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Questões de Concursos CEV URCA

Resolva questões de CEV URCA comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


441Q680570 | Física, Dinâmica, Prova 1, URCA, CEV URCA

Uma bola de 5kg é colocada em uma certa altura, em relação ao solo, e solta para cair livremente sob ação apenas da gravidade. Adote o valor aproximado da aceleração da gravidade de aproximadamente 10m/s². O deslocamento da bola nos quatro primeiros segundos de queda é de:
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442Q680593 | Química, Teoria Atômica átomos e sua estrutura, Prova 1, URCA, CEV URCA

O número de elétrons do cátion X+2 de um elemento X é igual ao número de elétrons do átomo neutro de um gás nobre. Esse átomo de gás nobre apresenta número atômico 10 e número de massa 20. O número atômico do elemento X é:
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443Q680599 | Química, Teoria Atômica Modelo atômico de Dalton, Prova 1, URCA, CEV URCA

Um átomo neutro de um elemento químico apresenta um elétron na última camada. É correto afirmar que esse átomo:
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444Q1015211 | Libras, Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais, Intérprete de Libras, Prefeitura de Crato CE, CEV URCA, 2021

(CONCURSO CRATO/2021) De acordo com as atribuições do tradutor e intérprete de libras no contexto educacional, marque a alternativa CORRETA.
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446Q680520 | Biologia, Problemas ambientais e medidas de conservação, PROVA II, URCA, CEV URCA

O lixo é um dos problemas ambientais mais preocupantes no mundo atual. Porém, muitas pessoas dentro dos centros urbanos vivem do lixo. Sobre essa questão, assinale a opção CORRETA.

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447Q680549 | Português, Interpretação de Textos, PROVA II, URCA, CEV URCA

Cada pessoa/ que chegava/ se impressionava com o nacionalismo exagerado, /embora não o compreendesse.

Há no fragmento acima, três orações, assim distribuídas: 1. Cada pessoa se impressionava com o nacionalismo exagerado; 2. Que chegava; 3. Embora não o compreendesse. A terceira oferece uma ideia de:

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448Q1014641 | Libras, Aspectos Linguísticos da Língua Brasileira de Sinais, Intérprete de Libras, Prefeitura de Brejo Santo CE, CEV URCA, 2025

Sobre os aspectos linguísticos da Língua Brasileira de Sinais (Libras), preencha as proposições colocando (V) para Verdadeiro e (F) para Falso:

( ) A Libras, assim como as línguas orais, apresenta variação linguística, podendo haver diferenças regionais nos sinais utilizados por diferentes comunidades surdas.

( ) A morfologia da Libras não possui processos de derivação ou composição, pois cada sinal é único e não pode ser modificado.

( ) Na sintaxe da Libras, a marcação de tempo (passado, presente e futuro) pode ser realizada por meio da posição dos sinais no espaço e de expressões faciais específicas.

( ) A semântica da Libras não depende do contexto comunicativo, pois cada sinal possui um único significado fixo e imutável.

( ) A pragmática da Libras envolve o uso de expressões faciais e corporais para indicar intenção comunicativa, ironia, emoções e outras nuances do discurso. Após análise das proposições, marque a opção correta:
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449Q1076082 | Legislação de Trânsito, Licenciamento de Veículos, Motorista, Prefeitura de Brejo Santo CE, CEV URCA, 2025

O Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE) disponibiliza anualmente o calendário de licenciamento de veículos automotores registrados no Ceará, de acordo com o número final da placa. Para o exercício de 2025, os veículos com final de placa 5 (cinco) terão vencimento no mês de:
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450Q680591 | Matemática, Prova 1, URCA, CEV URCA

A prefeitura de uma cidade resolveu identifica os 100 pontos turísticos mais importantes do município colocando placas com numeração de 1 a 100 nos respectivos locais. Se ela utilizar apenas placas numeradas de 0 a 9, quantas destas placas serão necessárias para realizar tal ação?
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451Q957623 | Segurança e Saúde no Trabalho, Fundamentos da Saúde Ocupacional, Técnico de Enfermagem, Prefeitura de Brejo Santo CE, CEV URCA, 2025

