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Questões de Concursos CEV URCA

Resolva questões de CEV URCA comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


421Q944637 | Português, Interpretação de Textos, PROVA II, URCA, CEV URCA, 2022

Texto associado.
De volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)

O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.

Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.

Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.

Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.

Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.

Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.

(Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.)
(URCA/2022.2) Na frase "Essa, no entanto, é uma ideia PARA LÁ DE controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis.", a expressão destacada denota a ideia de :
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422Q947480 | Inglês, História Geografia Português Inglês, URCA, CEV URCA, 2019

Texto associado.
Texto 2

Bohemian Rhapsody - Movie Info

Rhapsody is a foot-stomping celebration of Queen, their music and their extraordinary lead singer Freddie Mercury, who defied stereotypes and shattered convention to become one of the most beloved entertainers on the planet. The film traces the meteoric rise of the band through their iconic songs and revolutionary sound, their near-implosion as Mercury's lifestyle spirals out of control, and their triumphant reunion on the eve of Live Aid, where Mercury, facing a lifethreatening illness, leads the band in one of the greatest performances in the history of rock music. In the process, cementing the legacy of a band that were always more like a family, and who continue to inspire outsiders, dreamers and music lovers to this day.

From:https://goo.gl/XvNUgG. Accessed on 11/05/2018
O Texto 2 descreve o show Live Aid como:
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423Q680516 | História, Revolução Industrial, PROVA I, URCA, CEV URCA

“A despeito do intenso processo de industrialização, da maciça penetração de capitais estrangeiros, da crescente presença de corporações multinacionais, do explosivo crescimento urbano, da melhoria dos índices de alfabetização e das várias tentativas de “modernizar” o país, feitas de um por sucessivos governos civis e militares, as palavras amargas de um notável crítico literário e analista social, Silvio Romero, pronunciadas há mais de um século, lamentando a dependência econômica em relação aos capitais estrangeiros e a incapacidade da República de incorporar os benefícios do progresso à grande maioria da população e de criar uma sociedade realmente democrática, soam ainda hoje verdadeiras.” (COSTA, Emília Viotti da. Da Monarquia à República. São Paulo: Unesp, 2010, p. 9)
A nota à edição do Livro que Emília Viotti da Costa faz nos leva a perceber que existem estruturas sistêmicas no Brasil que nos remetem a uma história de longa duração. Assim, podemos corretamente afirmar sobre o Brasil pós-independência que:
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424Q680521 | Biologia, Principais doenças endêmicas no Brasil, PROVA II, URCA, CEV URCA

A febre amarela voltou as áreas urbanas do Brasil. Essa doença não ocorria nessas áreas desde 1942. Assinale a alternativa que traz vetores dessa doença:

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425Q680538 | Geografia, PROVA II, URCA, CEV URCA

A Ciência Geográfica transita por muitas áreas de conhecimento e agrega saberes de uma forma particular, procurando sempre dar-lhe significado espacial. Assim sendo, observe a expressão destacada e assinale a alternativa INCORRETA em relação ao seu conceito.

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426Q680555 | Inglês, PROVA II, URCA, CEV URCA

Texto associado.

VEGAN VS VEGETARIAN – WHAT’S THE DIFFERENCE?

By Alina Petre

Vegetarian diets have reportedly been around since as early as 700 B.C. Several typesexist and individuals may practicethemfor a variety of reasons, including health, ethics, environmentalism and religion. Vegan diets are a little more recent, but are getting a good amount of press.

What is a vegetarian diet?

According to the Vegetarian Society, a vegetarian is someone who does not eat any meat, poultry, game, fish, shellfish or by-products of animal slaughter. Vegetarian diets contain various levels of fruits, vegetables, grains, pulses, nuts and seeds. The inclusion of dairy and eggs depends on the type of diet you follow.

The most common types of vegetarians include:

Lacto-ovo vegetarians:Vegetarians who avoid all animal flesh, but do consume dairy and egg products.

Lacto vegetarians:Vegetarians who avoid animal flesh and eggs, but do consume dairy products.

