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Questões de Concursos CONSULPLAN

Resolva questões de CONSULPLAN comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1421Q711069 | Português, Encontros Vocálicos, Agente Fiscal de Postura, Prefeitura de Suzano SP, Consulplan, 2019

Texto associado.

      Leniro leu um jornal pela primeira vez aos 40 anos. Hoje, aos 50 e poucos, só lamenta não ter podido se deliciar com as entrevistas do Pasquim quando tinha 20 e tantos. Agora, ainda que os jornais e revistas não facilitem muito, ele lê de tudo.

      Leniro é cego. Ele lê graças a um programa de computador, com sintetizador de voz, criado no Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro por um professor chamado Antonio Borges. Ao encontrar um aluno cego, Marcelo Pimentel, na sua sala da disciplina de computação gráfica, Antonio descobriu que precisava inventar algo que tornasse possível aos deficientes visuais ter acesso ao computador e à internet. Isso era início dos anos 90 e, naquele momento, as opções existentes eram bastante precárias. Antonio criou um programa chamado Dosvox, que permite aos cegos acessar a internet, ler e escrever, mandar e receber e-mails, participar de chats e trocar ideias como qualquer um que pode ver.

      Até então, cegos como Leniro viviam num universo restrito. Muito pouco era convertido ao braille. E, se um cego escrevesse em braille, seria lido apenas entre cegos. Também havia as fitas cassetes, com a gravação de livros lidos em voz alta. Mas era sempre a leitura de um outro. E continuavam sendo poucos os livros disponíveis em fitas. Jornais e revistas em geral só podiam ser alcançados se alguém se oferecesse para ler em voz alta. A internet era inacessível. E o mundo, muito pequeno. E pouco permeável.

      Eu nunca tinha parado para enxergar o mundo de Leniro. Ali, a cega era eu. Começamos a conversar por e-mail. Fiz uma pergunta atrás da outra. Fazia tempo que não me sentia tão criança ao olhar para uma realidade nova. De novo, eu estava na fase dos porquês. Só faltou perguntar de onde vinham os bebês… Acho até que importunei o Leniro com minhas perguntas seriadas.

      Como é o teclado? O que você sente? Leniro teve muita paciência comigo. Graças à aparição dele na minha vida, percebi que olhar para a deficiência apenas como a falta de algo, de um sentido, não é toda a verdade. Não só não é toda a verdade, como é um modo pobre de enxergar. Dentro de mim, surgiu algo novo: o reconhecimento de um mundo diverso, com possibilidades diversas.

Para um cego, desbravar a internet se assemelha a uma daquelas viagens dos grandes navegadores do passado. Os sites pouco se preocupam em ser acessíveis para quem não pode ver e há monstros marinhos escondidos logo ali. Para os cegos, uma mudança de layout é uma tempestade daquelas capazes de virar o barco. Pesquisando na internet sobre o tema, encontrei a página pessoal da educadora cega Elisabet Dias de Sá. Em um dos textos, assim ela explica a epopeia: “guardadas as devidas proporções, navegar na web é como aventurar-se pelas ruas e avenidas da cidade guiada por uma bengala, exposta ao perigo e a toda sorte de riscos decorrentes dos obstáculos, suspensos ou ao rés do chão, espalhados pelas vias públicas”.

      Há vários modos de ser cego. Aqueles com quem converso têm uma deficiência visual-orgânica, concreta. Mas criaram outras maneiras de se conectar ao mundo, outras formas de enxergar. O mais triste é quando nosso sistema visual funciona perfeitamente, mas só enxergamos o óbvio, o que estamos condicionados a ver. Quando acordamos, a cada manhã, as cenas da nossa vida se repetem como se assistíssemos sempre ___ mesmo filme. Às vezes, choramos diante da tela não por emoção, mas pela falta dela. O filme é chato, mas sabemos o que vai acontecer em cada cena. É chato, mas é seguro. Em nome da segurança, abrimos mão de experimentar novos enredos, tememos nos arriscar ___ possibilidade do diferente, temos tanto medo que fechamos os olhos ao espanto do mundo.

       Ser cego é não ver o mundo do outro por estarmos fechados ao que é diferente de nós. Nem sei dizer o quanto meu universo se ampliou ao ser vista por Leniro. A vida é sempre surpreendente quando não temos medo dela: foi preciso que os cegos me vissem para que eu os enxergasse. E, depois deles, tornei-me menos cega.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI99114- 15230,00-A+CEGA+ERA+EU.html. Acesso em: 25/10/2019.)

