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Questões de Concursos CONSULPLAN

Resolva questões de CONSULPLAN comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


821Q148784 | Pedagogia, Processo Ensino Aprendizagem, Analista Judiciário Pedagogia, TSE, CONSULPLAN

Um planejamento que valoriza a aquisição de estratégias cognitivas de ordem superior e o papel do sujeito como responsável por sua própria aprendizagem está relacionado a uma perspectiva metodológica que tem como central o trabalho com

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822Q1816 | Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem, Prefeitura de Poço Redondo SE, CONSULPLAN

São vacinas produzidas a partir de vírus vivos atenuados, inativados ou frações de vírus, EXCETO:
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823Q1268 | Conhecimentos Específicos, Agente de Saúde ACS, Prefeitura de Almirante Tamandaré PR, CONSULPLAN

A organização da Atenção Básica coloca a necessidade de territorialização, com descrição da clientela atendida. O espaço geográfico de atuação do Agente Comunitário de Saúde é definido por:
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825Q118209 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Sistemas, INB, CONSULPLAN

Texto associado.

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O texto só NÃO faz menção ao seguinte assunto:

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826Q51928 | Português, Agente de Saúde ACS, Prefeitura de Cascavel PR, CONSULPLAN

Texto associado.
        A AIDS na adolescência

      A adolescência é um período da vida caracterizado por intenso crescimento e desenvolvimento, que se manifesta por transformações físicas, psicológicas e sociais. Ela representa um período de crise, na qual o adolescente tenta se integrar a uma sociedade que também está passando por intensas modificações e que exige muito dele. Dessa forma, o jovem se vê frente a um enorme leque de possibilidades e opções e, por sua vez, quer explorar e experimentar tudo a sua volta. Algumas dessas transformações e dificuldades que a juventude enfrenta, principalmente relacionadas à sexualidade, bem como ao abuso de drogas ilícitas, aumentam as chances dos adolescentes de adquirirem a infecção por HIV, fazendo-se necessária a realização de programas de prevenção e controle da AIDS na adolescência.
      Estudos de vários países têm demonstrado a crescente ocorrência de AIDS entre os adolescentes, sendo que, atualmente, as taxas de novas infecções são maiores entre a população jovem. Quase metade dos novos casos de AIDS ocorre entre os jovens com idade entre 15 e 24 anos. Considerando que a maioria dos doentes está na faixa dos 20 anos, conclui-se que a grande parte das infecções aconteceu no período da adolescência, uma vez que a doença pode ficar por longo tempo assintomática.
      Existem algumas características comportamentais, socioeconômicas e biológicas que fazem com que os jovens sejam um grupo propenso à infecção pelo HIV. Dentre as características comportamentais, destaca-se a sexualidade entre os adolescentes. Muitas vezes, a não utilização dos preservativos está relacionada ao abuso de álcool e outras drogas, os quais favorecem a prática do sexo inseguro. Outras vezes os jovens não usam o preservativo quando em relacionamentos estáveis, justificando que seu uso pode gerar desconfiança em relação à fidelidade do casal, apesar de que, no mundo, hoje, o uso de preservativo nas relações poderia significar uma prova de amor e proteção para com o outro. Observa-se, também, que muitas jovens abrem mão do preservativo por medo de serem abandonadas ou maltratadas por seus parceiros. Por outro lado, o fato de estar apaixonado faz com que o jovem crie uma imagem falsa de segurança, negando os riscos inerentes ao não uso do preservativo.
      Outro fator importante a ser levado em consideração é o grande apelo erótico emitido pelos meios de comunicação, frequentemente direcionado ao adolescente. A televisão informa e forma opiniões, unificando padrões de comportamento, independente da tradição cultural, colocando o jovem frente a uma educação sexual informal que propaga o sexo como algo não planejado e comum, dizendo que “todo mundo faz sexo, mas poucos adoecem”.

(Disponível em: http://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude/3867/-1/a-aids-na-adolescencia.html. Adaptado. Acesso em: 19/04/2016.)
De acordo com as informações textuais, podemos inferir que 
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827Q46760 | Odontologia, Cirurgião Dentista, HOB, CONSULPLAN

Os pacientes com problemas sistêmicos, algumas vezes, requerem modificações nos cuidados transoperatórios quando uma cirurgia oral é planejada. De acordo com a classificação do estado físico proposto pela Sociedade Americana de Anestesiologistas (ASA), uma paciente ASA III apresenta doença sistêmica
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828Q1763 | Português, Auxiliar de Enfermagem, Prefeitura de Poço Redondo SE, CONSULPLAN

