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Questões de Concursos CONSULPLAN

Resolva questões de CONSULPLAN comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


701Q51492 | Direito Processual Penal, Juiz de Direito Substituto, TJ MG, CONSULPLAN, 2018

Analise as afirmativas a seguir.

I. Segundo o Código de Processo Penal, a “emendatio libelli” exige que seja assegurada ao acusado vista sobre a possível modificação da classificação jurídica do fato, para incidência de crime mais gravemente apenado.
II. “Y” foi denunciado por tentativa de furto simples. Encerrada a instrução, a prova coligida aponta para a prática de furto qualificado consumado, a exigir a providência do art. 384 do CPP (“mutatio libelli”). O Promotor de Justiça oficiante recusou-se a aditar a denúncia e, remetidos os autos ao Procurador Geral de Justiça, este avalizou a recusa. Neste caso, nada restará ao magistrado fazer, a não ser proferir sentença pelo crime constante da inicial.
III. No caso de “mutatio libelli”, não procedendo o órgão do Ministério Público ao aditamento, o assistente de acusação poderá fazê-lo, no prazo de 5 (cinco) dias, ficando o Juiz, na sentença, adstrito aos termos do aditamento.
IV. É admissível a “mutatio libelli” em segundo grau de jurisdição.

Assinale a alternativa correta.
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702Q39197 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Analista Judiciário, TSE, CONSULPLAN

De acordo com a Teoria de Dois Fatores de Herzberg, analise. 

I. Os fatores higiênicos são extrínsecos. 
II. Os fatores motivacionais, quando precários, não provocam  insatisfação. 
III. Os fatores higiênicos, quando excelentes, provocam maior  satisfação. 
IV. O trabalho em si é um fator intrínseco. 

Está correto somente o que se afirma em
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703Q1767 | Português, Auxiliar de Enfermagem, Prefeitura de Poço Redondo SE, CONSULPLAN

