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Questões de Concursos CIEE

Resolva questões de CIEE comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


581Q972092 | Psicologia, Perícia Psicológica, Psicologia, TJDFT, CIEE, 2019

A atuação do psicólogo forense possibilita a promoção do seu conhecimento no meio jurídico, auxiliando na terapêutica e abordagem de casos judiciais, e subsidiando decisões realizadas por juízes, como exemplo esclarecer a presença de indícios da existência de alienação parental por uma das partes do caso em tela. Dessa forma, o psicólogo perito tem a possibilidade de:
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582Q972140 | Matemática, Porcentagem, Nível Médio, TJDFT, CIEE, 2018

Em uma liquidação, o preço de uma televisão, com um desconto de 20%, é de R$ 460,00. Qual é o preço dessa mesma televisão sem o desconto?
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583Q972172 | Conhecimentos Gerais, Nível Superior, TJDFT, CIEE, 2018

“Brasil deve atrair gigantes globais com leilões para energia renovável em 2018.”

https://economia.uol.com.br... - adaptado.


Assinalar a alternativa que NÃO apresenta um tipo de fonte de energia renovável:

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585Q972188 | Direito Processual Civil, Direito, TJDFT, CIEE, 2018

Conforme a Lei nº 13.105/2015 - Código de Processo Civil, em cada ato processual, em regra geral, ao juiz será atribuído um prazo para proferir a manifestação cabível para aquele ato. Pode-se afirmar que serão proferidos em:
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586Q972201 | Psicologia, Psicologia da Saúde, Psicologia, TJDFT, CIEE, 2018

Sobre algumas características mais facilmente associadas a situações de crise na saúde mental, analisar os itens abaixo:

I - Alvoroço e desorganização.

II - Confusão.

III - Comportamento violento.

Estão CORRETOS:

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587Q972457 | Psicologia, Psicologia da Saúde, Psicologia, TJDFT, CIEE

Com relação à política de redução de danos, assinale a alternativa correta.
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588Q972464 | Psicologia, Psicologia, TJDFT, CIEE

De acordo com a Psicologia do Desenvolvimento, bebês alegres que apresentam funções biológicas regulares e se adaptam prontamente a novas circunstâncias são classificados como bebês
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589Q972478 | Português, Substantivos, Nível Médio, TJDFT, CIEE

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação aos substantivos, assinale a alternativa em que o termo destacado seja classificado com substantivo abstrato.
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590Q972479 | Português, Adjetivos, Nível Médio, TJDFT, CIEE

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação aos adjetivos, assinale a alternativa em que o termo destacado seja classificado como adjetivo pátrio.
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591Q972482 | Português, Artigos, Nível Médio, TJDFT, CIEE

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à classificação de palavras, assinale a alternativa em que o termo destacado seja classificado como artigo definido.
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595Q972253 | Informática, Microsoft Word 2016 e 365, Nível Médio, TJDFT, CIEE

Para definir uma fonte como padrão no Word 2016, na guia ________________ no Iniciador de Caixa de Diálogo FONTE, clique no grupo FONTE, Selecione as opções que você deseja aplicar à fonte padrão, Clique em DEFINIR COMO PADRÃO e defina o escopo das suas alterações.
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596Q972520 | Português, Direito, TJDFT, CIEE

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação à ocorrência ou não de crase, leia as frases abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

1. Os réus não resistiram __ críticas do promotor.

2. João e Pedro foram __ julgamento.

3. O julgamento começará __ 16 horas.

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597Q972014 | Português, Direito, TJDFT, CIEE, 2019

Texto associado.

O Código de Defesa do Consumidor não se preocupou em conceituar positivamente o instituto da publicidade até porque não é esta sua função primordial. Assim, por não tratar diretamente de uma definição do que seja publicidade, o estudioso do Direito do Consumidor deve, primeiramente, buscar o conceito deste complexo instituto fora dos limites do direito. O legislador, entretanto, tratou de legislar de forma negativa o conceito de publicidade, haja vista que determinou definições legais sobre o que seja publicidade enganosa e abusiva em seu artigo 37 e parágrafos, fazendo entender que os anúncios que não se coadunem com estes dispositivos possam ser vistos como legais, por inexistência de proibição específica. Conforme disposto nos parágrafos 1º e 2º do artigo 37 do Código de Defesa do Consumidor, é considerada publicidade enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário que seja inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, capaz de induzir a erro o consumidor sobre a natureza, característica, qualidade, quantidade, propriedade, origem, preço ou quaisquer outros dados sobre produtos e serviços.

