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Questões de Concursos CIEE

Resolva questões de CIEE comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


81Q705088 | Português, Estagiário Nível Superior, TRT 10a REGIÃO, CIEE, 2019

Texto associado.
Mercado de orgânicos vive boa fase no delivery e internet 


À espera de um bebê, pai e mãe passam a se questionar sobre o tipo de alimentação que desejam para o filho que vem por aí e para o seu próprio futuro. Começam a procurar por produtos orgânicos, mas esbarram na questão do preço elevado nos supermercados e na dificuldade de se encontrar frutas, verduras e legumes sem agrotóxico em qualquer canto da cidade. Assim, quase junto com o nascimento das crianças, surgem iniciativas como uma empresa de entregas de cestas de orgânicos, a Orgânicos In Box, e um supermercado on-line praticamente só com produtos desse tipo, o Organomix. Engajados e empreendedores, consumidores vêm ajudando a criar um mercado de orgânicos no Rio para lá de aquecido, com direito a grupos de compras coletivas na internet e agricultores que disponibilizam seus produtos na rede. Tainá, hoje com 8 meses, ainda estava na barriga da mãe quando o casal Aline Santolia e Eduardo Rodrigues começou a imaginar o que seria a Orgânicos In Box, pequena empresa familiar de entregas de cestas. Eles haviam voltado da Califórnia e queriam trabalhar com alimentação, mas ainda não sabiam em que área. Chegaram à distribuição de orgânicos quase ao mesmo tempo em que Aline engravidou. — Acho que foi a Tainá que deu o empurrão. A gente nunca quis comer alimento com veneno. Um saco de sementes com agrotóxico tem até desenho de caveira, já viu? — pergunta Eduardo. No início, há um ano, os pedidos vinham dos amigos e somavam 30 cestas por semana. Hoje são 170. Alguém deu a ideia de montar um grupo no Facebook para organizar a história toda; agora são 6.500 inscritos por lá. O surfista Carlos Burle é um dos clientes: — Minha mulher descobriu. Já tínhamos costume de comprar orgânicos no supermercado. A cesta acaba dando a possibilidade de consumir produtos mais frescos, colhidos há menos tempo. Os preços variam entre R$ 55 e R$ 120, e os pedidos são entregues na Zona Sul, em Santa Teresa, na Barra e na Tijuca. Em outro canto da cidade, na Ilha do Governador, Pedro Sanctos Vettorazzo teve que deixar a bicicleta que usava para fazer entregas, pois ela já não dava conta da grande quantidade de pedidos. Ele é um dos únicos que prestam este tipo de serviço na região. A sua Horto Vitae surgiu em 2013, quando Pedro tentava encontrar "um emprego que respeitasse outros seres humanos e animais". [...] O que normalmente motiva as pessoas a comprar orgânicos é a busca pela comida saudável. Mas em pouco tempo muitos descobrem que consumir este tipo de alimento envolve outras questões, tão importantes quanto a primeira. — Quem chega ao orgânico percebe que por trás há uma filosofia de não poluição e que, com a compra, há geração de renda para quem vive no campo. O consumidor se torna um agente político ao fazer esta escolha — analisa Ana Asti, diretora da Sedes. 
(Revista O Globo. Outubro de 2015. Fragmento.)
Em “A gente nunca quis comer alimento com veneno.” (3º§), o ponto final tem como objetivo: 
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82Q699025 | Informática, Estagiário Nível Superior, TRT 10a REGIÃO, CIEE, 2019

“Tipo de ataque que objetiva fazer com que o computador/servidor pare de responder às requisições/solicitações e, com isso, paralisem os serviços que nele estão hospedados.” Trata-se de:
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83Q704677 | Informática, Estagiário Nível Superior, TRT 10a REGIÃO, CIEE, 2019

Considerando o BrOffice Cal, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, “na opção Exibir > Barra de ferramentas localizada na barra de ____________ é possível selecionar as barras que ficarão ativas.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior. 
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84Q706235 | Informática, Estagiário Nível Superior, TRT 10a REGIÃO, CIEE, 2019

“Envio de mensagens de e-mail em grande número (sem autorização dos destinatários).” A afirmativa se refere a:
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85Q701393 | Português, Sintaxe, Estagiário Nível Superior, TRT 10a REGIÃO, CIEE, 2019