Trata-se de um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastantes, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. Essa situação pode impactar gravemente na qualidade de vida do trabalhador.
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452Q944594 | Biologia, Uma visão geral da célula, PROVA I, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) As enzimas digestivas produzidas e secretadas pelas células do pâncreas que irão atuar no intestino e na formação dos espermatozoides originando o acrossomo, assim como, a síntese de ácidos graxos, fosfolipídios e esteroides, são funções especializadas, respectivamente, do:
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453Q680531 | Conhecimentos Gerais, Questões Sociais, PROVA II, URCA, CEV URCA

O professor Emerson Ribeiro do Departamento de Geociências do Curso de Geografia da Universidade Regional do Cariri, em seu “Livro Arte e Criatividade em Geografia: Práticas Pedagógicas em Instalações Geográficas”, passa uma mensagem da importância do papel dos professores e a relevância da Geografia no contexto da formação cidadã. Quando o autor enfatiza a formação cidadã o mesmo se enquadra na:

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454Q1014645 | Libras, Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais, Intérprete de Libras, Prefeitura de Brejo Santo CE, CEV URCA, 2025

Sobre os papéis e responsabilidades do tradutor-intérprete de Libras, bem como questões profissionais e éticas, analise as alternativas e marque a opção correta:
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455Q1019079 | Espanhol, Interpretação de Texto Comprensión de Lectura, Professor de Espanhol, Prefeitura de Milagres CE, CEV URCA, 2018

Texto associado.
La S con la Ch: ¡Schwarzenegger!
Un área clave del cerebro aprende a identificar palabras de un vistazo - Un estudio con ex guerrilleros revela cómo el aprendizaje de la lectura cambia nuestra mente.

Aprender a hablar es espontáneo en nuestra especie, pero aprender a leer no: la escritura se inventó hace sólo 5.000 años, y no ha dado tiempo para que evolucione un órgano mental de la lectura. Aprender a leer es un modelo óptimo para estudiar los mecanismos cerebrales del aprendizaje. Es muy difícil estudiarlo en los niños, porque en ellos todo el cerebro está cambiando por todo tipo de razones. Un grupo de investigadores españoles, británicos y colombianos dirigido por Manuel Carreiras, director del Basque Center on Cognition, Brain and Language (BCBL) de San Sebastián, han salvado esa dificultad de un modo ingenioso: usando ex guerrilleros colombianos analfabetos que estaban aprendiendo a leer. Han podido así demostrar claros cambios estructurales y de conectividad en las áreas lingüísticas del cerebro.
"Tras décadas de lucha", dicen los científicos, "algunos miembros de las fuerzas guerrilleras han empezado a reintegrarse en la sociedad colombiana, generando una población considerable de adultos analfabetos. Tras dejar las armas y volver a la sociedad, algunos han tenido la oportunidad de aprender a leer a los veintitantos años, una situación ideal para investigar los cambios cerebrales asociados a aprender a leer".