A publicidade é toda atividade intermediária entre o processo de venda e compra de bens para obtenção de um maior número vendas através de um chamamento vinculado por qualquer meio de comunicação com conteúdo comercial. Ela é considerada abusiva quando gera discriminação, provoca violência, explora o medo e a superstição do consumidor, aproveita da inocência da criança, desrespeita valores ambientais e induz a comportamentos prejudiciais — saúde e — segurança. A regra legal do artigo 30, do Código de Defesa do Consumidor, não deixa dúvidas de que “toda informação ou publicidade, suficientemente veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação…” deve obedecer — diretrizes legais ali contidas.

Relacionado entre os direitos básicos do consumidor, definidos no artigo 6°, III, do Código de Defesa do Consumidor, está o direito à informação, verdadeira preocupação dos elaboradores da lei, visto que os danoseminentes de uma oferta publicitária mal elaborada são de ordem irreparável para os consumidores e, algumas vezes, para o próprio fornecedor. O artigo 30, do Código de Defesa do Consumidor, veio enfatizar e transformar em princípio a obrigatoriedade de informações que devem ser propostas pelo fornecedor que deseja contratar, não sendo admitido que uma informação publicitária ou uma oferta veiculada pelo sistema de envio de mensagens pela internet não possa ser submetido ao crivo da Legislação Consumerista.

As informações vinculadas pelas mensagens de massa não solicitadas devem seguir o disposto no artigo 31, do Código de Defesa do Consumidor, e trazer informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidade, quantidade, composição, preço, garantia e prazos de validade. Caso a mensagem de massa não solicitada não cumpra tais requisitos, poderá ser incluída entre as práticas de publicidade abusiva ou enganosa e sujeitar o fornecedor às sanções previstas para esta atividade, conforme disposto no artigo 37 e parágrafos do Código de Defesa do Consumidor.

Em regra, as mensagens de massa não solicitadas são enviadas pela internet e algumas através de telefonia celular. Neste segundo caso, especificamente, deve-se aplicar o disposto no artigo 33, pois isto ocorre através de verdadeira oferta por telefone, devendo o fornecedor disponibilizar em sua publicidade o nome do fabricante e seu endereço. Além disso, o Código de Defesa do Consumidor proíbe a promoção de publicidade enganosa ou abusiva e prevê pena de três meses a um ano de prisão e multa para quem incorrer na prática. O ideal é que a publicidade feita em panfletos, anúncios em jornais, revistas, rádios ou emissoras de TV seja clara, objetiva e que tenha veracidade. O fornecedor, na publicidade de seus produtos ou serviços, manterá em seu poder, para informação aos interessados, os dados fáticos, técnicos e científicos para provar a veracidade das publicidades, devendo cumprir tudo o que foi anunciado.

(Disponível em: http://estadodedireito.com.br/publicidade-e-oferta-no-codigo-de-defesa-do-consumidor/. Acesso em: 10/06/2019. Com adaptações.)

Considerando o trecho “Relacionado entre os direitos básicos do consumidor, definidos no artigo 6°, III, do Código de Defesa do Consumidor, está o direito à informação (...)” (3º§) e possibilidades de reelaboração da sua mensagem, analise as afirmativas a seguir.

I. Se a palavra “informação” fosse flexionada no plural, haveria supressão do acento indicativo de crase no termo que imediatamente a antecede.

II. Se a palavra “informação” fosse substituída pela expressão “tratamento cortês”, haveria elisão do acento indicativo de crase no termo que imediatamente a antecede.

III. Caso a palavra “direito” fosse substituída pelo termo “acesso”, não haveria eliminação do acento indicativo de crase no termo que imediatamente a antecede.

É correto o que se afirma em

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598Q972018 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Direito, TJDFT, CIEE, 2019

Texto associado.

