20.000,00. Considerando-se uma taxa de juros compostos de 8% e que os rendimentos ocorrem ao final de cada período, o valor atual desse projeto, desconsiderando os centavos, é igual a:

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582Q118646 | Matemática, Frações e porcentagem, Analista de Proteção e Defesa do Consumidor, PROCON RJ, CEPERJ

Em um auditório, assistindo a uma palestra, estavam reunidas 200 pessoas, sendo 90% homens. Como o jogo de um time importante estava para começar, muitos homens saíram e, depois disso, a porcentagem de homens no auditório passou a ser de 80%. O número de homens que saíram do auditório foi:

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583Q160304 | Direito Constitucional, Senado Federal, Assistente Previdenciário, Rioprevidência, CEPERJ

A competência privativa para processar e julgar os Ministros do Supremo Tribunal Federal nos crimes de responsabilidade é do:

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584Q109117 | Contabilidade Geral, Custo de Produção, Analista de Controle Interno, SEFAZ RJ, CEPERJ

Para apropriar os custos indiretos de fabricação à produção, uma indústria utilizou um determinado coefi ciente sobre o custo do material direto. Na produção de 1.000 unidades de determinado produto, a indústria apresentou os seguintes custos:

Material direto..................... 22.752,00
Mão de obra direta................ 9.100,40

Sabendo-se que a estimativa do valor do material direto e dos custos indiretos de fabricação para a produção total é de 113.760,00 e 34.128,00, respectivamente o valor do custo unitário do produto será aproximadamente de:

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585Q27224 | Português, Nutricionista, Prefeitura de Angra dos Reis RJ, CEPERJ

Texto associado.
BEBIDA EM ALTA

        Ao contrário do que acontece nos países desenvolvidos, o consumo do álcool tem aumentado nos países em desenvolvimento. É o caso do Brasil, onde não há praticamente controle sobre a indústria de bebidas alcoólicas. Segundo os especialistas, é preciso uma política pública para o álcool tão ofensiva quanto a do cigarro. “Um litro de pinga aqui custa menos do que 1 dólar”, diz o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Nos países desenvolvidos, uma garrafa de destilado não sai por menos de 10 dólares.” Além dos preços baixíssimos, no Brasil o marketing da indústria do álcool é muito agressivo e mira sobretudo os jovens. O levantamento do Ministério da Saúde confirma essa tendência. Os brasileiros que bebem exageradamente têm, em sua maioria, entre 18 e 24 anos.
        Uma das principais preocupações é a tendência de aumento do abuso do álcool pelas mulheres jovens. Um estudo conduzido recentemente pela Unifesp revela que o consumo exagerado de álcool aumenta principalmente entre as meninas adolescentes. Elas já se equiparam aos meninos e três em cada dez bebem com freqüência. Quanto mais se bebe na juventude, maior será a propensão ao alcoolismo na idade adulta.
        Quantidades moderadas de álcool, algo como dois copos de vinho por semana, trazem benefícios ao coração e ao sistema circulatório. Mais do que isso pode resultar em danos irreversíveis ao fígado. Há indícios de que o abuso de álcool pode lesionar o cérebro. Em excesso, a bebida está associada a danos nas regiões cerebrais ligadas à memória e ao aprendizado.

Veja, 05-03-2008
Ao dizer que o consumo abusivo de álcool “pode resultar em danos irreversíveis ao fígado” e de que “pode lesionar o cérebro”, o artigo apela para uma estratégia argumentativa que se apóia na:
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586Q15520 | Direito Constitucional, Engenheiro Civil, Rioprevidência, CEPERJ

Nos termos da ordem econômica instituída e regulada pela Constituição Federal de 1988, é correto afirmar que:
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587Q232886 | Matemática, Probabilidade, Psicólogo, DEGASE, CEPERJ

. Considere um dado não viciado, com 6 faces numeradas de 1 a 6. A probabilidade de sair um número maior do que 4 ao se lançar esse dado é:

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588Q115213 | Administração Pública, Analista de Planejamento e Orçamento, SEPLAG RJ, CEPERJ

As autarquias especiais que exercem poder da polícia e controlam atividades econômicas são denominadas:

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589Q14029 | Português, Advogado, CEDERJ, CEPERJ