Texto associado.
A sordidez humana

     Ando refletindo sobre nossa capacidade para o mal, a sordidez, a humilhação do outro. A tendência para a morte, não
para a vida. Para a destruição, não para a criação. Para a mediocridade confortável, não para a audácia e o fervor que
podem ser produtivos. Para a violência demente, não para a conciliação e a humanidade. E vi que isso daria livros e mais
livros: se um santo filósofo disse que o ser humano é um anjo montado num porco, eu diria que o porco é
desproporcionalmente grande para tal anjo.
     Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós (eu não consigo fazer isso, mas nem por
essa razão sou santa), que ri quando o outro cai na calçada? Quem é esse que aguarda a gafe alheia para se divertir? Ou se
o outro é traído pela pessoa amada ainda aumenta o conto, exagera, e espalha isso aos quatro ventos – talvez correndo
para consolar falsamente o atingido?
     O que é essa coisa em nós, que dá mais ouvidos ao comentário maligno do que ao elogio, que sofre com o sucesso
alheio e corre para cortar a cabeça de qualquer um, sobretudo próximo, que se destacar um pouco que seja da
mediocridade geral? Quem é essa criatura em nós que não tem partido nem conhece lealdade, que ri dos honrados,
debocha dos fiéis, mente e inventa para manchar a honra de alguém que está trabalhando pelo bem? Desgostamos tanto
do outro que não lhe admitimos a alegria, algum tipo de sucesso ou reconhecimento? Quantas vezes ouvimos comentários
como: “Ah, sim, ele tem uma mulher carinhosa, mas eu já soube que ele continua muito galinha”. Ou: “Ela conseguiu um
bom emprego, deve estar saindo com o chefe ou um assessor dele”. Mais ainda: “O filho deles passou de primeira no
vestibular, mas parece que...”. Outras pérolas: “Ela é bem bonita, mas quanto preenchimento, Botox e quanta lipo...”.
     Detestamos o bem do outro. O porco em nós exulta e sufoca o anjo, quando conseguimos despertar sobre alguém
suspeitas e desconfianças, lançar alguma calúnia ou requentar calúnias que já estavam esquecidas: mas como pode o
outro se dar bem, ver seu trabalho reconhecido, ter admiração e aplauso, quando nos refocilamos na nossa nulidade?
Nada disso! Queremos provocar sangue, cheirar fezes, causar medo, queremos a fogueira.
     Não todos nem sempre. Mas que em nós espreita esse monstro inimaginável e poderoso, ou simplesmente medíocre e
covarde, como é a maioria de nós, ah!, espreita. Afia as unhas, palita os dentes, sacode o comprido rabo, ajeita os chifres,
lustra os cascos e, quando pode, dá seu bote. Ainda que seja um comentário aparentemente simples e inócuo, uma
pequena lembrança pérfida, como dizer “Ah! Sim, ele é um médico brilhante, um advogado competente, um político
honrado, uma empresária capaz, uma boa mulher, mas eu soube que...”, e aí se lança o malcheiroso petardo.
     Isso vai bem mais longe do que calúnias e maledicências. Reside e se manifesta explicitamente no assassino que se
imola para matar dezenas de inocentes num templo, incluindo entre as vítimas mulheres e crianças... e se dirá que é por
idealismo, pela fé, porque seu Deus quis assim, porque terá em compensação o paraíso para si e seus descendentes. É o
que acontece tanto no ladrão de tênis quanto no violador de meninas, e no rapaz drogado (ou não) que, para roubar 20
reais ou um celular, mata uma jovem grávida ou um estudante mal saído da adolescência, liquida a pauladas um casal de
velhinhos, invade casas e extermina famílias inteiras que dormem.
     A sordidez e a morte cochilam em nós, e nem todos conseguem domesticar isso. Ninguém me diga que o criminoso
agiu apenas movido pelas circunstâncias, de resto é uma boa pessoa. Ninguém me diga que o caluniador é um bom pai,
um filho amoroso, um profissional honesto, e apenas exala seu mortal veneno porque busca a verdade. Ninguém me diga
que somos bonzinhos, e só por acaso lançamos o tiro fatal, feito de aço ou expresso em palavras. Ele nasce desse traço de
perversão e sordidez que anima o porco, violento ou covarde, e faz chorar o anjo dentro de nós.

(Lya Luft, Veja 20/05/2009 pág.24)
Há ERRO de grafia na seguinte alternativa:
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704Q852141 | Probabilidade e Estatística, Conhecimentos de estatística, CFC Bacharel em Ciências Contábeis, CONSULPLAN, 2020

A empresa Fernandes Ltda. possui dois investimentos W e Y. O departamento financeiro levantou as seguintes informações: o retorno esperado de W é de 1,5% e o de Y 1,4%. O desvio-padrão é de 10% para W e para Y. Considerando que o nível de risco absoluto é igual para ambas as alternativas de investimento pelo critério da variação relativa (coeficiente de variação), assinale qual investimento é mais arriscado.
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705Q139571 | Arquivologia, Tabela de temporalidade avaliação eliminação, Analista Judiciário Arquivologia, TSE, CONSULPLAN

Embora a qualidade de um profissional arquivista não esteja na capacidade de decorar regras, números e unidades de medidas diversas, é necessário dominar as terminologias e ter a clareza de que a fundamentação dos processos de avaliação é a

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706Q43288 | Física, Aspirante do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar SC, CONSULPLAN

Uma placa de cobre de massa 0,15 Kg apresenta uma temperatura inicial de 20°C. Sabendo que essa placa apresenta calor específico igual a 0,033 cal/g °C, qual é a quantidade de calor necessária para que essa placa de cobre eleve sua temperatura para 65°C?
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707Q11091 | Legislação de Trânsito CTB, Agente de Trânsito, SURG, CONSULPLAN

Resolução n°. 04, de 23/01/1998, publicada em 26/01/1998, antes do registro e licenciamento, o veículo novo, nacional ou importado, que portar a nota fiscal de compra e venda ou documento alfandegário poderá transitar, EXCETO:
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708Q1757 | Português, Auxiliar de Enfermagem, Prefeitura de Poço Redondo SE, CONSULPLAN