Texto associado.
A sordidez humana

     Ando refletindo sobre nossa capacidade para o mal, a sordidez, a humilhação do outro. A tendência para a morte, não
para a vida. Para a destruição, não para a criação. Para a mediocridade confortável, não para a audácia e o fervor que
podem ser produtivos. Para a violência demente, não para a conciliação e a humanidade. E vi que isso daria livros e mais
livros: se um santo filósofo disse que o ser humano é um anjo montado num porco, eu diria que o porco é
desproporcionalmente grande para tal anjo.
     Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós (eu não consigo fazer isso, mas nem por
essa razão sou santa), que ri quando o outro cai na calçada? Quem é esse que aguarda a gafe alheia para se divertir? Ou se
o outro é traído pela pessoa amada ainda aumenta o conto, exagera, e espalha isso aos quatro ventos – talvez correndo
para consolar falsamente o atingido?
     O que é essa coisa em nós, que dá mais ouvidos ao comentário maligno do que ao elogio, que sofre com o sucesso
alheio e corre para cortar a cabeça de qualquer um, sobretudo próximo, que se destacar um pouco que seja da
mediocridade geral? Quem é essa criatura em nós que não tem partido nem conhece lealdade, que ri dos honrados,
debocha dos fiéis, mente e inventa para manchar a honra de alguém que está trabalhando pelo bem? Desgostamos tanto
do outro que não lhe admitimos a alegria, algum tipo de sucesso ou reconhecimento? Quantas vezes ouvimos comentários
como: “Ah, sim, ele tem uma mulher carinhosa, mas eu já soube que ele continua muito galinha”. Ou: “Ela conseguiu um
bom emprego, deve estar saindo com o chefe ou um assessor dele”. Mais ainda: “O filho deles passou de primeira no
vestibular, mas parece que...”. Outras pérolas: “Ela é bem bonita, mas quanto preenchimento, Botox e quanta lipo...”.
     Detestamos o bem do outro. O porco em nós exulta e sufoca o anjo, quando conseguimos despertar sobre alguém
suspeitas e desconfianças, lançar alguma calúnia ou requentar calúnias que já estavam esquecidas: mas como pode o
outro se dar bem, ver seu trabalho reconhecido, ter admiração e aplauso, quando nos refocilamos na nossa nulidade?
Nada disso! Queremos provocar sangue, cheirar fezes, causar medo, queremos a fogueira.
     Não todos nem sempre. Mas que em nós espreita esse monstro inimaginável e poderoso, ou simplesmente medíocre e
covarde, como é a maioria de nós, ah!, espreita. Afia as unhas, palita os dentes, sacode o comprido rabo, ajeita os chifres,
lustra os cascos e, quando pode, dá seu bote. Ainda que seja um comentário aparentemente simples e inócuo, uma
pequena lembrança pérfida, como dizer “Ah! Sim, ele é um médico brilhante, um advogado competente, um político
honrado, uma empresária capaz, uma boa mulher, mas eu soube que...”, e aí se lança o malcheiroso petardo.
     Isso vai bem mais longe do que calúnias e maledicências. Reside e se manifesta explicitamente no assassino que se
imola para matar dezenas de inocentes num templo, incluindo entre as vítimas mulheres e crianças... e se dirá que é por
idealismo, pela fé, porque seu Deus quis assim, porque terá em compensação o paraíso para si e seus descendentes. É o
que acontece tanto no ladrão de tênis quanto no violador de meninas, e no rapaz drogado (ou não) que, para roubar 20
reais ou um celular, mata uma jovem grávida ou um estudante mal saído da adolescência, liquida a pauladas um casal de
velhinhos, invade casas e extermina famílias inteiras que dormem.
     A sordidez e a morte cochilam em nós, e nem todos conseguem domesticar isso. Ninguém me diga que o criminoso
agiu apenas movido pelas circunstâncias, de resto é uma boa pessoa. Ninguém me diga que o caluniador é um bom pai,
um filho amoroso, um profissional honesto, e apenas exala seu mortal veneno porque busca a verdade. Ninguém me diga
que somos bonzinhos, e só por acaso lançamos o tiro fatal, feito de aço ou expresso em palavras. Ele nasce desse traço de
perversão e sordidez que anima o porco, violento ou covarde, e faz chorar o anjo dentro de nós.

