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Questões de Concursos CONSULPLAN

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641Q51908 | Enfermagem, Agente de Saúde ACS, Prefeitura de Cascavel PR, CONSULPLAN

Os hospedeiros são espécies que abrigam os parasitas. Em relação à classificação dos hospedeiros, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Os hospedeiros definitivos abrigam os parasitas em fase de maturidade ou de atividade sexual.
( ) Os hospedeiros facultativos são os ecossistemas locais ou órgão onde determinada espécie ou população vive.
( ) Os hospedeiros intermediários abrigam parasitas na fase larvária ou assexuada.
( ) Os hospedeiros paratênicos ou de transportes: são hospedeiros intermediários que não se desenvolvem, porém permanecem viáveis até atingir um novo hospedeiro.

A sequência está correta em 
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642Q42937 | Português, Interpretação de Textos, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar PA, CONSULPLAN

Texto associado.
Tempos loucos – Parte 2

     Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
      Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
       A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
      Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá‐la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
      Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
       Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é a toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
     Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
      A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?

(SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – Parte 2. Disponível em:http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2006‐10‐01_2006‐10‐15.html. Acesso em: dezembro de 2015.)
Em “Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos." (6º§) o “mas" pode ser substituído, sem que haja alteração de sentido, por:
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643Q39194 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Analista Judiciário, TSE, CONSULPLAN

O processo de seleção de pessoas apresenta os seguintes modelos, a saber: modelo de classificação, modelo de seleção e modelo de colocação de candidatos. Os modelos de processo seletivo de classificação e colocação equivalem a, respectivamente,
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644Q651461 | Códigos de Ética, Código de Ética do Psicólogo, Psicólogo, AVAPE SP, CONSULPLAN

O Código de Ética Profissional do Psicólogo foi aprovado na Resolução CFP nº 010/05, em 21 de julho de 2005. “... O Código de Ética Profissional do Psicólogo procura fomentar a autorreflexão exigida de cada indivíduo acerca de sua práxis, de modo a responsabilizá-lo, pessoal e coletivamente, por ações e suas consequências no exercício profissional.” Em relação aos princípios do Código de Ética Profissional do Psicólogo, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( )O psicólogo atuará com responsabilidade, por meio do contínuo aprimoramento profissional, contribuindo para o desenvolvimento da psicologia como campo científico de conhecimento e de prática.

( )É dever e compete ao psicólogo, visar a saúde e a qualidade de vida de qualquer classe social, eliminando as negligências e as discriminações existentes.

( )O psicólogo zelará para que o exercício profissional seja efetuado com dignidade, rejeitando situações em que a psicologia esteja sendo aviltada.

( )Assumir responsabilidades profissionais, com base em um trabalho que respeite a dignidade e a liberdade do indivíduo, não necessitará frequentemente embasar-se na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

( )O psicólogo não deverá considerar as relações de poder nos contextos em que atua e os impactos dessas relações sobre as suas atividades profissionais, posicionando-se de forma crítica, e em consonância com os demais princípios deste Código.

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645Q334599 | Matemática, Aritmética e Algebra, Auxiliar de Enfermagem, CODESP RJ, CONSULPLAN

Em um certo mês, o avô de Lucas deu?lhe uma quantia em dinheiro e, a partir do segundo mês, começou a dar o dobro do valor que Lucas havia guardado. Sabendo que a partir deste segundo mês, após receber o dinheiro, Lucas gastava R$ 21,00 e que no 5º mês ele tinha R$ 294,00, então o valor dado inicialmente por seu avô foi
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646Q6850 | Matemática Financeira, Assistente Securitário, Banestes Seguros, CONSULPLAN

Com o saldo da conta bancária de Pedro é possível comprar uma geladeira e uma máquina de lavar, sobrando ainda R$520,00. Contudo, ao efetuar tais compras, Pedro conseguiu um desconto de 20% no preço anunciado pela geladeira e o saldo da conta passou a ser de R$890,00. Qual o valor pago pela máquina de lavar, se o seu preço é igual à metade do preço anunciado pela geladeira?
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647Q1762 | Português, Auxiliar de Enfermagem, Prefeitura de Poço Redondo SE, CONSULPLAN