Ovo vegetarians:Vegetarians who avoid all animal products except eggs.

Vegans:Vegetarians who avoid all animal and animal-derived products.

Those who do not eat meat or poultry but do consume fish are consideredpescatarians, whereas part-time vegetarians are often referred to asflexitarians.

Although sometimes considered vegetarians, pescatarians and flexitarians do eat animal flesh. Therefore, they do not technically fall under the definition of vegetarianism.

From: https://goo.gl/n9yEy1. Accessed on 03/22/2017

A vegan would easily eat:
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427Q680561 | Inglês, PROVA II, URCA, CEV URCA

Texto associado.

IS A VEGAN DIET HEALTHY?


By Mary Lynch


As a registered nutritionist, the question “Is the vegan diet healthy?” is one I get all the time, especially at this time of year.

Frustratingly, the answer is that it depends as much on what you eat as with any other diet. Someone living purely on ready salted crisps or chips, for example, would be technically following a vegan diet, but it would in no way be healthy.

However, research shows that there are potential benefits to a vegan diet. A recent study indicated that the average vegan diet is higher in vitamin C and fibre, and lower in saturated fat than one containing meat. In addition, statistics show that vegans have a lower BMI (height-to-weight ratio) than meat eaters – in other words, they are skinnier.

You see, a diet without any meat or dairy products is likely to contain a lot less saturated fat, which is related to increased cholesterol levels and increased risk of heart disease. We also know that fat contains more calories per gram than other foods, and so vegans may consume fewer calories as a result. Finally, a vegan diet is generally thought to contain more cereals, fruits, vegetables, nuts and seeds than a non¬vegan diet.

Sounds great right? Not quite. In terms of micronutrients, a vegan diet is actually more susceptible to being nutritionally poor. A vegan diet is naturally low in calcium, vitamin D, iron, vitamin B12, zinc and omega-3 fatty acids. Therefore, if you follow a vegan diet it is essential that you get enough of these nutrients through specific vegan food sources – and may even need to take additional supplements. We have many recipes suitable for vegans that can help, just check out our vegan section. In our features we also have this traditional hummus recipe, which contains tahini – a good source of calcium, zinc and iron, which are all micronutrients hard to get a hold of on a vegan diet.

So there you have it: going vegan does not necessarily mean you are going to be healthier. In fact, I think that much of the improvement in diets among vegans is a result of education rather than going meat free. In other words, if someone chooses to go vegan they are more likely to care about what they are eating and therefore are more likely to educate themselves on the types of foods they should and should not be eating.


From: https://goo.gl/AwDYY7. Accessed on 03/22/2017.

What is the alert the text makes about a vegan diet?
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428Q680573 | Física, Calorimetria, Prova 1, URCA, CEV URCA

A constante calorífica de derretimento do gelo, sob pressão atmosférica padrão, é cerca de 80cal/g. Isto significa que para derreter cada grama de gelo à 0 graus Celcius sob pressão atmosférica padrão é necessário transferir para ele 80cal de energia térmica. A quantidade de energia térmica necessária para derreter 11g de gelo à 0 graus Celcius sob pressão padrão é cerca de:

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429Q680579 | Física, Eletricidade, Prova 1, URCA, CEV URCA

Quando uma partícula com carga elétrica está em movimento, digamos em relação à um referencial inercial, ela produz no espaço:

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430Q957602 | Direito Constitucional, Direitos Políticos, Técnico de Enfermagem, Prefeitura de Brejo Santo CE, CEV URCA, 2025

Acerca dos direitos dos cidadãos, assinale a alternativa correta:
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431Q947366 | Química, Grandezas massa, Prova ||, URCA, CEV URCA, 2019

Uma motocicleta pequena apresenta um tanque de combustível que pode armazenar 10 litros. Sabemos que a gasolina distribuída para a população, a chamada gasolina vermelha, apresenta teor de álcool igual a 25%. Se um motociclista vai percorrer uma distância que irá gastar metade do combustível de seu tanque, a massa de álcool que irá queimar nesse percurso é igual a: (Dado: Etanol → d = 0,80g / mL)
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432Q680615 | Geografia, Prova 1, URCA, CEV URCA