Assinale, a seguir, uma palavra transcrita do texto que contém um dígrafo que representa vogal nasal.
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1422Q667376 | Contabilidade Geral, Operações com Mercadorias, Bacharel em Ciências Contábeis, CFC, CONSULPLAN, 2020

Uma Sociedade Empresária apresentou, em outubro de 2017, as seguintes informações relativas a operações de compras e vendas de mercadorias realizadas no período:
Datas das aquisições 10/10/2017 16/10/2017 Valor total da Nota Fiscal de compra R$ 3.000,00 R$ 6.250,00 Tributos recuperáveis, incluídos na Nota Fiscal R$ 540,00 R$ 750,00 Frete pago na compra R$ 180,00 R$ 265,00 Quantidade adquirida 200 unidades 500 unidades
No final do mês de setembro/17, o saldo de mercadorias em estoque era igual a R$ 1.455,00, correspondente a 150 unidades. A única venda realizada no mês de outubro/17 ocorreu no dia 27/10/2017, quando foram vendidas 420 unidades. Considerando que a empresa utiliza o Método da Média Ponderada Móvel para avaliação de seus estoques, o Custo de Mercadorias Vendidas (CMV) no mês de outubro de 2017 foi de:
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1423Q336384 | Matemática, Operador de Processos, INB, CONSULPLAN

Um recipiente, com a forma de um cubo, tem 30 cm de aresta. Deseja-se enchê-lo com água, utilizando garrafas contendo 1,5 litros cada. Quantas garrafas serão necessárias para encher completamente esse recipiente?
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1424Q323840 | Pedagogia, A Supervisão Concepção e Prática, Agente de Secretaria Escolar, Prefeitura de Porto Velho RO, CONSULPLAN

Analise as afirmativas sobre escrituração em arquivo escolar.

I. Deve guardar documentos, formulários e papéis referentes ao estabelecimento de forma ordenada.

II. Deve possibilitar a reconstituição do passado, sendo um centro ativo de informações.

III. Quanto mais complexo for o sistema de arquivamento, menores serão as possibilidades de erros e maiores as probabilidades de funcionamento eficiente.

IV. Todos os registros de atividades e atos escolares dos alunos deverão estar no arquivo escolar.

Estão corretas apenas as afirmativas

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1425Q257815 | Gestão de Pessoas, Recrutamento e Seleção, Técnico Judiciário Área Administrativa, TSE, CONSULPLAN

Texto associado.

Roberto Padilha é proprietário da empresa Max Pinturas em
Jaboatão dos Guararapes, na região metropolitana de
Recife/PE. Em 2010, 12 dos 98 pintores deixaram a Max em
busca de salários maiores na concorrência. Cada vez que um
deles saía, era preciso recrutar e treinar do zero novos
profissionais. Padilha começou a reagir para evitar que a falta
de gente interrompesse a trajetória de crescimento da
empresa. Ele solicitou aos seus gerentes uma avaliação da
produtividade de cada funcionário e a usou como base para
esboçar um plano de carreiras para seu pessoal. No caso dos
pintores, ele criou três níveis hierárquicos, concedendo
aumentos de até 25% aos mais produtivos.
(Falta gente na sua empresa? Revista PME Exame. Abril/2011,
adaptado
)

Considerando a empresa como um sistema aberto, é correto afirmar que a seleção e o treinamento constituem-se em

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1426Q248344 | Redes de Computadores, DHCP, Técnico de Informática, Prefeitura de Campo Verde MT, CONSULPLAN

Para a configuração de endereço IP dinâmico (obter um endereço IP automaticamente) em uma placa de rede de uma estação de trabalho, é imprescindível na rede um servidor específico para tal serviço, que é um servidor:

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1427Q232476 | Matemática, Proporções, Programador de Computador, Chesf, CONSULPLAN

Um ônibus percorre a distância de 100km em 4 dias, à razão de 2 horas por dia. Em quantos dias faria uma viagem de 150km percorrendo 6h por dia?