(Lya Luft, Veja 20/05/2009 pág.24)
Teve o sentido alterado com a reescrita:
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829Q849677 | Português, Interpretação de Textos, CFC Bacharel em Ciências Contábeis, CONSULPLAN, 2020

A importância da tecnologia na contabilidade digital     A virada do século foi marcada pela relevância que a tecnologia adquiriu no nosso dia a dia. Atualmente, é praticamente impossível imaginar a vida sem o acesso à internet e a dispositivos básicos como o celular. Nesse contexto, investir em contabilidade digital não é apenas uma opção.     O mercado contábil também tem se adaptado às novas demandas do universo corporativo e das finanças pessoais. Os melhores escritórios e assessorias estão sempre em busca de tecnologias que possam oferecer benefícios aos seus clientes.     As que recebem mais destaque são, sem sombra de dúvidas, os softwares que otimizam tarefas da contabilidade e de controle fiscal. [...]     Por que investir em contabilidade digital?     O mundo atual não permite mais morosidade e procedimentos analógicos na gestão das finanças. As soluções precisam ser imediatas e adaptadas às novas tecnologias da informação. Dessa forma os empreendedores e gestores podem ter um processo de tomada de decisões mais confiável e com amparo de métricas confiáveis.     Para que a assessoria contábil supra as necessidades de seus clientes, ela tem indicado o uso de softwares integrados que geram valor e praticidade às atividades operacionais diárias.     Sendo assim, a contabilidade digital acabou se tornando uma demanda inevitável. A boa notícia é que seus resultados provocam impactos positivos nos seus rendimentos.     As leis referentes a tributos são complexas no nosso país. Elas passam por constantes transformações e adaptações, sendo um verdadeiro desafio estar sempre atualizado e a par das mudanças.     Felizmente, a contabilidade digital está preparada para fazer updates e dar respostas rápidas para problemas recorrentes. Além do mais, diversos procedimentos podem ser automatizados e/ou simplificados quando temos os instrumentos certos em mãos.     Um dos grandes ganhos que a contabilidade recebe com isso é o aumento da confiabilidade nos dados e relatórios. Esse é um dos princípios mais importantes para todo e qualquer contador ou administrador financeiro. [...]     A inserção da tecnologia no cotidiano corporativo e a implementação da contabilidade digital permitiram mais produtividade e eficiência na gestão das finanças e tributos. Essa evolução nos permite ter uma agilidade inimaginável até pouco tempo atrás. (Nogal Contabilidade e Marketing. Disponível em: www.nogalcontabilidade.com.br [email protected]) (Disponível em: http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/a-importancia-da-tecnologia-na-contabilidade-digital.htm. Adaptado.)Considerando-se o título “A importância da tecnologia na contabilidade digital” e sua função estratégica na articulação do texto, assinale, a seguir, a afirmativa correta.
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830Q1250 | Matemática, Agente de Saúde ACS, Prefeitura de Almirante Tamandaré PR, CONSULPLAN

Duas televisões de tamanhos diferentes apresentam 20 e 29 polegadas, cujas medidas são das diagonais de suas telas. Qual é a diferença entre as diagonais desses dois aparelhos, se cada polegada equivale a 2,54cm?
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831Q708323 | Português, Sintaxe 41 Função Sintática dos Termos Sujeito, Agente Fiscal de Postura, Prefeitura de Suzano SP, Consulplan, 2019

Texto associado.

Transtorno de ansiedade: sem tempo para o agora


      Imagine que, em algumas horas, você fará a entrevista de emprego para a vaga dos seus sonhos. Enquanto se arruma na frente do espelho, o coração fica acelerado, o estômago se remexe todo, a pele se enche de suor e as pernas bambeiam. Ao mesmo tempo, a cabeça é inundada por um turbilhão de pensamentos e incertezas. “E se a moça do RH não gostar de mim? E se eu falar uma bobagem? E se a conversa for em inglês?” Estamos diante de um clássico episódio de ansiedade, sentimento natural e comum às mais variadas espécies de animais, entre elas os seres humanos.

      “Quando nos preocupamos com algo que pode vir a acontecer, tomamos uma série de medidas para resolver previamente aquela situação”, diz o psiquiatra Antonio Egidio Nardi, professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Do mesmo modo que nossos antepassados estocavam comida para não sofrer com a fome nos períodos de estiagem e um macaco evita certos lugares da floresta por saber que lá ficam os predadores que adorariam devorá-lo, hoje elaboramos eventuais respostas às perguntas da entrevista de emprego ou estudamos com afinco antes de uma prova difícil. Ao contrário do medo, que é uma reação a ameaças concretas, a ansiedade está mais para um mecanismo de antecipação dos aborrecimentos futuros.