Texto associado.
A sordidez humana

     Ando refletindo sobre nossa capacidade para o mal, a sordidez, a humilhação do outro. A tendência para a morte, não
para a vida. Para a destruição, não para a criação. Para a mediocridade confortável, não para a audácia e o fervor que
podem ser produtivos. Para a violência demente, não para a conciliação e a humanidade. E vi que isso daria livros e mais
livros: se um santo filósofo disse que o ser humano é um anjo montado num porco, eu diria que o porco é
desproporcionalmente grande para tal anjo.
     Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós (eu não consigo fazer isso, mas nem por
essa razão sou santa), que ri quando o outro cai na calçada? Quem é esse que aguarda a gafe alheia para se divertir? Ou se
o outro é traído pela pessoa amada ainda aumenta o conto, exagera, e espalha isso aos quatro ventos – talvez correndo
para consolar falsamente o atingido?
     O que é essa coisa em nós, que dá mais ouvidos ao comentário maligno do que ao elogio, que sofre com o sucesso
alheio e corre para cortar a cabeça de qualquer um, sobretudo próximo, que se destacar um pouco que seja da
mediocridade geral? Quem é essa criatura em nós que não tem partido nem conhece lealdade, que ri dos honrados,
debocha dos fiéis, mente e inventa para manchar a honra de alguém que está trabalhando pelo bem? Desgostamos tanto
do outro que não lhe admitimos a alegria, algum tipo de sucesso ou reconhecimento? Quantas vezes ouvimos comentários
como: “Ah, sim, ele tem uma mulher carinhosa, mas eu já soube que ele continua muito galinha”. Ou: “Ela conseguiu um
bom emprego, deve estar saindo com o chefe ou um assessor dele”. Mais ainda: “O filho deles passou de primeira no
vestibular, mas parece que...”. Outras pérolas: “Ela é bem bonita, mas quanto preenchimento, Botox e quanta lipo...”.
     Detestamos o bem do outro. O porco em nós exulta e sufoca o anjo, quando conseguimos despertar sobre alguém
suspeitas e desconfianças, lançar alguma calúnia ou requentar calúnias que já estavam esquecidas: mas como pode o
outro se dar bem, ver seu trabalho reconhecido, ter admiração e aplauso, quando nos refocilamos na nossa nulidade?
Nada disso! Queremos provocar sangue, cheirar fezes, causar medo, queremos a fogueira.
     Não todos nem sempre. Mas que em nós espreita esse monstro inimaginável e poderoso, ou simplesmente medíocre e
covarde, como é a maioria de nós, ah!, espreita. Afia as unhas, palita os dentes, sacode o comprido rabo, ajeita os chifres,
lustra os cascos e, quando pode, dá seu bote. Ainda que seja um comentário aparentemente simples e inócuo, uma
pequena lembrança pérfida, como dizer “Ah! Sim, ele é um médico brilhante, um advogado competente, um político
honrado, uma empresária capaz, uma boa mulher, mas eu soube que...”, e aí se lança o malcheiroso petardo.
     Isso vai bem mais longe do que calúnias e maledicências. Reside e se manifesta explicitamente no assassino que se
imola para matar dezenas de inocentes num templo, incluindo entre as vítimas mulheres e crianças... e se dirá que é por
idealismo, pela fé, porque seu Deus quis assim, porque terá em compensação o paraíso para si e seus descendentes. É o
que acontece tanto no ladrão de tênis quanto no violador de meninas, e no rapaz drogado (ou não) que, para roubar 20
reais ou um celular, mata uma jovem grávida ou um estudante mal saído da adolescência, liquida a pauladas um casal de
velhinhos, invade casas e extermina famílias inteiras que dormem.
     A sordidez e a morte cochilam em nós, e nem todos conseguem domesticar isso. Ninguém me diga que o criminoso
agiu apenas movido pelas circunstâncias, de resto é uma boa pessoa. Ninguém me diga que o caluniador é um bom pai,
um filho amoroso, um profissional honesto, e apenas exala seu mortal veneno porque busca a verdade. Ninguém me diga
que somos bonzinhos, e só por acaso lançamos o tiro fatal, feito de aço ou expresso em palavras. Ele nasce desse traço de
perversão e sordidez que anima o porco, violento ou covarde, e faz chorar o anjo dentro de nós.

