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Questões de Concursos CEV URCA

Resolva questões de CEV URCA comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


161Q680522 | Ciências, Propriedades da Água, PROVA II, URCA, CEV URCA

O fato de alguns insetos se locomoverem sobre a superfície da água e algumas espécies de plantas crescerem por cima da superfície da água é também uma das propriedades que deixa as células individualizadas e coesas. Essa propriedade físico-química da água é denominada:

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162Q944610 | História, Medievalidade Europeia, PROVA II, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) O processo histórico ao longo do tempo é marcado por inúmeras transformações sociopolíticas, econômicas, geo-histórias, geopolíticas, territoriais e ideológicas etc. As práticas do trabalho criaram modos de produção que marcaram épocas e regimes de historicidade. Algumas das experiências humanas encerram seus ciclos juntamente com o seu contexto histórico, outras dessas experiências são ressignificadas ou permanecem na longa duração. Acerca dos meios de produção, aquele que foi caracterizado pela terra e por uma economia natural, em que nem o trabalho nem os produtos do trabalho eram mercadorias, e que, o produtor imediato estava ligado ao meio de produção por uma relação social específica na definição legal de servidão, é:
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163Q944636 | Português, Pronomes relativos, PROVA II, URCA, CEV URCA, 2022

Texto associado.
De volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)

O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.

Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.

Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.

Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.

Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.

Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.

(Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.)
(URCA/2022.2) No trecho "Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local.", a palavra QUE é pronome relativo com função de sujeito:
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164Q680517 | Biologia, Fotossíntese, PROVA II, URCA, CEV URCA

Com raras exceções a regra, a energia entra nas cadeias alimentares da vida no nosso planeta a partir de uma substância que repassa essa energia para outros sistemas moléculas. Essa molécula é:

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165Q944607 | História, Antiguidade Oriental Egípcios, PROVA II, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) Leia:

"No decorrer do 4º milênio a.C., o vale do Nilo foi o cenário de um desenvolvimento multiforme e prodigioso das populações que elaboram a primeira civilização histórica: a do Egito dos faraós. Por que em África? Isto explicase muito facilmente quando se pensa no papel de primeira grandeza desempenhado por este continente no decorrer do período paleolítico e neolítico. Longe de ser um ´milagre‘, a civilização egípcia foi apenas, sem dúvida, o coroamento da liderança que a África manteve quase sem interrupção aproximadamente durante os 3000 mil primeiros séculos da humanidade. Mas por que o Egito? Basta ainda olhar para um mapa da África e considerar certas leis sociológicas para ver esclarecerem-se as origens do progresso alcançado pelo Egito". (Joseph Ki-Zerbo, História da África Negra, 2009, p. 79).

Também conhecida por civilização fluvial, o Egito se desenvolveu entre o Mar Mediterrâneo e o Mar Vermelho, dentro do continente Africano, e se caracterizou pela:

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166Q680507 | História, Guerra Fria e seus desdobramentos, PROVA I, URCA, CEV URCA

“Em 3 de janeiro de 1992, realizou-se no auditório de um edifício público em Moscou um encontro de estudiosos russo e norte-americanos. Duas semanas antes a União Soviética tinha deixado de existir e a Federação Russa se tornara um país independente... Em 18 de abril de 1994, duas mil pessoas se concentraram em Serajevo, agitando as bandeiras da Arábia Saudita e da Turquia. Ao desfraldarem essas bandeiras, em vez das da ONU, da OTAN e dos Estados Unidos, esses habitantes de Serajevo se identificavam com seus companheiros muçulmanos e indicavam ao mundo quem eram seus verdadeiros amigos... Em 16 de outubro de 1994, em Los Angeles, 70 mil pessoas desfilaram debaixo de “um mar de bandeiras mexicanas”, em protesto contra a Proposta 187, uma disposição submetida a plebiscito que negaria benefícios estaduais aos imigrantes ilegais e a seus filhos.” (HUNTINGTON, Samuel P. O Choque de Civilizações. Rio de Janeiro: Objeitva, 1996, p. 17-18).
Considerando o mundo pós-Guerra Fria identificado nas passagens textuais acima, assinale a alternativa que expressa corretamente sua(s) característica(s):
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167Q947432 | Física, Gravitação Universal, Prova I Física Matemática Química Biologia, URCA, CEV URCA, 2019

