Início

Questões de Concursos CONSULPLAN

Resolva questões de CONSULPLAN comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


681Q851246 | Direito Civil, Direito das Obrigações, CFC Bacharel em Ciências Contábeis, CONSULPLAN, 2020

Três devedores (X, Y e Z) devem entregar a um credor (K) um galo reprodutor da raça Shamo, cujo valor é de R$ 6.000,00. Considerando tais informações, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Se Z entregar o objeto, por ser divisível, deverá exigir, em sub-rogação, R$ 2.000,00 de cada um dos demais devedores, ou seja, as suas quotas-partes correspondentes. ( ) Se Y entregar o objeto, não poderá exigir, em sub-rogação, R$ 2.000,00 de cada um dos demais devedores, ou seja, as suas quotas-partes correspondentes. ( ) Se for oferecido a K um galo reprodutor da raça Asil, deverá ser aceito no lugar do Shamo, por apresentar semelhança e um preço superior, ou seja, R$ 7.100,00. ( ) Se X entregar o objeto, poderá exigir, em sub-rogação, R$ 2.000,00 de cada um dos demais devedores, ou seja, as suas quotas-partes correspondentes. A sequência está correta em
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

682Q523719 | Auditoria, Papéis de Trabalho, Auditor Júnior, CEAGESP SP, CONSULPLAN

A finalidade principal dos papéis de trabalho é:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

683Q386698 | Biologia, Fisiologia Animal, Professor Classe I Nível A, Secretaria de Estado de Educação PA, CONSULPLAN, 2018

“No processo de digestão ______________ que inicia ________________, a enzima _______________ é utilizada na quebra deste composto em partículas menores, com absorção final no intestino delgado.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

684Q352660 | Contabilidade Geral, Contador, Prefeitura de Venda Nova do Imigrante ES, CONSULPLAN

Uma empresa comercial aplicou no dia 31/12/20x5 o valor de $ 50.000,00 numa aplicação financeira pré-fixada a juros de 8% ao ano e previsão de resgate no dia 31/12/20x6. No fechamento do Balanço, é correto afirmar que a variação do ativo circulante em 31/12/20x5 foi de:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

685Q326294 | Pedagogia, Supervisor Educacional, Prefeitura de Nepomuceno MG, CONSULPLAN

A ação do Supervisor Educacional é atribuída a funções complexas. De acordo com o trecho anterior, marque a afirmativa INCORRETA.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

686Q1236 | Português, Guarda Municipal, Prefeitura de Cataguases MG, CONSULPLAN

Texto associado.
C’est la guerre!
(É a guerra!)

Minhas relações com as Matemáticas nunca foram boas – e exagero ao falar em Matemáticas, no plural e na maiúscula. Nem mesmo a elementar aritmética privou de muita intimidade com meu impenetrável cérebro. Por todos os chamados bancos escolares que lustrei em minhas andanças, sempre deixei a merecida fama de refratário aos números, às operações, às frações e às regras de três. Não cito os logaritmos porque seria um escárnio de minha parte mencionar tais entidades. Não morri de fome pelas sarjetas – como um certo professor um dia profetizou, mas tenho passado vexames abomináveis e tido irrelevantes prejuízos nos trocos. Nada mais que isso.

Paralela ao meu desamor pelas matemáticas, ou fruto dele, surgiu uma babosa admiração pelas máquinas capazes de fazer aquilo que não sei nem posso fazer. Não admiro um guindaste, nem um trator – sei que são máquinas movidas por cavalo-vapor, e sei o que seja um cavalo e imagino o que seja o cavalo em forma de vapor e energia. Mas diante de uma simples máquina de somar, tremo os joelhos de emoção e respeito. Já não falo dos cérebros eletrônicos, esses monstros capazes de calcular eclipses, marés, trajetórias planetárias e de jogar xadrez. Não jogo xadrez e pouco ligo para as trajetórias planetárias e para os eclipses. Sei que os cérebros eletrônicos são capazes até de fazer poemas, o que não conta no saco de seus infindáveis méritos: muito cara-de-pau por aí, muito cérebro ruim também é capaz de fazer poemas, e os poemas terminam em antologias e o cérebro na Academia.

Mas voltemos às matemáticas. No outro dia, tive babosa admiração não pela máquina de somar, mas por mim mesmo. Deu-se que fui pagar umas contas, dessas contas pequeninas e complicadas que não desprezam os desprezíveis centavos cujo epitáfio o bardo Drummond magistralmente cantou há dias. A fila do guichê era enorme e para ganhar tempo arrisquei fazer a soma dos meus incontáveis débitos. Chegaria ao guichê com o cheque já preenchido e evitaria a justa animosidade dos que esperavam a vez.

