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Questões de Concursos CONSULPLAN

Resolva questões de CONSULPLAN comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


441Q22470 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem do Trabalho, CBTU, CONSULPLAN

Acerca da Resolução COFEN nº 238/2000, que fixa normas para qualificação em nível médio de enfermagem do trabalho, assinale a afirmativa INCORRETA.
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442Q7144 | Pedagogia, Professor de Educação Infantil, Prefeitura de Congonhas MG, CONSULPLAN

Conhecendo melhor a situação de cada aluno, o professor poderá:

I. Pensar melhor como será a rotina do bimestre.

II. Pensar melhor sobre quais intervenções deve fazer para ajudar os alunos a progredirem.

III. Ajudar as crianças a entender a lógica do sistema educacional.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) alternativa(s):

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443Q153713 | Administração Geral, Modelos de gestão, Analista Judiciário Psicologia, TSE, CONSULPLAN

A respeito da qualidade de vida no trabalho, assinale a afirmativa INCORRETA.

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444Q43304 | Direito Constitucional, Aspirante do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar SC, CONSULPLAN

“A autoridade pública municipal, de maneira claramente ilegal, recusa‐se a emitir certidão pedida por um indivíduo, que dela necessita para efetuar contrato de compra e venda de um imóvel.” Nesta situação, é cabível
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445Q39192 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Analista Judiciário, TSE, CONSULPLAN

O papel das pessoas nas organizações passa por mudanças em função do foco crescente nas competências. Nesse sentido, NÃO faz parte do papel de um gerente de hoje
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446Q11103 | Raciocínio Lógico, Veterinário, MAPA, CONSULPLAN

Em três xícaras – uma grande, uma média e uma pequena – foram colocadas uma certa quantidade de chá com temperaturas diferentes. Considere que:

- ou a xícara grande recebeu chá morno ou a xícara média recebeu a menor quantidade de chá;
- a quantidade de chá colocada na xícara maior foi inferior à da xícara que recebeu chá quente, e a xícara pequena não foi a que recebeu a maior quantidade de chá;
- o chá frio não foi colocado na xícara média e a xícara pequena recebeu mais chá do que a de tamanho grande.


Desejando servir uma criança com chá morno, um adolescente com chá frio e um adulto com chá quente, deve-se entregar a eles, respectivamente, as xícaras
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447Q1756 | Português, Auxiliar de Enfermagem, Prefeitura de Poço Redondo SE, CONSULPLAN

Texto associado.
A sordidez humana

     Ando refletindo sobre nossa capacidade para o mal, a sordidez, a humilhação do outro. A tendência para a morte, não
para a vida. Para a destruição, não para a criação. Para a mediocridade confortável, não para a audácia e o fervor que
podem ser produtivos. Para a violência demente, não para a conciliação e a humanidade. E vi que isso daria livros e mais
livros: se um santo filósofo disse que o ser humano é um anjo montado num porco, eu diria que o porco é
desproporcionalmente grande para tal anjo.
     Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós (eu não consigo fazer isso, mas nem por
essa razão sou santa), que ri quando o outro cai na calçada? Quem é esse que aguarda a gafe alheia para se divertir? Ou se
o outro é traído pela pessoa amada ainda aumenta o conto, exagera, e espalha isso aos quatro ventos – talvez correndo
para consolar falsamente o atingido?
     O que é essa coisa em nós, que dá mais ouvidos ao comentário maligno do que ao elogio, que sofre com o sucesso
alheio e corre para cortar a cabeça de qualquer um, sobretudo próximo, que se destacar um pouco que seja da
mediocridade geral? Quem é essa criatura em nós que não tem partido nem conhece lealdade, que ri dos honrados,
debocha dos fiéis, mente e inventa para manchar a honra de alguém que está trabalhando pelo bem? Desgostamos tanto
do outro que não lhe admitimos a alegria, algum tipo de sucesso ou reconhecimento? Quantas vezes ouvimos comentários
como: “Ah, sim, ele tem uma mulher carinhosa, mas eu já soube que ele continua muito galinha”. Ou: “Ela conseguiu um
bom emprego, deve estar saindo com o chefe ou um assessor dele”. Mais ainda: “O filho deles passou de primeira no
vestibular, mas parece que...”. Outras pérolas: “Ela é bem bonita, mas quanto preenchimento, Botox e quanta lipo...”.
     Detestamos o bem do outro. O porco em nós exulta e sufoca o anjo, quando conseguimos despertar sobre alguém
suspeitas e desconfianças, lançar alguma calúnia ou requentar calúnias que já estavam esquecidas: mas como pode o
outro se dar bem, ver seu trabalho reconhecido, ter admiração e aplauso, quando nos refocilamos na nossa nulidade?
Nada disso! Queremos provocar sangue, cheirar fezes, causar medo, queremos a fogueira.
     Não todos nem sempre. Mas que em nós espreita esse monstro inimaginável e poderoso, ou simplesmente medíocre e
covarde, como é a maioria de nós, ah!, espreita. Afia as unhas, palita os dentes, sacode o comprido rabo, ajeita os chifres,
lustra os cascos e, quando pode, dá seu bote. Ainda que seja um comentário aparentemente simples e inócuo, uma
pequena lembrança pérfida, como dizer “Ah! Sim, ele é um médico brilhante, um advogado competente, um político
honrado, uma empresária capaz, uma boa mulher, mas eu soube que...”, e aí se lança o malcheiroso petardo.
     Isso vai bem mais longe do que calúnias e maledicências. Reside e se manifesta explicitamente no assassino que se
imola para matar dezenas de inocentes num templo, incluindo entre as vítimas mulheres e crianças... e se dirá que é por
idealismo, pela fé, porque seu Deus quis assim, porque terá em compensação o paraíso para si e seus descendentes. É o
que acontece tanto no ladrão de tênis quanto no violador de meninas, e no rapaz drogado (ou não) que, para roubar 20
reais ou um celular, mata uma jovem grávida ou um estudante mal saído da adolescência, liquida a pauladas um casal de
velhinhos, invade casas e extermina famílias inteiras que dormem.
     A sordidez e a morte cochilam em nós, e nem todos conseguem domesticar isso. Ninguém me diga que o criminoso
agiu apenas movido pelas circunstâncias, de resto é uma boa pessoa. Ninguém me diga que o caluniador é um bom pai,
um filho amoroso, um profissional honesto, e apenas exala seu mortal veneno porque busca a verdade. Ninguém me diga
que somos bonzinhos, e só por acaso lançamos o tiro fatal, feito de aço ou expresso em palavras. Ele nasce desse traço de
perversão e sordidez que anima o porco, violento ou covarde, e faz chorar o anjo dentro de nós.

