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Questões de Concursos CONSULPLAN

Resolva questões de CONSULPLAN comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


941Q607598 | Biblioteconomia, Princípios e funções administrativas em bibliotecas, Analista Judiciário, TSE, CONSULPLAN

Segundo a visão participativa, a função gerencial ou administrativa de tomada de decisão é a função gerencial ou administrativa de uma biblioteca, em que todos os profissionais compartilham a responsabilidade de sua administração, subsidiados pela
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942Q483489 | Geografia, Geógrafo, Prefeitura de Guarapari ES, CONSULPLAN

Com relação ao processo de sedimentação, é correto afirmar que:
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943Q322734 | Pedagogia, Pedagogo, Prefeitura de Venda Nova do Imigrante ES, CONSULPLAN

É notável que as grandes transformações na educação brasileira, em termos de universalização do acesso e consolidação de um projeto de educação para todos, tenham ocorrido muito recentemente. No final da década de 1970 e início da de 1980 iniciou-se a expansão da rede pública de ensino no Brasil. A Constituição Federal de 1988, com todas as contradições enfrentadas, ajudou a consolidar e projetar a ideia política de uma educação republicana e democrática. No Brasil destaca-se, a partir da década de 1990, a estruturação dos elementos centrais que possibilitaram a expansão e a consolidação da educação básica pública: diretrizes, financiamento e avaliação. Nesse sentido, são marcos importantes, EXCETO:
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944Q43058 | Raciocínio Lógico, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar TO, CONSULPLAN

A diretora de uma escola afirmou que “todos os alunos desta escola vão mal em alguma matéria”, visto que incluíra, também, alunos que vão bem em todas as matérias, ela então negou sua afirmação. Das sentenças a seguir, assinale a que expressa de maneira correta a negação da afirmação da diretora.
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945Q39200 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Analista Judiciário, TSE, CONSULPLAN

Cada cultura corporativa possui características que identificam seu conjunto de crenças, valores, atitudes e comportamentos. Diante desse contexto, a cooperação, a racionalidade, a criatividade e a competitividade são valores dominantes das seguintes culturas corporativas, respectivamente,
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946Q22246 | Raciocínio Lógico, Assistente Securitário, Banestes Seguros, CONSULPLAN

Em uma estante encontram - se um total de 45 livros, dos quais 1/5 tem menos de 200 páginas e 2/3 têm de 200 a 300 páginas. Retirando - se, simultaneamente, dois livros quaisquer dessa estante, a probabilidade de que um deles tenha menos de 200 páginas e o outro mais de 300 é igual a
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947Q7160 | Pedagogia, Professor de Educação Infantil, Prefeitura de Congonhas MG, CONSULPLAN

O Ensino Fundamental com duração de nove anos, em Minas Gerais, estrutura-se em:
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949Q333542 | Matemática, Cálculo Aritmético Aproximado, Carteiro, ECT PE, CONSULPLAN

Numa viagem a uma cidade do Nordeste, Pedro e Gabriel foram de carro alternando a direção. No primeiro dia, Pedro dirigiu 1/3 da viagem. No segundo dia, Gabriel dirigiu 1/5 da viagem. Os 1.050km restantes da viagem foram percorridos em dois dias. Quantos quilômetros foram percorridos em toda a viagem?

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950Q186079 | Princípios Normas e Atribuições Institucionais, Agente de Correios Atendente Comercial, CORREIOS, CONSULPLAN

Segundo o Código de Ética dos Correios, seus empregados e colaboradores devem contribuir para que haja um ambiente seguro e saudável e assim, deverão exercer suas tarefas com:

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951Q151430 | Pedagogia, Projeto Pedagógico, Analista Judiciário Pedagogia, TSE, CONSULPLAN

Um projeto pedagógico, na perspectiva de Freire, deve tomar o homem como um ser de relações, temporalizado e situado. Isso significa que o projeto pedagógico deve

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952Q118666 | Informática , Unidade Central de Processamento CPU, Analista de Sistemas, Chesf, CONSULPLAN

Um programa para ser executado pelo processador deve ser formado por uma série de instruções de máquina. Para iniciar a execução de um programa, as instruções devem ser armazenadas na memória principal. Diante do exposto, qual das alternativas está em consonância com as descrições feitas abaixo, a respeito das operações da UCP?

I. Buscar uma instrução de memória (operação de leitura) de cada vez.

II. Se as instruções utilizarem dados, buscá-los onde estiverem armazenados para que a UCP possa processá-los.

III. Reiniciar o processo, buscando a próxima instrução.

IV. Executar a operação com os dados e guardar o resultado, se houver, no local especificado.

Estão corretas apenas as afirmativas:

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953Q48088 | Matemática, Fiscal Municipal, Prefeitura de Campo Verde MT, CONSULPLAN

Qual das funções a seguir apresenta vértice no 4º quadrante?
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954Q44493 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário, TRF 2a, CONSULPLAN

Texto associado.
Texto para responder à questão.