Texto associado.
A sordidez humana

     Ando refletindo sobre nossa capacidade para o mal, a sordidez, a humilhação do outro. A tendência para a morte, não
para a vida. Para a destruição, não para a criação. Para a mediocridade confortável, não para a audácia e o fervor que
podem ser produtivos. Para a violência demente, não para a conciliação e a humanidade. E vi que isso daria livros e mais
livros: se um santo filósofo disse que o ser humano é um anjo montado num porco, eu diria que o porco é
desproporcionalmente grande para tal anjo.
     Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós (eu não consigo fazer isso, mas nem por
essa razão sou santa), que ri quando o outro cai na calçada? Quem é esse que aguarda a gafe alheia para se divertir? Ou se
o outro é traído pela pessoa amada ainda aumenta o conto, exagera, e espalha isso aos quatro ventos – talvez correndo
para consolar falsamente o atingido?
     O que é essa coisa em nós, que dá mais ouvidos ao comentário maligno do que ao elogio, que sofre com o sucesso
alheio e corre para cortar a cabeça de qualquer um, sobretudo próximo, que se destacar um pouco que seja da
mediocridade geral? Quem é essa criatura em nós que não tem partido nem conhece lealdade, que ri dos honrados,
debocha dos fiéis, mente e inventa para manchar a honra de alguém que está trabalhando pelo bem? Desgostamos tanto
do outro que não lhe admitimos a alegria, algum tipo de sucesso ou reconhecimento? Quantas vezes ouvimos comentários
como: “Ah, sim, ele tem uma mulher carinhosa, mas eu já soube que ele continua muito galinha”. Ou: “Ela conseguiu um
bom emprego, deve estar saindo com o chefe ou um assessor dele”. Mais ainda: “O filho deles passou de primeira no
vestibular, mas parece que...”. Outras pérolas: “Ela é bem bonita, mas quanto preenchimento, Botox e quanta lipo...”.
     Detestamos o bem do outro. O porco em nós exulta e sufoca o anjo, quando conseguimos despertar sobre alguém
suspeitas e desconfianças, lançar alguma calúnia ou requentar calúnias que já estavam esquecidas: mas como pode o
outro se dar bem, ver seu trabalho reconhecido, ter admiração e aplauso, quando nos refocilamos na nossa nulidade?
Nada disso! Queremos provocar sangue, cheirar fezes, causar medo, queremos a fogueira.
     Não todos nem sempre. Mas que em nós espreita esse monstro inimaginável e poderoso, ou simplesmente medíocre e
covarde, como é a maioria de nós, ah!, espreita. Afia as unhas, palita os dentes, sacode o comprido rabo, ajeita os chifres,
lustra os cascos e, quando pode, dá seu bote. Ainda que seja um comentário aparentemente simples e inócuo, uma
pequena lembrança pérfida, como dizer “Ah! Sim, ele é um médico brilhante, um advogado competente, um político
honrado, uma empresária capaz, uma boa mulher, mas eu soube que...”, e aí se lança o malcheiroso petardo.
     Isso vai bem mais longe do que calúnias e maledicências. Reside e se manifesta explicitamente no assassino que se
imola para matar dezenas de inocentes num templo, incluindo entre as vítimas mulheres e crianças... e se dirá que é por
idealismo, pela fé, porque seu Deus quis assim, porque terá em compensação o paraíso para si e seus descendentes. É o
que acontece tanto no ladrão de tênis quanto no violador de meninas, e no rapaz drogado (ou não) que, para roubar 20
reais ou um celular, mata uma jovem grávida ou um estudante mal saído da adolescência, liquida a pauladas um casal de
velhinhos, invade casas e extermina famílias inteiras que dormem.
     A sordidez e a morte cochilam em nós, e nem todos conseguem domesticar isso. Ninguém me diga que o criminoso
agiu apenas movido pelas circunstâncias, de resto é uma boa pessoa. Ninguém me diga que o caluniador é um bom pai,
um filho amoroso, um profissional honesto, e apenas exala seu mortal veneno porque busca a verdade. Ninguém me diga
que somos bonzinhos, e só por acaso lançamos o tiro fatal, feito de aço ou expresso em palavras. Ele nasce desse traço de
perversão e sordidez que anima o porco, violento ou covarde, e faz chorar o anjo dentro de nós.