Apanhei um papel qualquer, escrevi as parcelas com o máximo escrúpulo, tomei coragem e iniciei a soma. Obtive um resultado e ia apelar para uma rígida revisão das contas quando a fila andou e eu tive de andar. Preenchi o cheque e de repente fiquei alarmado: e se a conta estivesse errada? O caixa faria péssimo juízo do meu caráter e os companheiros da fila teriam redobrada razão para me mandarem ao diabo no recôndito de seus ódios e pressas.

Eis que o homem do guichê apanhou meus papéis, foi registrando números naquela máquina insignificante, bateu numa tecla achatada e vermelha, puxou a manivela, a máquina fez um rangido, os mecanismos atritaram lá dentro, e surgiu no mostrador um número que, por espantosa coincidência, era o mesmo que eu havia obtido sem teclas, sem manivelas e sem mecanismos outros que não os do meu parco saber.

Sim, minhas pernas tremeram de emoção. Olhei a máquina do homem como um aliado, “aí está uma coisa que reconhece o que valho”, e saí para a rua, leve, a alma em festa. Einstein, ao ver confirmada pelo eclipse de 1927 a sua teoria restrita da relatividade, deve ter sentido o que senti naquele momento.

Euclides, Newton, Descartes – cheguei! Custei mas cheguei. Daqui em diante, surgiu um concorrente sério. Tremei em vossas covas que lá vou eu. Por ora, vou exercitar-me honestamente nas contas de subtração. Depois – é a guerra!

(Carlos Heitor Cony)
“... mas tenho passado vexames abomináveis e tido irrelevantes prejuízos nos trocos”. Pertence à mesma regra de acentuação gráfica, de abomináveis e prejuízos, respectivamente, as palavras:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

687Q852081 | Auditoria, Normas de Auditoria, CFC Bacharel em Ciências Contábeis, CONSULPLAN, 2020

No Laudo Pericial encontra-se discriminado pelo perito contábil o seguinte quesito e resposta: “Queira o senhor perito informar se o autor goza de boa saúde física e mental para suportar o resultado do processo? Resposta: Quesito estranho à matéria contábil”.
Considerando o disposto, pode-se afirmar que o tipo de quesito apresentado pode ser identificado como:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

688Q704130 | Contabilidade Geral, Balanço Patrimonial BP, Bacharel em Ciências Contábeis, CFC, CONSULPLAN, 2019

De acordo com a NBC TG 26 (R5), o conjunto completo de demonstrações contábeis NÃO inclui: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

689Q852681 | Contabilidade Geral, Balanço Patrimonial, CFC Bacharel em Ciências Contábeis, CONSULPLAN, 2020

Considere que Marcos e Roberto decidiram abrir uma empresa de prestação de serviços e que cada um contribuiu com R$ 25.000,00 para a constituição da sociedade. Com parte do numerário, compraram um escritório no valor de R$ 100.000,00, sendo R$ 20.000,00 à vista e o restante financiado a longo prazo. Adquiriram, também, móveis e utensílios de R$ 15.000,00 à vista. Diante do exposto, o valor do Ativo será de:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

690Q138759 | Direito Constitucional, Princípios Fundamentais da República, Analista Judiciário Área Judiciária, TRE MG, CONSULPLAN

O Estado brasileiro tem, reiteradas vezes, recusado apoio a iniciativas de países ou organismos internacionais de legitimar a atuação militar em Estados nacionais reconhecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Ao atuar dessa forma, realiza-se o princípio constitucional do(a)
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

691Q11516 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Agente Administrativo, MAPA, CONSULPLAN

Lançado pela presidente Dilma Rousseff por meio de Medida Provisória, o programa “Mais Médicos” foi apontado como um instrumento do governo federal para combater a carência de profissionais de medicina nas cidades pequenas ou remotas e nas periferias das grandes cidades. Sobre este programa, gerador de grande discussão social e política, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Entidades, como o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Ministério Público Federal, tornaram-se defensores da dispensa do exame de revalidação do diploma aos estrangeiros.
( ) Médicos cubanos são inseridos ao programa pelo convênio realizado entre os governos do Brasil e de Cuba, efetivado através da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).
( ) O programa compreende investimentos no Sistema Único de Saúde, altera as diretrizes curriculares dos cursos de medicina e define regras para abertura de novas faculdades.
( ) O programa prevê o recrutamento de médicos do exterior que disputam as vagas disponibilizadas nos municípios em caráter de igualdade com os médicos brasileiros.

A sequência está correta em
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

692Q118881 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Sistemas, Chesf, CONSULPLAN

Texto associado.