"A globalização é um fenômeno tão antigo quanto os Estados, e o seu desenvolvimento está associado às políticas definidas por eles... A revolução da União Europeia e a criação de outros blocos geoeconômicos regionais alimentam o ponto de vista segundo o qual a globalização tropeça na tendência de regionalização da economia mundial". (MAGNOLI, Demétrio. Globalização: estado nacional e espaço mundial. São Paulo: Moderna, 1997, p.).


Considerando as palavras de Demétrio Magnoli, pode-se afirmar sobre a globalização:

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433Q944563 | Física, PROVA I, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) A energia E de um fóton (ou um quantum de radiação eletromagnética) se relaciona com sua quantidade de movimento p por E = c · p, onde c ≈ 3, 00 × 108m/s2 é a velocidade da luz no vácuo. Por outro lado essa energia se relaciona com a frequência f da radiação eletromagnética associada por E = h · f, onde h ≈ 6, 63 × 10−34J·s é a constante de Planck. Tendo em vista estas considerações, podemos dizer que o comprimento de onda λ da radiação associada ao fóton é dado por

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434Q947394 | Geografia, História Geografia Português espanhol, URCA, CEV URCA, 2019

Sobre Relevo, leia as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:
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435Q1019078 | Espanhol, Interpretação de Texto Comprensión de Lectura, Professor de Espanhol, Prefeitura de Milagres CE, CEV URCA, 2018

Texto associado.
La S con la Ch: ¡Schwarzenegger!
Un área clave del cerebro aprende a identificar palabras de un vistazo - Un estudio con ex guerrilleros revela cómo el aprendizaje de la lectura cambia nuestra mente.

