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Questões de Concursos CEV URCA

Resolva questões de CEV URCA comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


141Q680577 | Física, Lei da Termodinâmica, Prova 1, URCA, CEV URCA

De acordo com a primeira lei da termodinâmica se, durante um processo isotérmico sofrido por um gás ideal de massa fixa. o gás libera uma quantidade de calor cujo módulo é de 50cal então a variação de energia interna e o trabalho realizado pelo gás neste processo são, respectivamente:


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144Q947388 | História, República Autoritária 1964 1984, História Geografia Português espanhol, URCA, CEV URCA, 2019

“Dizendo que era necessário livrar o país da ameaça comunista e reestabelecer a hierarquia, um grupo formado por civis e militares derrubou João Goulart e tomou o poder. O regime estabelecido por eles durou 21 ano e pode ser chamado de Regime Militar (1964-1985). Sobre este período é correto afirmar:
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145Q680486 | Matemática, Relações Métricas no Triângulo Retângulo, PROVA I, URCA, CEV URCA

SejaABC umtriângulo retângulo, retoem A.Seja h aaltura deABCrelativaaolado BC.Seos catetos medem 3√2cm e 4√2cm, a alturahmede?
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146Q680534 | História, Período EntreGuerras Totalitarismos, PROVA II, URCA, CEV URCA

Umberto Eco (1932-2016) é uma das personalidades que melhor poderiam definir esse regime, pois nele se combinaram a experiência própria, a erudição e a lucidez analítica. Com base nas características abaixo, identifique o regime político o qual Umberto Eco definiu.


1. Culto da tradição, dos saberes arcaicos.

2. Rechaço do modernismo. O Iluminismo, a idade da Razão, são vistos como o princípio da depravação moderna.

3. Culto da ação pela ação. Pensar é uma forma de castração. Por isso a cultura é suspeita, à medida em que é identificada com atitudes críticas.

4. Rechaço do pensamento crítico. O espírito crítico opera distinções e distinguir é sinal de modernidade.

5. Medo ao diferente, racista por definição.

6. Apelo às classes médias frustradas.

7. Nacionalismo e xenofobia.

8. Elitismo, desprezo pelos fracos.

9. Transferência da vontade de poder a questões sexuais. Machismo, ódio ao sexo não-conformista, como a homossexualidade.

Em qual regime abaixo as características se encaixam perfeitamente segundo Humberto Eco?

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147Q947349 | Física, Oscilação e Ondas, Prova ||, URCA, CEV URCA, 2019

A fonte vital de Luz para todos os seres vivos do Planeta Terra é o Sol, outras fontes são provenientes, por exemplo, de diversos tipos de lâmpadas em nosso cotidiano (filamentos incandescentes, fluorescência, diodo emissor de luz, etc.). Conhecimentos elementares sobre a natureza da Luz é fundamental para a formação científica de todos os cidadãos, assim, escolha a alternativa que está em desconforme com uma conceitualização científica sobre as ondas eletromagnéticas:
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148Q680607 | História, Renascimento Científico, Prova 1, URCA, CEV URCA

Pouco depois de 1300 havia começado a decair a maioria das instituições e ideais característicos da época feudal. A cavalaria, o próprio feudalismo, o Santo Império Romano, a autoridade universal do papado e o sistema corporativo iam aos poucos enfraquecendo. O nome tradicionalmente aplicado a essa civilização, que se estende de 1300 a cerca de 1600, é o de Renascença. Sobre este período, podemos apontar corretamente como fatores formadores:
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149Q944595 | Biologia, Estudo dos tecidos, PROVA I, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) Considerando a classificação do tecido conjuntivo como sendo propriamente dito e conjuntivos especiais, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta:
I. Estes tecidos possuem origem mesodérmicas; II. O principal componente das fibras da matriz intercelular é a classe de proteínas conhecidas como colágeno; III. Ao contrário dos epitélios, os tecidos conjuntivos são vascularizados; IV. Os plasmócitos, presente nos tecidos frouxos, surgem pela diferenciação de células totipotentes da medula óssea vermelha; V. Fibroblastos, Adipócitos, Condroblastos e Osteoblastos são células dos tecidos conjuntivos que surgem pela diferenciação de células mesenquimatosas.