(Lya Luft, Veja 20/05/2009 pág.24)
Assinale a alternativa correta:
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648Q483331 | Geografia, Urbanização, Professor de Classe I Nível A, Secretaria de Estado de Educação PA, CONSULPLAN, 2018

Na maioria dos países desenvolvidos, há uma maior concentração de pessoas vivendo nas cidades que no campo. Entretanto, é nos países subdesenvolvidos e emergentes que ocorrem os mais intensos processos de urbanização na atualidade. Isso acontece em razão dos atrativos das cidades, como a oferta de empregos nas indústrias, na construção civil e no setor terciário, bem como pelo êxodo rural, provocado pela mecanização do campo, o que deixa trabalhadores rurais desempregados. A grande concentração de pessoas nas áreas urbanas de algumas grandes cidades, metrópoles ou regiões metropolitanas, aliada às dificuldades dos governos em oferecer melhores serviços públicos, é denominada macrocefalia urbana ou inchaço urbano. Apesar de essas poucas cidades concentrarem funções econômicas, culturais, administrativas e políticas, ou seja, exercerem grande influência sobre a maioria das demais cidades de um país, esse fenômeno tem provocado uma série de problemas: falta de infraestrutura, submoradias, desemprego, doenças e violência, entre outros. Das cidades a seguir qual delas NÃO é enquadrada como um caso de macrocefalia?
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650Q3315 | Específico Agente de Endemias, Agente de Endemias ACE, Epidemia, CONSULPLAN

“Os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo
_______________.”

Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior:
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651Q670218 | Contabilidade Geral, Demonstração do Resultado do Exercício DRE, Bacharel em Ciências Contábeis, CFC, CONSULPLAN, 2020

Em 31/12/2015, a Sociedade Empresária apurou e elaborou o seu Balanço Patrimonial conforme apresentado a seguir:
BALANÇO PATRIMONIAL DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA EM 31/12/2015 – em mil
ATIVO R$ 448.000,00 PASSIVO R$ 448.000,00 CIRCULANTE CIRCULANTE Bancos Conta Movimento R$ 35.000,00 Fornecedores R$ 85.000,00 Clientes R$ 78.000,00 Empréstimos Bancários R$ 127.000,00 Mercadorias para Revenda R$ 60.000,00 Salários a Pagar R$ 48.000,00 NÃO CIRCULANTE INVESTIMENTOS Propriedade p/ Investimento R$ 60.000,00 Participação em Controladas R$ 27.000,00 PATRIMÔNIO LÍQUIDO IMOBILIZADO Capital Social R$ 150.000,00 Edificações em Uso R$ 135.000,00 Reservas de Lucros R$ 38.000,00 (-) Depreciação Acumulada (R$ 27.000,00) BIOLÓGICOS Recursos Florestais R$ 80.000,00
Durante o exercício social de 2016, foram registradas as seguintes operações em sua contabilidade: 1 – Aquisição de mercadorias para revenda no valor total de R$ 820.000,00, com incidência de ICMS de 18% incluído na NF; 2 – Venda de mercadorias no valor total de R$ 1.260.000,00, com incidência de ICMS de 12% incluído na NF ao Custo de 70% do estoque de mercadoria para Revenda; 3 – Incorreu em Despesas Comerciais e de Vendas no valor total de R$ 23.000,00; 4 – Incorreu em Despesas Administrativas e de Pessoal no valor total de R$ 48.000,00; 5 – Registrou Ganhos por Equivalência Patrimonial no valor total de R$ 8.000,00; 6 – Apurou resultado positivo de operações descontinuadas no valor de R$ 18.000,00 líquido dos tributos; 7 – Arcou com encargos financeiros no valor total de R$ 11.000,00; 8 – Realizou ganhos financeiros com recebimento de clientes no valor total de R$ 26.000,00; 9 – Apurou Imposto de Renda e CLL sobre o lucro no valor de R$ 82.000,00.
De acordo com as informações apresentadas anteriormente, o Resultado Líquido das Operações Continuadas divulgado na Demonstração do Resultado elaborada em 31/12/2016, segundo a NBC TG 26 (R5) – Apresentação das Demonstrações Contábeis, é de:
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652Q187494 | Princípios Normas e Atribuições Institucionais, Agente de Correios Atendente Comercial, CORREIOS, CONSULPLAN

