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Questões de Concursos CEV URCA

Resolva questões de CEV URCA comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


241Q680578 | Física, Resistores e Potência Elétrica, Prova 1, URCA, CEV URCA

Um resistor ohmico é percorrido por uma corrente elétrica de intensidade 0,2ampères quando submetido a uma voltagem elétrica de 6volts. Podemos dizer que este resistor possui:

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242Q680584 | Matemática Financeira, Juros compostos, Prova 1, URCA, CEV URCA

Uma loja vende um celular em três pagamentos da seguinte forma: o primeiro no valor de R$262,00 no ato da compra, o segundo de R$275,00 um mês depois e o último de R$363,00 dois meses após a compra. O cliente também pode comprar o celular à vista por R$900,00. Sabendo que a loja cobra uma taxa de juros compostos de 10% ao mês, do ponto de vista da matemática financeira, assinale a alternativa CORRETA:
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243Q947358 | Matemática, Polígonos, Prova ||, URCA, CEV URCA, 2019

As dimensões de um paralelepípedo retângulo são dadas por a cm, b cm e 3a cm. Sabendo que o volume desse paralelepípedo é 240 cm3 e sua área total é 256 cm2 , determine em cm o valor de a.
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244Q944575 | Matemática, Função de 1 Grau ou Função Afim, PROVA I, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) Sejam x e y números reais que satisfazem as desigualdades −3 ≤ −x ≤ −2 e 1 ≤ y ≤ 5. É correto afirmar que
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245Q947411 | Espanhol, História Geografia Português espanhol, URCA, CEV URCA, 2019

Texto associado.

LA UNIDAD DEL ESPAÑOL


En su intervención Villanueva ha descrito los momentos más transcendentales de la historia del español: «El primero es, obviamente, el fundacional, la constitución del romance castellano y su expansión por la Península ocupada por los árabes. El segundo comienza en 1492, el año de la Gramática de Nebrija, con la llegada de Colón a América. Y el tercero es el que hace del español una lengua ecuménica, la segunda por el número de hablantes nativos en todo el mundo: con este tercer momento me refiero al proceso de la independencia y constitución de las Repúblicas americanas a partir de finales del segundo decenio del siglo XIX».

El director de la RAE ha subrayado que «en la unidad de nuestra lengua universal, bien perceptible hoy gracias a la fluida comunicación que la movilidad de las personas y la transmisión a través de los medios de nuestras respectivas hablas facilita, tuvo mucho que ver, en este trascendental siglo XIX, la labor académica».

Darío Villanueva explicó que en 1871 se creó la Academia Colombiana de la Lengua, «la decana, detrás de la RAE, de las hoy existentes. La penúltima, cronológicamente hablando, sería precisamente la ANLE, constituida en 1973. La última establecida hasta el momento, ya en pleno siglo XXI, ha sido la del único país de África que tiene el español como lengua oficial: La Academia Ecuatoguineana. Sería de desear que esa nómina se cerrase con una vigesimocuarta Academia, que no sería otra que la del judeoespañol, la lengua que los judíos sefardíes, expulsados de España en 1492, mantuvieron viva hasta hoy en sus comunidades extendidas por gran parte de Europa, por el Imperio Otomano y algunos enclaves del Nuevo Mundo».

Texto extraído de www.rae.es

O texto apresenta e discute sobre algumas questões relevantes do idioma espanhol no decorrer da história, como, por exemplo:
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246Q944638 | Português, Interpretação de Textos, PROVA II, URCA, CEV URCA, 2022

Texto associado.
De volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)

O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.

Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.

Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.

Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.

Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.

Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.

(Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.)
(URCA/2022.2) O trecho "A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros" traduz a ideia de que o autor:
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247Q680523 | Biologia, A química da vida, PROVA II, URCA, CEV URCA

Os lipídios são substâncias caracterizadas por baixa capacidade de dissolução em água. Marque a alternativa INCORRETA sobre a importância dos lipídios para os seres vivos.

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248Q680544 | Português, PROVA II, URCA, CEV URCA

Texto associado.