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150Q947449 | Química, Sistemas Homogêneos Equilíbrio Químico na Água pH e pOH, Prova I Física Matemática Química Biologia, URCA, CEV URCA, 2019

Dissolveu-se 3,0g de ácido acético em quantidade suficiente de água ate completar 0,5L de solução, sabendo que sua constante de ionização vale 4x10 -5 , determine o pH da solução resultante.
Dado log de 2 = 0,3
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151Q680571 | Física, Resistores e Potência Elétrica, Prova 1, URCA, CEV URCA

Umaquecedordepotência 30kW ficou ligado durante 20 minutos. Desprezandoperdasporenergiatérmica nos fios de ligação, qual a quantidade (aproximada) de energia consumida por esteaparelhonestasituação?

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152Q680543 | Português, Intertextualidade, PROVA II, URCA, CEV URCA

Texto associado.

ESPINHOSEFLORES


Os subúrbios do Rio de Janeiro são a mais curiosa cousa em matéria de edificação de cidade. A topografia do local, caprichosamente montuosa, influiu decerto para tal aspecto, mais influíram, porém, os azares das construções. Nada mais irregular, mais caprichoso, mais sem plano qualquer, pode ser imaginado. As casas surgiam como se fossem semeadas ao vento e, conforme as casas, as ruas se fizeram. Há algumas delas que começam largas como boulevards e acabam estreitas que nem vielas; dão voltas, circuitos inúteis e parecem fugir ao alinhamento reto com um ódio tenaz e sagrado. Às vezes se sucedem na mesma direção com uma frequência irritante, outras se afastam, e deixam de permeio um longo intervalo coeso e fechado de casas. Num trecho, há casas amontoadas umas sobre outras numa angústia de espaço desoladora, logo adiante um vasto campo abre ao nosso olhar uma ampla perspectiva.

Marcham assim ao acaso as edificações e conseguintemente o arruamento. Há casas de todos os gostos e construídas de todas as formas. Vai-se por uma rua a ver um correr de chalets, de porta e janela, parede de frontal, humildes e acanhados, de repente se nos depara uma casa burguesa, dessas de compoteiras na cimalha rendilhada, a se erguer sobre um porão alto com mezaninos gradeados. Passada essa surpresa, olha-se acolá e dá-se com uma choupana de pau-a-pique, coberta de zinco ou mesmo palha, em torno da qual formiga uma população; adiante, é uma velha casa de roça, com varanda e colunas de estilo pouco classificável, que parece vexada a querer ocultar-se, diante daquela onda de edifícios disparatados e novos. Não há nos nossos subúrbios cousa alguma que nos lembre os famosos das grandes cidades européias, com as suas vilas de ar repousado e satisfeito, as suas estradas e ruas macadamizadas e cuidadas, nem mesmo se encontram aqueles jardins, cuidadinhos, aparadinhos, penteados, porque os nossos, se os há, são em geral pobres, feios e desleixados.

Os cuidados municipais também são variáveis e caprichosos. Às vezes, nas ruas, há passeios em certas partes e outras não; algumas vias de comunicação são calçadas e outras da mesma importância estão ainda em estado de natureza. Encontra-se aqui um pontilhão bem cuidado sobre um rio seco e passos além temos que atravessar um ribeirão sobre uma pinguela de trilhos mal juntos. Há pelas ruas damas elegantes, com sedas e brocados, evitando a custo que a lama ou o pó lhes empane o brilho do vestido; há operário de tamancos; há peralvilhos à última moda; há mulheres de chita; e assim pela tarde, quando essa gente volta do trabalho ou do passeio, a mescla se faz numa mesma rua, num quarteirão, e quase sempre o mais bem posto não é que entra na melhor casa. Além disto, os subúrbios têm mais aspectos interessantes, sem falar no namoro epidêmico e no espiritismo endêmico; as casas de cômodos (quem as suporia lá!) constituem um deles bem inédito. Casas que mal dariam para uma pequena família, são divididas, subdivididas, e os minúsculos aposentos assim obtidos, alugados à população miserável da cidade. Aí, nesses caixotins humanos, é que se encontra a fauna menos observada da nossa vida, sobre a qual a miséria paira com um rigor londrino. Não se podem imaginar profissões mais tristes e mais inopinadas da gente que habita tais caixinhas. Além dos serventes de repartições, contínuos de escritórios, podemos deparar velhas fabricantes de rendas de bilros, compradores de garrafas vazias, castradores de gatos, cães e galos, mandingueiros, catadores de ervas medicinais, enfim, uma variedade de profissões miseráveis que as nossas pequena e grande burguesias não podem adivinhar. Às vezes, num cubículo desses se amontoa uma família, e há ocasiões em que os seus chefes vão a pé para a cidade por falta do níquel do trem. Ricardo Coração dos Outros morava em uma pobre casa de cômodos de um dos subúrbios. Não era das sórdidas, mas era uma casa de cômodos dos subúrbios. Desde anos que ele a habitava e gostava da casa que ficava trepada sobre uma colina, olhando da janela do seu quarto para uma ampla extensão edificada que ia da Piedade a Todos os Santos.