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1428Q43319 | Raciocínio Lógico, Aspirante do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar SC, CONSULPLAN

José, João e Josué são sobrinhos de Dona Josélia e sempre a visitam. Se José vem visitá‐la, então ela fará pudim. Se João vem visitá‐la, então ela fará pudim e se Josué vem visitá‐la ela não fará pudim. Dona Josélia fez pudim. Nesse sentido, é correto afirmar que:
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1429Q42951 | Português, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar PA, CONSULPLAN

Texto associado.
O direito à literatura

   O assunto que me foi confiado nesta série é aparentemente meio desligado dos problemas reais: “Direitos humanos e literatura". As maneiras de abordá‐lo são muitas, mas não posso começar a falar sobre o tema específico sem fazer algumas reflexões prévias a respeito dos próprios direitos humanos. [...]
   [...] pensar em direitos humanos tem um pressuposto: reconhecer que aquilo que consideramos indispensável para nós é também indispensável para o próximo. Esta me parece a essência do problema, inclusive no plano estritamente individual, pois é necessário um grande esforço de educação e autoeducação a fim de reconhecermos  sinceramente este postulado. Na verdade, a tendência mais funda é achar que os nossos direitos são mais urgentes que os do próximo.
   [...] a literatura aparece claramente como manifestação universal de todos os homens em todos os tempos. Não há povo e não há homem que possa viver sem ela, isto é, sem a possibilidade de entrar em contato com alguma espécie de fabulação. Assim como todos sonham todas as noites, ninguém é capaz de passar as vinte e quatro horas do dia sem alguns momentos de entrega ao universo fabulado. [...]
   Ora, se ninguém pode passar vinte e quatro horas sem mergulhar no universo da ficção e da poesia, a literatura concebida no sentido amplo a que me referi parece corresponder a uma necessidade universal, que precisa ser satisfeita e cuja satisfação constitui um direito. [...]
   Portanto, a luta pelos direitos humanos abrange a luta por um estado de coisas em que todos possam ter acesso aos diferentes níveis de cultura. A distinção entre cultura popular e cultura erudita não deve servir para justificar e manter uma separação iníqua, como se do ponto de vista cultural a sociedade fosse dividida em esferas incomunicáveis, dando lugar a dois tipos incomunicáveis de fruidores. Uma sociedade justa pressupõe o respeito dos direitos humanos, e a fruição da arte e da literatura em todas as modalidades e em todos os níveis é um direito inalienável.

(CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: Vários escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul; São Paulo: Duas Cidades, 2004.)
Dentre os pares a seguir, assinale a alternativa em que todas as palavras foram acentuadas de acordo com a mesma justificativa para acentuação de palavras da língua portuguesa. 
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1430Q42942 | Português, Interpretação de Textos, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar PA, CONSULPLAN

Texto associado.
Tempos loucos – Parte 2

     Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
      Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
       A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
      Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá‐la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
      Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
       Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é a toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
     Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
      A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?

(SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – Parte 2. Disponível em:http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2006‐10‐01_2006‐10‐15.html. Acesso em: dezembro de 2015.)
“Não  problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência.  um mercado generoso de oferta de drogas." (5º§) O verbo haver, utilizado no trecho em destaque, no sentido de existir, também pode ser empregado em algumas expressões que indicam tempo. Seu emprego está correto em:
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1431Q35685 | Direito Notarial e Registral, Titular de Serviços de Notas e de Registros, TJ MG, CONSULPLAN

No que tange ao Provimento nº 260, da Corregedoria-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, avalie as seguintes assertivas abaixo:

I. No caso de condomínio geral entre os mesmos condôminos em várias glebas contíguas, para a fusão de diversas transcrições e/ou matrículas, poderá ser aceito requerimento formulado por apenas 1 (um) dos titulares de partes ideais.
II. A unificação de imóveis urbanos depende de requerimento e aprovação do Município e a unificação de imóveis rurais depende de requerimento, planta, memorial descritivo, ART e aprovação do Município.
III. A unificação de imóveis contíguos nos quais os condôminos possuam frações ideais distintas, bem como a unificação de imóveis contíguos pertencentes a proprietários distintos, implicam o estabelecimento de condomínio voluntário e independe de escritura pública, observada a legislação tributária.
IV. Tratando-se de unificação de imóveis transcritos, não será feita prévia abertura de matrículas para cada um deles, mas, sim, a averbação da fusão nas transcrições respectivas e a abertura de matrícula única.  