Carreiras y sus colegas han examinado por resonancia magnética (MRI) los cerebros de 20 guerrilleros que justo habían completado su programa de alfabetización en español. Y los han comparado con los de otros 22 guerrilleros que aún no habían empezado el curso. Cinco áreas del córtex cerebral muestran más materia gris en los primeros. Dos de las áreas están implicadas en el procesamiento de la información visual y fonológica "de alto nivel". Las áreas visuales del córtex forman una serie jerárquica. La primera área recibe de la retina un vulgar informe de luces y sombras, pero entrega un mapa de fronteras entre luz y sombra, clasificadas por su orientación precisa. La siguiente recibe esas líneas y entrega polígonos, que la otra convierte en formas tridimensionales.
Un área recibe formas concretas (un cubo visto en cierta orientación) y entrega formas abstractas (un cubo visto en cualquier orientación). Más arriba en esa jerarquía hay pequeños grupos de neuronas que significan "Bill Clinton" o "Halle Berry", por citar dos ejemplos reales descubiertos por Christof Koch, un neurocientífico de Caltech (el instituto tecnológico de California). El reconocimiento de las letras y las palabras es otra de estas funciones de alto nivel. El lenguaje, sin embargo, no evolucionó asociado a la visión, sino al oído. Hasta hace 5.000 años, todo el lenguaje era hablado. El aprendizaje de la lectura debe conectar de algún modo la información visual -la forma de las letras y las palabras- con un dispositivo cerebral hecho para analizar sonidos, no imágenes. De ahí el aumento de materia gris en las áreas fonológicas del córtex cerebral.
Con todo, el efecto más notable ocurre en otra zona relacionada con la semántica: el giro angular, algo por detrás de la oreja. También hay cambios en el cuerpo calloso, el haz nervioso que conecta las dos mitades(hemisferios) del cerebro. En este caso no crece la materia gris (los cuerpos de las neuronas), sino la blanca (el conjunto de sus axones). La interpretación más simple es que estos axones extra provienen de los cuerpos neuronales extra de las áreas occipitales. Es decir, que aprender a leer no sólo agranda esas áreas en ambos hemisferios, sino también sus nexos entre un hemisferio y otro.
De hecho, Carreiras ha confirmado en otros voluntarios - 10 ingleses adultos que aprendieron a leer de niños- que el giro angular (y el giro dorsal occipital) izquierdo está fuertemente conectado con el derecho a través del cuerpo calloso. Más aún: a través de la misma zona precisa del cuerpo calloso que antes.Los resultados son muy específicos de la lectura. En un tercer experimento, también con ingleses adultos que aprendieron a leer de niños, los científicos han comparado las zonas cerebrales que se activan al leer y al reconocer objetos. Los dos giros angulares, izquierdo y derecho, aumentaron su conectividad al leer, pero no al reconocer objetos.
Los nuevos datos también descartan la hipótesis predominante sobre la función del giro angular. "La visión tradicional ha sido que el giro angular actúa como un diccionario que convierte las letras de una palabra en sonidos y en significados", explica Carreiras. "Pero nosotros mostramos ahora que su función es más de carácter predictivo, anticipando letras a partir del significado; es similar a la función predictiva para los mensajes del teléfono móvil".
Adaptado de https://elpais.com/diario/2009/10/15/sociedad/1255557601_8 50215.html
(Concurso Milagres/2018) Conforme o texto, é incorreto afirmar que:
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456Q1019081 | Espanhol, Vocabulário Vocabulario, Professor de Espanhol, Prefeitura de Milagres CE, CEV URCA, 2018