Texto associado.
Neste ano (2019) a comunidade científica astronômica registraram a imagem de um buraco negro. Na equipe de cientistas destacamos a presença da brasileira Lia Medeiros de 28 anos. Em entrevista ela afirma que o interesse por astronomia nasceu na sua formação básica. Ela diz que em seu ensino médio, ela teve a oportunidade de estudar física, cálculo e astronomia. No ensino médio despertou o interesse para entender os buracos negros e a teoria da relatividade geral, o universo. Ela disse que perguntou a seu professor qual o curso que deveria fazer na faculdade para trabalhar comeste assunto e o professor orientou-a a fazer física ou astronomia e ela fez as duas áreas. Em relação a conhecimentos básicos da astronomia estudados na componente física em seu ensino médio, marque a alternativa correta na questão a seguir:
As estrelas se formaram:
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168Q944623 | Geografia, Geografia Física, PROVA II, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) "[...] corresponde a um estado momentâneo da atmosfera num determinado lugar, com relação à combinação de fenômenos como temperatura, umidade, pressão do ar, ventos e nebulosidade; ele pode mudar em poucas horas ou até mesmo de um instante para o outro" (SENE e MOREIRA, 2010, p. 117. Geografia Geral e do Brasil). O texto acima faz referência ao (à):
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169Q680540 | Português, Figuras de Linguagem, PROVA II, URCA, CEV URCA

Texto associado.

ESPINHOSEFLORES


Os subúrbios do Rio de Janeiro são a mais curiosa cousa em matéria de edificação de cidade. A topografia do local, caprichosamente montuosa, influiu decerto para tal aspecto, mais influíram, porém, os azares das construções. Nada mais irregular, mais caprichoso, mais sem plano qualquer, pode ser imaginado. As casas surgiam como se fossem semeadas ao vento e, conforme as casas, as ruas se fizeram. Há algumas delas que começam largas como boulevards e acabam estreitas que nem vielas; dão voltas, circuitos inúteis e parecem fugir ao alinhamento reto com um ódio tenaz e sagrado. Às vezes se sucedem na mesma direção com uma frequência irritante, outras se afastam, e deixam de permeio um longo intervalo coeso e fechado de casas. Num trecho, há casas amontoadas umas sobre outras numa angústia de espaço desoladora, logo adiante um vasto campo abre ao nosso olhar uma ampla perspectiva.

Marcham assim ao acaso as edificações e conseguintemente o arruamento. Há casas de todos os gostos e construídas de todas as formas. Vai-se por uma rua a ver um correr de chalets, de porta e janela, parede de frontal, humildes e acanhados, de repente se nos depara uma casa burguesa, dessas de compoteiras na cimalha rendilhada, a se erguer sobre um porão alto com mezaninos gradeados. Passada essa surpresa, olha-se acolá e dá-se com uma choupana de pau-a-pique, coberta de zinco ou mesmo palha, em torno da qual formiga uma população; adiante, é uma velha casa de roça, com varanda e colunas de estilo pouco classificável, que parece vexada a querer ocultar-se, diante daquela onda de edifícios disparatados e novos. Não há nos nossos subúrbios cousa alguma que nos lembre os famosos das grandes cidades européias, com as suas vilas de ar repousado e satisfeito, as suas estradas e ruas macadamizadas e cuidadas, nem mesmo se encontram aqueles jardins, cuidadinhos, aparadinhos, penteados, porque os nossos, se os há, são em geral pobres, feios e desleixados.