Está correto o que se afirma em:
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1432Q14746 | Serviço Social, Assistente Social, HOB, CONSULPLAN

As diretrizes curriculares aprovadas para o curso de Serviço Social orientaram-se para o distanciamento dos aportes  básicos de caráter conservador. Inúmeros desafios são postos. Mais do que nunca é vital, no debate teórico-metodo- lógico e ético-político no âmbito da profissão, assegurar a análise sob a perspectiva da totalidade, com apropriação dos  fundamentos ontológicos-históricos, para apreender o processo histórico real. A participação, juntamente com outros  sujeitos profissionais e sujeitos coletivos os mais diversos na construção dos  instrumentos de  luta, possibilitarão, em  cada  situação  concreta,  jogar  força  para  ir  além  dos  interesses  do  capital.  Indique  a  alternativa  que  descreve  corretamente a perspectiva do curso de Serviço Social, de acordo com as diretrizes curriculares supracitadas.
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1433Q7147 | Pedagogia, Professor de Educação Infantil, Prefeitura de Congonhas MG, CONSULPLAN

São características da avaliação, EXCETO:
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1434Q852165 | Auditoria, Testes, Prefeitura de Capanema PA Auditor Fiscal Municipal, CONSULPLAN, 2020

Em uma auditoria deve ser verificado se os tributos incorridos sobre as vendas, como ICMS e PIS, estão classificados corretamente na Demonstração do Resultado do Exercício. Neste caso, os referidos tributos deverão compor o montante do grupo de:
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1435Q701537 | Direito Administrativo, Controle da Administração, Juiz Leigo, TJ CE, Consulplan, 2019

Quanto ao controle judicial dos atos administrativos discricionários, no âmbito dos juizados especiais, assinale a alternativa correta.
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1436Q366247 | Enfermagem, Imunização, Técnico de Enfermagem, Prefeitura de Porto Velho RO, CONSULPLAN

Sobre a vacinação de rotina da gestante, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Se a gestante nunca foi vacinada, ou se a história vacinal for desconhecida ou não conclusiva, deve-se aplicar três doses da vacina dupla dT, sendo a primeira aplicada na terceira consulta de pré-natal.

( ) Quando a gestante já foi vacinada com três doses ou mais de vacina contra tétano, deve-se fazer mais uma dose, se já decorreram mais de 5 anos da última dose.

( ) Se a gestante não estiver com as três doses da vacina contra tétano completas, estas deverão ser completadas.

A sequência está correta em

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1437Q342418 | Raciocínio Lógico, Probabilidade, Balanceiro, CODEGi ES, CONSULPLAN

Seis amigos, dentre eles, Fábio e Ana, disputam um jogo de perguntas e respostas em que a pessoa que fará a pergunta e a que a responderá serão sorteadas mediante a retirada, sem reposição, de fichas numeradas de dentro de uma caixa. Ao participar do jogo, cada jogador recebe um número distinto. Assim, ao iniciar o jogo, a probabilidade de que Fábio seja sorteado para fazer a pergunta e Ana seja sorteada para respondê-la é

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1438Q337528 | Matemática, Cálculo Aritmético Aproximado, Carteiro, ECT PE, CONSULPLAN

Em 1994, o real foi instituído como unidade do Sistema Monetário Brasileiro, mantendo-se os centavos. Foi estabelecido que dois mil, setecentos e cinqüenta cruzeiros reais era igual a um real. Então, CR$2.750,00 passou a valer R$1,00. Como ficou o saldo bancário de Sr. Silva sabendo que ele possuía no banco a quantia de CR$2.062.500,00?

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1439Q255927 | Raciocínio Lógico, Raciocínio Matemático, Técnico Judiciário Área Administrativa, TSE, CONSULPLAN

Uma estante é constituída por 4 prateleiras. Um lote de 10 livros será distribuído sobre esta estante. Sobre as possíveis distribuições finais dos livros nas prateleiras, analise.

I. Haverá pelo menos um livro em cada prateleira.
II. Haverá uma prateleira com, pelo menos, três livros.
III. É possível que duas prateleiras quaisquer nunca tenham a mesma quantidade de livros.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

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1440Q249002 | Raciocínio Lógico, Sequencial, Técnico de Laboratório, MAPA, CONSULPLAN

Em uma prova com 150 questões, um candidato, ao conferir o gabarito oficial, percebeu a seguinte situação entre as questões que errou e acertou:

• errou a 1ª questão e acertou as duas próximas;

• errou a 4ª questão e acertou as três próximas;

• errou a 8ª questão e acertou as quatro próximas;

• errou a 13ª questão e acertou as cinco próximas;

• errou ... e, assim, sucessivamente.

Dessa forma, o número de questões que esse candidato acertou na prova é

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