(Lya Luft, Veja 20/05/2009 pág.24)
A alternativa que NÃO pode ser comprovada pelo texto é:
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709Q822434 | Legislação Federal, Lei de Diretrizes e Bases da Educação LDB, Monitor CAPS, Prefeitura de Cantagalo RJ, CONSULPLAN

A educação infantil, segundo a LDB, será organizada de acordo com as seguintes regras comuns:

I. avaliação classificatória mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças somente na última etapa da educação infantil;

II. carga horária mínima anual de oitocentas horas, distribuída por um mínimo de duzentos dias de trabalho educacional;

III. expedição de documentação que permita atestar os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança.

Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)

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710Q651873 | Códigos de Ética, Código de Ética de Enfermagem, Técnico de Nível Superior I, Prefeitura de Pato de Minas MG, CONSULPLAN

“Ao assumir um plantão, um enfermeiro observou que foram prescritos para um determinado paciente os medicamentos daclatasvir e sofosbuvir, sendo uma dose ao dia de cada medicação, administrados por via oral. Ambos são desconhecidos pelo enfermeiro, uma vez que são medicamentos recém?aprovados pela ANVISA para o tratamento de determinada doença.” Qual deverá ser a atitude correta do enfermeiro para executar a prescrição médica?
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711Q646768 | Informática, Engenharia de Software, Analista de Tecnologia da Informação, Câmara de Belo Horizonte MG, CONSULPLAN, 2018

O processo pelo qual ocorre a verificação, se os requisitos estão definindo o sistema que o cliente realmente deseja, dá-se o nome de validação de requisitos. Essa técnica se sobrepõe a análise, pois foca em encontrar problemas com os requisitos. A validação de requisitos é muito importante, uma vez que, caso ocorram erros no documento de requisitos, estes podem impactar em aumento de custos, retrabalho durante o desenvolvimento, ou mesmo quando o sistema já estiver em funcionamento. Durante o processo de validação de requisitos, diferentes tipos de verificação podem ser efetuados com os requisitos no documento de requisitos. Uma dessas verificações tem seguinte definição: “o documento de requisitos deve incluir requisitos que definam todas as funções e as restrições pretendidas pelo usuário do sistema”. Trata-se de:
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712Q1230 | Português, Guarda Municipal, Prefeitura de Cataguases MG, CONSULPLAN

Texto associado.
C’est la guerre!
(É a guerra!)

Minhas relações com as Matemáticas nunca foram boas – e exagero ao falar em Matemáticas, no plural e na maiúscula. Nem mesmo a elementar aritmética privou de muita intimidade com meu impenetrável cérebro. Por todos os chamados bancos escolares que lustrei em minhas andanças, sempre deixei a merecida fama de refratário aos números, às operações, às frações e às regras de três. Não cito os logaritmos porque seria um escárnio de minha parte mencionar tais entidades. Não morri de fome pelas sarjetas – como um certo professor um dia profetizou, mas tenho passado vexames abomináveis e tido irrelevantes prejuízos nos trocos. Nada mais que isso.

Paralela ao meu desamor pelas matemáticas, ou fruto dele, surgiu uma babosa admiração pelas máquinas capazes de fazer aquilo que não sei nem posso fazer. Não admiro um guindaste, nem um trator – sei que são máquinas movidas por cavalo-vapor, e sei o que seja um cavalo e imagino o que seja o cavalo em forma de vapor e energia. Mas diante de uma simples máquina de somar, tremo os joelhos de emoção e respeito. Já não falo dos cérebros eletrônicos, esses monstros capazes de calcular eclipses, marés, trajetórias planetárias e de jogar xadrez. Não jogo xadrez e pouco ligo para as trajetórias planetárias e para os eclipses. Sei que os cérebros eletrônicos são capazes até de fazer poemas, o que não conta no saco de seus infindáveis méritos: muito cara-de-pau por aí, muito cérebro ruim também é capaz de fazer poemas, e os poemas terminam em antologias e o cérebro na Academia.