Ética e responsabilidade social têm diferentes acepções, principalmente no que se refere aos objetivos dos Correios. Por isto, a responsabilidade social está condizente à:
I. Responsabilidade da administração que vai muito além da simples obtenção de lucros, pois inclui a proteção e melhoramento do bem-estar social.
II. Cada profissional que participa da empresa deve-se revestir de suas responsabilidades sociais.
III. Responsabilidade social que imposta aos profissionais, especialmente aos gestores, agrega um imperativo ético em melhoria da sociedade.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):

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653Q42984 | Biologia, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar PA, CONSULPLAN

Relacione adequadamente as colunas a seguir.

(Considere que alguns números poderão ser utilizados mais de uma vez.)

1. Dissacarídeo.     (     )  Amido.
2. Hexoses.            (     )  Lactose.
3. Pentoses.           (     )  Frutose. 
4. Polissacarídeo    (     )  Ribose.
                               (     )  Glicogênio.
                               (     )  Maltose.

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654Q40793 | Direito Processual Penal, Policial Penal Agente Penitenciário, SEJUC RN, CONSULPLAN

Sobre o Inquérito Policial, marque a alternativa INCORRETA:
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655Q710754 | Português, Verbo, Analista Ambiental, Prefeitura de Suzano SP, Consulplan, 2019

Texto associado.

Faces do futuro


      Se há um choque de princípios que marcará a sociedade nos próximos anos é aquele entre a comodidade e a segurança, de um lado, e a privacidade, de outro.

      Como mostrou reportagem do jornal The New York Times reproduzida por esta Folha, avanços no campo do reconhecimento de faces por computador lançam novos dilemas. Empresas podem reter dados faciais de seus clientes? Devem obter autorização para fazê-lo? E o que dizer do governo?

      Hoje em dia, algumas companhias conseguem, usando bancos de dados gigantescos e algoritmos relativamente simples, rastrear os hábitos dos consumidores a ponto de conhecer sua intimidade. Uma rede de varejo norte-americana, por exemplo, desenvolveu um método para detectar a gravidez de suas clientes. Com a informação vieram ofertas irresistíveis.

      Investidas como essas se sobrepõem a outros avanços tecnológicos, como câmeras de vigilância mais potentes e chips de cartões bancários capazes de revelar quanto o cidadão gastou e onde ele esteve. A isso se somam os drones, que localizam, e eventualmente liquidam, até quem se esconde nas áreas mais remotas do planeta.

      Agências governamentais não hesitam em usar tais métodos para a bisbilhotice em massa.

      Reconheça-se, porém, que a maioria das pessoas se entrega voluntariamente a essa hipervigilância – para nada dizer da superexposição vista nas redes sociais. 

      Cadastros na internet podem trazer, como contrapartida, ofertas personalizadas por e-mail, que representam inegável conforto. A utilização da tecnologia de ponta pelas polícias, por sua vez, aumenta a capacidade de prevenir e resolver crimes, ampliando a sensação de segurança da população.

      Para que o cruzamento de ferramentas como grandes bancos de dados, reconhecimento facial, câmeras de vigilância e drones não se aproxime demais da distopia de George Orwell em 1984, é crucial que sejam criados limites.

