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Questões de Concursos CONSULPLAN

Resolva questões de CONSULPLAN comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


361Q332718 | Matemática, Cálculo Aritmético Aproximado, Motorista, CHESF, CONSULPLAN

Uma família pretende viajar nas férias. Eles moram em uma cidade de Pernambuco e pretendem conhecer a cidade de João Pessoa-PB. A viagem será feita de carro que faz em média, 12km por litro de combustível. A distância entre as cidades é de 300km. Quantos litros de combustível serão gastos nesta viagem?

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362Q249214 | Informática, Windows Explorer, Técnico de Laboratório Informática, Prefeitura de Congonhas MG, CONSULPLAN

Na manipulação de arquivos, a partir do Windows Explorer, assinale a função da combinação das teclas Ctrl + X:

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363Q58514 | Direito Civil, Juiz Leigo, TJ CE, CONSULPLAN, 2019

Um grupo de amigos decidiu criar uma associação civil. O estatuto estabeleceu a denominação, os fins e o local da sede, deixando para decidir, no caso concreto, as condições de inclusão e exclusão dos associados. Nos termos das regras do Código Civil, é correto afirmar que:
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364Q556191 | Informática, PowerPoint, Analista de Sistemas, CESAN ES, CONSULPLAN

Analise as afirmativas abaixo:

I. O Microsoft PowerPoint é um aplicativo cuja função básica é auxiliar o usuário a montar apresentações, na forma de uma seqüência de telas para projeções.

II. Com o PowerPoint pode-se criar slides, que por sua vez podem ser exibidos através de equipamentos próprios para tal. I

II. As telas do PowerPoint podem ser compostas por textos, gráficos, sons e imagens.

Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):

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365Q321510 | Pedagogia, Fundamentos da Educação, Professor, Prefeitura de Venda Nova do Imigrante ES, CONSULPLAN

Em qualquer processo de comunicação, quatro elementos básicos podem ser identificados, ou seja, a fonte da informação; a informação propriamente dita; o veículo pelo qual a informação é transmitida; e, o receptor da informação. Baseado nesses quatro elementos pode-se concluir que seis elementos são a base da comunicação de dados em um sistema computacional, que são: transmissor; codificador; meio; receptor; decodificador; e, mensagem. Existem diferentes aplicações em comunicação de dados; uma dessas requer, em cada estação remota, um terminal inteligente e, nessa estação, durante um determinado período são executadas operações off-line. Assinale a alternativa que apresenta corretamente essa aplicação.
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366Q35742 | Direito Processual Civil, Novo Código de Processo Civil CPC 2015, Titular de Serviços de Notas e de Registros, TJ MG, CONSULPLAN

Sabidamente, a prova pericial consiste em exame, vistoria ou avaliação. A esse respeito, é correto afirmar:
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367Q1246 | Matemática, Agente de Saúde ACS, Prefeitura de Almirante Tamandaré PR, CONSULPLAN

Para a realização de uma obra foram encomendados 4500 tijolos, cujo peso de cada unidade é 2,2 kg. Se 2/5 dessa encomenda foram rejeitados por defeito de fabricação, quantas toneladas de tijolos poderão ser aproveitadas?
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368Q483000 | Geografia, População Brasileira, Professor de Geografia, Prefeitura de Natal RN, CONSULPLAN

Sabe-se que a sociedade brasileira passa por um forte processo de miscigenação desde os primeiros séculos de sua história, que, ainda em curso, tem contribuído há mais de cinco séculos para formar a sociedade brasileira. Sobre as três etnias – autóctones (isto é, os indígenas), europeus e africanos –, analise.

I. No caso do território brasileiro, o principal grupo europeu que aqui chegou foram os portugueses, que se apoderaram do território e não levaram em consideração a existência dos indígenas nem suas expressões culturais.

II. Os principais grupos humanos africanos vieram do Congo, do Golfo da Guiné e de Angola; alguns vieram também da Nigéria e de Moçambique.