Os cuidados municipais também são variáveis e caprichosos. Às vezes, nas ruas, há passeios em certas partes e outras não; algumas vias de comunicação são calçadas e outras da mesma importância estão ainda em estado de natureza. Encontra-se aqui um pontilhão bem cuidado sobre um rio seco e passos além temos que atravessar um ribeirão sobre uma pinguela de trilhos mal juntos. Há pelas ruas damas elegantes, com sedas e brocados, evitando a custo que a lama ou o pó lhes empane o brilho do vestido; há operário de tamancos; há peralvilhos à última moda; há mulheres de chita; e assim pela tarde, quando essa gente volta do trabalho ou do passeio, a mescla se faz numa mesma rua, num quarteirão, e quase sempre o mais bem posto não é que entra na melhor casa. Além disto, os subúrbios têm mais aspectos interessantes, sem falar no namoro epidêmico e no espiritismo endêmico; as casas de cômodos (quem as suporia lá!) constituem um deles bem inédito. Casas que mal dariam para uma pequena família, são divididas, subdivididas, e os minúsculos aposentos assim obtidos, alugados à população miserável da cidade. Aí, nesses caixotins humanos, é que se encontra a fauna menos observada da nossa vida, sobre a qual a miséria paira com um rigor londrino. Não se podem imaginar profissões mais tristes e mais inopinadas da gente que habita tais caixinhas. Além dos serventes de repartições, contínuos de escritórios, podemos deparar velhas fabricantes de rendas de bilros, compradores de garrafas vazias, castradores de gatos, cães e galos, mandingueiros, catadores de ervas medicinais, enfim, uma variedade de profissões miseráveis que as nossas pequena e grande burguesias não podem adivinhar. Às vezes, num cubículo desses se amontoa uma família, e há ocasiões em que os seus chefes vão a pé para a cidade por falta do níquel do trem. Ricardo Coração dos Outros morava em uma pobre casa de cômodos de um dos subúrbios. Não era das sórdidas, mas era uma casa de cômodos dos subúrbios. Desde anos que ele a habitava e gostava da casa que ficava trepada sobre uma colina, olhando da janela do seu quarto para uma ampla extensão edificada que ia da Piedade a Todos os Santos.

Vistos assim do alto, os subúrbios têm a sua graça. As casas pequeninas, pintadas de azul, de branco, de oca, engastadas nas comas verde-negras das mangueiras, tendo de permeio, aqui e ali, um coqueiro ou uma palmeira, alta e soberba, fazem a vista boa e a falta de percepção do desenho das ruas põe no programa um sabor de confusão democrática, de solidariedade perfeita entre as gentes que as habitavam; e o trem minúsculo, rápido, atravessa tudo aquilo, dobrando à esquerda, inclinando-se para a direita, muito flexível nas suas grandes vértebras de carros, como uma cobra entre pedrouços. Era daquela janela que Ricardo espraiava as suas alegrias, as suas satisfações, os seus triunfos e também os seus sofrimentos e mágoas. Ainda agora estava ele lá, debruçado no peitoril, com a mão em concha no queixo, colhendo com a vista uma grande parte daquela bela, grande e original cidade, capital de um grande país, de que ele a modos que era e se sentia ser, a alma, consubstanciado os seus tênues sonhos e desejos em versos discutíveis, mas que a plangência do violão, se não lhes dava sentido, dava um quê de balbucio, de queixume dorido da pátria criança ainda, ainda na sua formação... Em que pensava ele? Não pensava só, sofria também. Aquele tal preto continuava na sua mania de querer fazer a modinha dizer alguma cousa, e tinha adeptos. Alguns já o citavam como rival dele, Ricardo; outros já afirmavam que o tal rapaz deixava longe o Coração dos Outros, e alguns mais – ingratos! – já esqueciam os trabalhos, o tenaz trabalhar de Ricardo Coração dos Outros em prol do levantamento da modinha e do violão, e nem nomeavam o abnegado obreiro.


(TristeFimdePolicarpoQuaresma,pp.160­-165)

... e acabam estreitas que nem vielas; dão voltas, circuitos inúteis e parecem fugir ao alinhamento reto com um ódio tenaz e sagrado. No excerto acima a voz narrativa utiliza uma figura de linguagem denominada de:

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170Q680568 | Física, Dinâmica, Prova 1, URCA, CEV URCA

De acordo com a segunda lei de Newton, uma partícula sob ação de uma única força "F" possui, em relação à um referencial inercial, uma aceleração "a" de tal forma que "F = m.a" onde "m" é a massa da partícula. Se a massa da partícula for dada em quilograma (kg) e a força em newtons (N) então a aceleração será dada em:
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171Q947393 | Geografia, História Geografia Português espanhol, URCA, CEV URCA, 2019

Sobre os Aspectos Geológicos da América do Sul, indique V para as afirmativas verdadeiras e F para as afirmativas falsas, e assinale a alternativa correta:

( ) Na América do Sul encontramos as seguintes Unidades Geológicas: Plataforma Sul-Americana; Plataforma Patagônica e Sistema de Dobramentos Modernos.