Mas voltemos às matemáticas. No outro dia, tive babosa admiração não pela máquina de somar, mas por mim mesmo. Deu-se que fui pagar umas contas, dessas contas pequeninas e complicadas que não desprezam os desprezíveis centavos cujo epitáfio o bardo Drummond magistralmente cantou há dias. A fila do guichê era enorme e para ganhar tempo arrisquei fazer a soma dos meus incontáveis débitos. Chegaria ao guichê com o cheque já preenchido e evitaria a justa animosidade dos que esperavam a vez.

Apanhei um papel qualquer, escrevi as parcelas com o máximo escrúpulo, tomei coragem e iniciei a soma. Obtive um resultado e ia apelar para uma rígida revisão das contas quando a fila andou e eu tive de andar. Preenchi o cheque e de repente fiquei alarmado: e se a conta estivesse errada? O caixa faria péssimo juízo do meu caráter e os companheiros da fila teriam redobrada razão para me mandarem ao diabo no recôndito de seus ódios e pressas.

Eis que o homem do guichê apanhou meus papéis, foi registrando números naquela máquina insignificante, bateu numa tecla achatada e vermelha, puxou a manivela, a máquina fez um rangido, os mecanismos atritaram lá dentro, e surgiu no mostrador um número que, por espantosa coincidência, era o mesmo que eu havia obtido sem teclas, sem manivelas e sem mecanismos outros que não os do meu parco saber.

Sim, minhas pernas tremeram de emoção. Olhei a máquina do homem como um aliado, “aí está uma coisa que reconhece o que valho”, e saí para a rua, leve, a alma em festa. Einstein, ao ver confirmada pelo eclipse de 1927 a sua teoria restrita da relatividade, deve ter sentido o que senti naquele momento.

Euclides, Newton, Descartes – cheguei! Custei mas cheguei. Daqui em diante, surgiu um concorrente sério. Tremei em vossas covas que lá vou eu. Por ora, vou exercitar-me honestamente nas contas de subtração. Depois – é a guerra!

(Carlos Heitor Cony)
Segundo o texto, a desmedida admiração do autor por máquinas de somar se justifica:
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713Q550787 | Informática, Aplicativos, Fiscal de Obras e Posturas, Prefeitura de Ibiraçu ES, CONSULPLAN

“Em um escritório de contabilidade os funcionários utilizam o navegador Internet Explorer 8 (configuração padrão), para navegar na internet em busca de informações necessárias para a execução de suas atividades diárias. Vários sites são acessados diversas vezes durante o expediente, sendo necessária a digitação do endereço deles a cada acesso. Uma forma alternativa organizada de armazenar estes sites no navegador, possibilitando que os mesmos sejam acessados através de um único clique, é a utilização de um recurso.” Trata?se de qual recurso?
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714Q342874 | Raciocínio Lógico, Técnico de Contabilidade, MAPA, CONSULPLAN

Em uma prova com 150 questões, um candidato, ao conferir o gabarito oficial, percebeu a seguinte situação entre as questões que errou e acertou:

• errou a 1ª questão e acertou as duas próximas;

• errou a 4ª questão e acertou as três próximas;

• errou a 8ª questão e acertou as quatro próximas;

• errou a 13ª questão e acertou as cinco próximas;

• errou ... e, assim, sucessivamente.