O Código de Defesa do Consumidor não se preocupou em conceituar positivamente o instituto da publicidade até porque não é esta sua função primordial. Assim, por não tratar diretamente de uma definição do que seja publicidade, o estudioso do Direito do Consumidor deve, primeiramente, buscar o conceito deste complexo instituto fora dos limites do direito. O legislador, entretanto, tratou de legislar de forma negativa o conceito de publicidade, haja vista que determinou definições legais sobre o que seja publicidade enganosa e abusiva em seu artigo 37 e parágrafos, fazendo entender que os anúncios que não se coadunem com estes dispositivos possam ser vistos como legais, por inexistência de proibição específica. Conforme disposto nos parágrafos 1º e 2º do artigo 37 do Código de Defesa do Consumidor, é considerada publicidade enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário que seja inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, capaz de induzir a erro o consumidor sobre a natureza, característica, qualidade, quantidade, propriedade, origem, preço ou quaisquer outros dados sobre produtos e serviços.

A publicidade é toda atividade intermediária entre o processo de venda e compra de bens para obtenção de um maior número vendas através de um chamamento vinculado por qualquer meio de comunicação com conteúdo comercial. Ela é considerada abusiva quando gera discriminação, provoca violência, explora o medo e a superstição do consumidor, aproveita da inocência da criança, desrespeita valores ambientais e induz a comportamentos prejudiciais — saúde e — segurança. A regra legal do artigo 30, do Código de Defesa do Consumidor, não deixa dúvidas de que “toda informação ou publicidade, suficientemente veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação…” deve obedecer — diretrizes legais ali contidas.

Relacionado entre os direitos básicos do consumidor, definidos no artigo 6°, III, do Código de Defesa do Consumidor, está o direito à informação, verdadeira preocupação dos elaboradores da lei, visto que os danoseminentes de uma oferta publicitária mal elaborada são de ordem irreparável para os consumidores e, algumas vezes, para o próprio fornecedor. O artigo 30, do Código de Defesa do Consumidor, veio enfatizar e transformar em princípio a obrigatoriedade de informações que devem ser propostas pelo fornecedor que deseja contratar, não sendo admitido que uma informação publicitária ou uma oferta veiculada pelo sistema de envio de mensagens pela internet não possa ser submetido ao crivo da Legislação Consumerista.

As informações vinculadas pelas mensagens de massa não solicitadas devem seguir o disposto no artigo 31, do Código de Defesa do Consumidor, e trazer informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidade, quantidade, composição, preço, garantia e prazos de validade. Caso a mensagem de massa não solicitada não cumpra tais requisitos, poderá ser incluída entre as práticas de publicidade abusiva ou enganosa e sujeitar o fornecedor às sanções previstas para esta atividade, conforme disposto no artigo 37 e parágrafos do Código de Defesa do Consumidor.

Em regra, as mensagens de massa não solicitadas são enviadas pela internet e algumas através de telefonia celular. Neste segundo caso, especificamente, deve-se aplicar o disposto no artigo 33, pois isto ocorre através de verdadeira oferta por telefone, devendo o fornecedor disponibilizar em sua publicidade o nome do fabricante e seu endereço. Além disso, o Código de Defesa do Consumidor proíbe a promoção de publicidade enganosa ou abusiva e prevê pena de três meses a um ano de prisão e multa para quem incorrer na prática. O ideal é que a publicidade feita em panfletos, anúncios em jornais, revistas, rádios ou emissoras de TV seja clara, objetiva e que tenha veracidade. O fornecedor, na publicidade de seus produtos ou serviços, manterá em seu poder, para informação aos interessados, os dados fáticos, técnicos e científicos para provar a veracidade das publicidades, devendo cumprir tudo o que foi anunciado.

(Disponível em: http://estadodedireito.com.br/publicidade-e-oferta-no-codigo-de-defesa-do-consumidor/. Acesso em: 10/06/2019. Com adaptações.)

Em “Assim, por não tratar diretamente de uma definição do que seja publicidade, o estudioso do Direito do Consumidor deve, primeiramente, buscar o conceito deste complexo instituto fora dos limites do direito” (1º§), caso a palavra “estudioso” fosse flexionada no plural, quantas outras palavras precisariam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo-nominal?
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599Q972542 | Português, Nível Superior, TJDFT, CIEE

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação à ocorrência de crase, assinale a alternativa correta.
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600Q972571 | Psicologia, Psicologia e Organizações, Psicologia, TJDFT, CIEE

O passo seguinte após alinhamento é a captação destes profissionais no mercado. Assinale a alternativa que apresenta as estratégias de atração consideradas mais eficazes, sem gerar custo elevado.
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