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Questões de Concursos CIEE

Resolva questões de CIEE comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


281Q972190 | Direito Processual Penal, Denúncia e Queixa, Direito, TJDFT, CIEE, 2018

Com base na Lei nº 3.689/1941 - Código de Processo Penal, em regra geral, na ação penal, nos crimes de ação pública, as ações serão promovidas mediante:
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282Q972453 | Serviço Social, Proteção Social à Criança, Serviço Social, TJDFT, CIEE

A família é o centro da atenção da proteção da Assistência Social. Sobre a Matricialidade Sociofamiliar, na proteção social da Assistência Social, é incorreto afirmar que o(a)
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283Q972510 | Geografia, Nível Técnico, TJDFT, CIEE

Segundo notícia veiculada em julho de 2015 no portal Terra, astrônomos acreditam que dentro de crateras do planeta vermelho pode haver pedras preciosas com vestígio de vida fossilizada, o que seriam evidências físicas da existência de vida neste planeta. É correto afirmar que o planeta vermelho faz referência a
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284Q972517 | Atualidades, Guerras, Nível Técnico, TJDFT, CIEE

O novo líder da Al Qaeda na Península Arábica (AQPA), Qasim al Rimi, convocou os integrantes do grupo terrorista a lutarem contra determinado país, o qual foi classificado de “infiel” e “loucura do século”, como forma de vingança pela morte de muçulmanos provocadas pelo governo deste país. Assinale a alternativa que o apresenta.
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285Q972040 | Português, Interpretação de Textos, Ensino Médio, TJDFT, CIEE, 2019

Texto associado.

Quando confrontados pelos aspectos mais obscuros ou espinhosos da existência, os antigos gregos costumavam consultar os deuses (naquela época, não havia psicanalistas). Para isso, existiam os oráculos – locais sagrados onde os seres imortais se manifestavam, devidamente encarnados em suas sacerdotisas. Certa vez, talvez por brincadeira, um ateniense perguntou ao conceituado oráculo de Delfos se haveria na Grécia alguém mais sábio que o esquisitão Sócrates. A resposta foi sumária: “não”.

O inesperado elogio divino chegou aos ouvidos de Sócrates, causando-lhe uma profunda sensação de estranheza. Afinal de contas, ele jamais havia se considerado um grande sábio. Pelo contrário: considerava-se tão ignorante quanto o resto da humanidade. Após muito meditar sobre as palavras do oráculo, Sócrates chegou à conclusão de que mudaria sua vida (e a história do pensamento). Se ele era o homem mais sábio da Grécia, então o verdadeiro sábio é aquele que tem consciência da própria ignorância. Para colocar à prova sua descoberta, ele foi ter com um dos figurões intelectuais da época. Após algumas horas de conversa, percebeu que a autoproclamada sabedoria do sujeito era uma casca vazia. E concluiu: “Mais sábio que esse homem eu sou. É provável que nenhum de nós saiba nada de bom, mas ele supõe saber alguma coisa e não sabe, enquanto eu, se não sei, tampouco suponho saber. Parece que sou um tantinho mais sábio que ele exatamente por não supor saber o que não sei”. A partir daí, Sócrates começou uma cruzada pessoal contra a falsa sabedoria humana – e não havia melhor palco para essa empreitada que a vaidosíssima Atenas. Em suas próprias palavras, ele se tornou um “vagabundo loquaz” – uma usina ambulante de insolência iluminadora, movida pelo célebre bordão que Sócrates legou à posteridade: “Só sei que nada sei”.