Texto associado.
Mercado de orgânicos vive boa fase no delivery e internet 


À espera de um bebê, pai e mãe passam a se questionar sobre o tipo de alimentação que desejam para o filho que vem por aí e para o seu próprio futuro. Começam a procurar por produtos orgânicos, mas esbarram na questão do preço elevado nos supermercados e na dificuldade de se encontrar frutas, verduras e legumes sem agrotóxico em qualquer canto da cidade. Assim, quase junto com o nascimento das crianças, surgem iniciativas como uma empresa de entregas de cestas de orgânicos, a Orgânicos In Box, e um supermercado on-line praticamente só com produtos desse tipo, o Organomix. Engajados e empreendedores, consumidores vêm ajudando a criar um mercado de orgânicos no Rio para lá de aquecido, com direito a grupos de compras coletivas na internet e agricultores que disponibilizam seus produtos na rede. Tainá, hoje com 8 meses, ainda estava na barriga da mãe quando o casal Aline Santolia e Eduardo Rodrigues começou a imaginar o que seria a Orgânicos In Box, pequena empresa familiar de entregas de cestas. Eles haviam voltado da Califórnia e queriam trabalhar com alimentação, mas ainda não sabiam em que área. Chegaram à distribuição de orgânicos quase ao mesmo tempo em que Aline engravidou. — Acho que foi a Tainá que deu o empurrão. A gente nunca quis comer alimento com veneno. Um saco de sementes com agrotóxico tem até desenho de caveira, já viu? — pergunta Eduardo. No início, há um ano, os pedidos vinham dos amigos e somavam 30 cestas por semana. Hoje são 170. Alguém deu a ideia de montar um grupo no Facebook para organizar a história toda; agora são 6.500 inscritos por lá. O surfista Carlos Burle é um dos clientes: — Minha mulher descobriu. Já tínhamos costume de comprar orgânicos no supermercado. A cesta acaba dando a possibilidade de consumir produtos mais frescos, colhidos há menos tempo. Os preços variam entre R$ 55 e R$ 120, e os pedidos são entregues na Zona Sul, em Santa Teresa, na Barra e na Tijuca. Em outro canto da cidade, na Ilha do Governador, Pedro Sanctos Vettorazzo teve que deixar a bicicleta que usava para fazer entregas, pois ela já não dava conta da grande quantidade de pedidos. Ele é um dos únicos que prestam este tipo de serviço na região. A sua Horto Vitae surgiu em 2013, quando Pedro tentava encontrar "um emprego que respeitasse outros seres humanos e animais". [...] O que normalmente motiva as pessoas a comprar orgânicos é a busca pela comida saudável. Mas em pouco tempo muitos descobrem que consumir este tipo de alimento envolve outras questões, tão importantes quanto a primeira. — Quem chega ao orgânico percebe que por trás há uma filosofia de não poluição e que, com a compra, há geração de renda para quem vive no campo. O consumidor se torna um agente político ao fazer esta escolha — analisa Ana Asti, diretora da Sedes. 
(Revista O Globo. Outubro de 2015. Fragmento.)
No trecho “Mas em pouco tempo muitos descobrem que consumir este tipo de alimento envolve outras questões, tão importantes quanto a primeira.” (8º§), o termo assinalado evidencia ideia de: 
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86Q698844 | Português, Estagiário Nível Médio, TRT 10a REGIÃO, CIEE, 2019

Texto associado.
Conversa de água quente 
Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos. Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê?lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê?lo contumaz dali em diante. 
Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice?versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia?boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora… 
Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança. 
Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”.

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.)
A palavra “título” transcrita do texto é acentuada pela mesma razão que a seguinte expressão: 
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87Q700546 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Estagiário Nível Superior, TRT 10a REGIÃO, CIEE, 2019

Texto associado.
Quanto aos fatores que contribuíram para o processo de industrialização no Brasil, analise as afirmativas. 
I. A exportação de café gerou lucros que permitiram o investimento na indústria. 
II. Os imigrantes estrangeiros traziam consigo as técnicas de fabricação de diversos produtos. 
III. A dificuldade de importação de produtos industrializados durante a Primeira Guerra Mundial estimulou a indústria. 
IV. O êxodo rural foi o fator determinante para a mão de obra na criação das indústrias. 
Assinale a alternativa correta. 
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88Q703208 | Português, Estagiário Nível Superior, TRT 10a REGIÃO, CIEE, 2019

Texto associado.

Conversa de água quente 

Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos. Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê?lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê?lo contumaz dali em diante. 

Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice?versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia?boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora… 

Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança. 

Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”. 

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.)

Considerando o título do texto “Conversa de água quente”, podemos inferir que o autor:
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89Q699645 | Informática, Estagiário Nível Médio, TRT 10a REGIÃO, CIEE, 2019

Ao editar um texto com o BrOffice Writer, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, repentinamente todo o texto fica selecionado. É correto afirmar que as telas acionadas são:
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90Q702360 | Português, Estagiário Nível Médio, TRT 10a REGIÃO, CIEE, 2019

Texto associado.

Conversa de água quente 

Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos. Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê?lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê?lo contumaz dali em diante. 

Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice?versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia?boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora… 

Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança. 

Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”. 

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.)