ESPINHOSEFLORES


Os subúrbios do Rio de Janeiro são a mais curiosa cousa em matéria de edificação de cidade. A topografia do local, caprichosamente montuosa, influiu decerto para tal aspecto, mais influíram, porém, os azares das construções. Nada mais irregular, mais caprichoso, mais sem plano qualquer, pode ser imaginado. As casas surgiam como se fossem semeadas ao vento e, conforme as casas, as ruas se fizeram. Há algumas delas que começam largas como boulevards e acabam estreitas que nem vielas; dão voltas, circuitos inúteis e parecem fugir ao alinhamento reto com um ódio tenaz e sagrado. Às vezes se sucedem na mesma direção com uma frequência irritante, outras se afastam, e deixam de permeio um longo intervalo coeso e fechado de casas. Num trecho, há casas amontoadas umas sobre outras numa angústia de espaço desoladora, logo adiante um vasto campo abre ao nosso olhar uma ampla perspectiva.

Marcham assim ao acaso as edificações e conseguintemente o arruamento. Há casas de todos os gostos e construídas de todas as formas. Vai-se por uma rua a ver um correr de chalets, de porta e janela, parede de frontal, humildes e acanhados, de repente se nos depara uma casa burguesa, dessas de compoteiras na cimalha rendilhada, a se erguer sobre um porão alto com mezaninos gradeados. Passada essa surpresa, olha-se acolá e dá-se com uma choupana de pau-a-pique, coberta de zinco ou mesmo palha, em torno da qual formiga uma população; adiante, é uma velha casa de roça, com varanda e colunas de estilo pouco classificável, que parece vexada a querer ocultar-se, diante daquela onda de edifícios disparatados e novos. Não há nos nossos subúrbios cousa alguma que nos lembre os famosos das grandes cidades européias, com as suas vilas de ar repousado e satisfeito, as suas estradas e ruas macadamizadas e cuidadas, nem mesmo se encontram aqueles jardins, cuidadinhos, aparadinhos, penteados, porque os nossos, se os há, são em geral pobres, feios e desleixados.

Os cuidados municipais também são variáveis e caprichosos. Às vezes, nas ruas, há passeios em certas partes e outras não; algumas vias de comunicação são calçadas e outras da mesma importância estão ainda em estado de natureza. Encontra-se aqui um pontilhão bem cuidado sobre um rio seco e passos além temos que atravessar um ribeirão sobre uma pinguela de trilhos mal juntos. Há pelas ruas damas elegantes, com sedas e brocados, evitando a custo que a lama ou o pó lhes empane o brilho do vestido; há operário de tamancos; há peralvilhos à última moda; há mulheres de chita; e assim pela tarde, quando essa gente volta do trabalho ou do passeio, a mescla se faz numa mesma rua, num quarteirão, e quase sempre o mais bem posto não é que entra na melhor casa. Além disto, os subúrbios têm mais aspectos interessantes, sem falar no namoro epidêmico e no espiritismo endêmico; as casas de cômodos (quem as suporia lá!) constituem um deles bem inédito. Casas que mal dariam para uma pequena família, são divididas, subdivididas, e os minúsculos aposentos assim obtidos, alugados à população miserável da cidade. Aí, nesses caixotins humanos, é que se encontra a fauna menos observada da nossa vida, sobre a qual a miséria paira com um rigor londrino. Não se podem imaginar profissões mais tristes e mais inopinadas da gente que habita tais caixinhas. Além dos serventes de repartições, contínuos de escritórios, podemos deparar velhas fabricantes de rendas de bilros, compradores de garrafas vazias, castradores de gatos, cães e galos, mandingueiros, catadores de ervas medicinais, enfim, uma variedade de profissões miseráveis que as nossas pequena e grande burguesias não podem adivinhar. Às vezes, num cubículo desses se amontoa uma família, e há ocasiões em que os seus chefes vão a pé para a cidade por falta do níquel do trem. Ricardo Coração dos Outros morava em uma pobre casa de cômodos de um dos subúrbios. Não era das sórdidas, mas era uma casa de cômodos dos subúrbios. Desde anos que ele a habitava e gostava da casa que ficava trepada sobre uma colina, olhando da janela do seu quarto para uma ampla extensão edificada que ia da Piedade a Todos os Santos.