Texto associado.
OUTRO FRACASSO

Veríssimo, O Globo, 08/09/2013

  Estou escrevendo sem saber se já atacaram a Síria. O que dá para saber sem esperar os fatos é que, mais uma vez, as Nações Unidas não tiveram nada a ver com o assunto. A ONU é um monumento aos melhores sentimentos humanos e ao mesmo tempo uma prova de como os bons sentimentos pouco podem, portanto um monumento à inconsequência.
  O fracasso da ONU na sua missão mais importante, que é evitar as guerras, torna as suas mil e uma utilidades supérfluas. Pouca gente sabe tudo que a ONU faz nos campos da saúde, da agricultura, dos direitos humanos etc., como pouca gente sabia que a Liga das Nações, sua precursora, também promovia cooperação técnica entre nações e programas sociais, além de tentar inutilmente manter a paz. O principal ideal que a ONU herdou da Liga foi a do debate substituindo a guerra, e a racionalidade superando as desavenças tribais. Nisso, suas únicas diferenças da Liga das Nações são que uma sobrevive à frustração que liquidou a outra e tem a adesão dos Estados Unidos, que a outra não tinha.
  Apesar de o presidente americano durante a Primeira Guerra Mundial, Woodrow Wilson, ter sido um entusiasta da Liga que acabaria com todas as guerras, o Congresso americano rejeitou a participação dos Estados Unidos na organização, o que matou Wilson de desgosto. O Congresso aprovou a entrada do país na ONU depois da Segunda Guerra, mas a antipatia continuou. O desdém pela ONU ou por qualquer entidade supranacional é uma constante do conservadorismo americano. E, no entanto, a ONU já dura mais que o dobro que durou a Liga das Nações. Ela também é um monumento à perseverança sem nada que a justifique.
  Talvez se deva adotar a ONU como símbolo justamente dessa insensata insistência, dessa inconsequência heroica. Com todas as suas contradições e frustrações, ela representa a teimosia da razão em existir num mundo que teima em desmoralizá-la. Pode persistir como uma cidadela do Bem, na falta de palavra menos vaporosa, nem que seja só pra gente fingir que acredita neles, na ONU e no Bem, porque a alternativa é a desistência. É aceitar que, incapaz de vencer o desprezo e a prepotência dos que a desacreditam, a ideia de uma comunidade mundial esteja começando a sua segunda agonia.
  A Liga das Nações durou até 1946, mas agonizou durante 20 sangrentos anos, até morrer de irrelevância. A ONU, depois de mais este fracasso, só terá levado mais tempo para se convencer de sua própria irrelevância
“O fracasso da ONU na sua missão mais importante, que é evitar as guerras, torna as suas mil e uma utilidades supérfluas. Pouca gente sabe tudo que a ONU faz nos campos da saúde, da agricultura, dos direitos humanos etc., como pouca gente sabia que a Liga das Nações, sua precursora, também promovia cooperação técnica entre nações e programas sociais, além de tentar inutilmente manter a paz”.

O período abaixo cujo significado é incoerente em função do que está expresso nesse segmento do texto é:
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590Q10982 | Pedagogia, Diretor Adjunto de Unidade Escolar, SEDUC RJ, CEPERJ

O desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é uma variável da avaliação externa que faz parte da seguinte dimensão estruturante do IFC/RS:
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591Q14587 | Português, Assistente Social, VIVA COMUNIDADE VIVA RIO, CEPERJ

Texto associado.
OUTRO PARADIGMA: ESCUTAR A NATUREZA

Agora que se aproximam grandes chuvas, inundações, temporais, furacões e deslizamentos de encostas temos que reaprender a escutar a natureza. Toda nossa cultura ocidental, de vertente grega, está assentada sobre o ver. Não é sem razão que a categoria central - ideia - (eidos em grego) significa visão. A televisão é sua expressão maior. Temos desenvolvido até os últimos limites a nossa visão. Penetramos com os telescópios de grande potência até a profundidade do universo para ver as galáxias mais distantes. Descemos às derradeiras partículas elementares e ao mistério íntimo da vida. O olhar é tudo para nós. Mas devemos tomar consciência de que esse é o modo de ser do homem ocidental e não de todos.