Imagem 001.jpg
Imagem 002.jpg

Na frase Acaso é saudade, Senhora?, a palavra sublinhada pode ser substituída por, EXCETO:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

693Q35718 | Direito Civil, Titular de Serviços de Notas e de Registros, TJ MG, CONSULPLAN

Quanto à emancipação, assinale a afirmação correta.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

694Q2830 | Informática, Agente de Pesquisa, IBGE, CONSULPLAN

“O Sistema Operacional Microsoft Windows XP Professional (idioma português Brasil – Menu iniciar clássico) possui ferramenta que possibilita ao usuário a instalação e remoção de programas.” Diante do exposto numere, por ordem de sequência, os comandos para acesso a esta ferramenta.

( ) Menu Iniciar.
( ) Configurações.
( ) Painel de controle.
( ) Adicionar ou remover programas.

A sequência correta é

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

695Q1765 | Português, Auxiliar de Enfermagem, Prefeitura de Poço Redondo SE, CONSULPLAN

Texto associado.
A sordidez humana

     Ando refletindo sobre nossa capacidade para o mal, a sordidez, a humilhação do outro. A tendência para a morte, não
para a vida. Para a destruição, não para a criação. Para a mediocridade confortável, não para a audácia e o fervor que
podem ser produtivos. Para a violência demente, não para a conciliação e a humanidade. E vi que isso daria livros e mais
livros: se um santo filósofo disse que o ser humano é um anjo montado num porco, eu diria que o porco é
desproporcionalmente grande para tal anjo.
     Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós (eu não consigo fazer isso, mas nem por
essa razão sou santa), que ri quando o outro cai na calçada? Quem é esse que aguarda a gafe alheia para se divertir? Ou se
o outro é traído pela pessoa amada ainda aumenta o conto, exagera, e espalha isso aos quatro ventos – talvez correndo
para consolar falsamente o atingido?
     O que é essa coisa em nós, que dá mais ouvidos ao comentário maligno do que ao elogio, que sofre com o sucesso
alheio e corre para cortar a cabeça de qualquer um, sobretudo próximo, que se destacar um pouco que seja da
mediocridade geral? Quem é essa criatura em nós que não tem partido nem conhece lealdade, que ri dos honrados,
debocha dos fiéis, mente e inventa para manchar a honra de alguém que está trabalhando pelo bem? Desgostamos tanto
do outro que não lhe admitimos a alegria, algum tipo de sucesso ou reconhecimento? Quantas vezes ouvimos comentários
como: “Ah, sim, ele tem uma mulher carinhosa, mas eu já soube que ele continua muito galinha”. Ou: “Ela conseguiu um
bom emprego, deve estar saindo com o chefe ou um assessor dele”. Mais ainda: “O filho deles passou de primeira no
vestibular, mas parece que...”. Outras pérolas: “Ela é bem bonita, mas quanto preenchimento, Botox e quanta lipo...”.
     Detestamos o bem do outro. O porco em nós exulta e sufoca o anjo, quando conseguimos despertar sobre alguém
suspeitas e desconfianças, lançar alguma calúnia ou requentar calúnias que já estavam esquecidas: mas como pode o
outro se dar bem, ver seu trabalho reconhecido, ter admiração e aplauso, quando nos refocilamos na nossa nulidade?
Nada disso! Queremos provocar sangue, cheirar fezes, causar medo, queremos a fogueira.
     Não todos nem sempre. Mas que em nós espreita esse monstro inimaginável e poderoso, ou simplesmente medíocre e
covarde, como é a maioria de nós, ah!, espreita. Afia as unhas, palita os dentes, sacode o comprido rabo, ajeita os chifres,
lustra os cascos e, quando pode, dá seu bote. Ainda que seja um comentário aparentemente simples e inócuo, uma
pequena lembrança pérfida, como dizer “Ah! Sim, ele é um médico brilhante, um advogado competente, um político
honrado, uma empresária capaz, uma boa mulher, mas eu soube que...”, e aí se lança o malcheiroso petardo.
     Isso vai bem mais longe do que calúnias e maledicências. Reside e se manifesta explicitamente no assassino que se
imola para matar dezenas de inocentes num templo, incluindo entre as vítimas mulheres e crianças... e se dirá que é por
idealismo, pela fé, porque seu Deus quis assim, porque terá em compensação o paraíso para si e seus descendentes. É o
que acontece tanto no ladrão de tênis quanto no violador de meninas, e no rapaz drogado (ou não) que, para roubar 20
reais ou um celular, mata uma jovem grávida ou um estudante mal saído da adolescência, liquida a pauladas um casal de
velhinhos, invade casas e extermina famílias inteiras que dormem.
     A sordidez e a morte cochilam em nós, e nem todos conseguem domesticar isso. Ninguém me diga que o criminoso
agiu apenas movido pelas circunstâncias, de resto é uma boa pessoa. Ninguém me diga que o caluniador é um bom pai,
um filho amoroso, um profissional honesto, e apenas exala seu mortal veneno porque busca a verdade. Ninguém me diga
que somos bonzinhos, e só por acaso lançamos o tiro fatal, feito de aço ou expresso em palavras. Ele nasce desse traço de
perversão e sordidez que anima o porco, violento ou covarde, e faz chorar o anjo dentro de nós.