( ) O Sistema de Dobramentos Modernos na América do Sul é representado pela Cordilheira dos Andes.

( ) O Território brasileiro abrange uma parte do Escudo das Guianas, Escudo Brasil Central e Escudo Atlântico.

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172Q947469 | História, Era Vargas 19301954, História Geografia Português Inglês, URCA, CEV URCA, 2019

Na Assembleia Constituinte que elaborou a Constituição de 1934, via-se, entre os homens, uma única mulher. Seu nome era Carlota Pereira de Queirós. Foi ela a primeira mulher a ocupar o cargo de deputada no Brasil. Sua eleição foi fruto da luta das mulheres pelo voto feminino durante a Primeira República. Nessas lutas se destacou a líder feminista Bertha Lutz (1894-1976).
Dentre as principais mudanças introduzidas pela Constituição de 1934, assinale a única alternativa correta:
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173Q680481 | Matemática, Cilindro, PROVA I, URCA, CEV URCA

Um cone e um cilindro circulares retos têm uma base comum e o vértice do cone se encontra no centro da outra base do cilindro. Se o raio da base mede 2cm e a área total do cone mede 4π(√17+1)cm2. Calcule o volume do cilindro.

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174Q680532 | Geografia, Noções Gerais de Urbanização, PROVA II, URCA, CEV URCA

Urbanização é o aumento proporcional da população urbana em relação à população rural. Segundo esse conceito, só ocorre urbanização quando o crescimento da população urbana é superior ao crescimento da população rural. A partir da década de 1950, o processo de urbanização no Brasil tornou-se cada vez mais acelerado. Isso se deve sobretudo:
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175Q680583 | Matemática, Polígonos, Prova 1, URCA, CEV URCA

Em um polígono de n lados, a razão entre o número de diagonais e o número de diagonais que partem de um vértice vale 7. Então n é igual a:

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176Q680603 | História, Antiguidade Ocidental Gregos, Prova 1, URCA, CEV URCA

Entre as civilizações europeias da Antiguidade, a grega foi aquela que levou ao mundo ocidental elementos essenciais para a sua constituição, por exemplo, a concepção democrática de governo, na cidade de Atenas, e o processo de racionalização (da busca pelo "logos", pela razão) da realidade com o método filosófico, em cidades como Mileto e Samos, ou a medicina ocidental com suas bases nos métodos dos Hipócartes e Galeno.
Sobre esta Civilização, assinale a alternativa CORRETA:
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178Q680595 | Química, Representação das transformações químicas, Prova 1, URCA, CEV URCA

Observe os dados abaixo, considerados a 25º C e 1 atm:
ΔH de formação do CO2 = ­- 94,1 kcal ΔH de formação do H2O = ­- 68,3 kcal ΔH de formação do etanol (C2H6O) = -­ 66,1 kcal.
A quantidade de calor (em kcal) desprendida na reação de combustão completa de 0,5 mol de etanol (C2H6O), é:
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179Q944586 | Química, Sistemas Gasosos, PROVA I, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) O alumínio reage com o ácido sulfúrico para formar sulfato de alumínio e hidrogênio. Qual é o volume de gás hidrogênio em litros (L) produzido a 300 K e pressão de 1,0 atm, quando 5,4 g de alumínio e 50,0 mL de ácido sulfúrico 5,0 M são misturados para a reação? Considere: massa molar do alumínio = 27, 0g/mol; R = 0, 082atm.L.mol−1K−1.
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180Q944628 | História e Geografia de Estados e Municípios, PROVA II, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) "Desde o século XIX que a Bacia da Chapada do Araripe vem sendo objeto de estudo por parte de renomados pesquisadores das mais variadas origens. Estes estudos e pesquisas ratificam a importância deste contexto como um dos mais representativos [...] notadamente por seus registros do Período Cretáceo, não apenas pela quantidade como pela qualidade da preservaçãodos exemplares encontrados"(Museu de Paleontologia de Santana do Cariri - Plácido Cidade Nuvens).
O texto acima diz respeito:
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