Texto associado.
La S con la Ch: ¡Schwarzenegger!
Un área clave del cerebro aprende a identificar palabras de un vistazo - Un estudio con ex guerrilleros revela cómo el aprendizaje de la lectura cambia nuestra mente.

Aprender a hablar es espontáneo en nuestra especie, pero aprender a leer no: la escritura se inventó hace sólo 5.000 años, y no ha dado tiempo para que evolucione un órgano mental de la lectura. Aprender a leer es un modelo óptimo para estudiar los mecanismos cerebrales del aprendizaje. Es muy difícil estudiarlo en los niños, porque en ellos todo el cerebro está cambiando por todo tipo de razones. Un grupo de investigadores españoles, británicos y colombianos dirigido por Manuel Carreiras, director del Basque Center on Cognition, Brain and Language (BCBL) de San Sebastián, han salvado esa dificultad de un modo ingenioso: usando ex guerrilleros colombianos analfabetos que estaban aprendiendo a leer. Han podido así demostrar claros cambios estructurales y de conectividad en las áreas lingüísticas del cerebro.
"Tras décadas de lucha", dicen los científicos, "algunos miembros de las fuerzas guerrilleras han empezado a reintegrarse en la sociedad colombiana, generando una población considerable de adultos analfabetos. Tras dejar las armas y volver a la sociedad, algunos han tenido la oportunidad de aprender a leer a los veintitantos años, una situación ideal para investigar los cambios cerebrales asociados a aprender a leer".
Carreiras y sus colegas han examinado por resonancia magnética (MRI) los cerebros de 20 guerrilleros que justo habían completado su programa de alfabetización en español. Y los han comparado con los de otros 22 guerrilleros que aún no habían empezado el curso. Cinco áreas del córtex cerebral muestran más materia gris en los primeros. Dos de las áreas están implicadas en el procesamiento de la información visual y fonológica "de alto nivel". Las áreas visuales del córtex forman una serie jerárquica. La primera área recibe de la retina un vulgar informe de luces y sombras, pero entrega un mapa de fronteras entre luz y sombra, clasificadas por su orientación precisa. La siguiente recibe esas líneas y entrega polígonos, que la otra convierte en formas tridimensionales.
Un área recibe formas concretas (un cubo visto en cierta orientación) y entrega formas abstractas (un cubo visto en cualquier orientación). Más arriba en esa jerarquía hay pequeños grupos de neuronas que significan "Bill Clinton" o "Halle Berry", por citar dos ejemplos reales descubiertos por Christof Koch, un neurocientífico de Caltech (el instituto tecnológico de California). El reconocimiento de las letras y las palabras es otra de estas funciones de alto nivel. El lenguaje, sin embargo, no evolucionó asociado a la visión, sino al oído. Hasta hace 5.000 años, todo el lenguaje era hablado. El aprendizaje de la lectura debe conectar de algún modo la información visual -la forma de las letras y las palabras- con un dispositivo cerebral hecho para analizar sonidos, no imágenes. De ahí el aumento de materia gris en las áreas fonológicas del córtex cerebral.
Con todo, el efecto más notable ocurre en otra zona relacionada con la semántica: el giro angular, algo por detrás de la oreja. También hay cambios en el cuerpo calloso, el haz nervioso que conecta las dos mitades(hemisferios) del cerebro. En este caso no crece la materia gris (los cuerpos de las neuronas), sino la blanca (el conjunto de sus axones). La interpretación más simple es que estos axones extra provienen de los cuerpos neuronales extra de las áreas occipitales. Es decir, que aprender a leer no sólo agranda esas áreas en ambos hemisferios, sino también sus nexos entre un hemisferio y otro.
De hecho, Carreiras ha confirmado en otros voluntarios - 10 ingleses adultos que aprendieron a leer de niños- que el giro angular (y el giro dorsal occipital) izquierdo está fuertemente conectado con el derecho a través del cuerpo calloso. Más aún: a través de la misma zona precisa del cuerpo calloso que antes.Los resultados son muy específicos de la lectura. En un tercer experimento, también con ingleses adultos que aprendieron a leer de niños, los científicos han comparado las zonas cerebrales que se activan al leer y al reconocer objetos. Los dos giros angulares, izquierdo y derecho, aumentaron su conectividad al leer, pero no al reconocer objetos.
Los nuevos datos también descartan la hipótesis predominante sobre la función del giro angular. "La visión tradicional ha sido que el giro angular actúa como un diccionario que convierte las letras de una palabra en sonidos y en significados", explica Carreiras. "Pero nosotros mostramos ahora que su función es más de carácter predictivo, anticipando letras a partir del significado; es similar a la función predictiva para los mensajes del teléfono móvil".
Adaptado de https://elpais.com/diario/2009/10/15/sociedad/1255557601_8 50215.html
(Concurso Milagres/2018) No texto, há a palavra heterotônica “cerebro”, no par linguístico espanhol/português. Assinale a opção em que todas as palavras são heterotônicas:
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457Q1019082 | Espanhol, Pronomes Pronombres, Professor de Espanhol, Prefeitura de Milagres CE, CEV URCA, 2018

Texto associado.
La S con la Ch: ¡Schwarzenegger!
Un área clave del cerebro aprende a identificar palabras de un vistazo - Un estudio con ex guerrilleros revela cómo el aprendizaje de la lectura cambia nuestra mente.