Vistos assim do alto, os subúrbios têm a sua graça. As casas pequeninas, pintadas de azul, de branco, de oca, engastadas nas comas verde-negras das mangueiras, tendo de permeio, aqui e ali, um coqueiro ou uma palmeira, alta e soberba, fazem a vista boa e a falta de percepção do desenho das ruas põe no programa um sabor de confusão democrática, de solidariedade perfeita entre as gentes que as habitavam; e o trem minúsculo, rápido, atravessa tudo aquilo, dobrando à esquerda, inclinando-se para a direita, muito flexível nas suas grandes vértebras de carros, como uma cobra entre pedrouços. Era daquela janela que Ricardo espraiava as suas alegrias, as suas satisfações, os seus triunfos e também os seus sofrimentos e mágoas. Ainda agora estava ele lá, debruçado no peitoril, com a mão em concha no queixo, colhendo com a vista uma grande parte daquela bela, grande e original cidade, capital de um grande país, de que ele a modos que era e se sentia ser, a alma, consubstanciado os seus tênues sonhos e desejos em versos discutíveis, mas que a plangência do violão, se não lhes dava sentido, dava um quê de balbucio, de queixume dorido da pátria criança ainda, ainda na sua formação... Em que pensava ele? Não pensava só, sofria também. Aquele tal preto continuava na sua mania de querer fazer a modinha dizer alguma cousa, e tinha adeptos. Alguns já o citavam como rival dele, Ricardo; outros já afirmavam que o tal rapaz deixava longe o Coração dos Outros, e alguns mais – ingratos! – já esqueciam os trabalhos, o tenaz trabalhar de Ricardo Coração dos Outros em prol do levantamento da modinha e do violão, e nem nomeavam o abnegado obreiro.


(TristeFimdePolicarpoQuaresma,pp.160­-165)

Ainda sobre Triste fim de Policarpo Quaresma, podemos afirmar:


I - O texto faz intertextualidade com Dom Quixote; o autor estabelece comparação, tendo em vista que ambos não viviam a realidade, viviam seus sonhos e objetivos, embora parecesse estranho para os outros.

II - A obra está dividida em três partes: na primeira Policarpo começa a apreender violão e busca nas modinhas brasileiras o resgate da cultura. Na segunda, ele se muda para o sítio, buscando assim retirar das terras brasileiras seu sustento e acreditando que com tanta terra fértil, o melhor a ser feito era ser aproveitado. Já na terceira e última parte, o Major busca através de sua participação na revolta transformar o país.

III - Quaresma fica determinado a cumprir seu objetivo, que manda uma carta ao governo, em língua tupi, dando o pontapé inicial aos problemas que o acompanham até o fim do livro.

IV - Policarpo Quaresma era conhecido por todos como Major devido a seu trabalho no Exercito Brasileiro. Era um patriota apaixonado pelo Brasil e além de seu trabalho, era visto com muita curiosidade por todos, já que era um estudioso.