III. Os europeus estão presentes no território brasileiro desde o início do processo colonizador.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

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369Q51483 | Direito Penal, Juiz de Direito Substituto, TJ MG, CONSULPLAN, 2018

A, B, e C se conheceram quando estavam recolhidos na Penitenciária Nelson Hungria. Posteriormente, estando em meio aberto, eles se reencontraram e decidiram praticar um crime juntos. Assim, agindo em comunhão de vontades e unidade designios, no dia 18/09/2017, cometeram um latrocínio com resultado morte, sendo a prisão em flagrante convertida em medidas cautelares diversas da prisão. Após regular instrução, o Juiz proferiu sentença, condenando os agentes pela prática do crime do artigo 157, § 3º, in fine, do Código Penal. Ao passar à fase de aplicação da pena, o magistrado, analisando as certidões cartorárias de antecedentes de cada um dos réus, constatou que A possui uma condenação transitada em julgado em 10/08/2012, com extinção da pena em 15/05/2016. B possui duas condenações: a primeira transitada em julgado em 05/05/2003, com extinção da pena em 23/07/2016 e a segunda transitada em julgado em 07/02/2011, cuja execução ainda se encontra em curso. C possui duas condenações, uma por crime praticado quando ele era menor de 21 (vinte e um) anos, transitada em julgado em 03/04/2005, cuja extinção da pena se deu 10/10/2014 e outra por fato praticado em 25/12/2017, com trânsito em julgado em 01/08/2018, cuja execução se encontra em andamento. Levando-se em conta as disposições previstas no Código Penal, analise as afirmativas, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) Em desfavor do réu A deve ser reconhecida a agravante da reincidência, prevista no artigo 61, I, do Código Penal.
( ) O réu C é tecnicamente primário, não podendo os dados constantes em sua certidão de antecedentes criminais serem considerados em seu desfavor.
( ) O réu B registra uma única condenação caracterizadora da reincidência.
( ) O réu C é reincidente e portador de maus antecedentes.

A sequência está correta em
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370Q42972 | Física, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar PA, CONSULPLAN

Uma força resultante de 8N é aplicada a um corpo de massa desconhecida proporcionando uma aceleração de 2,50 m/s2 . Se a esse mesmo corpo fosse aplicada uma força resultante de 12N, a aceleração produzida aumentaria para:
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371Q35748 | Direito Processual Civil, Novo Código de Processo Civil CPC 2015, Titular de Serviços de Notas e de Registros, TJ MG, CONSULPLAN

É possível o protesto da decisão judicial transitada em julgado, vencido o prazo para o cumprimento voluntário da obrigação pelo devedor.

A esse respeito, assinale a única proposição INCORRETA
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372Q1818 | Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem, Prefeitura de Poço Redondo SE, CONSULPLAN

A medida isolada mais eficaz, para a prevenção e o controle da transmissão cruzada de infecção em qualquer ambiente de assistência à saúde, é:
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373Q1233 | Português, Guarda Municipal, Prefeitura de Cataguases MG, CONSULPLAN

Texto associado.
C’est la guerre!
(É a guerra!)

Minhas relações com as Matemáticas nunca foram boas – e exagero ao falar em Matemáticas, no plural e na maiúscula. Nem mesmo a elementar aritmética privou de muita intimidade com meu impenetrável cérebro. Por todos os chamados bancos escolares que lustrei em minhas andanças, sempre deixei a merecida fama de refratário aos números, às operações, às frações e às regras de três. Não cito os logaritmos porque seria um escárnio de minha parte mencionar tais entidades. Não morri de fome pelas sarjetas – como um certo professor um dia profetizou, mas tenho passado vexames abomináveis e tido irrelevantes prejuízos nos trocos. Nada mais que isso.

Paralela ao meu desamor pelas matemáticas, ou fruto dele, surgiu uma babosa admiração pelas máquinas capazes de fazer aquilo que não sei nem posso fazer. Não admiro um guindaste, nem um trator – sei que são máquinas movidas por cavalo-vapor, e sei o que seja um cavalo e imagino o que seja o cavalo em forma de vapor e energia. Mas diante de uma simples máquina de somar, tremo os joelhos de emoção e respeito. Já não falo dos cérebros eletrônicos, esses monstros capazes de calcular eclipses, marés, trajetórias planetárias e de jogar xadrez. Não jogo xadrez e pouco ligo para as trajetórias planetárias e para os eclipses. Sei que os cérebros eletrônicos são capazes até de fazer poemas, o que não conta no saco de seus infindáveis méritos: muito cara-de-pau por aí, muito cérebro ruim também é capaz de fazer poemas, e os poemas terminam em antologias e o cérebro na Academia.

