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Questões de Concursos CEPROS

Resolva questões de CEPROS comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


361Q1070869 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Processo Seletivo Tradicional 2017 2 AGRESTE, CESMAC, Cepros

Entre os constitutivos essenciais da natureza racional do ser humano, a liberdade ocupa um papel definitivo. Neste pressuposto, podemos definir ‘liberdade’ como sendo:
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362Q947765 | Arquivologia, Interpretação de Textos, Prova de Medicina20192 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Texto associado.
O FUTURO NA BALANÇA

Se, na década de 1970, o principal entrave ao desenvolvimento das crianças brasileiras era a desnutrição, hoje, quase 50 anos depois, a preocupação pende para o oposto da balança. “A obesidade é a maior epidemia de todos os tempos e não deixou o Brasil de fora”, sentenciam peritos da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Trata-se de um problema que afeta gente de todas as idades – a prevalência entre os adultos aumentou 60% no país de 2006 a 2016! E começa cada vez mais cedo. Entre meninos e meninas de 5 a 9 anos, 33% já estão acima do peso, e 15% são considerados obesos. Nesse ritmo, a estimativa é que a obesidade atinja 11,3 milhões de brasileirinhos em 2025. E por que os especialistas se inquietam tanto com isso? Uma criança obesa tem 80% de chance de se tornar um adulto obeso, alertam os especialistas.

A essa condição está associada nada menos que 26doenças crônicas, como pressão alta e diabetes do tipo 2 – problemas que deixaram de ser exclusividade de gente grande. Nesse cenário, vislumbra-se, pela primeira vez na história recente, uma geração que poderá viver menos e pior que seus pais.

Não é à toa que o combate à obesidade foi alçado em prioridade para o governo, que aposta em ações de estímulo ao aleitamento materno, à prática de atividade física e à mudança do comportamento alimentar.

Ironicamente, uma criança acima do peso até pode ser considerada desnutrida.

(Revista Saúde. Abril, set. 2018, p. 48. Adaptado)
A sintaxe da língua portuguesa prevê normas para o uso da flexão verbal, em concordância com o sujeito da construção frasal. Como também prevê normas que regulam a regência entre verbos e seus complementos. Com base nesses princípios, analise as alternativas seguintes e identifique aquela que está inteiramente conforme tais normas.
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363Q678713 | Conhecimentos Gerais, Política, Prova de Medicina20201 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim, segundo a Constituição Brasileira, assegurar a todos existência digna e justiça social, conforme os seguintes princípios
1) Busca do pleno emprego 2) Propriedade privada 3) Redução das desigualdades sociais e regionais 4) Atrelamento dos sindicatos ao Governo Federal 5) Propriedade estatal dos meios de produção.

Está(ão) correto(s)
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364Q686138 | Biologia, Vírus e bactérias, Prova de Medicina20192 2° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

A sífilis é uma infecção bacteriana sexualmente transmissível, causada por Treponema pallidum. Sobre este assunto, é incorreto afirmar que:
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365Q681093 | Inglês, Dia 1, CESMAC, CEPROS, 2018

Texto associado.
Read the text below and answer the following question.

Is it time you went on a social media detox?

In today's world, social media is central to our lives. It helps us to stay in touch with our friends, promote our work, and follow the latest news. How do these networks impact our mental and physical health?
A number of studies have linked social media use with increased levels of depression, anxiety, and isolation.
Social media lovers have twice the risk of depression, compared with their less enthusiastic peers.
Research has revealed that younger and older users alike are in danger of breaking under the pressure of unachievable standards of beauty and success.
Among young adult users, social media notably increases the incidence of anxiety and depression, according to the results of a sizeable study conducted in 2016.
In fact, the researchers saw that users who frequently checked their accounts had a more than twice as high a risk of depression than their less social media-oriented peers.
This may partly be due to the fact that social networks create an artificial need to be available 24/7, to respond to messages and emoji reactions instantly. But this attitude creates an unnecessary amount of low-key stress that takes its toll on our emotional well-being.
And, despite the fact that such platforms are supposed to enhance our sense of connectedness with other people, research has found that they actually have the opposite effect: they render dedicated users lonelier and more isolated.
However, this shouldn't really surprise us. The hyperconnectedness takes place at a superficial level, eliminating all of the extra elements that make communication more valuable and psychologically constructive.
Such elements include eye contact, body language, the possibility of listening for changes in our interlocutor's tone of voice, or the possibility of physical touch.
An over-active social media presence can leave its mark not just on our mental health, but also on our physical health — particularly by altering our sleep patterns.
Lastly, researchers have proven that our commitment to social media platforms can negatively affect our commitment to our own creative and professional lives in complex ways.

Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/321498.php?sr> Acessado em 19 de outubro de 2018.
Not so enthusiastic social media users
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366Q678699 | Inglês, Prova de Medicina20201 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Texto associado.
Read the text below and answer the following question based on it.

Can lifestyle changes reverse coronary heart disease? The Lifestyle Heart Trial.

Abstract

In a prospective, randomised, controlled trial to determine whether comprehensive lifestyle changes affect coronary atherosclerosis after 1 year, 28 patients were assigned to an experimental group (low-fat vegetarian diet, stopping smoking, stress management training, and moderate exercise) and 20 to a usual-care control group. 195 coronary artery lesions were analysed by quantitative coronary angiography. The average percentage diameter stenosis regressed from 40.0 (SD 16.9)% to 37.8 (16.5)% in the experimental group yet progressed from 42.7 (15.5)% to 46.1 (18.5)% in the control group. When only lesions greater than 50% stenosed were analysed, the average percentage diameter stenosis regressed from 61.1 (8.8)% to 55.8 (11.0)% in the experimental group and progressed from 61.7 (9.5)% to 64.4 (16.3)% in the control group. Overall, 82% of experimental-group patients had an average change towards regression. Comprehensive lifestyle changes may be able to bring about regression of even severe coronary atherosclerosis after only 1 year, without use of lipidlowering drugs

Adaptado de:
<https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1973470> Acessado
em 27 de outubro de 2017.
The research conducted showed that
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367Q947767 | Português, Interpretação de Textos, Prova de Medicina20192 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Texto associado.
A LINGUAGEM

A linguagem humana é inseparável do homem e segue-o em todos os seus atos. É um instrumento graças ao qual o homem modela seu pensamento, seus sentimentos, suas emoções, seus esforços, sua vontade e seus atos. É o instrumento graças ao qual influencia e é influenciado, a base última e mais profunda da sociedade humana. Mas é também um recurso indispensável do homem, seu refúgio nas horas solitárias em que o espírito luta com a existência, e quando o conflito se resolve no monólogo do poeta e na meditação do pensador.

Antes mesmo do primeiro despertar da nossa consciência, as palavras já ressoavam à nossa volta, pronta para envolver os primeiros germes frágeis de nosso pensamento e nos acompanhar inseparavelmente através da vida. Está presente desde as mais humildes ocupações da vida cotidiana, aos momentos mais sublimes e mais íntimos dos quais a vida de todos os dias retira, graças às lembranças encarnadas pela linguagem, força e calor.

A linguagem não é um simples acompanhante do homem, mas um fio profundamente tecido na trama do pensamento e do convívio social; para o indivíduo, ela é o tesouro da memória e a consciência vigilante transmitida de pai para filho.

Para o bem e para o mal, o desenvolvimento da linguagem está tão inexplicavelmente ligado ao da personalidade de cada indivíduo, da terra natal, da nação, da humanidade, da própria vida, que é possível indagar-se se ela não passa de um simples reflexo ou se ela não é tudo isto: a própria fonte de desenvolvimento dessas coisas.

É por isso que a linguagem cativou o homem enquanto objeto de deslumbramento e de descrição, na poesia e na ciência.

Louis Hjelmslev. Prolegômenos a uma teoria da linguagem. São Paulo: Perspectiva, 1975. Adaptado
Conforme o Texto 3, a complexidade das ações de linguagem decorre do fato de a linguagem:
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368Q678722 | Sociologia, Prova de Medicina20201 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Quando falamos em herança social, estamos nos referindo
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369Q681065 | Física, Conteúdos Básicos, Dia 2, CESMAC, CEPROS, 2018

Cientistas estimam que o corpo humano adulto possui cerca de 3,7 trilhões de células. A ordem de grandeza desse número é igual a:
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370Q681079 | Português, Interpretação de Textos, Dia 1, CESMAC, CEPROS, 2018

Texto associado.