Para sua tarefa audaz, Sócrates empregou o método aprendido com os professores sofistas. Mas havia grandes diferenças entre a dialética de Sócrates e a de seus antigos mestres. Em primeiro lugar, Sócrates não cobrava dinheiro por suas “lições” – aceitava conversar com qualquer pessoa, desde escravos até políticos poderosos,sem ganhar um tostão. Além disso, os diálogos de Sócrates não serviam para defender essa ou aquela posição ideológica, mas para questionar a tudo e a todos sem distinção. Ele geralmente começava seus debates com perguntas diretas sobre temas elementares: “O que é o amor?” “O que é a virtude?” “O que é a mentira?” Em seguida, destrinchava as respostas que lhe eram dadas, questionando o significado de cada palavra. E continuava fazendo perguntas em cima de perguntas, até levar os exaustos interlocutores a conclusões opostas às que haviam dado inicialmente – e tudo isso num tom perfeitamente amigável. Assim, o pensador demonstrava uma verdade que até hoje continua universal: na maior parte do tempo, a grande maioria das pessoas (especialmente as que se consideram mais sabichonas) não sabe do que está falando.

(José Francisco Botelho. Revista Vida Simples. Edição 91. Com adaptações.)

Assinale a afirmativa transcrita do texto que evidencia um fato atual.
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286Q972069 | Português, Nível Superior, TJDFT, CIEE, 2019

Texto associado.

Farmácia literária

Imagine chegar ao consultório ou ao hospital com um incômodo qualquer e sair de lá com a prescrição de uma terapia intensiva de George Orwell, seguida de pílulas de Fernando Pessoa, emplastros de Victor Hugo e doses generosas de Monteiro Lobato. Você não leu errado: uma boa história ajuda a aliviar depressão, ansiedade e outros problemas que atingem a cabeça e o resto do organismo.

Quem garante esse poder medicamentoso das ficções são as inglesas Ella Berthoud e Susan Elderkin, que acabam de publicar no Brasil Farmácia Literária (Verus). Redigida no estilo de manual médico, a obra reúne cerca de 200 males divididos em ordem alfabética. Para cada um, há dicas de leituras.

As autoras se conheceram enquanto estudavam literatura na Universidade de Cambridge. Entre um debate sobre um romance e outro, viraram amigas e criaram um serviço de biblioterapia, em que apontam exemplares para indivíduos que procuram assistência. “O termo biblioterapia vem do grego e significa a cura por meio dos livros”, ressalta Ella.

O método é tão sério que virou política de saúde pública no Reino Unido. Desde 2013, pacientes com doenças psiquiátricas recebem indicações do que devem ler direto do especialista. Da mesma maneira que vão à drogaria comprar remédios, eles levam o receituário à biblioteca e tomam emprestados os volumes aconselhados.

A iniciativa britânica foi implementada com base numa série de pesquisas recentes que avaliaram o papel das palavras no bem-estar. Uma experiência realizada na Universidade New School, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas com o hábito de reservar um tempo às letras costumam ter maior empatia, ou seja, uma capacidade ampliada de entender e se colocar no lugar do próximo. Outra pesquisa da também americana Universidade Harvard apontou que leitores ávidos são mais sociáveis e abertos para conversar.

E olha que estamos falando de ficção mesmo. No novo livro não vemos gêneros comoautoajuda ou biografia. “Eles já tinham o seu espaço, enquanto as ficções eram um recurso pouco utilizado. É difícil lembrar-se de uma condição que não tenha sido retratada em alguma narrativa”, esclarece Susan.

As autoras acreditam que é possível tirar lições valiosas do que fazer e do que evitar a partir da trajetória de heróis e vilões. “Ler sobre personagens que experimentaram ou sentiram as mesmas coisas que vivencio agora auxilia, inspira e apresenta perspectivas distintas”, completa.

As sugestões percorrem praticamente todas as épocas e movimentos literários da humanidade. A obra mais antiga que integra o livro é a epopeia ‘O Asno de Ouro’, assinada pelo romano Lúcio Apuleio, no século II, que serve de fármaco para exagero na autoconfiança. Há também os moderníssimos ‘Reparação’, do inglês Ian McEwan (solução para excesso de mentira), e ‘1Q84’, do japonês Haruki Murakami (potente para as situações em que o amor simplesmente termina).