Outras culturas, como as próximas a nós, as andinas (dos quéchuas e aimaras e outras) se estruturam ao redor do escutar.Logicamente eles também veem. Mas sua singularidade é escutar as mensagens daquilo que veem. O camponês do altiplano da Bolívia me diz: “eu escuto a natureza, eu sei o que a montanha me diz”. Falando com um xamã, ele me testemunha: “eu escuto a Pachamama e sei o que ela está me comunicando”. Assim, tudo fala: as estrelas, o sol, a lua, as montanhas soberbas, os lagos serenos, os vales profundos, as nuvens fugidias, as florestas, os pássaros e os animais. As pessoas aprendem a escutar atentamente estas vozes. Livros não são importantes para eles porque são mudos, ao passo que a natureza está cheia de vozes. E eles se especializaram de tal forma nesta escuta que sabem ao ver as nuvens, ao escutar os ventos, ao observar as lhamas ou os movimentos das formigas o que vai ocorrer na natureza. 

Quando Francisco Pizarro em 1532 em Cajamarca, mediante uma cilada traiçoeira, aprisionou o chefe inca Atahualpa, ordenou ao frade dominicano Vicente Valverde que com seu intérprete Felipillo lhe lesse o requerimento,um texto em latim pelo qual deviam se deixar batizar e se submeter aos soberanos espanhóis, pois o Papa assim o dispusera. Caso contrário poderiam ser escravizados por desobediência. O inca lhe perguntou donde vinha esta autoridade. Valverde entregou-lhe o livro da Bíblia. Atahaualpa pegou-o e colocou ao ouvido. Como não tivesse escutado nada jogou a Bíblia ao chão. Foi o sinal para que Pizarro massacrasse toda a guarda real e aprisionasse o soberano inca. Como se vê, a escuta era tudo para Atahualpa. O livro da Bíblia não falava nada.

Para a cultura andina tudo se estrutura dentro de uma teia de relações vivas, carregadas de sentido e de mensagens. Percebem o fio que tudo penetra, unifica e dá significação. Nós ocidentais vemos as árvores mas não percebemos a floresta. As coisas estão isoladas umas das outras. São mudas. A fala é só nossa. Captamos as coisas fora do conjunto das relações. Por isso nossa linguagem é formal e fria. Nela temos elaborado nossas filosofias, teologias, doutrinas, ciências e dogmas. Mas esse é o nosso jeito de sentir o mundo. E não é de todos os povos.

Os andinos nos ajudam a relativizar nosso pretenso “universalismo”. Podemos expressar as mensagens por outras formas relacionais e includentes e não por aquelas objetivísticas e mudas a que estamos acostumados. Eles nos desafiam a escutar as mensagens que nos vêm de todos os lados.

Nos dias atuais devemos escutar o que as nuvens negras, as florestas das encostas, os rios que rompem barreiras, as encostas abruptas, as rochas soltas nos advertem. As ciências na natureza nos ajudam nesta escuta. Mas não é o nosso hábito cultural captar as advertências daquilo que vemos. E então nossa surdez nos faz vítimas de desastres lastimáveis. Só dominamos a natureza, obedecendo-a, quer dizer, escutando o que ela nos quer ensinar. A surdez nos dará amargas lições.

Leonardo Boff (Adaptado de: alainet.org/)
Em “Nós ocidentais vemos as árvores mas não percebemos a floresta" (4º parágrafo), o emprego da 1ª pessoa do plural produz o seguinte efeito de sentido:
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592Q327429 | Pedagogia, Professor de Artes, SEDUC RJ, CEPERJ

A aprendizagem dos conteúdos procedimentais, segundo Zabala (1998), compreende ler, desenhar, observar, calcular, classificar, traduzir... Para identificar estas características diferenciais, é preciso situar cada conteúdo procedimental, mas, para se chegar à aprendizagem de um procedimento, é preciso:
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593Q223082 | Português, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

Texto associado.

TEXTO 3

O FUTURO DA EDUCAÇÃO PERANTE A NOVA TECNOLOGIA

Dias de Figueiredo (org.)