Aprender a hablar es espontáneo en nuestra especie, pero aprender a leer no: la escritura se inventó hace sólo 5.000 años, y no ha dado tiempo para que evolucione un órgano mental de la lectura. Aprender a leer es un modelo óptimo para estudiar los mecanismos cerebrales del aprendizaje. Es muy difícil estudiarlo en los niños, porque en ellos todo el cerebro está cambiando por todo tipo de razones. Un grupo de investigadores españoles, británicos y colombianos dirigido por Manuel Carreiras, director del Basque Center on Cognition, Brain and Language (BCBL) de San Sebastián, han salvado esa dificultad de un modo ingenioso: usando ex guerrilleros colombianos analfabetos que estaban aprendiendo a leer. Han podido así demostrar claros cambios estructurales y de conectividad en las áreas lingüísticas del cerebro.
"Tras décadas de lucha", dicen los científicos, "algunos miembros de las fuerzas guerrilleras han empezado a reintegrarse en la sociedad colombiana, generando una población considerable de adultos analfabetos. Tras dejar las armas y volver a la sociedad, algunos han tenido la oportunidad de aprender a leer a los veintitantos años, una situación ideal para investigar los cambios cerebrales asociados a aprender a leer".
Carreiras y sus colegas han examinado por resonancia magnética (MRI) los cerebros de 20 guerrilleros que justo habían completado su programa de alfabetización en español. Y los han comparado con los de otros 22 guerrilleros que aún no habían empezado el curso. Cinco áreas del córtex cerebral muestran más materia gris en los primeros. Dos de las áreas están implicadas en el procesamiento de la información visual y fonológica "de alto nivel". Las áreas visuales del córtex forman una serie jerárquica. La primera área recibe de la retina un vulgar informe de luces y sombras, pero entrega un mapa de fronteras entre luz y sombra, clasificadas por su orientación precisa. La siguiente recibe esas líneas y entrega polígonos, que la otra convierte en formas tridimensionales.
Un área recibe formas concretas (un cubo visto en cierta orientación) y entrega formas abstractas (un cubo visto en cualquier orientación). Más arriba en esa jerarquía hay pequeños grupos de neuronas que significan "Bill Clinton" o "Halle Berry", por citar dos ejemplos reales descubiertos por Christof Koch, un neurocientífico de Caltech (el instituto tecnológico de California). El reconocimiento de las letras y las palabras es otra de estas funciones de alto nivel. El lenguaje, sin embargo, no evolucionó asociado a la visión, sino al oído. Hasta hace 5.000 años, todo el lenguaje era hablado. El aprendizaje de la lectura debe conectar de algún modo la información visual -la forma de las letras y las palabras- con un dispositivo cerebral hecho para analizar sonidos, no imágenes. De ahí el aumento de materia gris en las áreas fonológicas del córtex cerebral.
Con todo, el efecto más notable ocurre en otra zona relacionada con la semántica: el giro angular, algo por detrás de la oreja. También hay cambios en el cuerpo calloso, el haz nervioso que conecta las dos mitades(hemisferios) del cerebro. En este caso no crece la materia gris (los cuerpos de las neuronas), sino la blanca (el conjunto de sus axones). La interpretación más simple es que estos axones extra provienen de los cuerpos neuronales extra de las áreas occipitales. Es decir, que aprender a leer no sólo agranda esas áreas en ambos hemisferios, sino también sus nexos entre un hemisferio y otro.
De hecho, Carreiras ha confirmado en otros voluntarios - 10 ingleses adultos que aprendieron a leer de niños- que el giro angular (y el giro dorsal occipital) izquierdo está fuertemente conectado con el derecho a través del cuerpo calloso. Más aún: a través de la misma zona precisa del cuerpo calloso que antes.Los resultados son muy específicos de la lectura. En un tercer experimento, también con ingleses adultos que aprendieron a leer de niños, los científicos han comparado las zonas cerebrales que se activan al leer y al reconocer objetos. Los dos giros angulares, izquierdo y derecho, aumentaron su conectividad al leer, pero no al reconocer objetos.
Los nuevos datos también descartan la hipótesis predominante sobre la función del giro angular. "La visión tradicional ha sido que el giro angular actúa como un diccionario que convierte las letras de una palabra en sonidos y en significados", explica Carreiras. "Pero nosotros mostramos ahora que su función es más de carácter predictivo, anticipando letras a partir del significado; es similar a la función predictiva para los mensajes del teléfono móvil".
Adaptado de https://elpais.com/diario/2009/10/15/sociedad/1255557601_8 50215.html
(Concurso Milagres/2018) De acordo com o texto, os pesquisadores usaram ex-guerrilheiros colombianos analfabetos para o experimento:
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436Q1019085 | Espanhol, Pronomes Pronombres, Professor de Espanhol, Prefeitura de Milagres CE, CEV URCA, 2018

(Concurso Milagres/2018) Complete o diálogo com o pronome clítico adequado e assinale a alternativa correta

■ Señor Martínez, ¿puede dar ___ este paquete a la señora González?

□ ¡Cómo no! Voy a ver ___ esta tarde.

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438Q680485 | Matemática, PROVA I, URCA, CEV URCA

5 amigos se reuniram para assistir um jogo de um campeonato de futebol que possui 20 times. Sabendo que cada amigo torce para um desses times do campeonato, não necessariamente diferentes, qual a probabilidade de pelo menos dois amigos torcerem para o mesmo time?

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439Q680519 | Biologia, Uma visão geral da célula, PROVA II, URCA, CEV URCA

As células eucariontes são caracterizadas por conjuntos membranosos denominados organelas citoplasmáticas. Esses sistemas possuem funções específicas fundamentais para o funcionamento celular. O conjunto de sistemas membranosos tubulares que muitas vezes, ocorre por quase todo o citoplasma, com função de transporte intracelular e em algumas porções, produção de lipídios é denominado:

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440Q680552 | Literatura, Escolas Literárias, PROVA II, URCA, CEV URCA

Ainda sobre o romance de Eça de Queirós é correto afirmar:
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