Vistos assim do alto, os subúrbios têm a sua graça. As casas pequeninas, pintadas de azul, de branco, de oca, engastadas nas comas verde-negras das mangueiras, tendo de permeio, aqui e ali, um coqueiro ou uma palmeira, alta e soberba, fazem a vista boa e a falta de percepção do desenho das ruas põe no programa um sabor de confusão democrática, de solidariedade perfeita entre as gentes que as habitavam; e o trem minúsculo, rápido, atravessa tudo aquilo, dobrando à esquerda, inclinando-se para a direita, muito flexível nas suas grandes vértebras de carros, como uma cobra entre pedrouços. Era daquela janela que Ricardo espraiava as suas alegrias, as suas satisfações, os seus triunfos e também os seus sofrimentos e mágoas. Ainda agora estava ele lá, debruçado no peitoril, com a mão em concha no queixo, colhendo com a vista uma grande parte daquela bela, grande e original cidade, capital de um grande país, de que ele a modos que era e se sentia ser, a alma, consubstanciado os seus tênues sonhos e desejos em versos discutíveis, mas que a plangência do violão, se não lhes dava sentido, dava um quê de balbucio, de queixume dorido da pátria criança ainda, ainda na sua formação... Em que pensava ele? Não pensava só, sofria também. Aquele tal preto continuava na sua mania de querer fazer a modinha dizer alguma cousa, e tinha adeptos. Alguns já o citavam como rival dele, Ricardo; outros já afirmavam que o tal rapaz deixava longe o Coração dos Outros, e alguns mais – ingratos! – já esqueciam os trabalhos, o tenaz trabalhar de Ricardo Coração dos Outros em prol do levantamento da modinha e do violão, e nem nomeavam o abnegado obreiro.


(TristeFimdePolicarpoQuaresma,pp.160­-165)

Às vezes, nas ruas, há passeios em certas partes e outras não. No termo em destaque temos um caso da utilização do acento grave. A alternativa em que o acento indicativo de crase não procede é:

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249Q947348 | Física, Eletricidade, Prova ||, URCA, CEV URCA, 2019

O fenômeno da eletrização é bastante perceptível no nosso dia-a-dia (eletrização por atrito, contato, indução). Passagens de cargas elétricas podem ser sentidas quando cargas são transferidas para o nosso corpo. É preciso uma formação científica básica de todos sobre os fenômenos elétricos principalmente para lidarmos seguramente com os dispositivos elétricos do cotidiano. Especificamente em relação à eletrostática escolha a alternativa aceitável cientificamente:
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251Q944588 | Química, Soluções características, PROVA I, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) Aproximadamente, quantos mililitros de H2SO4 0,5 molar são necessários para dissolver 0,5 g de carbonato de cobre (II)? Considere as massas molares (g/mol): H=1; C=12; O=16; S=32; Cu=63,5.
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252Q947418 | Espanhol, História Geografia Português espanhol, URCA, CEV URCA, 2019

Texto associado.

EL CUERPO ES UNA AVENTURA


Hoy es el Día Mundial contra el Cáncer de Mama, y apoyar la investigación científica se hace más imprescindible que nunca: solo así las enfermedades dejarán de ser lo que son. Y la verdad es que los estudios más recientes dejan margen al optimismo. Con Noelia Morales, creadora de la firma de lencería Anna Bonny, hemos hablado de los avances y de la vida tras una mastectomía, de feminidad y de felicidad.