Nos trechos “Bons títulos dão trabalho? Exigem do escritor? Valem o esforço?” (5º§), o ponto de interrogação foi empregado para:
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91Q702399 | Não definido, Estagiário Nível Médio, TRT 10a REGIÃO, CIEE, 2019

Três amigos, Adam, Brian e Charles, criaram um programa computacional que lhes rendeu uma quantia de R$ 270.000,00 ao ser vendido. Para distribuir justamente esse valor, eles resolveram dividi-lo de modo proporcional ao tempo gasto por cada um no desenvolvimento do programa, a saber: Adam gastou 15 horas no desenvolvimento; Brian gastou 30 horas desenvolvendo o programa; e, Charles gastou 45 horas. Qual foi a quantia que Charles recebeu pela venda do programa computacional?
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92Q702972 | Português, Estagiário Nível Médio, TRT 10a REGIÃO, CIEE, 2019

Levando em consideração a coerência textual, em “O ideal é estarem parelhos.” (3º§), a expressão destacada significa: 
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93Q703847 | , Estagiário Nível Médio, TRT 10a REGIÃO, CIEE, 2019

Texto associado.
Quanto aos fatores que contribuíram para o processo de industrialização no Brasil, analise as afirmativas. 
I. A exportação de café gerou lucros que permitiram o investimento na indústria. 
II. Os imigrantes estrangeiros traziam consigo as técnicas de fabricação de diversos produtos. 
III. A dificuldade de importação de produtos industrializados durante a Primeira Guerra Mundial estimulou a indústria. 
IV. O êxodo rural foi o fator determinante para a mão de obra na criação das indústrias. 
Assinale a alternativa correta.
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94Q972563 | Conhecimentos Gerais, Questões Sociais, Nível Superior, TJDFT, CIEE

Leia o trecho abaixo, retirado de notícia veiculada em julho de 2015, no portal do Correio Braziliense, e, em seguida, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

“Conhecido por causar câncer e doenças cardiovasculares, o(a) __________ também poderia aumentar o risco de transtornos psiquiátricos graves, como psicoses como a esquizofrenia – segundo um estudo publicado na revista Lancet Psychiatry. Uma ‘associação’ estatística entre o fumo e as psicoses, em especial a esquizofrenia, foi descoberta em estudos anteriores, lembram os investigadores europeus que assinam o trabalho.”

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95Q972550 | Português, Proparoxítonas, Nível Superior, TJDFT, CIEE

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação à acentuação, assinale a alternativa correta.
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96Q972553 | Informática, Teclas de atalho, Nível Superior, TJDFT, CIEE

Acerca dos atalhos de teclado da versão em Português (Brasil) do Microsoft Word 2010 (Coluna A) e suas respectivas funções (Coluna B), correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

Coluna A

1. Ctrl + A

2. Ctrl + P

3. Ctrl + Shift + C

4. Ctrl + Shift + U

Coluna B

( ) Pincel de formatação.

( ) Imprimir.

( ) Abrir um novo arquivo.

( ) Aplicar estilos.

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97Q972564 | Conhecimentos Gerais, Questões Sociais, Nível Superior, TJDFT, CIEE

De acordo com notícia veiculada em julho de 2015, no portal do Correio Braziliense, muito produzida por humanos, a proteína reelin protege os neurônios contra os efeitos tóxicos dos fragmentos de beta-amiloides, placas que se acumulam no cérebro, provocam a degeneração dessas células nervosas e desencadeiam esta doença, na qual, de início, o paciente começa a perder sua memória mais recente. Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta a que doença se refere a descrição.
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98Q972450 | Direito da Criança e do Adolescente ECA, Serviço Social, TJDFT, CIEE

Leia o trecho abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

As medidas de proteção à criança e ao adolescente são aplicáveis sempre que os direitos reconhecidos no ECA forem ameaçados ou violados. Uma das medidas de proteção envolve o acolhimento institucional e o acolhimento familiar, que são medidas _______________________, utilizáveis como forma de transição para reintegração familiar ou, não sendo esta possível, para colocação em família substituta, não implicando privação de liberdade.

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99Q972304 | Informática, Teclas de atalho, Nível Superior, TJDFT, CIEE

No Outlook 2016 ao se clicar na tecla de função F12 no modo de exibição de E-mail é acessado qual recurso?
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100Q972138 | Informática, Microsoft Outlook, Nível Médio, TJDFT, CIEE, 2018

De acordo com o Outlook 2007, analisar os itens abaixo:

I - Ao escrever um e-mail o usuário poderá restringir a sua permissão, deste modo, poderá impedir que as pessoas que receberem a mensagem encaminhem a outra pessoa.

II - Cada e-mail pode ser enviado para no máximo duas pessoas diferentes, sendo uma no campo “para” e outra no campo “C.c”, uma vez que cada campo aceita somente um destinatário.

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