Dessa forma, o número de questões que esse candidato acertou na prova é

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715Q140336 | Engenharia Elétrica, Analista Judiciário Engenharia Elétrica, TSE, CONSULPLAN

No que diz respeito à iluminação, um termo é definido como a potência de radiação total emitida por uma fonte de luz e avaliada pelo olho humano. Sua unidade é o lumen (lm). Esse termo é conhecido por

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716Q11119 | Veterinária, Veterinário, MAPA, CONSULPLAN

O departamento de inspeção de produtos de origem animal (DIPOA) instituiu o programa de procedimentos-padrão de higiene operacional (PPHO) a ser utilizado nos estabelecimentos de leite e derivados. PPHO são procedimentos descritos, desenvolvidos, implantados e monitorizados, visando estabelecer a forma rotineira pela qual o estabelecimento industrial evitará a contaminação direta ou cruzada e a adulteração do produto, preservando sua qualidade e integridade por meio da higiene antes, durante e depois das operações industriais. Com base na estruturação do plano PPHO a ser implementado nos estabelecimentos de leite e derivados, analise as afirmativas.

I. O plano deve ser estruturado em 9 pontos básicos.
II. Segurança da água, higiene dos empregados e controle integrado de pragas devem fazer parte da estrutura do PPHO.
III. Dentre os pontos básicos da estruturação do PPHO, o treinamento dos funcionários é o primeiro a ser implantado.
IV. Segurança no transporte, proteção na estocagem dos pontos de venda e identificação correta das embalagens dos produtos são pontos da estruturação do PPHO.

Estão corretas as afirmativas
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717Q651138 | Códigos de Ética, Código de Ética CONFEA, Arquiteto, Prefeitura de Natividade RJ, CONSULPLAN

De acordo com o item 2 – “Obrigações para com o Interesse Público” – do Código de Ética e Disciplina para Arquitetos e Urbanistas, o arquiteto e urbanista deve:

I. Considerar o impacto social e ambiental de suas atividades profissionais na execução de obras sob sua responsabilidade.

II. Respeitar os valores e a herança natural e cultural da comunidade, na qual esteja prestando seus serviços profissionais.

III. Zelar pela conservação e preservação do patrimônio público.

IV. Respeitar o conjunto das realizações arquitetônicas e urbanísticas do patrimônio histórico e artístico nacional, estadual, municipal ou de reconhecido interesse local.

V. Considerar a harmonia com os recursos e ambientes naturais.

VI. Prescindir de utilizar o saber profissional para emitir opiniões que deturpem conscientemente a verdade, persuadindo leigos, a fim de obter resultados que convenham a si ou a grupos para os quais preste serviço ou os quais represente.

VII. Adotar soluções que garantam a qualidade da construção, o bem?estar e a segurança das pessoas, nos serviços de sua autoria e responsabilidade.

VIII. Como autor de projeto ou responsável pela execução de serviço ou obra deve manter informação pública e visível à frente da edificação objeto da atividade realizada.

Estão corretas as afirmativas

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718Q554043 | Informática, Painel de Controle, Operador de ETA até 500 pts, CESAN ES, CONSULPLAN

São opções do painel de controle do Microsoft Windows XP, EXCETO:

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719Q484348 | Geografia, Economia, Professor de Classe I Nível A, Secretaria de Estado de Educação PA, CONSULPLAN, 2018

A partir da década de 1970, surgiu uma nova forma de organização espacial da indústria, tanto em países desenvolvidos quanto subdesenvolvidos, os tecnopolos, também chamados de Centros de Alta Tecnologia. Trata-se de polos que concentram atividades industriais de alta tecnologia – como telecomunicações, aeroespacial, informática e biotecnologia – junto a universidades e centros de pesquisa e desenvolvimento. Os tecnopolos recebem apoio de órgãos do governo e funcionam como verdadeiros centros de produção de conhecimento e tecnologia. Alguns municípios brasileiros se caracterizam como tecnopolos, EXCETO:
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720Q340776 | Raciocínio Lógico, Correlacionamento, Analista de Comunicação Jornalista, CREA RJ, CONSULPLAN

Quatro garrafas iguais A, B, C e D possuem quantidades diferentes de água, sendo que:

- A garrafa A possui mais água que a garrafa C.

- O nível da água na garrafa D é superior ao da garrafa B.

- A garrafa B possui mais água que a garrafa A.

A ordem decrescente das garrafas quanto ao volume de água é:

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