Disponível em 20 países, cada edição de Farmácia Literária é adaptada para a cultura local, com a inclusão de verbetes e de literatos nacionais. “Nós precisamos contemplar as obras que formaram e moldaram o ideal daquela nação para que nosso ofício faça sentido”, conta Ella. No caso do Brasil, foram inseridos os principais textos de Machado de Assis, Guimarães Rosa e Milton Hatoum, que fazem companhia aos portugueses Eça de Queirós e José Saramago.

(Rosa Maria Miguel Fontes. Jornalista e Escritora. Disponível em: http://blogs.uai.com.br/contaumahistoria/farmaci a-literaria/. Abril de 2017. Com adaptações.)

De acordo com a pertinência linguística, assinale a afirmativa em que o sinal indicativo da crase foi efetuado adequadamente.
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287Q972073 | Conhecimentos Gerais, Nível Superior, TJDFT, CIEE, 2019

A fronteira que separa __________ do(s) ___________ é conhecida pela grande presença de grupos migratórios ilegais, que se deslocam em direção ao norte em busca de melhores condições de vida.

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

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288Q972077 | Conhecimentos Gerais, Saúde, Nível Superior, TJDFT, CIEE, 2019

Os quase 8.400 profissionais cubanos que atendiam o Programa ________________, do governo federal, deixaram o Brasil. Depois da saída dos cubanos, o Ministério da Saúde abriu inscrições para brasileiros nesse programa. Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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289Q972351 | Direito Processual Penal, Serviço Social, TJDFT, CIEE

Segundo a Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), no que concerne ao Título IV – Dos Procedimentos, Capítulo II – Das Medidas Protetivas de Urgência, Seção I – Disposições Gerais, assinale a alternativa correta.
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290Q972113 | Serviço Social, Proteção Social à Criança, Serviço Social, TJDFT, CIEE, 2019

Sobre o SUAS, é correto afirmar que
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291Q972127 | Português, Adjetivos, Nível Médio, TJDFT, CIEE, 2018

No fragmento “Situado no extremo sul do continente africano, o cabo da Boa Esperança foi, em 1488, chamado cabo das Tormentas pelo navegador português Bartolomeu Dias (1450 - 1500), em razão de lá se deparar com violentos vendavais e tempestades.”, as palavras sublinhadas, morfologicamente, classificam-se como:
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292Q972411 | Português, Problemas da língua culta, Nível Superior, TJDFT, CIEE

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com a gramática normativa, quanto à ortografia e ao contexto, assinale a alternativa correta.
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293Q972156 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Nível Superior, TJDFT, CIEE, 2018

Em relação às regras de concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA:
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294Q972165 | Conhecimentos Gerais, Política, Nível Superior, TJDFT, CIEE, 2018

Os municípios são governados pelos prefeitos e vice-prefeitos, que fazem parte do Poder:
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296Q972489 | Informática, Conceitos Básicos de Correio Eletrônico, Nível Médio, TJDFT, CIEE

Com relação ao envio de e-mail e sobre a função Cco, analise as assertivas abaixo.

I. “Cc” é a sigla para o termo "com cópia", enquanto “Cco” é a abreviatura de "com cópia oculta".

II. Caso um e-mail redigido no Hotmail possua Cco, o destinatário que, por exemplo, pertença ao Gmail, não conseguirá ler a mensagem.

III. Todos os provedores de e-mail possuem a opção Cco.

É correto o que se afirma em

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297Q972502 | Português, Grafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas, Nível Técnico, TJDFT, CIEE

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à ortografia, assinale a alternativa correta.
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298Q972252 | Informática, Microsoft Word 2016 e 365, Nível Médio, TJDFT, CIEE

No Word 2016, tratam-se de recursos acessíveis através da guia "Inserir", EXCETO:
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299Q972280 | Informática, Teclas de atalho, Direito, TJDFT, CIEE

No Power Point 2016 pode-se adicionar um novo slide a uma apresentação utilizando as teclas de atalho:
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300Q972537 | Atualidades, Política no Brasil, Direito, TJDFT, CIEE

Sobre a PEC da reforma política, assinale a alternativa correta.
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