Aprender a hablar es espontáneo en nuestra especie, pero aprender a leer no: la escritura se inventó hace sólo 5.000 años, y no ha dado tiempo para que evolucione un órgano mental de la lectura. Aprender a leer es un modelo óptimo para estudiar los mecanismos cerebrales del aprendizaje. Es muy difícil estudiarlo en los niños, porque en ellos todo el cerebro está cambiando por todo tipo de razones. Un grupo de investigadores españoles, británicos y colombianos dirigido por Manuel Carreiras, director del Basque Center on Cognition, Brain and Language (BCBL) de San Sebastián, han salvado esa dificultad de un modo ingenioso: usando ex guerrilleros colombianos analfabetos que estaban aprendiendo a leer. Han podido así demostrar claros cambios estructurales y de conectividad en las áreas lingüísticas del cerebro.
"Tras décadas de lucha", dicen los científicos, "algunos miembros de las fuerzas guerrilleras han empezado a reintegrarse en la sociedad colombiana, generando una población considerable de adultos analfabetos. Tras dejar las armas y volver a la sociedad, algunos han tenido la oportunidad de aprender a leer a los veintitantos años, una situación ideal para investigar los cambios cerebrales asociados a aprender a leer".
Carreiras y sus colegas han examinado por resonancia magnética (MRI) los cerebros de 20 guerrilleros que justo habían completado su programa de alfabetización en español. Y los han comparado con los de otros 22 guerrilleros que aún no habían empezado el curso. Cinco áreas del córtex cerebral muestran más materia gris en los primeros. Dos de las áreas están implicadas en el procesamiento de la información visual y fonológica "de alto nivel". Las áreas visuales del córtex forman una serie jerárquica. La primera área recibe de la retina un vulgar informe de luces y sombras, pero entrega un mapa de fronteras entre luz y sombra, clasificadas por su orientación precisa. La siguiente recibe esas líneas y entrega polígonos, que la otra convierte en formas tridimensionales.
Un área recibe formas concretas (un cubo visto en cierta orientación) y entrega formas abstractas (un cubo visto en cualquier orientación). Más arriba en esa jerarquía hay pequeños grupos de neuronas que significan "Bill Clinton" o "Halle Berry", por citar dos ejemplos reales descubiertos por Christof Koch, un neurocientífico de Caltech (el instituto tecnológico de California). El reconocimiento de las letras y las palabras es otra de estas funciones de alto nivel. El lenguaje, sin embargo, no evolucionó asociado a la visión, sino al oído. Hasta hace 5.000 años, todo el lenguaje era hablado. El aprendizaje de la lectura debe conectar de algún modo la información visual -la forma de las letras y las palabras- con un dispositivo cerebral hecho para analizar sonidos, no imágenes. De ahí el aumento de materia gris en las áreas fonológicas del córtex cerebral.
Con todo, el efecto más notable ocurre en otra zona relacionada con la semántica: el giro angular, algo por detrás de la oreja. También hay cambios en el cuerpo calloso, el haz nervioso que conecta las dos mitades(hemisferios) del cerebro. En este caso no crece la materia gris (los cuerpos de las neuronas), sino la blanca (el conjunto de sus axones). La interpretación más simple es que estos axones extra provienen de los cuerpos neuronales extra de las áreas occipitales. Es decir, que aprender a leer no sólo agranda esas áreas en ambos hemisferios, sino también sus nexos entre un hemisferio y otro.
De hecho, Carreiras ha confirmado en otros voluntarios - 10 ingleses adultos que aprendieron a leer de niños- que el giro angular (y el giro dorsal occipital) izquierdo está fuertemente conectado con el derecho a través del cuerpo calloso. Más aún: a través de la misma zona precisa del cuerpo calloso que antes.Los resultados son muy específicos de la lectura. En un tercer experimento, también con ingleses adultos que aprendieron a leer de niños, los científicos han comparado las zonas cerebrales que se activan al leer y al reconocer objetos. Los dos giros angulares, izquierdo y derecho, aumentaron su conectividad al leer, pero no al reconocer objetos.
Los nuevos datos también descartan la hipótesis predominante sobre la función del giro angular. "La visión tradicional ha sido que el giro angular actúa como un diccionario que convierte las letras de una palabra en sonidos y en significados", explica Carreiras. "Pero nosotros mostramos ahora que su función es más de carácter predictivo, anticipando letras a partir del significado; es similar a la función predictiva para los mensajes del teléfono móvil".
Adaptado de https://elpais.com/diario/2009/10/15/sociedad/1255557601_8 50215.html
(Concurso Milagres/2018) No trecho “Y los han comparado...”. “Los” vem antes do verbo (próclise), pois o verbo está no pretérito perfeito composto do indicativo. Assinale a opção que apresenta um equívoco em relação à colocação pronominal em língua espanhola:
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458Q1019087 | Espanhol, Flexão do Nome Flexíon de Las Palabras, Professor de Espanhol, Prefeitura de Milagres CE, CEV URCA, 2018

O vocábulo “muy” é a forma apocopada de “mucho”. Pode–se identificar o uso dessa forma apocopa (muy) em:
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459Q685813 | Inglês, História Geografia Português Inglês, URCA, CEV URCA, 2019

Texto associado.
Texto 4

There are 30 million slaves in the world. 60,000 only in the U.S.