      Um bom começo seria determinar que dispositivos dessa natureza só sejam usados com a ciência do cidadão, a quem cabe decidir se quer fazer parte da trama.

(Por ‘FSP’ em 17/06/2014 na edição 803. Disponível em: http://observatoriodaimprensa.com.br/e-noticias/_ed803_faces_do_futuro/.)

No último parágrafo do texto, pode-se identificar que – de modo predominante – a modalização verbal indica:
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656Q706818 | Matemática, Proporcionalidade e regra de três, Analista de Sistemas, Prefeitura de Suzano SP, Consulplan, 2019

Gabriela viajou para uma cidade vizinha para visitar os seus pais. Para isso, gastou 1/3 da gasolina que havia no tanque do carro. Após visitar seus pais, ela resolveu fazer uma visita surpresa para a sua melhor amiga, que morava em uma cidade um pouco mais distante; tendo gastado 1/4 da gasolina que havia sobrado em seu tanque, após visitar seus pais. Na cidade da amiga, Gabriela percebeu que havia sobrado 15 litros de gasolina no tanque do carro. Com quantos litros de gasolina o carro de Gabriela estava inicialmente?
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657Q675659 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Engenheiro Civil, Prefeitura de Formiga MG, Consulplan, 2020

Contudo, se a teoria clássica é apenas aplicável ao caso do pleno emprego, torna-se obviamente enganoso aplicála aos problemas de desemprego involuntário – supondo-se que tal coisa exista (e quem o negará?). Os teóricos da escola clássica são comparáveis aos geômetras euclidianos em um mundo não euclidiano, os quais, descobrindo que, na realidade, as linhas aparentemente paralelas se encontram com muita frequência, as criticam por não se conservarem retas, como único recurso contra as desastrosas interseções que se produzem. Sendo esta a realidade, não há, de fato, nenhuma outra solução a não ser rejeitar o axioma das paralelas e elaborar uma geometria não euclidiana. (Keynes, 1996, p. 54.)
A teoria clássica criticada por John Maynard Keynes tem como seus principais autores:
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658Q458766 | Direito Penal, Lei de Execução Penal LEP, Outorga de Delegações de Notas e de Registro, TJ MG, CONSULPLAN

Senhor X está preso e denunciado por crime do art. 157, caput, do Código Penal (roubo simples), cometido em 20/12/2016. Considerando-se que Senhor X possui outras três condenações por crimes praticados anteriormente (Sentença 01, proferida em 07/05/2015 e trânsito em julgado em 21/05/2015, enquanto a Sentença 02, proferida em 22/12/2016, ainda não transitada em julgado, e na terceira condenação, Sentença 03, proferida em 20/06/2016, não transitada em julgado), na data da sentença, em 01/03/2017, será considerado para fins de aplicação da pena, nos termos do art. 61, I do Código Penal
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659Q331753 | Matemática, Administrador, Prefeitura de Ibiraçu ES, CONSULPLAN

A menor raiz da equação x2 + 3x – 4 = 0 também é raiz da equação 2x + b = 0. Assim, b é igual a:
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660Q48541 | Noções de Saúde, Saúde Pública, Cirurgião Dentista, Prefeitura de Cantagalo RJ, CONSULPLAN

Sobre a vigilância epidemiológica da dengue, marque V para as afirmativas verdadeiras e Fpara as falsas. 

( ) Seu objetivo é reduzir o número de casos e a ocorrência de epidemias, sendo de fundamental importância que a implementação das atividades de controle ocorra em momento oportuno. 
( ) As atividades de vigilância não substituem as demais atividades de controle da doença, devendo, sim, ser desenvolvi- das de forma concomitante e integradas às demais ações. 
( ) A vigilância epidemiológica da dengue no Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD) está baseada em quatro subcomponentes: vigilância de casos; vigilância laboratorial; vigilância em áreas de fronteira; e, vigilância entomológica. 

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