(Lya Luft, Veja 20/05/2009 pág.24)
Assinale a alternativa cuja afirmativa esteja INCORRETA:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

696Q358974 | Enfermagem, Semiologia e semiotécnica, Enfermeiro, Prefeitura de Porto Velho RO, CONSULPLAN

Sobre a sistematização da assistência de enfermagem nas instituições de saúde brasileiras é correto afirmar que, EXCETO:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

697Q342054 | Raciocínio Lógico, Probabilidade, Auxiliar Administrativo, CODEGi ES, CONSULPLAN

Em um concurso público, 19 candidatos acertaram todas as questões da prova de conhecimentos específicos, 34 candidatos acertaram todas as questões de conhecimentos básicos, 8 candidatos acertaram todas as questões de conhecimento básico e específico e nenhum candidato tirou nota máxima na redação. Assim, o número de candidatos que acertaram todas as questões em pelo menos uma prova, é

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

698Q336136 | Matemática, Progressões, Administrador, Prefeitura de Porto Velho RO, CONSULPLAN

Seja a sequência (9, ___, ___, ___, 37, ___, 51) uma progressão aritmética. Sobre os números que completam as lacunas pode-se afirmar que são

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

699Q249538 | Português, Crase, Técnico de Laboratório, MAPA, CONSULPLAN

Texto associado.

Texto para responder às questões de 01 a 07.

E se o Brasil ainda fosse uma monarquia?

Dom Luiz de Orleans e Bragança estrelaria os desfiles de Sete de Setembro, data que teria muito mais pompa, já que não haveria o Quinze de Novembro para rivalizar como dia mais importante da nação. E, sem a Proclamação da República em 1889, o governo Getúlio, a ditadura militar e a redemocratização do País, as seis constituições que tivemos em cem anos não existiriam ou seriam diferentes. Nosso rei de hoje, então, seguraria as rédeas do governo com o Poder Moderador, herança da Constituição de 1824 que o coloca acima dos três poderes. "Se um partido fosse contra o que o rei queria, ele colocava a oposição no lugar", diz Eduardo Afonso, professor de história da Unesp. A capital seria Brasília do mesmo jeito, por se tratar de um plano da monarquia. Em 1823, o patriarca da independência, José Bonifácio de Andrada e Silva, apresentou o projeto de levar a capital ao Centro-Oeste, distante de ataques de corsários no litoral. E seria nessa região que o governo teria seu maior apoio. Os produtores de soja e outros grãos seriam a base da política imperial, assim como os cafeicultores foram no século 19. "O império nunca formulou uma política econômica, só seguiu o projeto de uma colônia que sobrevive de seu reservatório", explica Estevão Martins, professor de história da UnB. Assim, agricultura, mineração e petróleo seriam ainda mais importantes para a economia do que são hoje. Nos anos 60, para combater a "ameaça comunista" dos movimentos da época, o imperador D. Pedro Henrique diminuiria o poder do Parlamento. Nessa ditadura, a MPB faria barulho com letras cheias de metáforas contra o império, driblando a censura. Essa não seria a única ameaça, já que houve um racha na linhagem real em 1908, quando D. Pedro de Alcântara renunciou ao direito dinástico ao se casar com uma reles condessa (e não uma princesa), passando a coroa ao irmão Luis Maria. A situação não ficou tensa porque, bem, já não havia um trono a disputar. Mas, se ainda fôssemos um reino, as relações familiares ficariam ruins. Os descendentes de D. Luis Maria, do chamado ramo de Vassouras, teriam de lidar com a oposição dos primos do ramo de Petrópolis. Isso ficaria claro em 2013. Durante as manifestações de junho, D. Luiz (neto de Luis Maria) recomendou a seus seguidores que não fossem às ruas, temendo "envolvimento em atos de anarquismo". Se fosse rei, a declaração o deixaria no alvo dos protestos. E o nome do liberal D. João, do ramo de Petrópolis, ganharia força. Empresário, fotógrafo e surfista, ele defende as monarquias parlamentaristas e representaria um sopro de mudança – pelo menos até que a república fosse declarada.

(Nathan Fernandes. Disponível em: http://super.abril.com.br/historia/se-brasil-ainda...5.shtml.)

As frases das seguintes alternativas foram extraídas do texto e alteradas. Assinale aquela que apresenta problema no que tange à regência e/ou uso do acento indicador de crase.

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

700Q185822 | Raciocínio Lógico, Associações, Advogado, Prefeitura de Itabaiana SE, CONSULPLAN

Sobre a data de nascimento de Sara, apenas uma das afirmações a seguir é verdadeira. Assinale-a:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.