(Lya Luft, Veja 20/05/2009 pág.24)
Assinale a alternativa INCORRETA:
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448Q336130 | Matemática, Sistemas Lineares, Analista Contábil, CEAGESP SP, CONSULPLAN

Rui diz a Pedro: Se você me der 1/5 do dinheiro que possui, eu ficarei com uma quantia igual ao dobro do que lhe restará. Por outro lado, se eu lhe der R$ 6,00 do meu dinheiro, nós ficaremos com quantias iguais. Quanto de dinheiro possui Rui?
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449Q851487 | Gestão de Pessoas, Cargos e Salários, Prefeitura de Capanema PA Analista de Recursos Humanos, CONSULPLAN, 2020

As organizações que aplicam conceitos modernos de administração adotam também políticas salariais que preconizam a valorização do conhecimento e da competência de seus colaboradores. É uma relação em que as partes envolvidas possuem inúmeras expectativas. As empresas querem que suas políticas salariais resultem em um aumento da produtividade. Já as pessoas querem que os seus muitos anos de estudo e qualificação resultem em uma remuneração justa. Manter o equilíbrio entre estas partes é uma das funções mais importantes da área de gestão de pessoas. São considerados componentes que integram o conceito de remuneração total:
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450Q471255 | Direito Tributário, Obrigação tributária, Bacharelado em Ciências Contábeis, Conselho Federal de Contabilidade, CONSULPLAN, 2018

De acordo com a Lei nº 5172/1966 (Código Tributário Nacional), em seu art. 113, as obrigações tributárias se dividem entre principais e acessórias. Dentre as listadas a seguir, todas são obrigações acessórias, EXCETO:
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451Q340565 | Raciocínio Lógico, Condutor de Micro Trator, CODEGi ES, CONSULPLAN

Seja a sequência de palavras:

CERTO – ERRADO – QUENTE – ? – ALTO – BAIXO – MAIS – ? – SEMPRE – JAMAIS – ? – ESQUERDA As palavras que substituem corretamente as interrogações são, respectivamente,
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452Q35747 | Direito Processual Civil, Novo Código de Processo Civil CPC 2015, Titular de Serviços de Notas e de Registros, TJ MG, CONSULPLAN

Quanto ao instituto da reclamação, avalie as proposições seguintes:

I. Caberá reclamação da parte interessada ou do Ministério Público para o efeito de preservar a competência do tribunal, garantir a autoridade das decisões do tribunal, garantir a observância de decisão do Supremo Tribunal Federal em controle concentrado de constitucionalidade e, finalmente, para garantir a observância de enunciado de súmula vinculante e de precedente proferido em julgamento de casos repetitivos ou em incidente de assunção de competência.
II. A reclamação pode ser proposta perante qualquer tribunal, e seu julgamento compete ao órgão jurisdicional cuja competência se busca preservar ou cuja autoridade se pretenda garantir, devendo ser instruída com prova documental e dirigida ao presidente do respectivo tribunal.
III. Assim que recebida, a reclamação será autuada e distribuída ao relator do processo principal, sempre que possível; todavia, a reclamação será admissível mesmo após o trânsito em julgado da decisão, imputando-se-lhe, nessa circunstância, força rescindenda do respectivo julgado.
IV. A inadmissibilidade ou o julgamento do recurso interposto contra a decisão proferida pelo órgão reclamado não prejudica a reclamação.