Sobre as afirmativas, é correto afirmar:

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153Q1019083 | Espanhol, Verbos Verbos, Professor de Espanhol, Prefeitura de Milagres CE, CEV URCA, 2018

Texto associado.
La S con la Ch: ¡Schwarzenegger!
Un área clave del cerebro aprende a identificar palabras de un vistazo - Un estudio con ex guerrilleros revela cómo el aprendizaje de la lectura cambia nuestra mente.

Aprender a hablar es espontáneo en nuestra especie, pero aprender a leer no: la escritura se inventó hace sólo 5.000 años, y no ha dado tiempo para que evolucione un órgano mental de la lectura. Aprender a leer es un modelo óptimo para estudiar los mecanismos cerebrales del aprendizaje. Es muy difícil estudiarlo en los niños, porque en ellos todo el cerebro está cambiando por todo tipo de razones. Un grupo de investigadores españoles, británicos y colombianos dirigido por Manuel Carreiras, director del Basque Center on Cognition, Brain and Language (BCBL) de San Sebastián, han salvado esa dificultad de un modo ingenioso: usando ex guerrilleros colombianos analfabetos que estaban aprendiendo a leer. Han podido así demostrar claros cambios estructurales y de conectividad en las áreas lingüísticas del cerebro.
"Tras décadas de lucha", dicen los científicos, "algunos miembros de las fuerzas guerrilleras han empezado a reintegrarse en la sociedad colombiana, generando una población considerable de adultos analfabetos. Tras dejar las armas y volver a la sociedad, algunos han tenido la oportunidad de aprender a leer a los veintitantos años, una situación ideal para investigar los cambios cerebrales asociados a aprender a leer".
Carreiras y sus colegas han examinado por resonancia magnética (MRI) los cerebros de 20 guerrilleros que justo habían completado su programa de alfabetización en español. Y los han comparado con los de otros 22 guerrilleros que aún no habían empezado el curso. Cinco áreas del córtex cerebral muestran más materia gris en los primeros. Dos de las áreas están implicadas en el procesamiento de la información visual y fonológica "de alto nivel". Las áreas visuales del córtex forman una serie jerárquica. La primera área recibe de la retina un vulgar informe de luces y sombras, pero entrega un mapa de fronteras entre luz y sombra, clasificadas por su orientación precisa. La siguiente recibe esas líneas y entrega polígonos, que la otra convierte en formas tridimensionales.
Un área recibe formas concretas (un cubo visto en cierta orientación) y entrega formas abstractas (un cubo visto en cualquier orientación). Más arriba en esa jerarquía hay pequeños grupos de neuronas que significan "Bill Clinton" o "Halle Berry", por citar dos ejemplos reales descubiertos por Christof Koch, un neurocientífico de Caltech (el instituto tecnológico de California). El reconocimiento de las letras y las palabras es otra de estas funciones de alto nivel. El lenguaje, sin embargo, no evolucionó asociado a la visión, sino al oído. Hasta hace 5.000 años, todo el lenguaje era hablado. El aprendizaje de la lectura debe conectar de algún modo la información visual -la forma de las letras y las palabras- con un dispositivo cerebral hecho para analizar sonidos, no imágenes. De ahí el aumento de materia gris en las áreas fonológicas del córtex cerebral.
Con todo, el efecto más notable ocurre en otra zona relacionada con la semántica: el giro angular, algo por detrás de la oreja. También hay cambios en el cuerpo calloso, el haz nervioso que conecta las dos mitades(hemisferios) del cerebro. En este caso no crece la materia gris (los cuerpos de las neuronas), sino la blanca (el conjunto de sus axones). La interpretación más simple es que estos axones extra provienen de los cuerpos neuronales extra de las áreas occipitales. Es decir, que aprender a leer no sólo agranda esas áreas en ambos hemisferios, sino también sus nexos entre un hemisferio y otro.
De hecho, Carreiras ha confirmado en otros voluntarios - 10 ingleses adultos que aprendieron a leer de niños- que el giro angular (y el giro dorsal occipital) izquierdo está fuertemente conectado con el derecho a través del cuerpo calloso. Más aún: a través de la misma zona precisa del cuerpo calloso que antes.Los resultados son muy específicos de la lectura. En un tercer experimento, también con ingleses adultos que aprendieron a leer de niños, los científicos han comparado las zonas cerebrales que se activan al leer y al reconocer objetos. Los dos giros angulares, izquierdo y derecho, aumentaron su conectividad al leer, pero no al reconocer objetos.
Los nuevos datos también descartan la hipótesis predominante sobre la función del giro angular. "La visión tradicional ha sido que el giro angular actúa como un diccionario que convierte las letras de una palabra en sonidos y en significados", explica Carreiras. "Pero nosotros mostramos ahora que su función es más de carácter predictivo, anticipando letras a partir del significado; es similar a la función predictiva para los mensajes del teléfono móvil".
Adaptado de https://elpais.com/diario/2009/10/15/sociedad/1255557601_8 50215.html
(Concurso Milagres/2018) A opção para o uso da forma verbal em negrito no seguinte fragmento do texto, “algunos membros de las fuerzas guerrilleras han empezado a reintegrarse en la sociedade colombiana”, denota ideia temporal de ação:
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154Q680468 | Física, Calorimetria, PROVA I, URCA, CEV URCA