Mas voltemos às matemáticas. No outro dia, tive babosa admiração não pela máquina de somar, mas por mim mesmo. Deu-se que fui pagar umas contas, dessas contas pequeninas e complicadas que não desprezam os desprezíveis centavos cujo epitáfio o bardo Drummond magistralmente cantou há dias. A fila do guichê era enorme e para ganhar tempo arrisquei fazer a soma dos meus incontáveis débitos. Chegaria ao guichê com o cheque já preenchido e evitaria a justa animosidade dos que esperavam a vez.

Apanhei um papel qualquer, escrevi as parcelas com o máximo escrúpulo, tomei coragem e iniciei a soma. Obtive um resultado e ia apelar para uma rígida revisão das contas quando a fila andou e eu tive de andar. Preenchi o cheque e de repente fiquei alarmado: e se a conta estivesse errada? O caixa faria péssimo juízo do meu caráter e os companheiros da fila teriam redobrada razão para me mandarem ao diabo no recôndito de seus ódios e pressas.

Eis que o homem do guichê apanhou meus papéis, foi registrando números naquela máquina insignificante, bateu numa tecla achatada e vermelha, puxou a manivela, a máquina fez um rangido, os mecanismos atritaram lá dentro, e surgiu no mostrador um número que, por espantosa coincidência, era o mesmo que eu havia obtido sem teclas, sem manivelas e sem mecanismos outros que não os do meu parco saber.

Sim, minhas pernas tremeram de emoção. Olhei a máquina do homem como um aliado, “aí está uma coisa que reconhece o que valho”, e saí para a rua, leve, a alma em festa. Einstein, ao ver confirmada pelo eclipse de 1927 a sua teoria restrita da relatividade, deve ter sentido o que senti naquele momento.

Euclides, Newton, Descartes – cheguei! Custei mas cheguei. Daqui em diante, surgiu um concorrente sério. Tremei em vossas covas que lá vou eu. Por ora, vou exercitar-me honestamente nas contas de subtração. Depois – é a guerra!

(Carlos Heitor Cony)
Segundo o texto, pode-se afirmar que, EXCETO:
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374Q620959 | Informática, Linux ou Unix, Analista de Suporte, COFEN, CONSULPLAN

Qual o comando utilizado para manipular parâmetros do kernel no RedHat?

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375Q458614 | Direito Empresarial e Comercial, Cambiais, Titular de Serviços Notariais e de Registro, TJ MG, CONSULPLAN

Em uma letra de câmbio, Pedrita mandou Barney pagar uma determinada quantia para Fredd, que, por sua vez, através de endosso, transferiu a letra para Vilma. Levando em conta esta estrutura da letra, são respectivamente Sacador e Endossante:
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376Q455234 | Direito do Trabalho, Contrato Individual de Trabalho, Procurador, Câmara de Belo Horizonte MG, CONSULPLAN, 2018

Para identificar uma relação de emprego é formado o contrato de emprego. A expressão, entretanto, consagrada na prática e nos concursos públicos, é o contrato de trabalho (sinônimos: contrato de trabalho stricto senso, vínculo empregatício e relação de emprego). São características do contrato de trabalho, EXCETO:
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378Q111379 | Matemática, Juros e descontos simples, Analista de Informática, SDS SC, CONSULPLAN

Uma loja vende um televisor por R$780,00 à vista. A prazo, o aparelho é vendido por R$838,50 com uma entrada de 20% do valor à vista e o restante pago após 45 dias. A taxa anual de juros simples aplicada sobre o saldo devedor é igual a:

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379Q1806 | Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem, Prefeitura de Poço Redondo SE, CONSULPLAN

São deveres e responsabilidades dispostos no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, EXCETO:
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380Q183474 | Português, Sintaxe, Enfermeiro, Prefeitura de Santa Maria Madalena RJ, CONSULPLAN

Texto associado.

A educação possível

A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que
uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos.

Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações
sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida
pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima
dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo
propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares
de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem
bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito.
Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém
um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de
construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra
colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos
ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua
autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e
escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é
trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.
Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, dacomunidade onde se vive, conseguindo contar,
ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento,
é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar,
escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.
No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de
conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer
bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar
como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio
benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: cidadania.
O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seufundamento eficaz nos
dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito
menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender
qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo,
frustrados.
Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de linguística em uma faculdade particular.
Meu desgosto pela profissão que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos deveu-se em parte à
minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o
currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam
articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto
incapazes de assimilare discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns
com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.
Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que
inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito
simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós,
que os escolhemos e sustentamos. (>Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)

Em ...saibamos ensinar aos alunos o mais elementar,... (3º§), o verbo destacado é:

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