"Será que as novas tecnologias vão ser uma ferramenta, a par de outras, para ensinar e aprender?" Sem dúvida! E serão ferramentas com importância crescente. Mas importa esclarecer aqui um aspecto em que a minha visão diverge da habitual. A opinião comum é que essas ferramentas serão usadas principalmente nas escolas. A minha visão é que serão usadas majoritariamente em casa e em centros de recursos publicamente disponíveis (centros estes que evoluirão a partir das bibliotecas públicas). Esta minha opinião baseia se em três razões principais. Primeiro, as escolas não têm condições financeiras para manterem um grande parque de equipamento que se torna obsoleto todos os dois ou três anos, nem para adquirirem um número significativo de licenças de títulos didácticos, sempre em renovação. Segundo, o ritmo de evolução das tecnologias torna incomportável em termos financeiros, e insustentável em termos profissionais, uma formação e reciclagem permanente dos professores "para as tecnologias". Terceiro, as empresas produtoras de suportes e serviços didácticos só conseguem encontrar viabilidade económica para uma prestação de qualidade se se dirigirem ao mercado alargado do grande consumo. Já actualmente, o mercado doméstico de equipamentos e produtos de software é incomparavelmente mais visível do que o mercado das escolas. Não quero dizer com isto que as escolas não explorarão as novas tecnologias. Nada disso! O que pretendo dizer é que o farão de forma muito mais moderada do que seria de esperar, em torno de centros de recursos - esses sim, bem equipados, com um conjunto variado de títulos didácticos, e com uma indispensável ligação às redes electrónicas. Em contrapartida, duvido em absoluto da viabilidade (e justificação) dos cenários, ainda muito defendidos, de escolas com um terminal para cada aluno e com redes internas por todo o lado.

Os principais argumentos do entrevistado no texto 3 se apoiam em:

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594Q795007 | Filosofia, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

Para Platão, o trabalho de conhecer não é tarefa apenas intelectual. É também obra de:
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595Q160001 | Direito Constitucional, Assistente Previdenciário, Rioprevidência, CEPERJ

Alazão pretende obter os registros sobre sua atividade creditícia em organismo que presta serviços para estabelecimentos bancários. Objetivando tal fim, apresenta requerimento ao responsável pelo referido órgão. Em resposta, recebe comunicação de que os seus dados pessoais somente podem ser requisitados pelos estabelecimentos bancários. Nesse caso, nos termos da Constituição Federal, seria cabível a impetração de:

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596Q175105 | Gestão de Pessoas, Diretor Adjunto de Unidade Escolar, SEDUC RJ, CEPERJ

Segundo Robbins (2000:127), as organizações estão progressivamente empreendendo projetos que sejam um tanto incomuns ou únicos, tenham prazos fi nais específi cos, contenham tarefas complexas inter-relacionadas que exijam habilidades especializadas e sejam de caráter:

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597Q14605 | Serviço Social, Assistente Social, VIVA COMUNIDADE VIVA RIO, CEPERJ

O processo de contrarreforma do Estado brasileiro estudado por Behring (2008) está relacionado:
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598Q14609 | Serviço Social, Assistente Social, VIVA COMUNIDADE VIVA RIO, CEPERJ

Em uma instituição do sistema prisional de um determinado estado brasileiro, historicamente o atendimento às famílias dos presos só era realizado às segundas-feiras, dia útil da semana e quando a maioria dos familiares ficava impossibilitado de comparecer à instituição, devido a sua atividade de trabalho. Ao ser aprovada em concurso público, tomar posse e assumir as atividades na instituição, a assistente social Joana questionou o procedimento burocrático e levou a situação para discussão na reunião de equipe. A profissional buscou refletir junto a seus colegas por que o atendimento às famílias só poderia ocorrer às segundas-feiras, já que nos finais de semana também havia profissionais de Serviço Social na instituição. Um de seus colegas, o assistente social Daniel ressaltou que o atendimento nesse dia da semana teria sido determinação da direção da instituição e que, num determinado momento, a equipe decidiu acatá-la, para não se indispor com a referida direção. Após forte debate dos profissionais sobre a situação, decidiu-se que o posicionamento da equipe, a ser levado à direção, seria o de manter um profissional de plantão todos os dias da semana, inclusive em dias de visita, de maneira que todos os familiares que comparecessem ao setor e desejassem atendimento, pudessem ser ouvidos.

Analisando a situação apresentada à luz dos deveres da Assistente Social nas suas relações com os usuários descritos no Código de Ética, é possível compreender que o posicionamento:
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600Q249908 | Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, Adoção, Técnico de Suporte e Comunicação TI, DEGASE, CEPERJ

No concernente à Guarda, consoante as regras do Estatuto da Criança e do Adolescente, é correto afirrmar que:

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