Sobre os conceitos de temperatura e calor podemos dizer que:

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155Q680471 | Física, Espelhos Planos, PROVA I, URCA, CEV URCA

Uma pessoa em frente a um espelho plano se encontra a X metros de sua imagem produzida pelo espelho. A distância entre o espelho e a imagem é:

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156Q680511 | História, Antiguidade Ocidental Gregos, PROVA I, URCA, CEV URCA

“De meados do século XII a cerca de 1340, o desenvolvimento da cristandade latina atinge o seu apogeu. Nesse apogeu a França ocupa o primeiro lugar e o grande movimento de urbanização está no auge. As cidades são uma das principais manifestações e um dos motores essenciais dessa culminação medieval.” (LE GOFF, Jacques. O apogeu da cidade medieval.
Observando o texto do historiador acima e considerando o período histórico da Europa, por ele destacado, pode-se corretamente afirmar:
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157Q1015209 | Libras, Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais, Intérprete de Libras, Prefeitura de Crato CE, CEV URCA, 2021

(CONCURSO CRATO/2021) De acordo com a Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010, o Art. 6º. dispõe cinco atribuições do tradutor e intérprete de Libras, no exercício de suas competências. Analise as afirmativas abaixo e marque V(verdadeiro) e F(falso) de acordo com o Art. 6º: ( ) prestar seus serviços em depoimentos em juízo, em órgãos administrativos ou policiais. ( ) atuar no apoio à acessibilidade aos serviços e às atividades-fim das instituições de ensino e repartições públicas; ( ) realizar interpretação das 2 (duas) línguas de maneira simultânea ou consecutiva e proficiência em tradução e interpretação da Libras e da Língua Portuguesa. ( ) atuar nos processos seletivos para cursos na instituição de ensino e nos concursos públicos; ( ) efetuar comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdos-cegos, surdos-cegos e ouvintes, por meio da Libras para a língua oral e vice-versa; Assinale a alternativa que corresponde a sequência CORRETA:
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158Q947448 | Química, Substâncias e suas propriedades, Prova I Física Matemática Química Biologia, URCA, CEV URCA, 2019

Relativamente as substancias: HCl, H2O, NaCl, fazem-se as seguintes afirmações:
Dados: H (Z=1); Cl (Z=17); O (Z=8) e Na (Z=11)
I. Pertencem a mesma função inorgânica. II. O sal citado pode ser obtido da reação de HCl com NaOH. III.Só a água forma pontes de Hidrogênio. IV. Apresentam o mesmo tipo de ligação em sua estrutura.

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159Q680513 | História, Processo de Independência e Movimentos Nativistas, PROVA I, URCA, CEV URCA

Sobre o movimento historicamente conhecido como Inconfidência Mineira de 1788-9, pode-se corretamente afirmar:
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160Q680522 | Ciências, Propriedades da Água, PROVA II, URCA, CEV URCA

O fato de alguns insetos se locomoverem sobre a superfície da água e algumas espécies de plantas crescerem por cima da superfície da água é também uma das propriedades que deixa as células individualizadas e coesas. Essa propriedade físico-química da água é denominada:

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