* Final do romance “Vidas Secas” que narra a família de Fabiano, mais uma vez, se retirando para algum outro lugar, em virtude da seca:  


  Pouco a pouco uma vida nova, ainda confusa, se foi esboçando. Acomodar-se-iam num sítio pequeno, o que parecia difícil a Fabiano, criado solto no mato. Cultivariam um pedaço de terra. Mudar-se-iam depois para uma cidade, e os meninos frequentariam escolas, seriam diferentes deles. Sinhá Vitória esquentava-se. Fabiano ria, tinha desejo de esfregar as mãos agarradas à boca do saco e à coronha da espingarda de pederneira.
  Não sentia a espingarda, o saco, as pedras miúdas que lhe entravam nas alpercatas, o cheiro de carniças que empestavam o caminho. As palavras de Sinhá Vitória encantavam-no.
   Iriam para diante, alcançariam uma terra desconhecida. Fabiano estava contente e acreditava nessa terra, porque não sabia como ela era nem onde era. Repetia docilmente as palavras de Sinhá Vitória, as palavras que Sinhá Vitória murmurava porque tinha confiança nele. E andavam para o sul, metidos naquele sonho. Uma cidade grande, cheia de pessoas fortes. Os meninos em escolas, aprendendo coisas difíceis e necessárias. Eles dois velhinhos, acabando-se como uns cachorros, inúteis, acabando-se como Baleia. Que iriam fazer?
  Retardaram-se, temerosos. Chegariam a uma terra desconhecida e civilizada, ficariam presos nela. E o sertão continuaria a mandar gente para lá. O sertão mandaria para a cidade homens fortes, brutos, como Fabiano, Sinhá Vitoria e os dois meninos.

(Vidas Secas, Graciliano Ramos.)
Considerando os aspectos semânticos das orações coordenadas, a conjunção empregada em “Fabiano estava contente e acreditava nessa terra” (3º§) possibilita a expressão, no contexto apresentado, de 
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955Q9966 | Português, Analista Judiciário, TRE MG, CONSULPLAN

Texto associado.
O auge da vida democrática é o momento do voto. A democracia, regime em que a maioria escolhe os governantes, é também o regime da igualdade, em que todos têm o mesmo valor, sejam ricos ou pobres, integrados ou excluídos. Por isso, tenho sustentado que ela é o regime mais ético que existe. Melhor dizendo, é o único regime que hoje podemos considerar ético. As formas de governo que a teoria antigamente chamava de monarquia ou aristocracia, considerando-as legítimas, atualmente apenas podem ser chamadas de ditaduras. Uma ditadura, em nossos dias, é ilegítima. Só a democracia é legítima.
      [...]
      O mínimo, numa democracia, é ter dois lados opostos, divergentes, mas, respeitados. Porém, se eu aplicar o modelo da Ética à Política, entenderei que um lado é o bem, e o outro, o mal; e portanto, tentarei impedir “o mal” até mesmo de concorrer. Assim, foi a perseguição ao comunismo, no Brasil, mesmo quando não tínhamos uma ditadura escancarada. Assim foi a perseguição aos partidos liberais nos regimes comunistas. [...]
      Há saída? O mais óbvio é: a Ética é um pré-requisito. Queremos, de todos os candidatos, que sejam honestos. Que não sejam antiéticos. E, entre os postulantes decentes, optaremos por critérios políticos. [...] É preciso grandeza de espírito para sair dessa incapacidade de pensar o que desejamos construir. Porque propor a Política é formular o futuro.
(Ribeiro, Renato Janine. Filosofia. Setembro de 2012. Adaptado.)
Ao substituir “as formas” por “a forma” em “As formas de governo que a teoria antigamente chamava de monarquia ou aristocracia, considerando-as legítimas, atualmente apenas podem ser chamadas de ditaduras.”, torna-se adequada, de acordo com a norma culta, a seguinte alteração
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956Q1758 | Português, Auxiliar de Enfermagem, Prefeitura de Poço Redondo SE, CONSULPLAN