Nós, os brasileiros.


Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil.

Como sempre, eles falam da floresta amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores e olhos de serpentes hirtas acariciando esses corpos como dedos amorosos”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos. Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.

Nas minhas idas ao Exterior, onde convivi, sobretudo com escritores, professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta –, fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.

– A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma Universidade americana famosa: – Mas a senhora é loira!

Depois de ler, num Congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um de meus romances traduzidos em inglês, ouvi de um senhor, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:

– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!

Pior ainda, no Canadá, alguém exclamou incrédulo:

– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?

A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece livro brasileiro, pois não fala nem de plantas, nem de índios, nem de bichos.”

Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também é culpa nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.

Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e ... matos.

E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens neuróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.

E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa!


(Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2009, p. 49-51)

A crônica de Lya Luft trata de tema culturalmente relevante, pois aborda:
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371Q681088 | Literatura, Escolas Literárias, Dia 1, CESMAC, CEPROS, 2018

A região Nordeste, e sua realidade sofrida, dura e frequentemente castigada pelas agruras de grandes estiagens, foi tema de grandes produções literárias, entre as quais convém citar as obras:
1) Vidas Secas, de Graciliano Ramos, à volta de personagens, como Fabiano, Sinhá Vitória, os filhos e a cachorra Baleia. 2) O Quinze, de Rachel de Queiroz, que narra o drama da seca de 1915: “o cenário é a caatinga, caracterizada pela seca que devasta a vegetação e o solo, e castiga seus habitantes.” 3) Seara Vermelha, de Jorge Amado, que gira em torno da saga de migrantes nordestinos que fogem da privação provocada pela seca.
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372Q681097 | Conhecimentos Gerais, Dia 1, CESMAC, CEPROS, 2018

O Modernismo, como fenômeno cultural e artístico, se disseminou a partir da Europa, entre fins do século XIX e princípio do século XX. Através das diferentes formas de expressão, como música, pintura, arquitetura, esse movimento
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373Q681109 | Filosofia, Ética e Liberdade, Dia 1, CESMAC, CEPROS, 2018

Quando o ser humano consegue agir, conforme sua própria vontade, e, entre várias opções, escolher aquela que sua reta razão lhe diz ser o melhor bem, estamos afirmando que esse mesmo ser humano:
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374Q678684 | Português, Interpretação de Textos, Prova de Medicina20201 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Texto associado.


Se você parar para pensar...


1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”

2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.

3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.

4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)

5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.

(CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado)

A ideia global do Texto pode ser sintetizada conforme a seguinte alternativa:
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375Q678703 | Inglês, Prova de Medicina20201 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Texto associado.
Read the text below and answer the following question based on it.

How we learn things shapes our memory

Humans are constantly learning new things. This ability helps us to grow and adapt to new situations daily. But a new study suggests that different learning mechanisms actually shape how the brain stores memories.

As humans, we have not only survived, but thrived throughout time thanks to our ability to learn and adapt to new situations.

Learning itself is a complex process, and there are different types of learning mechanisms through which the brain stores new information and updates old information.

In general terms, there are two ways of learning that humans use to acquire new information in the long term.

One is by association, or through experience. This is when we learn new things incidentally, just because we happened to come across them, or because we are in a new environment that we are learning to navigate little by little.

The other one is learning by reinforcement. This is when we purposefully set out to learn new information — when we take a language course, for example.

A new study conducted by researchers from the Department of Experimental Psychology, the Wellcome Centre for Integrative Neuroimaging, and the Nuffield Department of Clinical Neurosciences — all in Oxford, United Kingdom — indicates that different learning mechanisms have links to memories stored in different parts of the brain.

The researchers add that not only do we store information differently depending on how we acquire it, but that it may be more or less easy for us to lose or change this information for the same reason.

The researchers also explain that the findings indicate that the brain can store information learned through reinforcement for a long time, while other types of information remain more available for updates.