      O transtorno começa quando essa emoção passa do ponto. Em vez de mover para frente, o nervosismo exagerado deixa o indivíduo travado, impede que ele faça suas tarefas e atrapalha os seus compromissos. “Isso lesa a autonomia e prejudica a realização de atividades simples e corriqueiras”, caracteriza o médico Antônio Geraldo da Silva, diretor da Associação Brasileira de Psiquiatria.

      Aí, sair de casa torna-se um martírio. Entregar o trabalho no prazo é praticamente missão impossível. Convites para festas e encontros viram alvo de desculpas. A concentração some, os lápis são mordidos, as unhas, roídas… e a qualidade de vida cai ladeira abaixo.

      Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou um documento com estatísticas dos distúrbios psiquiátricos ao redor do globo. Os transtornos de ansiedade atingem um total de 264 milhões de indivíduos – desses, 18 milhões são brasileiros. Nosso país, aliás, é campeão nos números dessa desordem, com 9,3% da população afetada. A porcentagem fica bem à frente de outras nações: nas Américas, quem chega mais perto da gente é o Paraguai, com uma taxa de 7,6%. Na Europa, a dianteira fica com Noruega (7,4%) e Holanda (6,4%).

      Afinal, o que explicaria dados tão inflados em terras brasileiras? “Fatores como índice elevado de desemprego, economia em baixa e falta de segurança pública representam uma ameaça constante”, responde o psiquiatra Pedro Eugênio Ferreira, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Preocupações com a saúde, notícias políticas e relações sociais também parecem influenciar por aqui.

      Apesar de os achados da OMS assustarem, é um erro considerar que estamos na era mais ansiosa da história – muitos estudos sugerem justamente o contrário. Em primeiro lugar, a ansiedade só passou a ser encarada com mais coerência a partir dos escritos de Sigmund Freud (1856- 1939) e foi aceita nos manuais médicos como um problema de saúde digno de nota a partir da década de 1980. Portanto, é impossível comparar presente e passado sem uma base de dados confiável.

      Além disso, com raras exceções, vivemos um dos momentos mais tranquilos de toda humanidade. Há quantas décadas não temos batalhas ou epidemias de grandes proporções? O que acontece hoje é uma mudança nos gatilhos: se atualmente nos preocupamos com a iminência de um assalto ou de uma demissão, nossos pais se afligiam pela proximidade de uma guerra nuclear entre Estados Unidos e União Soviética e nossos avós perdiam noites de sono com o avanço nazista sobre França e Polônia durante a Segunda Guerra Mundial.

      Existem, porém, alguns fatores que são patrocinadores em potencial de ansiedade independentemente do intervalo histórico. A infância, por exemplo, é fundamental. “Crianças que passaram por abuso ou negligência têm um risco duas a três vezes maior de sofrer com transtornos mentais na adolescência ou na fase adulta”, descreve o psiquiatra Giovanni Abrahão Salum, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A genética e a própria convivência próxima a um familiar com os nervos à flor da pele já elevam a probabilidade de desenvolver a condição posteriormente.

(BIERNATH, André. Transtorno de ansiedade: sem tempo para o agora. Texto adaptado. Disponível em: https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/ansiedade-afeta-o-organismo-e-pode-paralisar-sua-vida/ Acesso em: 28/10/2019.)

A expressão assinalada na oração “Convites para festas e encontros viram alvo de desculpas.” (4º§) é classificada, sintaticamente, como:
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832Q338229 | Matemática, Aritmética e Algebra, Balanceiro, CODEGi ES, CONSULPLAN

Ao ligar certo ventilador de teto, sua hélice começa a girar de tal forma que a cada décimo de segundo sua rotação aumenta em duas voltas até atingir a rotação máxima e constante. Sabendo-se que a rotação máxima da hélice é de 40 voltas por segundo, o número de voltas que terá completado em torno de seu eixo ao final de 10 segundos, é

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833Q117114 | Inglês, Interpretação de Textos, Analista de Sistemas, INB, CONSULPLAN

Texto associado.

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Visando passar ao neto uma boa lição de vida, Tsali lhe demonstra que:

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834Q48545 | Noções de Saúde, Saúde Pública, Cirurgião Dentista, Prefeitura de Cantagalo RJ, CONSULPLAN

Relacione as doenças endêmicas às respectivas características. 