“Creo que estamos en un momento muy interesante para la investigación. Hay mucha prevención y uno va perdiendo el miedo al diagnóstico”, explica Noelia. El oncólogo Josep Baselga, uno de Los Imprescindibles de la campaña de la Obra Social ”la Caixa” y director del Vall d’Hebron Instituto de Oncología, lidera uno de los avances más prometedores: la detección precoz mediante un análisis de sangre. Además, la investigación también puede cambiar por completo la idea que tenemos de laenfermedad. Por ejemplo: en lugar de matar el cáncer con fármacos, se ha demostrado que podemos enseñar a nuestro sistema inmunológico a reconocerlo y a defenderse ante él.

A Noelia Morales le practicaron una mastectomía radical en el 2015. Ella tampoco vio el cáncer como un enemigo instalado en su cuerpo, sino como un fallo consecuencia de que no somos perfectos. Frente a una metáfora de guerra, escogió la de una aventura: un camino del que no sabes el final y que conlleva riesgos. Texto adaptado de:

https://miradasconalma.org/personas/cuerpo-una-aventura-pirata/

De acordo com a discussão levantada no texto, é correto dizer que:
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253Q944605 | Biologia, PROVA I, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) Considerando os pressupostos estabelecidos pela Ecologia e a conservação da natureza, tem se tornado cada vez mais preocupante a extensa lista de ameaças ambientais. O desenvolvimento e a aplicação daideia de sustentabilidade ambiental torna-se, nesse contexto, importante para a construção de uma visão comprometida e atuante da Ecologia. Neste sentido, considerando o histórico da evolução das ideias de conservação dos ambientes e dos recursos naturais, assinale a alternativa correta:
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256Q957599 | Português, Técnico de Enfermagem, Prefeitura de Brejo Santo CE, CEV URCA, 2025

Dado a fragmento: “A filha tentava convencer a mãe a ir à praia”, marque a opção em que há uso inadequado do uso da crase:
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257Q944573 | Física, PROVA I, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) É possível observar dois tipos de miragens. Há a chamada miragem inferior usualmente observadas, por exemplo, no asfalto quente de uma estrada ou num deserto. Nestes casos as camadas de ar mais próximas da superfície do asfalto quente ou do deserto quente se tornam, por bastante absorção de calor, mais rarefeitas do que as camadas superiores e vemos no asfalto ou deserto uma imagem como se fosse uma poça de água ou o reflexo de uma árvore, por exemplo. Mas há também a miragem superior em que podemos ver, por exemplo, um navio no mar como se estivesse flutuando acima da superfície da água (sensação de “navio fantasma”). Qual das alternativas a seguir melhor descreve fisicamente a miragem superior?
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258Q944597 | Biologia, Introdução aos estudos das Plantas, PROVA I, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) Assinale a alternativa que representa a importância da obtenção de estacas com gemas laterais nos processos de estaquia e enxertia.
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259Q685781 | Química, Termoquímica Energia Calorífica, Prova I Física Matemática Química Biologia, URCA, CEV URCA, 2019

Dadas as equações termoquímicas a seguir:
I. H2(g) + O2(g) H2O(l) ΔH = -68 Kcal/mol II. C(g) + O2(g) CO2(g) ΔH = -94 Kcal/mol III.C2H5OH(l) + O2(g) CO2(g) + H2O(l) ΔH = -327 Kcal/mol

A entalpia de formação do etanol será:
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260Q947421 | Espanhol, História Geografia Português espanhol, URCA, CEV URCA, 2019

Texto associado.

La lectura es una actividad múltiple. Cuando leemos, y comprendemos lo que leemos, nuestro sistema cognitivo identifica las letras, realiza una transformación de letras en sonidos, construye una representación fonológica de las palabras, accede a los múltiples significados de ésta, selecciona un significado apropiado al contexto, asigna un valor sintáctico a cada palabra, construye el significado de la frase para elaborar el sentido global del texto y realiza inferencias basadas en el conocimiento del mundo. La mayoría de estos procesos ocurren sin que el lector sea consciente de ellos; éstos son muy veloces, pues la comprensión del texto tiene lugar casi al mismo tiempo que el lector desplaza su vista sobre las palabras.

Para o texto anterior, a compreensão leitora é um processo:
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