"We also learned that some of this knowledge is very persistent, and the brain does not forget about it even when it becomes irrelevant, while knowledge acquired through an alternative learning mechanism is more flexible and can more easily be changed to new knowledge," notes KleinFlügge.

When it comes to unlearning or forgetting information, the researchers also note that information acquired incidentally through associations is easier to discard than information acquired through goal-oriented learning.

Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/326826.php> Acessado em 29 de outubro de 2019.
When it comes to storing, retrieving and forgetting information
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376Q678711 | História e Geografia de Estados e Municípios, Prova de Medicina20201 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

A cultura alagoana perdeu em outubro de 2019 uma das suas figuras mais emblemáticas, o historiador Dirceu Accioli Lindoso, que legou a Alagoas uma extensa obra, de que se destaca 'Utopia armada: rebeliões de pobres nas matas do Tombo Real', “1832- 1850" (Paz e Terra, 1983). O foco principal desse estudo volta-se para um movimento social reconhecido como:
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377Q947647 | Geografia, Prova de Medicina 2018, CESMAC, CEPROS, 2018

Um impacto importante do uso da terra e da mudança da camada mais superior da crosta terrestre na Amazônia, com consequências globais, são:
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378Q947759 | Português, Interpretação de Textos, Prova de Medicina20192 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Texto associado.
O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


(1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
(2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
(3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
(4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
(5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
(6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

(Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
No início do parágrafo 3 do Texto 1, o autor formula duas perguntas. Trata-se de uma estratégia do autor para:
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379Q947777 | Inglês, Prova de Medicina20192 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Texto associado.

How Sleep Strengthens Your Immune System


Numerous studies have reported the benefits of a good night’s sleep, and now researchers from Germany have found that sound sleep improves immune cells known as T cells.

“T cells are a type of… immune cells that fight against intracellular pathogens, for example virus-infected cells such as flu, HIV, herpes, and cancer cells,” Stoyan Dimitrov, PhD, told Healthline.

The study found a new mechanism through which sleep can assist the immune system.

“We show that the stress hormones adrenaline and noradrenaline and pro-inflammatory molecules prostaglandins inhibit the stickiness of a class of adhesion molecules called integrins,” Dr. Dimitrov said. “Because the levels of adrenaline, noradrenaline, and prostaglandins are low during sleep time, the stickiness of the integrins is stronger. This stickiness is important because in order for T cells to kill virus-infected cells or cancer cells, they need to get in direct contact with them, and the integrin stickiness is known to promote this contact.”

When cells in the body recognize a virally infected cell, they activate integrins, a sticky type of protein, that then allows them to attach to and kill infected cells.

The researchers compared T cells from healthy volunteers who either slept or stayed awake all night.

They found that in the study participants who slept, their T cells showed higher levels of integrin activation than in the T cells of those who were awake.

The findings indicate that sleep has the potential to improve T cell functioning. For people who get poor sleep, stress hormones may inhibit the ability of T cells to function as effectively.

Less than five hours sleep per night on a regular basis is associated with higher mortality, and having less than seven hours sleep for three nights in a row has the same effect on the body as missing one full night of sleep.

Poor sleep can increase inflammation, blood pressure, insulin resistance, cortisol, weight gain, and cardiovascular disease, as well as decrease blood sugar regulation.

Despite numerous studies proving the negative health impacts of poor sleep, experts say many people still don’t prioritize getting enough sleep.


Adaptado de: <https://www.healthline.com/health-news/how-sleepbolsters-your-immune-system#The-bottom-line> Acessado em 21 de fevereiro de 2019.

Many people do nothing regarding getting more sleep
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380Q681072 | Física, Dia 2, CESMAC, CEPROS, 2018

Toda instalação elétrica tem um sistema de proteção que, por exemplo, desliga os circuitos quando a corrente total excede certo valor. Em uma enfermaria, o sistema de proteção do circuito de iluminação instalado desliga quando a corrente elétrica total atinge 15 A. Considere o circuito de iluminação como sendo um circuito paralelo de lâmpadas com uma fonte de alimentação de 220 V, onde cada lâmpada é de 40 W. Deseja-se melhorar a iluminação da enfermaria sem mudar o sistema de proteção. Calcule o número máximo de lâmpadas que pode ser instalado na enfermaria.
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