É correto apenas o que se afirma em: 
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453Q6847 | Conhecimentos Específicos, Legislação de Seguros, Assistente Securitário, Banestes Seguros, CONSULPLAN

Sobre os contratos de seguro, é INCORRETO afirmar que
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454Q821724 | Legislação Federal, Lei 5194 1966, Analista de Gestão, CBTU, CONSULPLAN

Acerca da Lei nº 5.194/66, é correto afirmar que regula o exercício das profissões
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455Q337787 | Matemática, Agente Administrativo, Prefeitura de Venda Nova do Imigrante ES, CONSULPLAN

Leonardo leu dois terços de um livro numa quinta-feira, um sexto do restante na sexta-feira, 16 páginas no sábado e ainda sobrou um décimo do livro para ler no domingo. Assim tem-se que:
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458Q116055 | Português, Morfologia, Analista de Sistemas, Chesf, CONSULPLAN

Texto associado.

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Considere os seguintes enunciados:

I. ... como a última luz na varanda.

II. E comecei a sentir falta das pequenas brigas...

III. Ele a considerava como uma verdadeira companheira.

Os termos grifados são, respectivamente:

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459Q48091 | Matemática, Fiscal Municipal, Prefeitura de Campo Verde MT, CONSULPLAN

Qual é a soma dos termos da sequência (x - 2, 3x - 10, 10 + x, 5x + 2), para que a mesma seja uma progressão geométrica crescente?
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460Q15025 | Português, Cirurgião Dentista, Prefeitura de Cantagalo RJ, CONSULPLAN

Texto associado.
Envelhecer com mel ou fel?

        Conheço muitas pessoas que estão envelhecendo mal. Desconfortavelmente. Com uma infelicidade crua na alma. Estão ficando velhas, mas não estão ficando sábias. Um rancor cobre-lhes a pele, a escrita e o gesto. São críticos azedos, aliás estão ficando cítricos sem nenhuma doçura nas palavras. Estão amargos.   Com fel nos olhos.
        [...]
         Envelhecer deveria ser como planar. Como quem não sofre mais (tanto) com os inevitáveis atritos. Assim como a nave que sai do desgaste da atmosfera e vai entrando noutro astral, e vai silente, e vai gastando nenhum-quase combustível, flutuando como uma caravela no mar ou uma cápsula no cosmos.
         Os elefantes, por exemplo, envelhecem bem. E olha que é uma tarefa enorme. Não se queixam do peso dos anos, e  nem da ruga do tempo, e, quando percebem a hora da morte, caminham pausadamente para um certo lugar – o  cemitério dos elefantes, e aí morrem, completamente, com a grandeza existencial só aos sábios permitida.
          Os vinhos envelhecem melhor ainda. Ficam ali nos limites de sua garrafa, na espessura de seu sabor, na adega do  prazer. E vão envelhecendo e ganhando vida, envelhecendo e sendo amados, e, porque velhos, desejados. Os vinhos  envelhecem densamente. E dão prazer.
           O problema da velhice também se dá com certos instrumentos. Não me refiro aos que enferrujam pelos cantos,  mas a um envelhecimento atuante como o da faca. Nela o corte diário dos dias a vai consumindo. E no entanto, ela continua afiadíssima, encaixando-se nas mãos da cozinheira como nenhuma outra faca nova.
           Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem diferente. Como as facas, digamos, por desgaste, sim, mas nunca desgastante. Seria uma suave solução: a gente devia ir se gastando, se gastando, se gastando até se  evaporar. E aí iam perguntar: cadê fulano? E alguém diria: gastou-se, foi vivendo, vivendo e acabou. Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.
          [...]
           Especialistas vão dizer que envelhece mal o indivíduo que não realizou suas pulsões eróticas assenciais; que deixou coagulada ou oculta uma grande parte de seus desejos. Isto é verdade. Parcial porém. Pois não se sabe por que  estranhos caminhos de sublimação, há pessoas que, embora roxas de levar tanta pancada da vida, têm, contudo, um arco-íris na alma.
           Bilac dizia que a gente deveria aprender a envelhecer com as velhas árvores. Walt Whitman tem um poema onde  vai dizendo: “Penso que podia viver com os animais que são plácidos e bastam-se a si mesmos".  Ainda agora tirei os olhos do papel e olhei a natureza em torno. Nunca vi o sol se queixar no entardecer. Nem a lua  chorar quando amanhece.

         (Affonso Romano de Sant"anna. Fizemos bem em resistir. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1984.)
Analise as frases.

I. “Conheço muitas pessoas que estão envelhecendo mal.” (1º§)
II. “Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.” (6º§)
III. “Nela o corte diário dos dias a vai consumindo.” (5º§)
IV. “Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem diferente.” (6º§)

Os termos grifados são, respectivamente,
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