We think of slavery as a practice of the past, an image from Roman colonies or 18th-century American plantations, but the practice of enslaving human beings as property still exists. There are 29.8 million people living as slaves right now, according to a comprehensive new report issued by the Australia-based Walk Free Foundation.
This is not some softened, by-modernstandards definition of slavery. These 30 million people are living as forced laborers, forced prostitutes, child soldiers, child brides in forced marriages and, in all ways that matter, as pieces of property, chattel in the servitude of absolute ownership. Walk Free investigated 162 countries and found slaves in every single one. But thepractice is far worse in some countries than others.
The country where you are most likely to be enslaved is Mauritania. Although this vast West African nation has tried three times to outlaw slavery within its borders, it remains so common that it is nearly normal. The report estimates that four percent of Mauritania is enslaved – one out of every 25 people. (The aid group SOS Slavery, using a broader definition of slavery, estimated several years ago that as many as 20 percent of Mauritanians might be enslaved.)

From:https://goo.gl/UFx8ZT. Accessed on 11/07/2018
São práticas de escravidão a que 30 milhões de pessoas no mundo moderno são submetidas:
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460Q1022782 | Inglês, Análise Sintática Syntax Parsing, Professor de Inglês, Prefeitura de Brejo Santo CE, CEV URCA, 2025

Texto associado.

Text 1 – How children learn languages


Questions 31 to 39


How long does it take to learn a language?



Many different factors affect the time it takes. These include your child’s age, first language, their reason for BLANK I English and their teachers. You can help your child learn quickly by BLANK II them lots of opportunities to use English. It helps to have real reasons for BLANK III a language, rather than just BLANK IV grammar.

Is it true that boys and girls learn languages differently?

Yes. At early ages, girls tend to develop language more quickly. Remember that it’s OK for children to develop at different speeds. It will be more similar by secondary school age. However, by this stage children might think that languages are ‘more of a girl thing’. Attitudes to learning can have a big impact on educational success so it’s important to find ways to encourage your child and help them enjoy their learning.

Do primary and secondary children learn languages differently?

Yes, there are differences.

Primary school children are learning their first and second languages at the same time. It’s really important to support both languages. Children with a strong foundation in their first language will find it easier to learn a second language. Encourage your child to play, sing and read in both their first and second languages. Remember to plan separate times to focus on each language. If you say something in English and then in another language, your child will automatically listen for their stronger language and ‘tune out’ the other language.

Teenagers are interested in exploring their personalities and identities. This creates lots of opportunities to use popular culture, films, TV, music and video games. Teenagers also enjoy challenging authority, which provides opportunities for debates and discussion.

Will learning another language affect how well my child does at school?

Multilingual children learn at a young age that they can express their ideas in more than one way. This helps their thought process and makes them better, more flexible, learners. Research has found that children who speak more than one language do better in school, and have better memories and problem-solving skills.

What kind of learner is my child?

Watch your child playing. What do they enjoy doing? Puzzlesand problem-solving? Physical play and sports? Word games? Writing stories? Creative play? Try doing these types of activities in English and make a note of what your child responds to best. Alternatively, ask your child to create in English their own one-week ‘dream timetable of activities’. Let them choose how to present it. For example, they could act it out, prepare a written fact file, make a video, draw pictures, go on a treasure hunt or make a scrap book.


Source: https://www.cambridgeenglish.org/learning-english/parents-and-children/how-to-support-your-child/howchildren-learn-languages/. Accessed on 01/22/25
In the sentence, ‘Remember that it’s OK for children to develop at different speeds.’, the subordinate clause is:
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