1. Filariose linfática. 
2. Peste. 
3. Oncocercose. 
( ) Doença infecciosa aguda provocada por bactéria e transmitida pela picada de pulgas infectadas. Manifesta-se sob três formas clínicas principais: bubônica, septicêmica e pneumônica. 
( ) Doença parasitária crônica causada pelo verme nematoide Wuchereria bancrofti, sendo conhecida como bancroftose. 
( ) Doença parasitária crônica, exclusiva de humanos. A maior parte das pessoas infectadas são assintomáticas. No entanto, com o passar do tempo os sintomas e sinais podem aparecer, constando basicamente de: nódulos no corpo ou na cabeça, lesões na pele e doença dos olhos. 

A sequência está correta em
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835Q485003 | Geografia, Economia, Professor de Classe I Nível A, Secretaria de Estado de Educação PA, CONSULPLAN, 2018

O conceito de região na Geografia é de grande importância para a análise geográfica, tanto nos aspectos econômicos quanto nos políticos, populacionais, socioculturais e naturais. O termo região está presente em diferentes situações do cotidiano, em conversas informais, nos noticiários ou nas leituras. O conceito de região esteve associado a características específicas de acordo com cada período histórico. Tendo como base essas informações e os conhecimentos acerca do conceito de região na Geografia, associe adequadamente o período retratado às suas respectivas características.

1. Século XIX.

2. Século XX.

3. Século XXI.

( ) Os geógrafos franceses buscaram novas abordagens para o estudo da geografia regional. Para eles, a região era concebida como resultado das ações humanas em determinado ambiente. Essa concepção baseia-se, portanto, não só nas características naturais, mas também nos estudos das relações entre o ser humano e a natureza. As paisagens passaram a ser concebidas como herança histórica e resultado de interações ao longo do tempo entre os elementos naturais e as influências humanas. Caberia ao geógrafo simplesmente delimitá-la e descrever suas características e paisagens.

( ) O conceito de região pode ser entendido como uma criação intelectual do geógrafo ou de outros cientistas. São utilizadas metodologias de estudo que incluem objetivos e critérios preestabelecidos para delimitar determinados conjuntos regionais em certo momento da história.

( ) Está associado às características naturais; as regiões são definidas com base na homogeneidade dos tipos de vegetação, de clima, principalmente, ou ainda delimitadas por acidentes geográficos, como rios, serras ou cadeias montanhosas. São as chamadas regiões naturais, cujo princípio baseado na delimitação de áreas com características uniformes também foi aplicado para identificar as regiões econômicas e sociais.

A sequência está correta em

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836Q336660 | Matemática, Cálculo Aritmético Aproximado, Carteiro, ECT PE, CONSULPLAN

Dona Tida comprou: 5 pacotes de açúcar de 2kg cada um; 10 pacotes de maizena com 600g cada um; 20 pacotes de margarina de 250g cada um. Qual a massa total dessa compra?

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837Q58492 | Direito Processual Civil, Juiz Leigo, TJ CE, CONSULPLAN, 2019

Conforme dispõe o Código de Processo Civil, na audiência de instrução e julgamento, as provas orais devem obedecer, preferencialmente, a seguinte ordem
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838Q42940 | Português, Interpretação de Textos, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar PA, CONSULPLAN

Texto associado.
Tempos loucos – Parte 2

     Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
      Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
       A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
      Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá‐la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
      Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
       Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é a toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
     Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
      A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?

(SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – Parte 2. Disponível em:http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2006‐10‐01_2006‐10‐15.html. Acesso em: dezembro de 2015.)
Considerando o uso adequado da linguagem à situação de comunicação do texto apresentado, assinale o trecho selecionado a seguir em que podem ser identificados aspectos informais da língua.
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839Q29814 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Técnico em Informática, CODEVASF, CONSULPLAN

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2007 (Pnad 2007) amplamente divulgados na segunda quinzena de setembro de 2008, pode- se afirmar que:
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840Q58495 | Direito Processual Civil, Juiz Leigo, TJ CE, CONSULPLAN, 2019

Analise as seguintes afirmativas.

I. A existência e o modo de existir de algum fato podem ser atestados ou documentados, a requerimento do interessado, mediante ata lavrada por tabelião.
II. O juiz apreciará a prova constante dos autos, independentemente do sujeito que a tiver promovido, e indicará na decisão as razões da formação de seu convencimento.
III. Para provar a verdade dos fatos, as partes têm o direito de empregar todos os meios legais, bem como os moralmente legítimos, desde que especificados expressamente no Código de Processo Civil.
IV. É lícito às partes, em qualquer tempo, juntar aos autos documentos novos, quando destinados a fazer prova de fatos ocorridos depois dos articulados ou para contrapô-los aos que foram produzidos nos autos.

Nos termos do Código de Processo Civil, são corretas as afirmativas
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