Texto associado.
A sordidez humana

     Ando refletindo sobre nossa capacidade para o mal, a sordidez, a humilhação do outro. A tendência para a morte, não
para a vida. Para a destruição, não para a criação. Para a mediocridade confortável, não para a audácia e o fervor que
podem ser produtivos. Para a violência demente, não para a conciliação e a humanidade. E vi que isso daria livros e mais
livros: se um santo filósofo disse que o ser humano é um anjo montado num porco, eu diria que o porco é
desproporcionalmente grande para tal anjo.
     Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós (eu não consigo fazer isso, mas nem por
essa razão sou santa), que ri quando o outro cai na calçada? Quem é esse que aguarda a gafe alheia para se divertir? Ou se
o outro é traído pela pessoa amada ainda aumenta o conto, exagera, e espalha isso aos quatro ventos – talvez correndo
para consolar falsamente o atingido?
     O que é essa coisa em nós, que dá mais ouvidos ao comentário maligno do que ao elogio, que sofre com o sucesso
alheio e corre para cortar a cabeça de qualquer um, sobretudo próximo, que se destacar um pouco que seja da
mediocridade geral? Quem é essa criatura em nós que não tem partido nem conhece lealdade, que ri dos honrados,
debocha dos fiéis, mente e inventa para manchar a honra de alguém que está trabalhando pelo bem? Desgostamos tanto
do outro que não lhe admitimos a alegria, algum tipo de sucesso ou reconhecimento? Quantas vezes ouvimos comentários
como: “Ah, sim, ele tem uma mulher carinhosa, mas eu já soube que ele continua muito galinha”. Ou: “Ela conseguiu um
bom emprego, deve estar saindo com o chefe ou um assessor dele”. Mais ainda: “O filho deles passou de primeira no
vestibular, mas parece que...”. Outras pérolas: “Ela é bem bonita, mas quanto preenchimento, Botox e quanta lipo...”.
     Detestamos o bem do outro. O porco em nós exulta e sufoca o anjo, quando conseguimos despertar sobre alguém
suspeitas e desconfianças, lançar alguma calúnia ou requentar calúnias que já estavam esquecidas: mas como pode o
outro se dar bem, ver seu trabalho reconhecido, ter admiração e aplauso, quando nos refocilamos na nossa nulidade?
Nada disso! Queremos provocar sangue, cheirar fezes, causar medo, queremos a fogueira.
     Não todos nem sempre. Mas que em nós espreita esse monstro inimaginável e poderoso, ou simplesmente medíocre e
covarde, como é a maioria de nós, ah!, espreita. Afia as unhas, palita os dentes, sacode o comprido rabo, ajeita os chifres,
lustra os cascos e, quando pode, dá seu bote. Ainda que seja um comentário aparentemente simples e inócuo, uma
pequena lembrança pérfida, como dizer “Ah! Sim, ele é um médico brilhante, um advogado competente, um político
honrado, uma empresária capaz, uma boa mulher, mas eu soube que...”, e aí se lança o malcheiroso petardo.
     Isso vai bem mais longe do que calúnias e maledicências. Reside e se manifesta explicitamente no assassino que se
imola para matar dezenas de inocentes num templo, incluindo entre as vítimas mulheres e crianças... e se dirá que é por
idealismo, pela fé, porque seu Deus quis assim, porque terá em compensação o paraíso para si e seus descendentes. É o
que acontece tanto no ladrão de tênis quanto no violador de meninas, e no rapaz drogado (ou não) que, para roubar 20
reais ou um celular, mata uma jovem grávida ou um estudante mal saído da adolescência, liquida a pauladas um casal de
velhinhos, invade casas e extermina famílias inteiras que dormem.
     A sordidez e a morte cochilam em nós, e nem todos conseguem domesticar isso. Ninguém me diga que o criminoso
agiu apenas movido pelas circunstâncias, de resto é uma boa pessoa. Ninguém me diga que o caluniador é um bom pai,
um filho amoroso, um profissional honesto, e apenas exala seu mortal veneno porque busca a verdade. Ninguém me diga
que somos bonzinhos, e só por acaso lançamos o tiro fatal, feito de aço ou expresso em palavras. Ele nasce desse traço de
perversão e sordidez que anima o porco, violento ou covarde, e faz chorar o anjo dentro de nós.

(Lya Luft, Veja 20/05/2009 pág.24)
Está correta, em relação ao texto, a seguinte afirmativa:
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957Q1224 | Matemática, Guarda Municipal, Prefeitura de Cataguases MG, CONSULPLAN

Qual é o número de anagramas que podemos formar com as letras da palavras ARARAQUARA?
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958Q793576 | Ética na Administração Pública, Ética Profissional, Auxiliar de Serviços Gerais, Prefeitura de Porto Velho RO, CONSULPLAN

Sobre a ética profissional do auxiliar de serviços gerais que atua como cantineiro, analise.

I. Ser pontual e não faltar ao serviço.

II. Ser discreto e educado.

III. Servir lanches fora da hora.

IV. Ser disponível.

 Estão corretas apenas as alternativas

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959Q258321 | Gestão de Pessoas, Planos de Carreira, Técnico Judiciário Área Administrativa, TSE, CONSULPLAN

Texto associado.

Texto IV para as questões de 51 a 60.

Roberto Padilha é proprietário da empresa Max Pinturas em
Jaboatão dos Guararapes, na região metropolitana de
Recife/PE. Em 2010, 12 dos 98 pintores deixaram a Max em
busca de salários maiores na concorrência. Cada vez que um
deles saía, era preciso recrutar e treinar do zero novos
profissionais. Padilha começou a reagir para evitar que a falta
de gente interrompesse a trajetória de crescimento da
empresa. Ele solicitou aos seus gerentes uma avaliação da
produtividade de cada funcionário e a usou como base para
esboçar um plano de carreiras para seu pessoal. No caso dos
pintores, ele criou três níveis hierárquicos, concedendo
aumentos de até 25% aos mais produtivos.
(Falta gente na sua empresa? Revista PME Exame. Abril/2011,
adaptado
)

O plano de carreiras define, principalmente, a trajetória do funcionário na organização e o seu salário durante essa trajetória. O salário é considerado pelo funcionário um fator relacionado a como ele sente em relação à(ao)

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